Textos de Esquecimento
Tenho, no meu estúdio, uma caneca cheia de sementes, que juntei…e deixei esquecida na prateleira…
Tenho, no meu estúdio, uma caneca cheia de sementes, que juntei…e deixei esquecida na prateleira…
Hoje é mais um primeiro dia de um ano novo e, demanhãzinha lembrei daquelas sementes…resolvi então (coisas de primeiro dia do ano) que a partir de hoje vou andar com os bolsos cheio de sementes, de flores, de árvores e até quem sabe de amores e, vou espalhar – já que plantar não fiz – todos os dias quando passar por um pedacinho de terra, disfarçadamente colocarei a mão no bolso e jogarei algumas sementes, não vou prestar atenção nem nas sementes que vou jogar, nem onde vou jogar…só para quando passar de novo ali, ficar pensando se tenho ou não parte naquela linda árvore, ou nas flores que brotaram sem planejamento , porque hoje tem local para plantar qualquer coisa, um determinado espaço para azaleias, local para plantar pitangas e os amores-perfeitos que minha avó adorava plantar, acho que nem tem mais lugar, mas com certeza em meio a passos despercebidos, vou jogar alguma semente desta flor num cantinho qualquer, e deverá, com certeza alegrar algum coraçãozinho que ainda tem um espaço para florir!
A Caixa Que Há em Mim
Às vezes sou caixa esquecida,
Com tampa que nunca se encaixa,
Não é falta de querer fechar,
Mas a dor que pesa e não disfarça.
Faço força contra o invisível,
Como quem tenta calar o mar,
Mas tenho medo que, ao forçar,
Essa caixa venha a rasgar.
O que mora dentro é tempestade,
Segredos, gritos, confusão,
E se escaparem pelo ar,
Quem vai entender meu coração?
Seria alívio ou fim de mim?
Peso solto ou alma exposta?
O medo diz: “Fique aí dentro”,
Mas a alma já não gosta.
Talvez seja só um grito preso,
De alguém que quer se libertar,
Cansada de viver com medo
Daquilo que os outros vão julgar.
Sou prisioneira de mim mesma,
Da mente que insiste em calar,
E nesse cárcere tão discreto,
Vivo a vida sem me mostrar.
Mas sinto... a caixa está rasgando,
E o que há em mim vai se espalhar.
Quem sabe então, nessa explosão,
Eu aprenda enfim: me libertar.
Soldado levante a cabeça,
Você tá na patrulha não se esqueça,
Você é mais que vencedor,
Na guerra, na arte no amor
JESUS CRISTO é o nosso protetor,
Nas ruas, vielas e becos Ele sempre nos guiou,
Nossa missão é proteger o cidadão, repreender o ladrão e fazer nossa missão, seja de dia, de tarde, de noite, que seja sempre com o coração,
Com DEUS no comando da viatura e da corporação, Ele nos guia e nos dá proteção..
JESUS CRISTO é o nosso protetor,
Nas ruas, vielas e becos Ele sempre nos guiou,
Nossa missão é proteger o cidadão, repreender o ladrão e fazer nossa missão, seja de dia, de tarde, de noite, que seja sempre com o coração cumprindo nossa obrigação
Não luto por glória, nem por medalha,
Minha batalha é de alma, não de navalha.
Proteger o povo, repreender a opressão,
Com amor e justiça no meu coração.
(Final)
JESUS CRISTO é meu protetor,
Meu escudo, meu guia, meu redentor.
Nas ruas, nos becos, Ele me conduz,
É luz na quebrada, é vida, é Jesus!
(É luz na quebrada, é vida, é Jesus!)
H.A.A
O que dizer sobre você...
Você é luz por onde passa, é alguém marcante e difícil de esquecer. Menino do sorriso bobo e que arranca um sorriso até dos maus humorados. Apesar de parecer brabo ou chato para aqueles que não o conhecem, pra quem tem intimidade sabe o ser humano doce que você é. As vezes parece um veinho rabugento, mas sabemos que é a sua forma de dizer que ama e quer o bem de todos ao seu redor. Você é um ser humano incrível e que nunca nega a sua ajuda quando alguém precisa. Um homem altruísta, que pensa mais nos outros do que em si mesmo. Não mede esforços para ver a quem ama bem, se sacrifica todos os dias, principalmente pelos seus filhos. Você é um homem honroso, honesto, dedicado e amado.
E eu sei que até o fim da vida você será muito melhor do que já é.
Desejo que os seus filhos se inspirem em você para que possa ser um homem de honra e respeito, e que a sua filha nunca se esqueça da forma que foi tratada por você e use o seu exemplo para ter um homem maravilhoso ao lado.
“Luz Que Habita em Mim”
No silêncio azul da madrugada,
onde o tempo se esquece de passar,
uma alma acende sua jornada,
sem se mover… começa a voar.
Sentada em paz sobre a matéria,
envolta em névoa sideral,
o corpo dorme — a essência impera,
brilhando num fulgor vital.
Estrela viva entre cortinas,
janela aberta para o além,
cada átomo em mim se alinha
com o universo que me tem.
Sou sombra e luz em harmonia,
sou sopro antigo, sem prisão.
Medito — e em minha calmaria
o céu pulsa no coração.
FINGIR PARA ESQUECER...
(Autoria: Otávio Abadio Bernardes)
É preciso querer
para acontecer!
É preciso querer
para amar...
Na vida existem pessoas...
e mais pessoas procurando alguém...
procurando um sentido
pra vida...
Não sou um qualquer
sem destino – “easy rider”...
pela vida a fora!
Ontem, hoje, amanhã
sempre existirão para quem ama!
Às vezes... tento entender
o nada da vida –
a vida sem você!...
Vou controlar meus pensamentos
e vou buscar você –
eternamente você!
Agora... estou com sono...
estou apaixonado...
estou sempre apaixonado por você!
Como o tempo passa!
Não tem jeito
de segurar você,
de prender você!
É preciso querer
para acontecer!
É preciso apaixonar-se
para amar...
E é necessário fingir...
para esquecer você!
Otávio Bernardes
Daquele poleiro enferrujado, a tradição ecoava os ecos de um tempo esquecido, suas penas tremulando ao ritmo do vento seco, como se ultrapassasse minha história, como se em cada frio errante guardasse um segredo enterrado sob as rachaduras deste suor que respira fadiga.
Meus irmãos, herdados da espera, seguram o ar como se pudessem abraçar a ausência e dar-lhe uma forma de esperança. E, no entanto, em meio à pausa, o sorriso persistia, forte como o sol que nunca desiste.
Porque às vezes a dor tem cores vivas, e a memória se refugia nos sons da pluma envelhecida, como se o papagaio e o eu, das almas partidas, fosse o mesmo reflexo de um mundo que insiste em cantar, mesmo de luto.
Abracei outro corpo tentando te esquecer,
beijei outra boca disfarçando a saudade.
Mas em cada toque, era você que estava aqui.
Será castigo, ironia ou só lembrança que arde.
Voltei então ao meu estado natural,
quem ama sofre calado não
tem direito de cobrar da vida
aquilo que o amor levou.
Os mortos nada sabem.
Sua memória foi entregue ao esquecimento —
diz a Escritura.
E quem somos nós para discordar?
No silêncio do cosmos, onde as galáxias se afastam uma das outras como ilhas que se recusam a olhar para trás, há algo mais do que matemática.
Há o rastro invisível dos que partiram,
não como almas flutuando em paz,
mas como o frio que fica depois do fogo.
A energia escura — essa força que ninguém vê, mas que empurra o universo para além de si —
não é viva, nem pensante.
Ela é o testemunho do que foi.
É o lamento que não se ouve.
É a sombra do esquecimento.
Nada nela pulsa.
Nada nela deseja.
Ela apenas está.
Como os mortos.
E por mais que pensemos que o universo cresce,
na verdade ele se afasta.
Foge.
Se alonga para escapar daquilo que não consegue mais sustentar:
a presença da ausência.
O fim da memória é mais pesado que qualquer buraco negro.
E é esse peso,
esse nada,
que faz tudo se mover.
No fim, talvez o universo inteiro seja só isso:
um grande cemitério de luzes antigas,
sendo empurradas pelos mortos que já não sabem de si,
mas ainda forçam o espaço a nunca mais ser o mesmo."**
“A saudade que inventei para não esquecer você” — Análise de um poema de Leandro Flores
“Senti saudade do que nunca existiu.
Beijei bocas que sabiam seu sabor.
Num entardecer calado, fui canção sem ouvinte.
Era amor, mas era ausência — e eu provei.
O vento trouxe teu nome, mas não tua voz.
E a tarde morreu com um verso engasgado.”
Fonte: Leandro Flores – site Pensador e canal Café com Flores
Sobre mim
Oi, eu sou a Valkíria, professora e pesquisadora, e hoje trago um poema de Leandro Flores com um título belíssimo, original e poético:
“A saudade que inventei para não esquecer você | Te amando antes da primeira página...”
Agora minha análise
O poema de Leandro Flores é uma confissão breve, mas intensa, construída sobre a ausência. Logo no início, o paradoxo “Senti saudade do que nunca existiu” traduz a falta como presença imaginada, diálogo direto com Cecília Meireles: “Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença...” (Crônicas de Educação, 1954).
Cada verso revela a impossibilidade do amor: beijos que não preenchem, a canção sem ouvinte, a dor provada como sabor. O desfecho, com o nome sem voz e o verso engasgado, sela a incompletude — o amor que não pôde nascer.
É um poema curto, mas que carrega a densidade de um romance inteiro. Ele mostra que a poesia pode surgir do que não se viveu, transformando o vazio em palavra. Afinal, quem nunca sentiu saudade do que não viveu?
Seja você por você, não liga por que os outros pensam e fala de você, não se esqueça você, é uma pessoa muito especial e maravilhosa até demais.
Corre atrás do seus sonhos não desista colocar Deus em primeiro lugar e seguir enfrente todo mundo passa por uma barreira mas sempre tem a vitória no final não se esqueça disso para chegar na Vitória tem que passar pelos caminho dos espinhos.
não houve justiça. nem perdão. só o costume de esquecer.
a professora faltou hoje.
mas ninguém perguntou por quê.
disseram que ela "estava estranha" há dias —
como se tristeza usasse crachá.
a vizinha do oitavo foi despejada.
levou um gato.
deixou uma planta na portaria.
ninguém subiu com ela.
ninguém ligou depois.
um amigo meu não responde mais.
não porque sumiu.
mas porque cansou de tentar explicar
por que dói mais quando dizem que você precisa seguir em frente
como se a frente existisse
pra quem ficou soterrado por dentro.
falam muito em cura.
mas quase sempre é cobrança disfarçada.
falam muito em perdão.
mas quase sempre é silêncio em cima da dor alheia
pra não estragar a estética do discurso.
ninguém quer saber o que te quebrou.
só querem que você pareça inteiro.
a mulher que denunciou
foi lembrada como “intensa demais”.
o homem que chorou
foi tachado de instável.
a criança que travou
foi chamada de birrenta.
não existe justiça
quando o critério é o incômodo que você causa.
nem perdão
quando o outro não acha que errou.
e ainda assim,
o mundo continua a se cumprimentar nas calçadas.
a desejar bom-dia
com a voz pastosa de quem não quer escutar resposta.
não houve reconciliação.
houve esquecimento.
que é o nome elegante do abandono.
a justiça virou post.
o perdão, estética.
ninguém quer reparar.
só remendar o que aparece.
e se você insiste em lembrar,
te chamam de ressentida.
te pedem leveza,
mas nunca te devolvem o que te tiraram.
ninguém paga.
ninguém volta.
ninguém segura a mão da criança que você era
quando a dor começou.
perdoar virou roteiro.
mas ninguém ensina a segurar o corpo
quando ele treme só de ouvir o nome.
a justiça falha.
mas o que mais dói
é ver quem sempre se calou
sendo cobrado por não reagir bonito.
a verdade é que a maioria não quer justiça.
quer tranquilidade.
e o perdão?
só serve se vier com laço e silêncio.
hoje,
eu vi alguém chorar no vagão do metrô.
ninguém olhou.
ninguém estendeu palavra.
mas todos pensaram:
“tomara que fique bem.”
como se torcer fosse gesto suficiente.
não houve justiça.
não houve pedido.
não houve volta.
mas houve alguém que entendeu
que continuar,
mesmo sem reparo,
tambem é um tipo de resistência.
e isso, aqui,
é o mais próximo que a gente tem do perdão.
Instante de Felicidade
É quando o tempo esquece do tempo,
e tudo cabe num suspiro leve:
o riso solto sem nenhum lamento,
o agora inteiro que nunca se atreve
a prometer mais do que entrega.
Felicidade não grita, sussurra.
É cheiro de pão na manhã que escura
vai se rendendo à luz que se achega.
É o toque breve, quase distraído,
mas que acende em nós o sentido.
Talvez more num olhar que entende,
num silêncio que acolhe e não fere,
numa lembrança que sempre se rende
a voltar como se nunca partisse.
É fração do dia, fragmento de tudo,
um átimo de paz no meio do mundo.
E, mesmo quando vai embora,
fica escondida na memória.
A gente se acostuma.
Se acostuma a andar de carro e esquece que pode ir aos compromissos de bicicleta.
Se acostuma com a correria do dia a dia e não encontra tempo para si.
Se acostuma com as estações que mudam, mas resiste em aceitar a própria ciclicidade.
A vida segue em constante movimento, mas a gente se acostuma a querer estar sempre no controle.
Se acostuma a dizer sim para os outros e esquece de dizer sim para si mesmo.
Se acostuma com a má alimentação e depois reclama da aparência.
Se acostuma a não beber água e depois questiona a dor de cabeça.
Se acostuma a deixar de lado as atividades que levam ao futuro, para agradar quem não merece sua energia.
Se acostuma a gastar tempo com fofocas e com quem não te valoriza, enquanto esquece de valorizar a si mesmo e seus talentos.
Se acostuma a passar o dia sem dar atenção a quem ama e, à noite, sente o vazio por isso.
Se acostuma a respirar no automático e, ao fim do dia, não consegue dormir por causa da ansiedade.
Se acostuma a deixar a atividade física de lado e depois reclama das dores no corpo.
Se acostuma a desconectar-se do divino e, quando as coisas dão errado, reclama.
Se acostuma a exigir amor e respeito, mas esquece de praticar o mesmo com o outro.
Se acostuma a reclamar, e as palavras bonitas acabam sendo esquecidas.
Se acostuma a focar nas preocupações e a ver o que há de ruim no mundo, ignorando a beleza ao redor.
Se acostuma a viver entre o passado e o futuro, mas esquece de viver o agora.
_KM_
21/09/2024
Interrogação
Te amo tanto que esqueço de mim.
Te quero tanto que até esqueço
Que o tempo passa… passa em mim.
Mas não quero que você seja “minha”.
Só te peço:
Não faça mudanças drásticas.
Não faça mudar o amor fantástico.
Quero o meu amor no seu corpo,
E o seu amor no meu.
Que p**** é essa, meu Deus...
Te ofereci o céu — você não quis.
Te ofereci o meu amor.
Deixou interrogação,
Até que o sol bateu...
Mas eu não sei o que você quer.
Não sei mudar o tempo.
Mas enquanto o tempo vier,
Espero que ele venha batendo o sol.
E estremeceu…
Quando o seu olhar olhou o meu.
E estremeceu…
Quando o seu olhar olhou o meu.
Até Romeu e Julieta entrou como inveja,
E o inferno e o véu percebeu
Que em nosso olhar...
Claro que te esqueci... é tão claro
Agarro o que restou.
Um sopro... que o vento levou.
Estou em queda... voo livre.
Sim, sem paraquedas.
O frio no corpo aquece a alma.
A quem quero enganar?
Tudo está a congelar.
Rasga-se a ferida.
Vida doída.
Abafo um gemido.
Decido: não vou te procurar... não te quero mais.
És apenas um fragmento. Lamento!
Não somos mais os mesmos.
Tomamos rumos tão diversos.
Por que estou eu aqui a falar de ti?
Não cabes mais em meus versos.
Sim, eu me recuso a lembrar de ti.
Eu sei: eu te esqueci.
Perdoar não é esquecer o que te feriu.
É lembrar… com o coração em paz.
É olhar para trás sem se prender no que passou.
É ter a chance de dizer:
“Eu honro o que vivi. Mas escolho seguir sem carregar dor.”
Perdoar é libertar-se da prisão do ressentimento interno,
e descobrir que o amor ainda mora aí dentro —
mesmo onde a ferida foi mais funda e colorida.
Quando você se perdoou, talvez nem tenha percebido…
mas algo no mundo ficou mais leve.
Alguém respirou melhor.
Talvez até você.
Perdoar é isso:
Um ato de coragem silenciosa, que transforma passado em aprendizado e dor em liberdade.
Mostre sua existência
Às vezes, a gente esquece que estar aqui já é, por si só, um milagre. Em meio a bilhões de possibilidades, fomos escolhidos pela existência. Não por acaso, não por sorte, mas porque havia um espaço no universo exatamente do nosso tamanho.
Mas existir vai além do corpo. É também presença, sentimento, memória. Tem gente que passa a vida toda sem de fato se mostrar — camuflada na rotina, sufocada por medos, escondida dos próprios sonhos.
Um dia desses, me peguei olhando o céu. E pensei: será que o universo me vê? E se vê, será que sabe que estou aqui? A resposta veio silenciosa, mas certeira: o universo só te escuta quando você grita com o coração aberto, mesmo que em silêncio.
Por isso, vá lá fora. Sinta o vento, encare o céu com a coragem de quem quer ser visto. Diga, sem medo: eu existo! Mostre-se, mesmo que tremendo. Dê um passo, mesmo que pequeno. Porque quem se mostra ao mundo, encontra espaço dentro dele.
Você está aqui. E isso basta para que o universo te escute.
Na pressa dos dias, às vezes esquecemos que tudo na vida é passageiro. O que hoje parece impossível de suportar, amanhã já não pesa tanto assim. A dor, o sofrimento, a aflição — todos vêm, mas também vão. Ninguém sofre para sempre, por mais que, no auge do caos, pareça que sim.
A paixão arrebatadora, que um dia pareceu o centro do universo, perde a força com o tempo. A dor de cotovelo dá lugar a novos sorrisos. A sensação de perda um dia se transforma em memória doce ou lição necessária.
Quando perdemos alguém — seja um amor ou um ente querido — o mundo parece desabar. Mas o coração, esse teimoso que insiste em bater mesmo partido, vai aos poucos nos ensinando que a vida continua, apesar da ausência.
As lágrimas secam. A saudade se acomoda. E a dor, por mais profunda que seja, um dia se dissolve como neblina ao sol da manhã.
É assim com tudo: o tempo não cura sozinho, mas ajuda a entender.
Nem tudo é para sempre. E, por sorte ou por consolo, nem a dor é.
Lágrimas da minha sociedade esquecida
que jamais será desfavorecida,
não por mim, acredito que tudo tem fim
Acorrupção inflamou o coração, deixaram de lado o povão, que vive sem direção, em busca de apoio e atenção, procurando uma solução
O tribunal é desleal
O tributo é desigual
A lei é irracional, quem tem dinheiro não passa mal
com ele compra a mídia e o jornal, o juiz e o promotor, o advogado e o doutor,
me ajude meu senhor, viver na terra é um horror.
