Textos de Ausência

Cerca de 1391 textos de Ausência

O teu penoso coração fez com que sua ausência me causasse a dor que encabulasse meus sentimentos a você;
Espero um dia você mudar e optar de cuidar do que é seu mesmo longe do que possa ser de mim, no vazio que me espera a resposta que me dê a razão;
Saí de si para transbordar a minha alma com o seu querer e tenho certeza que nós não perderíamos a lógica no nosso escuro;

Inserida por JULIOAUKAY

O meu silêncio não irá parar-me nem calar os meus sentimentos;
A ausência do seu olhar traz-me nas asas da esperanças dando-me a chance de aprender a guardar o seu amor nas primícias do nosso destino;
Me ensina a ser merecedor desse amor que me faz tão eloquente e inspirador;
O que tenho de mais precioso é o teu amor e tudo nessa vida, preciso te amar para nunca me perder;

Inserida por JULIOAUKAY

Dou o espaço que há em meu coração esperando a paz na ausência do seu olhar;
Mesmo eu sendo o ultimo romântico preciso aprender e entender como guardar o meu amor por você;
Trago nos meus olhos um sentimento que revive minhas esperança em um novo dia;
Tudo o que eu tenho são seus carinhos, suas atenções que enxugam minhas lágrimas quando me vejo só;
Mesmo à distância que não tem a arte de desfazer as esperança que insiste tocar nossos corações;

Inserida por JULIOAUKAY

A ausência do seu olhar me faz saudoso, esperando o amor que tanto esperei, pois tudo o que sinto eu quero;
Falo em linguás sobre a natureza de um amor que repousa entre o calor de um coração transbordado;
Não acho que sonhos são besteiras nem tudo que sinto, pois tudo que me apetece desatina minha razão;
Deixe teu ser silencioso me pedir as certezas que ainda lhe falta que darei o amor pendente;

Inserida por JULIOAUKAY

Acreditando ou não o peito se infla, mas não se sabe se é de fôlego ou de tristeza pela sua ausência;
Combater o bom combate nem sempre há justiça, mas o bom guerreiro pode sim ser tornar lenda!
Quando se está lutando cabe ao guerreiro ter esperança...
Após o combate, cabe os entes queridos ter fé;
Não podemos guardar a nossa fé
Nem muito menos ter medo da morte, pois Jesus a venceu
E podemos sim vencê-la também...

Inserida por JULIOAUKAY

⁠Partículas de Tato

Viver
é triunfar sobre a ausência.

Os solitários
sempre conhecem
as consequências.

Não tenho nada
especificamente
contra as pessoas,

até que elas provem
que são dignas
do meu ódio
e ressentimento.

Odiar demanda tempo
e dedicação

e o desprezo
é uma habilidade poderosa.

No entanto,

A ternura,
diante da grotesca
truculência bestial,

é a única e definitiva arma
indestrutível da qual
dispomos.

Amar demanda tempo
e dedicação.

e o apreço
é uma habilidade poderosa.

Viver
é triunfar sobre a escuridão.

Michel F.M. - Pairar Incansável da Fênix Sublime ©

Inserida por michelfm

⁠EU sem você!

Você me atordoa....
Mas sua ausência me desampara.

Você me sufoca...
Mas sua ausência me destrói.

Você me tortura...
Mas sua ausência me faz sangrar de saudade.

Eu sem Você ...
Me perco;
Me procuro;
Não me acho...

- Eu sem Você Não Existe!

Haredita Angel
27.03.16

Inserida por HareditaAngel

DOCE AUSÊNCIA.

Estar é estranho quando se aprendeu a não ser. Há um desconforto tênue em ocupar o agora, como se a presença pesasse mais que a ausência. E então, ao espiar por brechas o que floresce sem ti, nasce o desejo de sumir — ser sombra, ser brisa, ser nada. Porque às vezes, a distância dói menos que a consciência de estar fora, mesmo estando perto.

Inserida por Mirlane_A_Nascimento

A ausência da palavra
deveria ser crime.
Mas como denunciá-lo?
Se sou ensinada a utilizá-la
apenas para responder perguntas
cujas respostas, no fim,
me oprimem.

O mundo contemporâneo
é o maior defensor da expressão,
mas pouco observo tal gentileza
no momento em que
volto às escolas literárias antigas
e redijo textos
que apenas buscam a razão.

A arte se perdeu.
Afinal, como buscá-la?
O roteiro que o mundo me escreveu
agora está rasgado,
mas continuo seguindo-o
página por página.

A escuridão não é a ausência de luz. É algo muito mais complexo. Eu já estive lá várias vezes, aliás, ela, de vez em
quando, vem ao meu encontro. Mas, mesmo nas sombras, eu sei que Deus está sempre comigo, nunca me
desamparou. Mesmo na escuridão completa, segura a minha mão e me mostra o caminho. A ausência física de claridade simboliza apenas a fração visível do que sinto, há uma densidade sombria que engole sentido e esperança. Porém, a percepção de uma presença divina me faz acreditar que existe, mesmo no ponto mais escuro, uma mão invisível capaz de me guiar quando minhas forças falham.

Inserida por TiagoScheimann

O Eterno Quadro da Ausência.

I — O Ateliê do Silêncio.

Há um instante em que a alma, fatigada, já não distingue se o que sente é dor ou lembrança.
O ar pesa como tinta não misturada, e o coração lateja como um relógio que perdeu a noção do tempo.
Tudo o que resta é o quadro diante de mim — o mesmo, sempre inacabado — e o vulto que ele insiste em reter, ainda que o corpo que o inspirou já não exista senão nas dobras do pensamento.

O amor, esse artista cruel, ensinou-me a pintar com lágrimas. Cada traço é uma despedida, cada cor, uma esperança morta.
Há dias em que creio tê-la libertado da tela, e outros em que percebo: foi ela quem me aprisionou nela.

II — O Olhar Que Permanece.

Há algo de doentio em amar o que já não nos responde.
E, no entanto, é nesse delírio que a vida encontra sua última beleza.
O olhar que me fita do retrato não é mais o dela — é o meu, devolvido em eco, fragmentado pela saudade.
Sou eu, dividido entre o que amo e o que perdi, entre o real que nega e o sonho que insiste.

Dizem que a morte é o fim, mas a ausência é mais cruel: ela continua viva, mas intocável.
A cada noite, o pincel busca uma cor que não existe — o tom exato daquilo que foi amado.
E, quando o encontro, já é tarde: a luz da manhã dissolve o milagre, e eu retorno à doença da razão.

III — Filosofia da Perda.

A realidade é um quadro imperfeito.
Negá-la é o instinto dos que amaram demais.
Aqueles que já tocaram o abismo da ternura sabem: o amor é uma forma de sofrimento escolhido — a mais nobre das enfermidades.
E há uma pureza nisso, uma santidade quase patológica: viver é prolongar o instante que nos mata.

O pensamento, esse médico impotente, observa o coração como quem assiste a um incêndio que não se apaga.
O amor é o fogo, e a ausência, o vento.
Nada é mais real do que a dor que se sente quando tudo o mais já cessou de existir.

IV — O Funeral do Sentimento.

A doença não é do corpo — é da lembrança.
Diviso, às vezes, o meu próprio funeral: não há lágrimas, só o eco das minhas palavras presas nas paredes do quarto.
Sobre o caixão, o quadro: inacabado, obstinado, com aquele mesmo olhar que me persegue.
É o retrato daquilo que amei e daquilo que fui.

Talvez o amor seja isto — a tentativa insana de imortalizar o que o tempo já levou.
Talvez a morte seja apenas a moldura que encerra o último sonho.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Um novo dia...


⁠Vai passar eu juro e amanhã será um novo dia.
A tua ausência e o teu silêncio machucam muito e ao mesmo tempo tem tido o efeito de me fazer esquecer o teu rosto aos poucos. Já foi uma queda diária, já foi um pesadelo que me consumiu por longos dias, mas isso tá deixando de ser assim, algumas barreiras estão sendo rompidas, alguns machucados tem sido curados. Vejo logo a frente um alívio muito grande se aproximando, não a mais justificativas para eu continuar vivendo na ponta de um precipício, ainda doe muito porém amanhã será um novo dia e tudo será diferente.

Inserida por Ricardossouza

O preço da minha ausência

Quanto vale a minha ausência?
Vale muito com certeza
Vale conluios inquestionáveis
Dos disco voadores a espreita.

Quanto vale a minha ausência?
Vale aos óvnis adiáfanos
Que por entre nuvens escuras
Expõem translúcidos a imprudência.

Quanto vale a minha ausência?
Vale a minha sabedoria no anonimato
De atos e fatos que ressurgem encolerizados
E mitigam a minha dor.

Quanto vale a minha ausência?
Vale saber tão naturalmente
O que floresce da demência,
Entre as estrelas mais brilhantes
Estão os ufos ainda mais reluzentes.

Inserida por MariadaPenhaBoina

⁠⁠A insegurança é o que mais assombra os homens. Ela provém da ausência do conhecimento.

O “não saber” é torturante e causa as maiores dores, dúvidas e angustias.

Portanto, busque o conhecimento e estude até sangrar os olhos. Não permita que as pessoas humilhem a sua inteligência.

Inserida por kamorra

⁠O teu coração que
nunca reclamou
por uma ausência,
agora sabe o quanto
é capaz do dia todo
te fazer ocupado:
ele está enfeitiçado.

Invencíveis mesmo
são os meus olhos
que feitos da cor
de oceano profundo,
mantém pleno o teu
coração capturado
e todo enamorado.

O teu coração que
por muitos antes
era comparado com
uma rede resistente,
anda apaixonado por
mim constantemente:
capturei a tua mente.

O conjunto da obra
explica o porquê
você optou em se
desviar dos olhos
mais sedutores,
me atiçando com
olhos inventados...,

O teu coração que
para escapar cria
sem parar lutas
porque está sempre
mais preso pelas
amorosas ternuras,

suspirando por sinais
e mãos bem feitas
como laços de seda,
que pregam peças
e votos renovados:

De provocar você
a agir como Saturno
em alinhamento diário
e todo descuidado
dando pra Lua sempre
um novo anel de noivado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A ausência
de liberdade
de expressão
causou um
desastre aéreo
sem reparação:
Um General
foi pelos ares
porque tinha
medo de falar,
A vida perdida
não tem mais
_restituição.

Duas dezenas
e a carta de tarô
vinte e dois
_Cifra de liberação;
Cadê a libertação?

O General que
foi preso há
mais de um
ano e meio
em meio
uma reunião
pacífica dele
até agora
não há notícia.

E não se sabe
nem se ele
está incluído
nesta cifra.
Só se sabe
que ele está
convalescido.

O General tem
sido vítima
de um grande
mal entendido
e de injustiça.

Faltam outros
tantos mais
como ele para
ser libertado,
Essa história
ainda não terminou,
e nem este poemário.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Os efeitos
do bloqueio
infame
mataram
cinco infantes,
Vejo ausência
real do apoio
dos aliados
para colaborar
com fim
da carência,
Dos filhos
do povo
ninguém tem
clemência,
E até agora
não pararam
de os colocar
no centro
de disputas
tão infames;
O futuro não
tem interessado
à eles mais.

Não param com
o mau hábito
de alimentar
o monstro diário
do espanto,
Atiraram o sargento
de um barranco,
Quando isso
vai terminar?
A interferência
externa deve
respeitar os
seus limites,
E devemos
entender
onde começam
e terminam
as nossas
francas liberdades.

A dança de agora
é norueguesa,
A alma acima
de tudo sempre
será llanera,
Do General
inocente preso
em Fuerte Tiuna,
Há mais de
um mês ninguém
sabe mais,
Enquanto
não souber
mais de nada,
não vou
sossegar em paz.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠NÃO
se trata
de uma
ausência
de sete
de segundos,
sete minutos,
sete horas,
sete dias,
de três
ou quatro
semanas,
e SIM
de uma
PRISÃO
POLÍTICA
que completa
SETE MESES
sem saúde,
sem provas,
e sem nenhuma
COERÊNCIA,
repletamente
COVARDE,
coisa de gente
sem nenhuma
HUMANIDADE.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O peito se agita,

Estou assim

Por causa da

tua breve ausência,

Ele se agita

Por uma vontade

amorosamente vadia,

É uma vontade

imperiosa de reunir

As tuas saudades

com as minhas,

Escrever para nós

dois é uma ode

à bem querência

longe de ser vazia.



O peito não

sabe como mensurar

Essa doce

alegria de penar,

Ele se agita

por uma vontade amorosa

De mergulhar

no teu corpo,

É uma vontade imperiosa

De reunir o teu

sabor com o meu,

Escrever para nós dois

é uma ode à liberdade

- longe de não nos libertar.



O peito não sabe

como mensurar

O tamanho da graciosidade

versada sobre nós,

Ele se agita

por uma vontade amorosa

E vagarosa por cada

pedacinho teu,

Essa vontade imperiosa

De reunir o teu

amor com o meu,

Escrever para nós dois

é uma ode à descomplicação

- longe de não desejar

desatar os nós.



O peito se agita,

estou assim por causa

da tua breve ausência,

Ele se agita por uma vontade

amorosa de ser tua,

É uma vontade imperiosa de faiscar

com os arrepios da tua alma,

Escrever para nós

dois é uma ode à paz

que há de te trazer

de volta - e desejoso

da minha calma.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O seu silêncio não me engana,
E tampouco a tua ausência.
O teu peito sempre reclama,
E quer o meu por excelência.

A sua emoção pela vida,
E repleta de malícia.
A sua forte experiência,
E que deseja-me rendida.

O seu silêncio não me engana,
E tampouco menos escraviza.
O meu peito é cheio de liberdade
E sou feita de inteira [poesia].

A tua convicção de que só se vive
- uma vez -
É distante da minha razão que segue
A luz do amor e a voz do coração,
A minha vida é vivida com paixão.

Inserida por anna_flavia_schmitt