Textos de poema
LETRAS MUSICAIS
A vida é uma poesia,
Viver é um poema com muitos momentos
Que serão lidos,Relidos, apagados, arquivados ou esquecidos.
Mas quando existe um soneto,
Cantado a dois,
Os versos inspiram Romantismo,
Vira Música,
Vira Paixão.
Viver é cantar mesmo que esteja sozinho,
Mesmo que esteja na multidão.
Se esqueçer a letra da música
Cante com o coração,
Se a voz não sair,
Feche o olhos e sinta aEmoção.
Cantado a dois,
Os versos inspiram Romantismo,
Vira Música,
Vira Paixão.
Aceitarás o amor como eu o encaro?
Adaptação do poema de Mario de Andrade, por José Adriano de Medeiros
...Alvo e bem leve, lindo, suavemente como sua pele
Tudo o que há de melhor e de mais raro
"Vivo" em teu corpo nu de ardente
Meu olhar preso ao teu perdidamente.
Não me exijas mais nada, além do desejo
A realidade é simples, e isto apenas.
Também mais nada te exijo, só teu beijo
TU SABES QUEM ÉS!!!
És dança, és musica, és musa
És poema, és verso, és estro
És oxigénio, és vida, és festa
És bebida, és vinho, és suco
És bonita, és linda, és estilo de vida
És auto-estima, és calor
És brisa, és fulgor
És flor, és cor
És multicolor
És paisagem, és brilho, és miragem
És jardim, és canto, és encanto
És aninho, és ninho
És perfume, és fruta, és deleite
És delicia, és alegria, és presença
És pita, és preta, és real, és leal
És mel, és intensa, és demais
És ouro, és tesouro, És mina
És minha, és …, és …
És quem és …
Tu sabes quem és!!!
Ligue a navalha !
Tenho 66 anos,
meu primeiro poema,
eu nunca esqueci.
Tinha 9 anos, quando
o escrevi.
Ligue a navalha,
que eu paro de bater,
se não ligar, eu bato
até morrer.
Batia em uma lata,
para minha vizinha ligar
a navalha, pra que o rádio,
eu pudesse excultar.
Me lembro como hoje,
a sua mãe ordenado,
ligue essa navalha,
pra esse garoto,
parar de ficar batucando.
Meio dia
.
Meu coração desconhecido
É um poema sem sentido,
Dela visto e não quisto
Como um balsamo perdido.
.
Menina moça mulher...
Menina que me encanta,
Moça que me atiça,
Mulher que muito amo...
.
O tempo passa
Sem tirar o devaneio
De quem ama um coração
Em meio a tanta multidão.
.
Se dela eu fosse
Um com ela eu seria,
Meia noite ou meio dia
É eu e ela todo dia.
.
Edney Valentim Araújo
1994...
Poema de devaneios
Eu reluto em aceitar
Eu não quero sequer acreditar...
Mas é na sua preguiça que eu quero descansar
É na sua calma que eu preciso me acalmar
É no seu sossego que eu quero sossegar
É no seu jeito sério que eu preciso me equilibrar
É nas nossas diferenças que eu tento me encaixar
É no nosso oposto que você vem para me completar
Por mais que eu tente resistir...
Reconheço em ti a paz que eu preciso para existir...
Meu conflito constante entre a emoção e a razão
Esses devaneios que a minha mente vem a perturbar...afff
Luiza tem o cheiro de poema e daquele mar azul em tarde ensolarada
Ao lado dela eu me sinto em um lugar feito de risos e sorrisos.
Ela é forte, decidida, sabe exatamente o que quer e o que não quer ! Ela é mulher de fé, mulher Deus como ela mesmo diz que é.
Ela é intensa, ama, sente, abraça e é verdadeira! Ela sabe se expressar e simplifica a vida.
Ela é prática. É livre de agradar aos outros. Diz aquele NÃO, puro, simples e sorrindo.
Ela tem raciocínio rápido. É inteligente. Criativa. Amável. Amorosa. Carinhosa e
Corajosa. Muito corajosa.
Ela é e sabe ser é graciosa, plena.
Me diz que quer ser bailarina, quer amar e se casar. Ela quer ser MÃE !
Eu a admiro.
SIM. Minha doce LUÍZA GARCIA SODRÉ.
A minha garota de faculdade que me foi apresentada pela Tia Grazy em pleno Maternal.
POEMA PARA UM IRMÃO QUE NUNCA TIVE
Nasci só para ser só!
Tão só
Que quando nasci
E a luz vi
Disse a minha mãe:
Vê se me trazes um irmão,
Para podermos jogar ao pião...
E os partos dolorosos
Sulfurosos
De minha mãe, continuaram...
Nove anos, após o primeiro passaram
Depois do pedido feito
A minha mãe,
Agora no Além
Mas sem efeito
A súplica minha,
Talvez mesquinha.
E então, cá fiquei até agora
Sem aurora
Neste inverno da vida
Que nunca foi vida, não,
Sem ti, meu imaginado irmão!
Que triste é morrer
Sem ter
A costela de um irmão
Encostada à minha que vive
À espera desse irmão
Que nunca tive.
(Carlos De Castro, in Poesia de Mim Só, em 26-07-2022)
POEMA DE FATO
Um dia, vesti o meu poema
De fraque e gravata
E lantejoulas,
Como num dia de ir à missa.
Depois, tive pena
Desta cena
E até me deu um baque
Numa bravata
De ceroulas,
Em noite de derriça.
E os deuses da poesia
Me apareceram a talho
E aconselharam:
Um poema, mesmo de elegia,
Não precisa de fato de companhia,
Basta-lhe a roupa de trabalho.
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 03-11-2022)
POEMA LAMENTO
Um mau poema
Sem tema
Alcance ou lema,
É tudo o que te posso dar.
Não sei mais.
Ela não quer nada comigo
E como castigo...
Também não quero ir mais longe
Não quero levar vida de monge
Porque monge
Sem capuz,
Já o sou nesta minha cruz.
Não pretendo nome
Ou cognome,
Estejam descansados
Para vosso bem.
Se o quisesse, alcançaria
Mesmo da noite para o dia!
Um bom poema
Para minha pena
Mas sem vontade de chorar,
É coisa que não te posso dar.
Lamento!
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 22-04-2023)
O HOMEM DO POEMA
Sempre que escrevia, agoirava:
Não vale nada!
Que poesia mais chanfrada!...
Talvez namoro ou derriço,
Ou grito agudo de lamento
Daqueles que a alma vomita
Numa sensata heresia,
Enquanto lhe resta tempo?...
Mas quando o poema nascia
Na transpiração suarenta
Do corte da placenta
Do filho que foi dado à luz,
Entre coxas de sofridão,
Na mais completa escuridão
Onde só se via a cruz,
O homem chorava então,
Já não agoirava e dizia:
Eis a minha poesia
Tão modesta, tão pequena,
Saída da minha pena...
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 11-10-2023)
TALVEZ UM POEMA MEU DOS MAIS CURTOS
Para mim, não há ano novo
Civil, religioso ou profano,
Quando a fome ataca o povo
No pântano em que me movo,
Neste mundo demais insano.
Quem elaborou o plano
Das horas e do calendário
Que rege o mundo, afinal?
Dizem que foi um mortal
Quiçá um gregoriano,
Papa, de certeza com papa
Garantida todo o ano.
Vieram os contadores dos tempos
Em épocas bem mais remotas,
Babilónias, Egípcias e Chinesas
E para maiores certezas
Perguntem lá ao Hiparco,
O grego que não Aristarco,
Nas matemáticas catedrático,
Se há justiça no relógio
Que marca sem sortilégio
Eu ter de me levantar,
Às três e meia da matina
Há trinta anos volvidos,
Matadores dos meus sentidos
Feita já minha doutrina.
Pobre o povo que continua
Sem ver o sol nem a lua,
Em dias e noites sem nevoeiro.
Não há cesto sem cesteiro,
Um dia, irá ser o primeiro
Da revolta
Presa ou solta,
Do teu ano, por inteiro.
Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 30-12-2023)
Aos que se importam
Agradeço a esses poucos
Que fazem a diferença
Por lerem esse poema
E pela vossa presença
Alguns dos quais em mim acreditam
Mesmo quando eu mesma, já não acreditava.
Aos que permaneceram comigo
Mesmo quando não me compreendiam
Aos que apontaram meu erro
Para meu próprio bem
Aqueles que não se afastaram
Mesmo quando eu errei
Aos que depois da tempestade
Consolaram-me
E os que se alegraram
Com a minha recuperação
Que torcem pela minha felicidade
A esses poucos que se importam
Posso chamar de amigos
São os que me consolam
E saibam, eu me importo!
Mesmo que o tempo e a distancia
Afaste-nos fisicamente,
Estarás em meu coração
E em minhas orações.
Asas do tempo
Sejamos uma leve poesia, ou um poema de amor, levados nas asas do tempo, feito as folhas secas… aos ventos, que partem em seus voos sem saber se irão voltar, (e retornarão?) Ou serão somente tímidas e simples sementes. Somos feito viajantes de uma era, deixando as nossas marcas, boas ou não.
poema novo!
Um dia frio estranho e chuvoso, lagrimas rolando no meu rosto. E eu aqui parado na janela olhando para o nada. talvez vendo as gotas de chuva na calçada.
Pensamentos que me levam pra longe... Me perco no horizonte.
Lembro da minha infância. Eu parado do mesmo jeito que estou agora, vendo minha mãe chegando em casa... cansada, molhada, carregando sacola pesada. minha mãe é uma guerreira de fé... um exemplo de mulher.
Poema: Quando Minha Irmã Morreu
Quando minha irmã morreu,
o tempo não avisou que seguiria em frente.
A vida lá fora pulsava,
mas aqui dentro, o relógio parou.
Quando minha irmã morreu,
aprendi a andar de novo,
mas tropecei tantas vezes na ausência
que ainda sinto as cicatrizes.
Guardei a dor no bolso,
engoli o choro em meio aos abraços,
porque o mundo não espera
e a vida cobra sorrisos.
Quando minha irmã morreu,
o silêncio dela gritou no meu peito,
suas coisas fofas pesaram nos meus braços,
e o vazio ocupou cada canto da casa.
O tempo diz que já passou,
mas ele não sabe de nada.
Aqui dentro,
ela ainda mora no quarto ao lado.
Borboleta
(Poema de Bruna Wotkosky)
Eu era como uma borboleta recém-saída do casulo,
mas sem forças próprias.
E sem forças, o sangue não corre pelas asas,
e as asas não têm poder para voar.
Eu caminhava errante,
presa ao chão que não era o meu lugar.
Mas em algum momento, o Senhor me levou de volta ao casulo.
E lá, precisei lutar para sair outra vez.
Foi um esforço imenso.
Mas essa luta renovou o fluxo da vida em minhas asas,
e me deu força para voar.
Hoje, ainda lembro do tempo em que andava mais abaixo.
Mas ao lembrar, vejo também a força que precisei para renascer.
E agora, conheço a beleza de voar.
Poeta: Emanuel Bruno Mota Veiga Andrade
2023:
Poema: A familia e a vida
Sentado num sonho acordado
Bato a uma porta por dentro
Calada num clarão
Que suspira como vento
Revelação de um poeta
Que quer encontrar
Rompendo a barreira
Dá corrente que pulsa
Pelo bater
Do sentido do amar
Quero saber por onde pairar
E no despertar acordar
Abraçar a vida, ou a musa divina
Ninfa que translada
Com olho da Europa
Nome feminino
Que nos ache
Num abraço consome
O nosso sumo
Que se torna musgo
Até ser humos
E o desejo é só ser unos
Partido por um e dois
Vem depois a Gana
De vencer a guerra entre
O espírito e alma.
O mar e terra
O feminino e o masculino
Dividido e em cumplicidade
Procriam e dão um filho
Rebento da natureza de Deus
E dos céus
Tenho muito que dizer
Não me quero perder
Deixem crescer...
Por Escrita de Emanuel Andrade
Poema inspirados na diva 2024 por Emanuel Andrade
Amar sem limites
Amor é viver sem de perder
É sentir com poder
É pensar com afecto
E sentir com respeito
Podendo abraçar o outro
Sem dúvida
Nem preconceito
É ter esperança
A cada seu feito
Aclamar por sua presença com a mão no peito.
Saudade
Partiste e não voltaste
A cada instante choro
Beijo distante o corpo
Que deixaste em minhas memórias
Saio de mim em sonhos
Vagueia meu espírito
Em recantos celestes
Vou a pairar pelas fantasias de mundos ocultos
Já que no natural
Tenho te buscado
E não encontrado
Transcende em mim sobrenatural o espiritual
Mundos paralelos imparelos
Clamo por momentos
vividos
Segundos contigo
São momentos eternos É intemporal, imensurável a minha química por ti
O tempo o espaço a vida passa a ser mutável quando estás em mim
A cada palavra um sentimento
Inspiração do meu ser
Mil e um dizer
Corrente de um rio que me inspira
Apesar da ausencia e presença no meu viver
És um ser que me enaltece
Permitindo que a saudade faça mudança
No meu decorrer
19 de Março 2024 dia do pai
Poema ao meu amado pai.
Estar em contentamento
A compreender a razão
Da certeza do absoluto
Na existência da nossa essência
resta nossa existência
Proclamo desde o passado
A minha descendência
Regido pela árvore da minha vida
Da qual és fonte
Dito a sina do futuro
Quando escrevo
Na minha inocência
Ignorada pela consciência
Desperto ensinado
pelo meu pai
Nasce o desejo
Do arrependimento
Pelo tempo que cai
Num oceano
Corre no sangue da nossa veia
A corrente que rompe
Todo obstáculo
Que tem que ser vencido
A cada momento damos passos
São etapas
São muitas fases
Que ultrapassamos
Erguendo a cabeça
Subindo ao alto
Do patamar
Para dar orgulho
Ao olhar lá de cima
Não esqueçemos
Trajeto da caminhada
De volta a casa
Sou grato pela confiança
Obrigado pai
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