Textos de Amizade entre Tia e Sublinha
O ABISMO ENTRE A TUA IMAGEM E O MEU REFLEXO QUEBRANTADO
Fragmentos passageiros não matarão o que sinto tão intensamente
Apenas afastarão pequenos sotaques que já não servem
Pra isso teremos de correr altas cordilheiras
Para permanecemos no mesmo lugar
Estar no incandescente toque de mãos que só os ventos uivantes conseguem
E também sermos logo…atingidos nesse exato momento pela plenitude das cores
E quiçá…do sentimento de vibrar...
Salvaremos esse bom encontro da incompletude
Da recusa e da reatividade
Do esperar que nunca chega
Do admitir insalubre
Do enlouquecer desembestado
Do desenfrear silencioso
Do possuir e do passar
Da apatia e do sorriso de ir embora
Salvaremos a destruição de um tão lindo gostar de estar tão longe, tão perto
Justo porque você é minha libélula
E eu…um rosto suado de sangue em fim de guerra…
Depois de tudo isto e aquilo….ainda desejarei teu rosto em meus sonos
Tudo em apenas um único dia
E se você quiser ir a algum outro lugar
Que vá pelo menos duas vezes mais depressa
Pois estou na ontohistória….apenas durando na eternidade da substância
Enquanto a fagulha desses tantos amanhãs que nunca chegam explodem
Um verão de manias e lembranças intensas de nós dois se expande no ralo de Deus….
Esqueço tudo de profundo e alto
E trago essas linhas de espumas flutuantes
Para só lembrar de teus olhos de caramelo a me fitar em gelos tão calorosos
Te amar é impossível
E é isso que busquei a vida toda….
Insistir parece não ter sido o melhor,
mas entre insistir e simplesmente deixar,
eu prefiro insistir.
E insisto porque te quero e te desejo,
porque o amor que tenho não cabe em meu peito,
porque, com as ideias que você parece ter,
não insistir significaria que eu procurei outro alguém,
quando, na verdade, a única que procuro é você.
Era uma pequena cidade entre as colinas. Cortada por um rio estreito que em um certo ponto formava um lago.
Alí vivia um menino que gostava de ir nesse lago brincar. Jogava pedras para vê las ricocheteando na água ou simplesmente sentava no barranco e molhava os pés no lago.
Certo dia quando estava balançando os pés, escorregou e caiu afundando na água. Em desespero lembrou dos ensinamentos de seu pai que dizia que se isto acontecesse bastava manter o corpo na horizontal e bater as mãos.
Assim o fez e chegou a margem. Assustado e todo molhado resolveu se deitar ao sol até se secar.
Pegou no sono e quando acordou já era noite. Tentou achar o caminho de casa porém por causa da escuridão acabou voltando ao lago.
Em algum momento ouviu a voz de seu pai mas não conseguiu sair do lugar.
Amanhece e uma forte neblina pairava no lugar. Tentou novamente encontrar o caminho de casa e novamente não conseguiu. Novamente ouviu seu pai lhe chamar porém com a neblina densa não conseguiram se encontrar.
Em um certo momento viu a presença de sua vózinha, se assustou pois ela já era falecida.
Voltou ao lago e dormiu. Acordou com sua mãe ao lado chamando por ele. Ficou feliz e explicou o ocorrido, porque não voltou para casa e até mesmo que tinha ouvido o pai lhe chamar.
Com palavras suaves sua mãezinha lhe disse que na verdade ele nunca havia saído do fundo do lago e ali seu espírito permaneceu por anos
Sua avó que estava em outro plano espiritual veio realmente tentar resgata-lo porém sem sucesso.
Seu pai por muito tempo o procurou até ficar doente e morrer na floresta.
Agora o menino teria que se recuperar e voltar um dia até a floresta para então buscar seu pai que também se negava a sair dela sem seu filho.
"Duas pessoas, duas famílias diferentes, uma longa distância e um caminho entre as duas pessoas, psicológico totalmente afetado com vários traumas e medos. Mas algo que essas duas pessoas tem, um amor que ninguém sabe descrever, algo bem sincero que encanta à qualquer um e que nem todo mundo entende Mas elas lutam cada dia para ficarem juntas..."
E quando existe amor verdadeiro, nada nem ninguém consegue separar.
" Entre a luz da razão e a luz do presságio"
Ávido por sapiência
Desafiador das peripécias do destino
Envolto em silêncio e intuição
Ermo, hermético, eremita = Hermes
Três variações formais, a mesma indicação
Fecha-se em ti e encontrarás - a solução
Assim com o 3 por 3, nove é teu arcano.
Nove ciclos de Dante, em vida passaste
Da sociedade te retirasse
Sem amargura adquirida
Curando todas as feridas
No zelo de um passo a outro
A elevação da consciência,
não condiz com displicência.
Noite triste deslumbre,
Entre sonho e a paz do caminho,
Sou forasteiro...
Diante o mundo sou bruxo....
Entre as pessoas doce senhorinha que tanto encantou...
Nos dias e noites encantada cidade que aprendi amar...
Ventos e nuvens de brumas e o sereno encantado...
Suas histórias e experiência de vida emana a saudades do teu ser...
Nas madrugada o café e sorriso encanta todo forasteiro...
Amor que de repente trás tantas lembranças vivas nossas vidas...
As estrelas controlam um pouco de sonho que acordamos na eternidade.
Nas sombras figurinhas eternas nas floresta anjos em nossas vidas para sempre....
Nas madrugadas damos conta que somos iguais as folhas que caem secas sem vida...
As folhas mesmo mortas dão frutos para floresta remanecer... Por novas oportunidades de novas paixões...
Sendo a maior parte de nossos corações...
Momentos bons perpétuo que vivemos juntos...
Para cada instante que desdenho entrelaçados na sintonia dos céus estrelados...
Anjos lhe proteja para sempre nesse mundo maravilhoso que vivemos juntos e compartilhamos momentos que amamos.
A média da vida de um ser humano é entre 75 e 80 anos. Esse tempo passa galopante e toda sexta feira ouço gritos de alegria, pois ela chegou! Chegaram várias para os nossos antepassados e esses "galopes" já se foram.
Agora fico eu aqui pensando: Será que todos os dias não podem ter o mesmo vigor da sexta? Nem que seja para resgatar galopes que serão necessários em um futuro que vive sextanto em nossa direção frequentemente disfarçado de alegrias... JMOURAJ
Minha alma caminha entre a alegria de sentir o amor e o orgulho de esconder os sentimentos. Porquê tenho medo?
Se o sentir completa meu coração com um pulsar mais acelerado, num tuc-tuc da bela melodia a me fazer bailar de alegria como quem flutua os passo levado pela ação do vento ao corpo e a contornar sobre amplo espaço atingindo lugares longínquo que nem os olhos são capazes de imaginar.
Enquanto o esconder me aprisiona numa jaula escura, isolada, com visualização restrita de poucos raios de luz a surgir pela janela, apresentando meus olhos uma visão limitada, cheirando somente o próprio corpo a suar de isolamento e saborear o único sabor da saliva que vive seca, de tanto querer e não ter.
CHORAR BAIXINHO...
Morreu. Vestiu-se de negro o sentimento
entre as lembranças as muitas, as penosas
dando um aperto do que foi um dia alento
hoje só tristuras nas recordações dolorosas
Má sorte! Como dói o afeto que foi ao vento
ao relento, o olhar afligi agonias silenciosas
ó ilusão, então, me tira deste tal sofrimento
balsama minh’alma com perfumes de rosas
Aliviando, assim, essa fúnebre infelicidade
pense na sensação de ferir-se com espinho
desolado pelos pensamentos de saudade...
Se este amor está morto, sem um carinho
um abraço, o laço, e não mais restou nada
então, deixe meu coração chorar baixinho! ...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
15/03/2021, 14’07” – Araguari, MG
Amar você é proteção.
Meu bem,
A união entre corpos
É quebra corrente
Libertando do açoite
Da negação de uma civilização branca
É revolução preta
Que sustenta tronco
Caminhos abertos pra se passar
É ase e mandiga
De um bom capoeira
Entre a meia lura faceira
Resolvi amar pra se vingar
Fugir de tantas lutas
E entre novos lares se reencontrar,
Tão aconchegante quanto a sabedoria dos mais velhos
A vida à espera da benção
Ou do canto do terreiro
Pra salvar
Vem que eu te conto
Que amor é sobre encontros
De se juntar no quilombo
Da vivência, resistência e experiência
Chega pertinho,
Como quem chega de peito aberto pra receber a benção do mais velho
E entender que somos a continuação,
Sem à objetificação
Escolher te amar é proteção
Meu bem,
Saiba que amar é compromisso árduo
Fardo de felicidade
Tão leve que sustenta a existência
Pra prosperidade
Ame a aceitação
revolução,
reparação
Ação de se religar
De torna-se a junção de um novo lar.
Saiba que somos os sonhos de nossos ancestrais!
Meus dias comigo...
Do levantar ao deitar do sol,
contando inspirações e expirações,
entre taquicardias, tremores, lágrimas, sorrisos, transes...
Procuro ar. Algo me distrai...
silêncio se faz, e logo se desfaz.
É o ressoar das borboletas no estômago.
Transito entre o real e o imaginário.
Retorno, encontro-me.
Inspiro, expiro...
O corpo cansa e então descanço.
E os dias passam...
Mas eu não passo.
Marco compasso.
Dos dias comigo.
"NÓS"
Existe uma ponte entre nossas almas,
uma estrada feita pelos nossos olhos,
um lugar em que o nosso ser faz morada,
um lugar em que partilhamos pão, amor e sonhos...
E esse lugar se chama: "NÓS"!
É o único lugar que existe para gente,
É o único mundo diferente...
De qualquer outro lugar do universo!
Então, não solte a minha mão agora!
Estrelas e asteróides podem cair se tu fores embora...
nossa distância pode causar paragem no tempo...
No tempo que podiamos ter nos abraçado sem soltar!
No tempo que não temos para viver tudo que sonhamos,
No tempo que é curto, mas é eterno ao seu lado
Mas se ainda sobrar tempo....me permita confessar!:
- que nesse doer que me rasga ainda te quero!
- e que nesse sofrer que me mata, ainda te amo!
.
E talvez já esteja fora de hora!
Fora de tempo, fora de prazo...
Para dizer justo agora...
Tudo de intenso que há muito no peito guardo,
Deste meu amor que é teu e não encontra espaço...
Em nenhum outro lugar do mundo para habitar senão nos seus braços!
Pois, enquanto existir esse terrivel sentimento no nosso meio...
Sempre haverá "NÓS"!...
E pra nós... esse mundo tão pequeno.
O Deus que é rogado pelo adversário
é o mesmo para qual roga o aliado,
a diferença entre ambos não está na fé,
mas na superioridade
que um exerce sobre o outro, pois caso fosse diferente, cabendo a Deus decidir, não haveria justiça divina, ou a mesma estaria em favorecimento ao superior, logo o destino de um conflito estaria traçado na ação do cervo e não na decisão do criador.
Estradas.
Para onde eu vou..?
Para onde vamos...?
Para onde...?
Eu não sei..!
Estradas..!
Entre as portas e janelas,
Se foram ou ainda irão,
Ou tudo aqui ficará,
O que podemos tirar ou levar desse espetáculo chamado - 'VIDA' ?
Os caminhos são longos,
As estrada são turvas e nebulosas,
O céu é aberto,
A natureza é perfeita,
Os pássaros cantam,
E os poetas fazem suas festas,
Escrevendo suas inspirações,
Nas quais sempre terá um traço,
De uma dor ou uma cura,
Pela vida e por amor....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
A Dama de Vermelho
Em uma tarde colorida entre a noite e o dia
Um trem de farol velho e falho percorria por um campo escuro
Através dos céus existia uma espiral da lua beijada pelo sol
O maquinista sentiu um aperto em seu peito
Avistou uma dama de vermelho pelos trilhos com um olhar esmeralda
Exuberantes pela escuridão do anoitecer
Temeroso o homem chacoalhou a sua mente acreditando ser miragem
Ocorreu sentimentos mútuos sobre confianças e concordâncias
Olhares tocados por uma Aurora Boreal chuviscada de estrelas
Pássaros estacionaram o tempo e abelhas desabrochavam o seu mel pelas camélias do campo
Instigando a vida em torno de um momento exótico
Após dez anos a memória ressurgiu em pontos de insanidade
Um homem desesperado e submisso ao sentimento da noite inquieta
Desejável
Viajou pelas rajadas do universo e adormeceu
Idealizava um anjo registrando suas reações sobre um trilho de madeira
Por um céu dividido entre o eclipse do universo
Exércitos luminosos percorriam o seu estômago como um efeito borboleta
O pecado cruzou o caminho de um coração amargo
Presenciou uma inconsistência do destino
Tocado por indefinições do que seja real ou delírio
Flamejante como um olhar insondável pelas janelas
Dois feixes de luz esverdeados
Um vestido fino e uma seda oscilante entre as correntes de ar
Enevoando a noite com seu doce êxtase perante as aves noturnas.
Mãe,
Começo a pensar entre pensamentos peculiares sobre a sua jornada, sobre a sua vida.
Mãe, ainda tenho a chance de lhe chamar de mãe, e ser respondida, querida mãe, estou vendo o seu sofrimento, mães não deveriam partir nunca.
Se em algum momento em toda minha vida, eu disse que sofri, peço perdão ao verdadeiro sofrimento.
Te vejo adoecendo, te vejo cada dia lutando contra a natureza e a força do meu medo, destinada ao câncer.
Santo Deus, tenha piedade da minha mãezinha. A cubra com o seu seu manto sagrado.
Afasta de mim esse cálice, que sua vontade seja reconhecida e que me deixe ó pai, só mais um minuto no tempo.
Cura a minha mãe!
Cinesia da vida
Vivo entre o caos e a poesia
Navegando entre a tormenta e a maresia
Ontem eu era noite, hoje sou dia
Mas amanhã quem sabe? Eu seja uma heresia
Servindo à vida com cortesia
Aproveitando a euforia e a ousadia
Enquanto aguardo o fim da minha estadia
Nesse mundo, meio fantasia.
são os teus olhos, meu amor
esta urgencia dos meus.
esse canto, que março me canta
entre silencios e segredos. são os teus olhos
como um poema sem palavras.
urdido no tépido voo das gaivotas.
que se levantam, voam e dão voltas
e se agitam ansias regresso. ao teu olhar
rasgado e amplo
com vista para o mar e céu no telhado.
olhar feito sol, no embriagar da lua
que em mim, se faz leito
onde me deito e amo
sem quando nem fim.
Entre tantas perdas,
feridas e
buracos na alma,
os ombros acostumam
a carregar a cruz.
E a dor,
que já era peso morto
aos olhos que vê de fora,
se tornou morto aqui dentro também.
E então,
o amanhã é só uma penitencia por estar vivo.
Durante o dia, o coração macula
a raiva de si, dos outros, do mundo,
da vida.
Durante a noite, todo o mundo
desaba sobre um corpo inútil na cama,
e não tem música,
livros,
bebidas,
que consiga ressuscitar
um coração falecido.
Cada um de nós ocupa um lugar entre o céu e a terra compondo o universo multifacetado.
Há quem se habita a massificação dos pensamentos sem originalidade de suas próprias ideias. Copiando e repetindo padrões de autoajuda e superficialidades desconectadas de si mesmo.
Há quem busca a si mesmo e escolhe o caminho do corpo e mente presentes no agora. Não se encaixa nas manipulações coletivas porque se conecta a própria identidade.
Tudo que é verdadeiro em nós não segue padrões externos e sim a nossa essência ♡
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