Textos de Amizade entre Tia e Sublinha

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⁠Aí vem dona moça, o escárnio que baila feito soldadeira no coração desse Segrel.

Entre mui trovadores, sua imagem foi grã, delírio, e o infortúnio que me fez definhar com tamanha paixão.

Por tal razão, tenho vivido deambulando de corte a corte à procura de Amores, mas só encontrei solidão!

Inserida por antoniocarlospinto

⁠Amor de primavera

Somos rimas do verso
Duas almas a navegar
A sintonia que conectam
Entre luzes a cintilar

Põe asas no silêncio
Calmaria no tormento
Fogo no meu coração
E sonhos no pensamento

É capaz de ser o poema
Ser o sol no meu inverno
Ser a lua no meu oceano
Ser a fuga do meu deserto

Um amor de primavera
Supera cada estação
Sabe bem cuidar da terra
Semeia sol no meu coração

Por mais que eu perca as pétalas
Minha raíz contínua no chão
E cada vez que me olha com carinho
Faz desabrochar meu coração
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️

Todos os direitos autorais reservados 29/07/2021 às 23:00 hrs

Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues

Inserida por AndreaDomingues

⁠Sina
Ah! pobre coração,
jogado ao mundo entre
as falsidades e traições.
Mas, fazer o que?
Se esta é a sina de todos
os corações.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da UBE
Acadêmico Acilbras - Roldão Aires
Cadeira 681 -
Patrono- Armando Caaraüra- Presidente

Inserida por RoldaoAires

⁠Morremos todas as noites
Renascemos todas as manhãs
E no curto espaço de tempo entre o dia e a noite, amamos, odiamos, choramos sorrimos.
Vivemos como se fôssemos imortais mesmo sabendo que nossa vida está se esvaindo como a areia em uma ampulheta.
Esse assassino implacável chamado tempo nos mata a cada minuto.


Mas apesar de tudo a vida é bela.
E no final das contas sua beleza e valor se encontram no fato dela ter um fim.

Inserida por alexon_gama

⁠Sou o pau torto e enrugado que não teve preguiça de crescer.

Sou A distância entre irmãos, que aumentou após um morrer.

Sapo-cururu, bicho “feio” e asqueroso, feito assim para ninguém comer.

Sou flor bela e mau cheirosa que só abri a noite para ninguém vê.

Sou A culpa do acidente que ti atormenta a vida ao amanhecer.

Sou "parafuso" sem rosca que só terá função, se alguém na minha cabeça bater.

O cachorro que cai do caminhão de mudança, que cheira o mundo desorientado sem nada entender.

A marionete do fracasso, que sem um animador, está jogada numa caixa qualquer esperando o cupim comer.

Sou bicho do mato que, só come o que caça, só caça o que se come, para assim sobreviver.
Sou lenha verde que alimenta a caldeira, que canta ao queimar, sem plateia, sem aplausos, apenas para um forno aquecer.

Sou a primavera sem flor, o lombo do animal acariciado pelo chicote, a lágrima não percebida, sou a grandeza do mundo, sou os males da vida.

Inserida por gamalielmoreira

⁠#Eu_Perdi_Tudo

Uma Moeda entre a cara e a coroa
Lágrimas sendo sinônimo de dor Se você a quiser sentir
Uma voz entre o som e o silêncio
Pensamento oscilando como quem ficará preso no nada

Eu Perdi tudo
Nunca tão tarde para começar do nada
Porque nós surgimos do nada assim como o nada
Entre a felicidade e a tristeza
A gente sempre seguiu em frente

Meus poemas tentando me conformar
Se eu desistir serei assim um fraco
Se eu continuar fingirei assim ser forte

Sempre Entre a vida e a morte
Hoje enxergo o azar tirando a minha sorte
Mas eu irei continuar até achar um problema que não tenha solução

Quase perdi tudo
Pois me restaram algumas esperanças
E eu vou continuar até achar um homem que não consiga derrotar

Mauro Darg
" O Poeta Acústico"

Inserida por Maurodarg

⁠O #ACENDEDOR DE #LAMPIÕES

No silêncio do ontem...
Entre ventos a soprar...
Saudoso de tempo que não volta mais...
O acendedor de lampiões vem lá...

Em namoro com a lua...
Em vielas e ruas...
Nos becos mais escuros...
Junto as tabernas ou cafés...
Casarões antigos...
Cabarés...
Em cantos silenciosos...
Entre alguém e ninguém...
Um a um acende...

Tão cedo no céu a fornalha se aurora...
Retorna lentamente...
Vagando entre as sombras...
Que espreitam insatisfeitas...
O adormecer das estrelas...
No baile das horas...

Não sabe ele...
Nada pode testemunhar...
Da vida pulsante oculta...
De madrugadas de luar...

Muitas vezes o tormento...
Incendeia a paixão do tempo...
Quando a alma precisa de um momento...

Em caminho tantas vezes percorrido...
O acendedor sente saudades de abrir a janela do coração...
Bendita, malvada vida...
Em acender e apagar o lampião...

Suas imensas lembranças...
Silenciosamente dentro dele começam a ecoar...
Algumas oprimem seus sonhos...
Outras o fazem sonhar...

Na rotina dos dias, meses e anos...
Deseja prender o tempo...
E do que lhe resta tão pouco...
Sem perceber muito dá...
Em seu passeio noturno...
Ele faz tudo brilhar...

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemas

A Beirada

⁠Ao caminho do trabalho
Todos os dias entre a rua
E a calçada
Me encontro na beirada
De uma rotina trágica,
Cansativa e depressiva.
Quem sabe, um dia
Por ironia, eu erre o caminho
E encontre a outra beirada.
Se for um abismo, me jogo
Se for um aviso, eu paro.
Porem se for um sonho,
Eu durmo.

Inserida por BarcelosPonce

⁠Em Momentos -

Em momentos de abandono
a dor nos turva o pensamento
sentimo-nos entre escombros
e padecemos mil tormentos ...

Em momentos de perigo
quando nada já nos salva
o impossivel é castigo
e nada, nada nos acalma ...

Em momentos de cansaço
quando a morte desejamos
recordamos o passado

lembrando tudo isto,
mas quando perdoamos
encontramos Fé em Cristo!

Em memória de Santa Ritta de Cássia.

Inserida por Eliot

⁠Não me Esqueço -

Entre facas, entre espadas e punhais
corto este silêncio com o gume dos sentidos
e não me esqueço dos meus olhos diluídos
em terramotos, tempestades e vendavais.

Não me esqueço desse inferno que vivi
das angustias, dia-a-dia, que me deram
não me esqueço da mocidade que perdi
chorando por tudo o que um dia me fizeram.

Não me esqueço das palavras como espadas
não me esqueço de como em mim foram punhais
não me esqueço de senti-las como facas
na minh'Alma que não tocam nunca mais.

Inserida por Eliot

⁠A vida é uma eterna peça de teatral....
Sobre o eterno duelo entre a razão e a emoção.
A peça é emocionante há brigas, sorrisos, lágrimas, erros e acertos.
Todos os atos da peça caminham em direção a um só sentido.
E quando finalmente se entende o sentido de todas as coisas.
Quando finalmente a jornada humana encontra o caminho da sabedoria.
A peça já se encontra em seu ato final.

Inserida por araujo132

⁠Devagarinho vamos parando de sentir falta. Há um espaço maior entre os nós na garganta. O coração já sossega mais no peito. E o silêncio já não machuca com a mesma intensidade. Esse é o poder do tempo. Por mais cruel que a despedida seja, o tempo arranja tudo. Muitas vezes o silêncio é um grito que ecoa e agride o alma. Mas o tempo restaura... ele põe tudo no lugar.

Yara Alves
@linhas.da.alma

Inserida por YaraAlves

⁠Estesia


Entre suaves acordes musicais, escondo-me exausta
da lida da vida, recostada sobre almofadas macias.
Acariciada pelo zéfiro da madrugada luto contra a sonolência
que me esgalha e a monotonia que me abate tacitamente.
Tento fugir das mesmices, reinventando tangentes,
fugindo aos padrões, às normais e às secantes banais,
esculpindo as minhas mais íntimas emoções.
Refugio-me de mim, de tudo e de todos, enquanto o lápis
traça e retraça, estraçalha a minh’ alma abstrata
fazendo surgir diversos temas, oblíquos poemas.
Sinto florescer o ardente desejo de varrer o sofrimento
que me seca e estesia pronunciando um novo acento
uma nova leitura, uma vida nova brotando no âmago.
Por alguns instantes absolutos perco-me
nas vibrações sonoras e não sinto o passar das horas.
Sinto reinar o silêncio superno que vem povoar o afã
O ímpeto estoura um bramido e punge a veia poética e o elã.
Enquanto mergulho nas palavras e escondo-me
entre pontos e vírgulas, acende-se uma luz
à minha volta que transfigura integralmente o meu ser.
e nesse acentuado instante, inicia-se
a minha existência cromática e vertiginosa.

Umbelina Marçal Gadelha

⁠Quando Passo entre as Gentes -

Quando passo entre as gentes
essa gente que não sente
quanto dói meu coração;
sinto o peso do Passado
como alguém que é exilado
no silencio em solidão.

Quando passo entre as gentes
sinto em mim que novamente
me condenam sem ter fim;
eu sou eu e hei-de ser
nunca me vão entender
por ser eu por ser assim.

Não é fácil ser quem sou
eu nem sei porque me dou
a quem tão perto não me sente;
visto a cor da solidão
como a dor de uma prisão
quando passo entre as gentes.

Inserida por Eliot

⁠Renúncia -

Num jardim abandonado
plantei dores, nasceu fado
entre espinhos e abrolhos;
tu partiste, meu amor
reguei teu corpo, na dor
com a água dos meus olhos!

Não consigo adormecer
como é que posso esquecer
que a ti me dei por inteiro;
mas não me quero lembrar
que à noite canto a chorar
sinto falta do teu cheiro!

Terás dor no teu olhar
quando me vires passar
pisando o teu coração;
que até as pedras da rua
sabem que a culpa é só tua
p'lo fim da nossa paixão!

E quando a morte chegar
talvez te possas lembrar
dos meus olhos sem destino;
já não terás os meus braços
e no vazio dos meus passos
seguirei outro caminho!

Inserida por Eliot

⁠Além do que Carl Sagan fala.

"A escolha é uma ilusão entre os que tem poder e os que não tem poder"

Na verdade não, isso é do filme Matrix, mas até o atual momento eu tinha certeza de ter lido essa frase no livro "O mundo assombrado por demônios", quando isso nunca existiu. Apenas um lapso de memória criado pelo meu próprio cérebro que me fez acreditar fielmente nisso.

"Tudo só existe dentro da nossa compreensão"

Isso não me fez menos informado ou mais burro, parte do processo humano é o erro. Reconhecer, aprender e evoluir são os alicerces.

Inserida por faeldemon

⁠Nos Braços d'outro -

Já não trago nos meus olhos
o calor do teu olhar
somos rosas entre escolhos
somos noite sem luar.

Esperamos sempre o que há-de vir
há-de vir mas nunca chega
somos nada no por-vir
na luz de cada estrela.

Já não somos o que fomos!
Um do outro não me lembro!
Só me lembro de quem somos
neste dia de Setembro ...

Afinal não somos nada!
Não chegou a mais que pouco!
Eu tão só na minha estrada
tu feliz nos braços d'outro ...

Inserida por Eliot

⁠O pensamento cavalga entre as brumas da neblina
Anuviado, acabrunhado,
sem saber a direção...
Vem a enxurrada
e lava
e carrega
e alarga as estradas da existência.

A tempestade desmata as certezas da noite escura,
desnuda as verdades da aurora.
A vida na caverna já não é possível.
Mas como banhar-se ao sol, se a luz é uma incógnita?

O raiar de um novo dia nos rouba o chão de pedra rachada,
rompendo correntes e nos obrigando a enxergar o horizonte.

A linguagem energética transforma-se em asas,
resta saber se as lembranças da caverna nos impedirão de voar…

Valnia Véras

Inserida por Valnia

⁠Confira aqui, comigo, a diferença que há entre as palavras:

"mas, mais e más", e por fim não erre mais, amigo(a).

O "Mas", é uma conjunção coordenativa adversativa(ou seja, é uma palavra que tem o sentido de oposição ou contraste).

Ex: Eu dei-te o meu amor, "mas" tu não quiseste.

O "Mais", é um advérbio de quantidade(oposto ao "Menos").

Ex: "Mais" do que meu, o meu amor é teu.

O "Más", é a forma feminina e plural do adjetivo "Má", que é oposto ao adjetivo "Boa"(adjetivos são palavras que qualificam ou desqualificam seres, coisas e etc.).

Ex: Não te enganes, o mundo é feito de pessoas "más", somente Deus é bom.

Inserida por AdilsonManuel

⁠CONVICÇÃO

Por saber que não mais de te versarei
Permita que entre nós só a recordação
Deixada nos versos cheios de sensação
Que existiu um dia, agora, não mais irei
Não que eu quiz, e que ingrato serei
Saiba que te amei em cada emoção
Loucamente, na minha maior paixão
Entendo, que poesia tivemos, eu sei!

Não que a escrita te apagou, narrativo
Vive a saudade, num maçante motivo
Em uma poética evidente e tão picuinha
Mas, neste perseverar em ser presente
Um tormento parece-me tão unicamente
E, sabes que não mais será prosa minha!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
07 novembro, 2022, 21’00” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol