Textos de Loucura

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⁠O amor, complexo e cheio de nuances,
Nos leva a emoções intensas, à loucura até.
Em momentos de raiva e dor, cometemos besteiras,
Pois o amor não é uma fórmula, não se pode condicionar.

Mas há também a leveza e a simplicidade do amor,
Que traz alegria, satisfação e um desejo fervor.
Ele nos motiva, nos faz perseverar e conduzir,
E em seu abraço, a felicidade podemos sentir.

E você, meu querido, carrega comigo esse amor,
Que nos une em uma jornada de calor.
Juntos enfrentamos as tormentas e as incertezas,
E compartilhamos momentos de doçura e firmeza.

Assim seguimos, lado a lado, no caminho do amor,
Em busca da plenitude e de um futuro promissor.
Que nossa história seja escrita com amor e gratidão,
Pois juntos, podemos construir uma eterna união.

Receita de escritora


Pego um pouco de loucura
Muito de imaginação
Acrescento o amor
E bastante observação
Misturo num bolo só
Sem nenhum pouco de dó
Junto com dedicação.


Jamais me falta assunto
Seja em qualquer lugar
Usando caneta ou lápis
E também o celular
O negócio é escrever
Também tenho muito a ler
Sobre o que vem me rodear.


Sempre me achando estranha
Diferente das normais
Porque as palavras vêm
Deixam-me quieta jamais
É grande a necessidade
De expor a minha verdade
Mente não sossega, jamais.


Tudo gosto de anotar
Digo que sou da escrita
Prefiro do que a fala
Leia e veja se acredita
Assim me sinto uma escritora
Com uma mente criadora
Deixando a vida mais bonita.

Eu não vou me perder na tua loucura,
nem me curvar diante do teu vazio vulgar.
Minha essência não se vende, não se dobra,
sou raiz que cresce em solo limpo,
sou chama que arde sem se apagar.


Habito um mundo que não conhece contaminação,
onde o silêncio é sagrado
e a verdade é meu único escudo.
Não me alcançam tuas sombras,
não me ferem tuas máscaras.


Eu caminho erguido,
com passos firmes sobre a terra da minha própria criação.
Sou dono da minha paz,
guardião da minha liberdade.
E nada — absolutamente nada
vai me arrastar para fora do meu horizonte.


Hum homem fraco, implora para sentar na mesa das aparências.
Hum homem forte não mendinga atenção.
Afinal o homem tem suas próprias decisões.

O Grito da Existência

Minha loucura não condiz com minha sensatez.
Caminho na contramão do mundo,
sozinho, desafiando a ordem das coisas.

Sou louco? Talvez.
Pois poucos ainda derramam sentimentos em papéis,
acreditando que palavras frágeis
tenham o poder de abalar a imensidão da realidade.

Minha sensatez, porém, não aceita a lucidez —
essa tirana impiedosa que me sussurra,
sem compaixão:
o mundo é podre, e sempre será.

E, ainda assim, é a loucura que me sustenta.
É ela quem me obriga a crer
que, mesmo nos detalhes mais insignificantes,
residem fragmentos de bondade, amor, caridade.

Mas a tensão me consome:
quando a sensatez domina,
ela caminha de mãos dadas com a lucidez,
vasculhando as entranhas da sociedade
e só encontrando escuridão.

E, ainda assim, a loucura resiste.
Teima. Insiste.
Se recusa a ceder à desesperança.
Mesmo sob a máscara da decadência,
acredita que ainda há,
por algum fio tênue do universo,
um sopro de bondade.

Errar é humano, um desvio no mapa da existência. A falha, em si, não define a jornada. A loucura genuína, porém, nasce quando erguemos um altar ao equívoco, quando insistimos em caminhar contra o próprio rio.

É a teimosia de quem, vendo a porta fechada, insiste em arrombar a parede. A sabedoria não está na infalibilidade, mas na coragem de desfazer o nó e tecer um novo fio no tecido da vida.

⁠

Sou louco, enfim é verdade!
Mas antes, quero esta loucura!
Do que outro estado, sem liberdade!
Porque sou livre! Neste estado, que perdura.

Louco! Mas quem é louco?! Eu?...
Ou os outros que me perseguem?
Tu também, o és. Nesse sentir teu.
Eu sou! Mas sou, porque assim, louco me fizeram!

Tu tornas-te louco! Louco!... louco!…
Eu não. Nunca fui de outro modo…
Nasci louco e continuei… Mais um pouco!

Mas tu és louco e não eras!...
Eu sendo, sempre louco, estou amando sem medo.
Com amor de loucuras de outras, eras!

Sou filha da loucura
Da coragem
Da criatividade apurada
Da energia não canalizada


A loucura mantém a sanidade
a coragem vem da loucura
criatividade foi um bônus
sou energia que paraliza


Tamanha energia me faz única
anseio pelos prazeres da vida
anseio para aprender
me sinto humana


amo a loucura
a maioria é normal demais
quem é normal demais
não costuma ser notado e nem lembrado.

Te dou minha cintura
E meus lábios para quando queiras beijar
Te dou minha loucura
E os poucos neurônios que ficaram

Meus sapatos desabotoados,
O diário no qual escrevo
Te dou até os meus suspiros,
Mas nunca mais vá embora

Porque é você o meu sol,
A fé com que vivo
A potência da minha voz,
Os pés com os quais eu caminho
É Você, amor,
Minha vontade de sorrir
O adeus que não saberei dizer,
Porque nunca poderei viver
Sem ti

Se algum dia você decidir
Afastar-se novamente daqui
Fecharia cada porta
Para que nunca mais pudesses sair

Te dou meus silêncios,
Te dou meu nariz,
Eu te dou até meus ossos,
Mas fique aqui

Porque é você o meu sol,
A fé com que vivo
A potência da minha voz,
Os pés com os caminho
É você, amor,
Minha vontade de sorrir
O adeus que não saberei dizer,
Porque nunca poderei viver...
Sem ti

Shakira

⁠É na minha loucura, esta doce e louca sensibilidade que falei verdades e escondi sentimentos...
Brinquei de não querer amar, por medo de sofrer e perder o que nunca tive.
Infinito breve é meu tempo que corre num constante desatino de querer viver...
Talvez estas linhas ainda estejam em um estado crisálido...
Quero apenas deixar claro que minha loucura tem um nome, tem um motivo real e sigiloso. Guardado em um passado cruel que me rasgou a alma.
Um dia não muito distante tu saberás que minhas palavras sem nexo foram minhas mais profundas doses de querer viver e amar de viver para todo sempre contigo... Um anjo, o meu anjo.


Texto: Re Pinheiro (Copyright©) - Texto protegido pela Lei do Direito Autoral nº 9.610/98 - Por favor, reposte com o crédito! Imensamente grata!

Eu chorei por alguém que não morreu.
E isso parece loucura para quem nunca sentiu.

Mas quem viveu sabe:
existem partidas silenciosas
que deixam marcas mais profundas
do que muitos adeuses definitivos.

Porque a esperança demora para morrer.
E enquanto ela respira,
o coração continua esperando
o que já não vai voltar.

Equilíbrio no limite


Os dias estão às raias da loucura,
Estamos vivendo todos no limite.
Em meio a esses momentos de amargura,
É um peso que ninguém admite.


Buscam-se meios de sair da letargia,
E quebrar esse ciclo de sobrecarga,
Enfrentar o que antes eu temia,
Largar o que pesa nessa descarga.


É preciso acalmar o sistema nervoso,
Respirar constante e na mesma cadência.
Fazer o contrário é deveras perigoso,
Melhor manter a calma numa só frequência.


É um desabafo de todos nós isso,
Não podemos segurá-los sozinhos.
É urgente, não sejamos omissos,
Sejamos as águas que movem moinhos.
E juntos façamos esse compromisso!


Raimundo Nonato Ferreira
Maio/2026

Mundo Absurdo

⁠Nesse mundo absurdo
De loucura e submundo
Nas falsas felicidades
E egocêntricas satisfações
O ser humano se afoga
Nas águas do abismo
Com ventos sombrios
Na liquidez das relações
Como produtos em promoções
Se entrega ao absurdo
Que cobre este mundo
De dores talvez
De alegrias as vezes
De ilusões permanentes
De vazios existentes
Finito se vai o ser humano
Nesse mundo absurdo
De loucura e submundo
Sem sentido, ser cor
Sem vida, sem amor
Onde o desejo impera
E a sinceridade se desespera
Pois o medo se sentir
É o que rasga
O peito do que ama
Mas usa os outros com fama
De não se apegar
Nesse mundo absurdo
De loucura e sem futuro.

Um dia fomos loucura
Diante de todos
No caminho da devoção
A sanidade era só um lampejo
Suficiente para desviar nossa vontade


​Um dia já fui desejo
Te ouriçava o corpo
Eriçava teus pelos
Borbulhava tuas fontes
Extraía teu perfume


​Hoje sou distância
A negação de um momento
O sonho esquecido
Uma página dobrada,
Que um dia não sabes se vais ler


​Hoje te vejo à distância
Ainda estou ao teu alcance?
Tu permaneces vontade
Eu permaneço desejo

“Aqueles que se amam de verdade, o destino sempre os unirá.”
Pode até soar como loucura, mas a cada dia que passa eu acredito mais nisso. Quanto mais o tempo corre, mais eu percebo que algumas conexões não são simples coincidências — são encontros escritos em linhas que a gente ainda nem consegue enxergar.
As madrugadas sempre me pegam desprevenido. É nelas que o silêncio fala mais alto e meus pensamentos ganham voz. Fico refletindo sobre o que o destino tem preparado para mim, sobre os caminhos que ainda vou percorrer e sobre as promessas que a vida sussurra no escuro. Às vezes dá medo, às vezes dá ansiedade… mas, acima de tudo, dá esperança.
Eu não sei exatamente o que o futuro me reserva. Não sei quais obstáculos ainda vão surgir, nem quais batalhas precisarei enfrentar. Mas sei de uma coisa: eu sonho. E sonho grande. Sonho com um futuro construído com propósito, com amor verdadeiro, com estabilidade e paz. Sonho com uma vida que faça sentido, que tenha a essência do que eu acredito e do que eu sinto.
Se o destino realmente une aqueles que se amam de verdade, então que ele continue escrevendo nossa história com coragem, maturidade e fé. E que, quando eu olhar para trás, eu veja que cada madrugada de reflexão foi apenas o começo da realização de tudo aquilo que hoje eu só consigo imaginar.
No fim, eu só espero uma coisa: que meu futuro seja do jeito que eu sonho… mas que, se for diferente, que seja ainda melhor do que eu jamais consegui imaginar.

Que loucura é essa que está acontecendo comigo, como isso é possivel, é dificil acreditar em tal coisa, mas pra tudo existe sentido, você já se sentiu assim, então poderá me compreender.
Me diga como é possivel sentir saudades do seu olhar, se os nossos olhos não se cruzaram.
Me diga como é possivel sentir falta da sua pele, se os nossos corpos ainda não se tocaram.
Me diga como é possivel sentir saudades da sua voz, se só nos falamos por mensagens no whatsapp.
Me diga como é possivel sentir falta do seu perfume, se nunca cherei os seus cabelos.
Me diga como é possivel sentir saudades dos seus beijos, se os nossos lábios nunca se encontraram.
Me diga como é possivel sentir milhões de borboletas a voar no meu estômago, se nos encontramos uma unica vez.
Me diga como é possivel sentir esse turbilhão de sentimentos, e mesmo assim ser feliz.
Me diga como isso é possivel, deveras que nunca me senti assim.
Se você já se sentiu assim, por favor me diga, pois não confio em ninguém, mas pra ser sincero, sinto que posso confiar em você deste daquele dia em que eu te vi

“” Desejo-te um amor
Que te complete totalmente
Que te leve a loucura do desejo
E o prazer seja só uma conseqüência

Te desejos os mais ardentes beijos
Os mais calorosos abraços
Te desejo vida longa
Ao lado de seu amor


Te desejo a certeza
Da fidelidade e a volúpia da paixão
As emoções mais fortes
A felicidade total

Te desejo alguém que supere tudo que você imaginou
E que ao entregar-te um simples sorriso
Sua alma vibre de emoção
E cante alegremente

Te desejo paz para viver esse amor
E sabedoria para encantá-lo cada vez mais...””

Seria capaz de te amar com tanta doçura
Num canto voraz de minha própria loucura
Serei verso cantado, amado.
Quando em teu colo, findar a procura

Ah!! teu amor que me dá acalanto
Transforma meu mundo, num apaixonado manto.
Até chegar a tarde com aquela euforia
E pintar o amor ... Por mais um dia

Por todo o belo que exuberantemente és
Me cativas com tua graça e beleza
Deixando em meu mundo a grata certeza

Que sigo assim, com a vida cheia de encanto.
Toda vez que em ti me faço tanto.
Nesse encontro do sonho com nossa paixão.

hourglass.


Existe uma espécie de loucura em reconhecer alguém mesmo depois de tanto tempo. Não porque a pessoa continuou presente, mas justamente porque conseguiu ir embora e, ainda assim, alguma coisa dela ficou funcionando em silêncio, escondida entre coisas que pareciam resolvidas.


Ele já tinha aprendido a viver sem procurar. Tinha colocado outras pessoas em lugares diferentes, conhecido outras versões de si mesmo, seguido dias que não tinham mais aquele nome no meio. E talvez tivesse acreditado que certas histórias acabam simplesmente porque o tempo passa. Até perceber que algumas não acabam. Só deixam de fazer barulho.


O estranho é que não era saudade o tempo inteiro. Era pior. Era aquela sensação ocasional de que, se aquela pessoa aparecesse de novo, talvez uma parte dele reconhecesse antes mesmo que a cabeça pudesse entender. Como se anos não fossem apenas anos, mas uma quantidade absurda de pequenas coisas que o tempo não sabe apagar: uma maneira específica de olhar, uma conversa que ficou sem conclusão, um lugar que ainda parece ocupado mesmo depois de tanto tempo.


E talvez ninguém esteja pedindo para voltar ao que era. Talvez o que assuste seja justamente imaginar que, depois de tudo, ainda poderia existir alguma forma de proximidade que não precisasse repetir o passado. Não o mesmo relacionamento, não as mesmas promessas, não aquela versão dos dois que um dia pareceu ter futuro garantido.


Só a pergunta.


Ainda existe amizade onde antes existia amor?


Ainda dá para conversar sem que tudo aquilo que ficou para trás sente à mesa junto?


Ainda dá para rir de alguma coisa antiga sem precisar fingir que não doeu quando terminou?


Porque algumas pessoas não precisam voltar para a nossa vida do mesmo jeito. Às vezes basta saber que, apesar da distância, das escolhas e de tudo que mudou, ainda existe um caminho possível entre dois pontos que um dia foram inseparáveis.


E talvez seja isso que ele nunca conseguiu descobrir.


Se ela tivesse voltado, ele teria escolhido ficar?


Se ela tivesse chamado, ele teria atendido?


Se os dois se encontrassem agora, seriam estranhos com uma história em comum ou duas pessoas que ainda reconhecem alguma coisa uma na outra?


Ele não sabe.


E quanto mais tenta encontrar uma resposta, mais percebe que talvez certas histórias não tenham sido feitas para terminar com uma conclusão bonita. Algumas simplesmente ficam ali, como uma porta que ninguém trancou completamente.


Talvez por isso ele ainda olhe para certas lembranças sem saber exatamente o que procura.


Não necessariamente uma segunda chance.


Talvez só a confirmação de que aquilo foi real.


Porque quando alguém já ocupou um lugar tão grande na sua vida, você não precisa querer aquela pessoa de volta para continuar imaginando como seria se ela estivesse por perto.


Às vezes basta uma pequena possibilidade.


E é aí que tudo fica perigoso.


Porque talvez exista um futuro onde os dois se encontrem novamente, talvez exista outro onde nunca mais aconteça nada. Talvez a distância tenha sido apenas distância. Talvez tenha sido o ponto final que nenhum dos dois teve coragem de escrever.


Quem sabe?


Talvez ela esteja vivendo uma vida completamente diferente agora, cercada de coisas que ele nunca vai conhecer. Talvez ele também tenha se tornado alguém que ela não reconheceria de primeira. E talvez seja justamente por isso que a ideia ainda tenha alguma beleza: se um dia os caminhos se cruzassem novamente, nenhum dos dois estaria encontrando exatamente quem deixou para trás.


Seriam duas versões novas carregando a memória de duas versões antigas.


E talvez isso fosse suficiente.


Porque algumas pessoas vão embora, atravessam oceanos, mudam a própria vida e deixam de fazer parte da rotina.


Mas existe uma diferença entre sair da sua vida e deixar de existir dentro dela.


E essa diferença pode durar muito mais do que qualquer distância.


No fim, ele não sabe se ainda existe alguma coisa esperando por eles.


Não sabe se existe amizade, amor, acaso ou simplesmente memória.


Não sabe se ela pensa nele quando alguma música toca, quando alguma lembrança aparece ou quando a noite fica silenciosa demais.


Não sabe nem se deveria querer saber.


Só sabe que, entre tudo aquilo que o tempo levou, ainda existe uma pergunta que nunca morreu completamente.


E talvez algumas perguntas sejam assim.


Não precisam de resposta para continuar sendo verdade.


Só precisam de duas pessoas, em algum lugar do mundo, olhando para a mesma história e pensando, cada uma do seu lado:


e se ainda houver alguma coisa aqui?

A cultura ainda é o que nos salva da loucura de uma vida sob nós mesmos (ainda que também seja o que nos entorpece).


Melhor a cultura que a falta dela, vivida apenas com o desespero dos jovens, adultos e idosos e de uma vida seca, amargurada e vazia..


Que porre inimaginável, amigos, se não tivéssemos acesso à arte, música e cultura em geral gratuita! (Idas à cinemas, museus e shows inacessíveis à uma grande massa que tanto ainda precisa dela)!!


só não reclama de pouca cultura, cultura inacessível ou falta de cultura, quem não conhece o peso de por muitos anos, ter crescido sem poder ter tido acesso facilitado à ela!


Com ingressos que hoje que pago, a criança e família que tive, não poderia ter me apresentado nunca nem mesmo ao mpb, que determinados lugares cobra inclusive cover 'por cabeça'!


É genocídio cultural pensar mal da cultura gratuita (tudo deveria ser bom, eficiente e gratuito? Sim, em especial o principal de educação e saúde também).


Ainda assim a cultura não tem esse motivo pra ser deixada de lado, jamais.

ESSÊNCIA
A loucura é um privilégio
dos românticos dos poetas...
o meu juízo cuida de um arado,
a minha essência pega o firmamento,
empacota com papel presente
e guarda na gaveta...
eu me alimento
do que o meu juÍzo rima,
as minhas palavras fabricam sereias...
o que aprendi com a noite
é o que me ensina
a desfazer-me sob a lua cheia...