Textos de Sábado

Cerca de 480 textos de Sábado

Sábado chegou.

Ô Deus, obrigado por esse sábado.
Obrigado pelo descanso que chega, pela saúde, pela família e por tudo que o Senhor já preparou pra hoje.
Que o Senhor, Pai, cuide do que eu não posso resolver e abençoe tudo que eu tocar hoje.
Que o nosso sábado seja leve, de paz na mente, sorriso no rosto e coração tranquilo.
Amém.

*O FOGUETE QUE FICOU NO QUINTAL*


O sábado amanheceu com aquele sol que parece ter preferência pelos sábados.


Durante a semana ele se esconde atrás de nuvens, prédios, compromissos e caras fechadas. No sábado, resolve aparecer. Como se também tivesse direito a descansar.


Eu estava na varanda quando ouvi o primeiro grito.


Depois outro.


Depois uma discussão sobre quem tinha pegado o brinquedo de quem.


As crianças tinham chegado.


Meus filhos, meus netos, suas vozes, suas provocações e aquela capacidade irritante de transformar qualquer cinco minutos de silêncio em uma guerra civil de pequenas proporções.


A casa ficou diferente.


O gato também percebeu.


Era talvez sua primeira experiência com crianças. No começo ficou parado, olhando para aqueles pequenos seres correndo pela sala como quem observa uma espécie desconhecida. Depois descobriram o gato.


Em menos de dez minutos ele já estava sendo disputado.


Um queria pegar.


Outro queria fazer carinho.


Outro dizia que era dele.


O gato olhava para mim com uma expressão que parecia perguntar por que eu tinha permitido aquela invasão.


Não fiz nada.


Algumas coisas precisam ser vividas até o fim.


Inclusive a paciência de um gato.


Na cozinha, as crianças descobriram a torta.


Uma delas desapareceu.


Depois outra parte.


Quando percebi, havia apenas algumas migalhas e uma espécie de silêncio constrangido entre os pratos.


Teria que encomendar mais duas.


Talvez três.


Na sala, atacaram a estante.


Mexeram nos livros.


Puxaram alguns.


Empilharam outros.


Os livros que ainda estavam nas caixas abertas foram parar no chão.


Fizeram castelos.


Muralhas.


Fortalezas.


Durante alguns minutos, aquela pilha de livros que eu passei anos tentando conservar em ordem parecia ter encontrado uma função muito mais honesta.


Servia para brincar.


No pátio, havia três balanços presos às duas árvores.


Nunca tinham parecido um playground.


Naquele sábado, pareciam.


Havia caixas de madeira, pedaços de tábua, coisas esquecidas na garagem.


Então meu neto olhou para um tambor velho e decidiu que aquilo era um foguete.


Um foguete.


Fiquei olhando para ele.


Ele não precisava de tecnologia.


Não precisava de combustível.


Não precisava de autorização da NASA.


Precisava apenas de um tambor velho, algumas tábuas e uma noite estrelada.


E então me lembrei de uma coisa que eu havia esquecido.


Eu também já quis ir para o espaço.


Houve um tempo em que eu acreditava que pisaria num foguete.


Não porque entendesse de ciência.


Porque toda criança precisa inventar um céu onde a vida pareça valer a pena.


O foguete nunca foi um veículo.


Era uma mentira bonita.


Daquelas que a gente conta para si mesmo antes de descobrir que o mundo costuma distribuir mais boletos do que milagres.


Depois vieram os quarenta.


A idade em que o espelho deixa de fazer gentilezas.


Foi quando percebi que nenhum foguete pisou no quintal daquela casa.


O que chegou foram contas.


Responsabilidades.


Cansaço.


Algumas mulheres que passaram como chuva de verão.


Amigos que aprenderam a sorrir para fotografias enquanto enterravam silenciosamente a própria fome de existir.


Eu ainda procurava alguma coisa.


Não sabia exatamente o quê.


Chamava de sentido porque qualquer palavra menor pareceria covardia.


Aos quarenta ainda existe uma certa arrogância.


A gente acredita que está atrasado, mas que ainda dá tempo.


Aos sessenta e dois, a conta fica diferente.


Não dói apenas o corpo.


Doem também as expectativas que sobreviveram tempo demais.


Os dias começam a parecer copos vazios esperando uma bebida que ninguém serve.


Não é exatamente tristeza.


É um cansaço antigo.


Uma coisa que dorme no peito e acorda antes da gente.


Às vezes olho para uma folha caindo de uma árvore e tenho vontade de colocá-la de volta no galho.


É um impulso ridículo.


Mas compreensível.


Porque a gente passa boa parte da vida tentando devolver as coisas ao lugar.


Um casamento ao começo.


Uma amizade ao primeiro abraço.


Um pai à juventude.


Um amor ao instante anterior à despedida.


Só existe um problema.


Folhas não voltam.


Pessoas também não.


E o tempo é o sujeito mais mal-educado que conheço.


Ele não pede licença.


Não negocia.


Não aceita pagamento parcelado.


Enquanto isso, o mundo continua vendendo a mesma velha mentira.


Todo mundo merece um dia melhor.


É bonito dizer isso.


O problema é que ninguém ensina o caminho.


Ensinaram-me a trabalhar.


A competir.


A produzir.


A acumular.


A parecer bem.


Ninguém ensinou a existir.


Talvez por isso tanta gente tenha aprendido a construir uma vida que parece ótima por fora e não serve para morar por dentro.


Basta abrir qualquer tela.


Casas perfeitas.


Viagens perfeitas.


Corpos perfeitos.


Casamentos perfeitos.


Famílias sorrindo diante de uma paisagem que provavelmente alguém levou vinte minutos para escolher.


A vida virou vitrine.


E ninguém quer aparecer com a mercadoria quebrada.


Eu olho para antigos amigos.


Alguns parecem ter vencido.


Casas maiores.


Carros melhores.


Viagens.


Fotografias.


Sorrisos impecáveis.


Mas já não acredito muito nessa luz.


Existe um sol artificial iluminando a terra da normalização.


É uma luz forte.


Só não aquece.


Ali, o verbo ser foi lentamente assassinado pelo verbo ter.


As pessoas compram identidades em prestações.


Vendem a própria autenticidade em troca de aprovação.


Sorriem como quem cumpre expediente.


Abraçam como quem assina contrato.


A empatia virou artigo de luxo.


A delicadeza passou a parecer fraqueza.


A verdade tornou-se inconveniente.


E talvez seja por isso que eu viva dentro de uma espécie de bolha.


De um lado, o mundo do faz de conta.


Do outro, o mundo real que quase ninguém parece querer habitar.


Eu ainda acredito em coisas que parecem ter ficado velhas.


Palavra.


Lealdade.


Silêncio.


Afeto.


Presença.


Acredito que uma pessoa pode sentar ao lado da outra sem precisar fotografar o momento.


Acredito que carinho não precisa de testemunhas.


Acredito que uma amizade não deveria depender de utilidade.


Talvez eu esteja errado.


Aos sessenta e dois, já aprendi que estar errado é uma das poucas coisas que ainda podemos fazer de graça.


Durante muitos anos procurei minha rainha da beleza.


Não a mulher das revistas.


Essa desaparece quando a maquiagem encontra a primeira lágrima.


Eu procurava outra coisa.


Uma beleza sentimental.


Uma mulher cuja inteligência soubesse abraçar sem tocar.


Que pudesse permanecer em silêncio sem transformar o silêncio em distância.


Alguém cuja alma não estivesse à venda por curtidas, status ou conveniências.


Ainda procuro.


Talvez ela também esteja perdida em algum balcão de bar.


Talvez esteja cansada.


Talvez tenha desistido.


Talvez tenha encontrado alguém.


A vida não costuma prestar contas.


Naquela tarde, porém, havia outras coisas acontecendo.


Meu neto continuava construindo o foguete.


Pegou uma caixa.


Depois uma tábua.


Depois o tambor.


Pediu ajuda para amarrar uma coisa na outra.


Disse que precisava ficar pronto antes da noite.


Queria olhar as estrelas de dentro dele.


Eu ajudei.


Não porque acreditasse que aquilo fosse realmente um foguete.


Mas porque, naquele momento, percebi que talvez eu tivesse passado tempo demais tentando provar que os foguetes não existiam.


Talvez essa seja uma das doenças da idade.


A gente descobre como o mundo funciona e começa a desprezar quem ainda acredita que ele pode funcionar de outra maneira.


Olhei para aquelas crianças correndo pelo pátio.


O gato fugindo de um lado para outro.


Os livros espalhados.


As migalhas da torta.


As caixas.


As tábuas.


O tambor.


A casa completamente fora do lugar.


E, pela primeira vez em muito tempo, aquilo não me incomodou.


Talvez porque o caos deles tivesse alguma coisa que o meu mundo organizado perdeu.


Vida.


Não a vida vendida nas fotografias.


A outra.


A que grita.


Que suja.


Que derruba.


Que quebra.


Que pergunta.


Que inventa foguetes com um tambor velho.


Fiquei pensando que talvez envelhecer seja descobrir que o mundo nunca prometeu salvação.


O foguete não veio.


Aos quarenta, eu descobri.


Aos sessenta e dois, aceitei.


Mas naquele sábado alguma coisa mudou.


Porque o foguete não precisava mais ser meu.


Ele estava ali.


No quintal.


Construído pelas mãos pequenas de quem ainda não sabia que o mundo cobra caro pelos sonhos.


E talvez seja isso que eu queira para eles.


Que demorem muito para descobrir.


Que tenham coragem de olhar para as estrelas sem perguntar quanto custa.


Que não confundam sucesso com felicidade.


Que não entreguem a própria autenticidade em troca de aplausos.


Que saibam amar sem transformar o amor em vitrine.


Que tenham amigos capazes de permanecer quando não houver fotografia.


Que aprendam a sentir a dor sem fazer dela uma identidade.


Que não tenham vergonha da delicadeza.


Que não deixem ninguém convencer que possuir é mais importante do que ser.


E, principalmente, que vivam.


De verdade.


Porque talvez a grande tragédia não seja envelhecer.


Talvez seja chegar aos sessenta e dois, olhar para trás e perceber que passamos a vida inteira tentando parecer vivos.


Naquela noite, meu neto entrou no tambor.


Olhou para o céu.


Perguntou se eu achava que dava para chegar até as estrelas.


Eu olhei para ele.


Depois olhei para o foguete improvisado.


E disse que sim. Olhe bem para o infinito, feche os olhos e demore um pouco. Abra, feche e demore. Isso irá fotografar o céu. Depois, ligue a inguinação e voe.


Ele sorriu.


Foi um sorriso verdadeiro.


Sem câmera.


Sem postagem.


Sem filtro.


E foi provavelmente a coisa mais verdadeira que vi naquele sábado.


Fiquei na varanda enquanto as crianças brincavam.


O sol já tinha ido embora.


As estrelas começaram a aparecer.


E, por alguns minutos, eu não pensei nos quarenta.


Nem nos sessenta e dois.


Nem nas coisas que não voltam.


Nem nos amigos que se perderam.


Nem nas mulheres que foram embora.


Nem nos boletos.


Nem nesse mundo que aprendeu a vender felicidade em prestações.


Fiquei apenas ali.


Ouvindo meus netos.


E percebi uma coisa que talvez eu tenha levado sessenta e dois anos para entender:


alguns foguetes não foram feitos para sair do chão.


Foram feitos para nos lembrar de olhar para cima.


E talvez seja isso que importa.


Não chegar às estrelas.


Mas não perder a capacidade de procurá-las.

Bom dia!
Que o sábado chegue com a delicadeza da brisa e a luz mansa de um novo amanhecer. Que cada instante floresça em sorrisos sinceros, serenidade e pequenas alegrias capazes de renovar a alma. E que, ao cair da noite, o coração esteja leve, repleto de paz e de esperança para abraçar com coragem e entusiasmo os dias que ainda virão.

"Diz-se Cristão Praticante, passa o ano inteiro falando em Deus e em Jesus... E no Sábado de Aleluia põe os filhos para malhar o Judas. Não é violencia? 'Pode isso, Arnaldo?' "
Texto Meu 0936, Criado em 2018

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

Sábado de Aleluia


Eles já foram perdoados
porque não sabem o que fazem,
mas sempre fingem que não.
A memória da cruz vazia
querem forçar que
pela forca seja substituída.


É sábado de Aleluia!


Há quem confira confiança
em guerras movidas por
inimizades imaginárias.
Existe até quem ache
belo e moral cobrar
sobre o esterco taxa.
Não pense que estou
fazendo nenhuma piada.


É sábado de Aleluia!


Embora uns estejam vivos,
mortos estão por dentro
ao interpretar que existe
justificativa o suficiente
para acabar com gente.


É sábado de Aleluia!


Não há mil ressurreições
de Cristo que tragam luz
para quem entenda
que existe aplicação
de pena de morte
em territórios ocupados.
Permanecer entre
os cúmplices e os acovardados
daqui pra frente
não será difícil de prever
o futuro — infelizmente.


E ainda só é sábado de Aleluia!

Sábado é dia de estudar? E Domingo?

Depende do que cada pessoa sonha para o futuro.
Imaginem um Concurso que ofereça 250 vagas e pague um salário aproximado de R$5000,00. Você deseja isso?
Provavelmente, muitos responderão que sim. O problema é que entre o querer e o conseguir existe um abismo. É aí que o aluno deve começar a traçar sua estratégia.
Hoje, após a aula no turno da manhã, um aluno veio me perguntar por que eu trabalho tanto. Amigos, essa foi a pergunta mais fácil de responder desde quando comecei a dar aula....."porque eu tenho um objetivo". Isso me dá força para iniciar o dia com alegria.
Às vezes, eu me pergunto o que faz um aluno não estudar todo tempo no qual estiver disponível. Certamente, é uma das coisas mais difíceis de entender..... Você aspira a um bom emprego, sonha com a estabilidade, pensa em dar um conforto para família.....todavia não quer estudar muuuuuuuito......é impossível ter sucesso dessa maneira.
Levante a mão quem aqui é Pagodeiro......Jogador de Futebol.....Filho de gente rica........mulher fruta......ou algo do tipo.
Como a galera que estuda para Concursos Públicos não tem esse perfil, é melhor começar logo a investir todos os sábados e domingos nos estudos.......pois ficará mais difícil amanhã do que é hoje.
Atenciosamente,

Inserida por tuud

assim se passou.

naquela tarde de sabado,
tu para mim olhando
tão belo seus olhos
e, lindo seus lábios

assim se passou

por cada viragem minha,
um olhar seu
até pareci o próprio céu,
me senti Romeu
imaginei que a julieta
tu, o meu eu
e, eu, o teu eu.

cada sorriso,
cada palavra
pareciamos no paraiso
ou eu um campones,
em sua lavra.

assim se passou

o tempo foi passando,
a hora se esgotando
e, eu ia partindo
pouco-a-pouco
te deixando,
sem sorrisos
sem alegria
ia partindo
partindo para bem longe
longe de nós
e, de seus olhos.

passava tudo,
era tão lindo
perfeito e brilhante,
seus olhos lúziam
lúziam tanto como as estrelas.

assim se passou

o dia em que te conheci,
em si discerni a sabedoria
sabedoria do amor
amor de uma noite
que duraria por toda a vida.

Inserida por perivaldorodrigues

E ele pega todas:
Feia, bonita, obesa, esquelética, idosa, jovem, no sábado, na segunda, no feriado e em dia santo...
Sabe qual o futuro de uma pessoa q não sabe valorizar a outra? Que não sabe o q significa amor, carinho e respeito?
É a decadência, seja da vida, do corpo e muitos outros fatores.
Aprenda que devemos aproveitar tudo q for possível, porém, sem ferir a integridade moral, física e psicológica de outras pessoas.
Você não ama ninguém?
Então ame a si mesmo e ame o próximo, Deus nos ensinou isso.
Ah, mas tem um detalhe, será que você acredita em Deus? O que ele é na sua vida?
Homem, abra os teus olhos, a vida passa, você envelhece. E sabe o que vai te restar antes de sua morte?
O desamor, porque só vão ficar ao seu lado aquelas pessoas que certamente você não ia desejar nem pro seu pior inimigo. E isso certamente te machucará.
Sinceramente eu lamento por você!
Mas do fundo do meu coração peço a Deus todos os dias pra te abençoar, cuidar de você e te livrar de todo mal, porque sei que tá precisando mais da atenção dele do que eu, que sei cuidar bem de quem cruza o meu caminho.

Inserida por alinegurupi

O novo

Sábado, 17 de Março de 2012
E o outono anuncia sua chegada. Dia nublado, vento frio, fina garoa. Moletom, meias, edredom, chá. Ele ainda nem acabou e já sinto saudades dele: o verão.
A mudança das estações é algo natural e que temos que aceitar. Embora não goste muito, tenho que me adaptar a nova estação. Na vida também é assim. As mudanças são naturais e inevitáveis. Sinto que o outono se aproxima, não só pelo arrepio causado pelo vento, pelas janelas fechadas ao entardecer, mas sinto o outono se aproximar na minha vida também. O outono é uma oportunidade da natureza para chegarmos ao inverno de maneira gradual. Mas só de pensar que tenho que enfrentar o inverno em breve, fico desejando pular as estações e chegar logo à primavera. Mas isso é impossível e antinatural.
As plantas e os animais vivem seus ciclos. Nós também.
Sentir o coração mais acelerado pode ser um sinal do corpo tentando se aquecer, mas também pode ser um sinal de que uma grande e irremediável mudança está porvir.
O outono anuncia: “O inverno logo vem... aproveite a oportunidade para se preparar. Se esconder embaixo do edredom não vai evitar sua chegada”.
Então é isso. Vou levantar do sofá, esquecer o chocolate, abrir a janela e enfrentar o outono. E que venham as mudanças. E que venha o inverno.

Inserida por Juspinella

É sábado, lembro-me dos encontros em dias de lindos luares, dos olhares...
E os passeios de mãos dadas pelas calçadas dos desejos, dos seus beijos...
Que saudade... Do abraço amigo, de ficar contigo solidão a dois...
E do aconchego deste teu nego ao beijar-te os pés, e nessas lembranças cheio de esperanças quero te encontrar...

Inserida por marcoaalvarenga

21 Foram à cidade de Cafarnaum e, no sábado, Jesus entrou na sinagoga e começou a ensinar. 22 As pessoas ficavam admiradas com o seu ensinamento, porque Jesus ensinava como quem tem autoridade e não como os doutores da Lei.

23 Nesse momento, estava na sinagoga um homem possuído por um espírito mau, que começou a gritar: 24 «Que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Eu sei quem tu és: tu és o Santo de Deus!» 25 Jesus ameaçou o espírito mau: «Cale-se, e saia dele!» 26 Então o espírito mau sacudiu o homem com violência, deu um grande grito e saiu dele. 27 Todos ficaram muito espantados e perguntavam uns aos outros: «O que é isso? Um ensinamento novo, dado com autoridade... Ele manda até nos espíritos maus e eles obedecem!» 28 E a fama de Jesus logo se espalhou por toda parte, em toda a redondeza da Galiléia.

( A ação demoníaca escraviza e aliena o homem, impedindo-o de pensar e de agir por si mesmo (por exemplo: ideologias, propagandas, estruturas, sistemas etc.): outros pensam e agem através dele. O primeiro milagre de Jesus é fazer o homem voltar à consciência e à liberdade. Só assim o homem pode segui-lo).

Inserida por EmOutrasPalavras

23 Num dia de sábado, Jesus estava passando por uns campos de trigo. Os discípulos iam abrindo caminho, e arrancando as espigas. 24 Então os fariseus perguntaram a Jesus: «Vê: por que os teus discípulos estão fazendo o que não é permitido em dia de sábado?» 25 Jesus perguntou aos fariseus: «Vocês nunca leram o que Davi e seus companheiros fizeram quando estavam passando necessidade e sentindo fome? 26 Davi entrou na casa de Deus, no tempo em que Abiatar era sumo sacerdote, comeu dos pães oferecidos a Deus e os deu também para os seus companheiros. No entanto só os sacerdotes podem comer desses pães.» 27 E Jesus acrescentou: «O sábado foi feito para servir ao homem, e não o homem para servir ao sábado. 28 Portanto, o Filho do Homem é senhor até mesmo do sábado.»

/O centro da obra de Deus é o homem, e cultuar a Deus é fazer o bem ao homem. Não se trata de estreitar ou alargar a lei do sábado, mas de dar sentido totalmente novo a todas as estruturas e leis que regem as relações entre os homens. Porque só é bom aquilo que faz o homem crescer e ter mais vida. Toda lei que oprime o homem é lei contra a própria vontade de Deus, e deve ser abolida./

Inserida por EmOutrasPalavras

Tive um sábado quase perfeito, um tanto quanto insólito e totalmente esclarecedor. Voltar a falar do passado não apaga pequenos erros, mas fazemos isso por educação e mostramos de forma sutil e não menos direta de quem foi as pequenas mancadas. Me questionaram por que me exponho tanto, inclusive numa rede social?
Simples? Me exponho? Pois não tenho o que esconder, não finjo ser o que não sou e nunca assinei um termo de boa conduta. Quando irá me perdoar por não ter sido puritana o suficiente pra você? Ah...nunca, afinal não pedi perdão por ser eu mesma.
Hoje sei o que é pressão, mas infelizmente nem todos sabem focalizar a frustração de ser pressionado para as pessoas certas. Não pedi por isso, que fique claro. Estou sendo tão pressionada quanto e não desconto no alvo das pressões e nem em quem pressiona, simplesmente corto o mal pela raiz e tiro de letra.
Fui criada para defender as coisas que amo e meu país, principalmente a honrar com a minha palavra e não magoar pessoas próximas e quando isso for inevitável? Me desculpar é o minimo. Não uso a bebida como uma máscara, uma desculpa.
Neste sábado as coisas estavam totalmente iguais e brutalmente diferentes. Família nem sempre se conhece tão bem assim, vi coisas que os outros não viram, amigos levam patadas à toa, me desculpem.
Sou ruim e possessiva? Talvez, o problema que quem assim o diz, nunca me viu ruim consigo e o outro não me conhece possessiva e arbitrária. Fácil julgar meu modo extremo sem olhar a própria insegurança dos atos. Não sou dobrável ou manipulável, apenas me deixo levar porque é mais fácil ou porque vale a pena. Isso pra mim não é um jogo, um porque não encontrei um jogador a altura e dois porque não brinco com os sentimentos de quem eu gosto. Exigir respeito só pode quando a gente se dá ao respeito, então amiguinhos olhem pra si, porque por mais que eu beba e dance, não baixo o nível, não tento provar nada a ninguém. O que eu faço ou sinto está explícito e escancarado, é só abrir os olhos e ver se vale a pena para você.

Inserida por camilabill

Querido J,

Hoje é sábado e o Yuri me chamou pedindo as provas do 1º período da faculdade. Quando as encontrei ele disse que viria aqui em casa buscar. Ele também pediu se eu tinha feito o teste de direção na autoescola e eu lhe respondi que ainda não. Ele disse que ele também ainda não fez, mas que estava ansioso e riu dizendo que eu e ele somos “ansiosos e dramáticos e emotivos”. Eu respondi a mensagem dele sorrindo e ele veio aqui em casa buscar as provas. Então ele contou da faculdade, de seus planos futuros, de sua vida enfim, de seus métodos de estudo e eu ouvia e sorria. Ele contou que não fez muitos amigos na faculdade e ficou um tempão aqui em casa, como se sentisse saudade de ter algum amigo ou coisa assim. Lembra quando lhe escrevi dizendo que após reprovar na autoescola tudo o que eu queria era falar com o Yuri? Eu poderia dizer que queria você, mas tudo o que eu queria era sair correndo para os braços do seu melhor amigo. Isso faz algum sentido? Porque para mim não faz. Talvez seja porque ele me entende melhor do que você, melhor que qualquer um. Eu não sei, mas depois que falei com ele me senti mais leve. A carência dele se juntou com a minha e através de risadas suprimos a saudade um do outro. Ele me falou que mal saía com os amigos pois você estava tão focado nos vestibulares que não saía de casa. Eu quis logo perguntar mais sobre você, sobre seus planos, seus sonhos, suas piadas sem graça, se você falava de mim…mas não pedi, apenas sorri e lhe disse para continuar a falar da faculdade, dos professores e etc. E ele falou, falou e falou e foi bom ouvir a voz dele e sentir seu sorriso. Mostrei-lhe a Sala de CDS com todos os CDS, livros e afins e ele amou (quem não se apaixona?) e depois ele foi para casa. Chegando em casa ele me mandou uma mensagem, me convidando para tomar um teres na casa dele amanhã. Achei estranho e recusei, não por achar estranho, claro, mas porque eu tenho seis provas essa semana. Como eu já disse há algum tempo, o Yuri é uma pessoa fácil de amar e eu vivo confundindo essa amizade com amor, mas nós nunca daríamos certo, não é? Eu só espero que nesse meio tempo sua saudade encontre com a minha saudade porque estou cansada de abraçar a sua ausência . Espero que seus lábios encontrem refúgio nos meus , seus braços aceitem meus abraços e que você tire todos os pontos de interrogação de mim apenas com um olhar , derrame meus dramas pelo chão e transforme minhas dúvidas na certeza exagerada da paixão . Ai,ai amor, quanta saudade! Dá até para ficar doente desse jeito, mas não, não posso me dar ao luxo de ficar doente agora porque tenho várias provas essa semana. Eu e o Yuri somos tão iguais e eu e você tão diferentes! Porque eu e ele somos iguais : ansiosos , dramáticos e emotivos , cheios de música e poesia e com uma carência de amor e carinho que nunca é suprida e talvez por isso jamais daríamos certo, diferente de nós, já que você é simples , eu sou composta , eu sou dramática e exagerada e você realista e cheio de lógica . Você me dá nos nervos com suas criancices e eu te irrito com minhas metáforas que você não entende . Você reclama de mim e eu de você . A gente briga mais do que tudo , mas a reconciliação é sempre uma festa . A gente se ama e se odeia na mesma proporção incrível , que desafia sua lógica e não cabe na minha poesia .Nós não conseguimos viver um sem o outro, admita isso. Eu admito e está na hora de você admitir também. Então abraça minha saudade com a tua saudade porque eu já não aguento mais!

Com amor, sua Annie.

Inserida por audreyponganborteze

O AMOR DE DEUS

É sábado à tarde num pequeno parque em Sydney, Austrália. Os pais brincam com seus filhos pequenos, gaivotas sobrevoam embalagens descartáveis de peixe e batatas fritas, e minha mulher e eu nos sentamos escutando - com nossos ouvidos atentos ao casal.
Eles parecem estar chegando aos 50 anos de idade. Ela se senta silenciosa, arrebatada, fitando os olhos de. Ele se apoia casualmente sobre o braço esquerdo... e canta para ela.
Em seu próprio idioma, sem cuidado ou vergonha, ele oferece à sua amada uma doce canção de amor. Na beleza daquele momento, vislumbro algo divino.
O livro de Sofonias descreve um grande e terrível dia do Senhor ( 1:7 ; 3:8 ). Deus pode ser gentil com os " ...ingratos e maus... " ( Lucas 6:35-36 ), mas virá um tempo em que a paciência de Deus chegará ao fim.
Nos dias de Sofonias, o povo de Deus se curvava aos deuses pagãos Baal e Moloque ( Sofonias 1:4-5 ), cuja adoração frequentemente exigia a prostituição e o sacrifício de crianças. Israel havia se tornado corrupto e rebelde, seus profetas e sacerdotes, arrogantes e profanos ( 3:4 ). Sofonias declarou irado que o julgamento de Deus estava chegando, não somente sobre Israel, sobre todas as nações da terra ( 1:2, 19; 3:8 ).
Ainda assim, Sofonias antevê Deus fazendo brotar algo lindo dos pedregulhos do dia negro - um povo vindo de todas as nações que o ama de todo o coração ( 3:9-13 ). Para esse povo Ele será como um noivo que limpa Sua noiva, leva-a para casa, deleita-se nela e canta para ela. " Ele se deleitará em ti com alegria " ( v.17 ).
Deus é Criador e Guerreiro para as Suas criaturas. Mas, quantos de nós que o amam o veem como um Cantor amado - um Deus de afeto com uma canção de amor em Seus lábios ? - Sheridan Voysey

Leia: Sofonias 3:14-17
Pois o Senhor, seu Deus, está com vocês; ele é poderoso e os salvará. Deus ficará contente com vocês e por causa do seu amor lhes dará nova vida. Ele cantará e se alegrará ( v.17 ).

Examine: - Mateus 9:15
- Efésios 5:25-32

Considere: Como você costuma imaginar Deus - como Criador, Pai, Guerreiro ou ___________ ? A vida se transformaria se você pensasse em Deus como Amor e você o Seu amado ?

Inserida por pao_diario

17/10/18

Bom dia anjo de amor,
Sabado de alegria e euforia!

Postura sempre ajuda,
destaca,
dá sempre um tcham à mais.
Pose qualquer um faz, manter postura nem sempre dá,
é algo natural, intrínseco, beira à algo sensacional.
Postura não pede traje, rigor, nome ou identidade;
acompanha o portador e,
dele se faz companhia inseparável.
Postura é o próprio equilíbrio interior que identifica seu valor,
não se diminui, nem se aumenta; se projeta!
Postura e vaidade se entrelaçam
Enquanto uma cuida da aparência a outra cuida do encanto.
A gente pode perder a beleza da juventude,
mas não perde o encanto da maturidade.
"Tudo tem sua beleza e encanto em cada ciclo de vida,
e em todos eles reinam sempre a beleza do encanto e,
a magia do amor!"

Inserida por Annnttonious13

“Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua prórpia vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor. Eu te farei cavalgar sobre os altos da terra e te sustentarei com a herança de Jacó, teu pai, porque a boca do Senhor o disse.”
Isaías 58:13,14.

Inserida por fabiano_araujo

Me faz querer beber da chuva em um sábado à noite, deixando o peito aberto pro resfriado que vem quando sua existência evapora e sou obrigada a fechar os olhos novamente, procurando te reencontrar.

Me faz querer escrever sobre o desconhecido dos seus olhos e tocar seu peito que diz ter muito amor.

Me faz querer descobrir as estrelas roxas que compõem sua cabeça e as placas tectônicas que adornam seu coração.

Me faz querer debruçar sob a cama quente, envolvida em seu corpo ao olhar o branco desse céu humano, capaz de ser tanto vazio quanto cheio.

Me faz querer criar milhares de histórias em um papel nu pronto para ser preenchido por pedaços de você mesmo sendo impossível te desenhar por completo.

É uma curiosidade e desejo que lutam entre si e o sangue que escorre eu uso de tinta, pinto seu corpo sob a real solidão em que desperto.

Se os lábios se tocarem durante essa madrugada, seria declarada a vitória do desejo ou isso apenas me tornaria escrava da curiosidade pelo seu mistério?

Logo eu?

Fria como o dia de hoje e tão chuvosa quanto essa noite.

Tão louca quanto palhaço de circo e tão livre de coração.

Tocada pelo pecado em sua melhor versão

E sendo obrigada a passar mais um dia sem o toque de sua mão

Se cada parte do seu corpo fosse um instrumento

E toca-ló fizesse de mim uma artista

No meu maior desejo

Meu nome seria elevado

E eu descansaria ao lado de Beethoven

Inserida por anavfxp

O HOMEM DO VALE-TRANSPORTE

Quando eu era pré-adolescente, nos meus 14 anos, todo sábado ia ajudar minha tia a trazer uns pacotes para abastecer um armarinho que ela tomava conta. Reparava sempre, no meio do caminho, num cidadão magro, moreno, alto, na conhecida Praça do Diário (Praça da Independência), pedido vale transportes, uma vez até eu dei ao pobre, mas ficava meio assim... (Todo sábado lá, e ele vem pro centro da cidade só com a passagem só de ida e fica pedindo a de volta. Estranho. Ai fui sacando a dele, o cara ia pedindo com uma mão, com cara de choro, nem falar falava, só balbuciava algo incompreensível, e juntado com a outra, daqui a pouco ele começava a vender o que tinha juntado, recebido). Não é que um tempo desses e o entrecortei na Rua da Concórdia, incrível, e pedindo passagem ainda, e me pediu passagem, quer dizer, agora dinheiro, melhorou, não se usa mais vales-transportes. Eu disse: Me erra cara! Te conheço desde menino! Ele não se fez de rogado, virou pra outro lado e continuou pedido a outras pessoas. Hoje, pela manhã, no comecinho da rua Nova Nova, pasmem! Tava ele lá! O próprio! Tirei até uma foto pra guardar de prova, com os cabelos agora já grisalhos, compleição física, no entanto a mesma, sequinho, sem barriga, pedindo passagem ainda com cara de choro e a pouca voz, vida toda. Daqui a pouco se aposenta nesse ramo. Mas o Brasil tá de um jeito tal, atualmente, que ele até dá pena, face ao atual cenário de corrupção desmedida. Tantos agindo sem tanta visibilidade, sem tanto esforço. Subtraindo mais, incomparavelmente mais e saindo bem na foto, posando de bom moço, bem vestidos, nos enrolando direitinho, roubando algo mais precioso: nossa alegria, tranquilidade, respeito, nossa paz, boa fé, nossa confiança, nossa esperança, crença nos homens de boa vontade.

(18.02.2017)

Inserida por Fg7r85

TEMPO PARA REAJUSTE

Porém, no sétimo ano haverá sábado de descanso solene para a terra […] —Levítico 25:4

A terra leva 365 dias e um quarto em sua órbita solar. Por esse motivo soma-se um dia extra ao calendário a cada 4 anos, de maneira a não ficarmos para trás no ciclo natural das coisas. Somamos um dia ao final de fevereiro a cada ano bissexto. Assim, o calendário é reajustado ao horário astronômico.
Deus estabeleceu um modo extraordinário de reajustar as coisas no calendário da antiga Israel. Da mesma forma, ordenou à humanidade que descansasse a cada sete dias (Êxodo 20:8-10), deviam deixar a terra descansar durante o sétimo ano (Levítico 25:4). O ano sabático permitia a recuperação das terras já cultivadas tornando-as mais férteis. Além disso, cancelavam-se as dívidas (Deuteronômio 15:1-11) e os escravos hebreus recebiam a liberdade (vv.12-18).
Com todos os compromissos que temos e com o nosso ritmo de vida desenfreado, também precisamos de reajustes. As exigências de trabalho, família e igreja podem necessitar uma reavaliação. Uma maneira de praticarmos isso é observarmos o princípio do sábado — reservar um tempo para descanso e para priorizar nosso tempo em atitude de oração. Jesus, por exemplo, foi “para um lugar deserto, e ali orava” (Marcos 1:35).
Quando você se afastará de suas atividades e pedirá a Deus em oração para reajustar seu calendário espiritual à Sua Palavra e vontade? É tempo de reajustes? —HDF

Para aproveitar seu tempo ao máximo, reserve tempo para orar. Dennis Fisher

Inserida por pao_diario