Textos de Amizade entre Tia e Sublinha
Curiosidade...(quarto 24)
Estava eu muito fogosa entre os meus lençóis
Quando de repente oiço uns gemidos ofegantes,sei que vinham do quarto ao lado
Pensei cá para mim... hummmmmmmm
Estava quente,aqueles sons mexiam comigo, aí encostei o ouvido á parede e ali fiquei,fazia um filme na minha cabeça,todo o meu corpo se torcia,cada vez mais de dava prazer escutar
Pensava cá para mim,serei a única a escutar?
Pois neste hotel, não devia haver mais ninguém nos quartos ao lado
Pensei cá para mim,e se.....fosse escutar á porta
Toda eu tremia,mas aqueles sons me contagiavam,me deixavam louca,queria ver,queria matar a curiosidade aos meus olhos
Assim me levantei, descalça sem se escutar algum som.Cheguei á porta,quando vou para escutar, espanto meu,a porta estava entreaberta... hummmmmmmm
Deu-me um arrepio por mim acima,mas cada vez a adrenalina se apoderava de mim,eu queria ver,queria certificar-me
Abri um pouco,e espreitei
Dois corpos entregues um ao outro, penetrando-se mutuamente,mal via,mas os gemidos mexiam comigo,aquele som entrava por mim a dentro
Meu corpo estava cheio de prazer que me fazia levantar,me levitava,me hipnotizava
Apeteceu-me saborear o meu corpo desejando o mesmo
Nisto a rapariga olha para mim,fiquei em choque,mas deixei-me estar,ela piscou-me o olho.
Fiquei em transe ..sem reacção
Ela sabia que eu estava a observar
Mas ...eu queria ver mais de perto
Queria senti-me
Queria vibrar com eles
Alinhei??
Mistério...............
(Adonis silva)11-2018)®
Entre tantas noites
Entre tantas danças
Um copo, gelo, álcool
Sorrisos, ousadia
Um salto alto
Um vestido que delineia
Suas curvas
Ruas, vento, lento
E lá está ela
Leve, pouco sóbria
De alegria ambiciosa
Encanta de longe
Conquista de perto
Entre poucas entregas
Seu Amor próprio
É sua festa
E ela se completa
Se embriaga em suas asas
Mais um gole
Mais um brinde
Cansada
Ressaca de tanto faz
Copo esvazia
Noite esfria
E ela amanhece
Em prece
Entre tantos dias
Entre tantas horas
Ela viaja, desarruma
Sua bagunça
Ela e sua calca rasgada
Remendada
Não se renda
Se ausenta
Ela e seus tantos planos
Caminhos
Na praia
Sempre um sorriso
Na volta pra casa
De saia curta
Longa, rodada
Vestidos
Sorrisos Largos
Ela se completa
o tempo constrói lentamente
um monumento entre nós
seus meandros são um mistério
tua figura solar se delineia contra o desconhecido
tua figura solar encarna por vezes o inexplorado
em que lar repousa teu pensamento
e quanto perdeu-se de ti
pelas veredas que a muito contento
teus olhos vislumbraram
de mim, quanto havia em ti
do meu amor,
quanto ficou pelo caminho
quanto ainda resta
quanto é necessário
quanto havia no teu pensar
quanto havia na tua ideia de lar
quanto havia na tua volta
tua figura solar me faz lembrar
dos pássaros, do pássaro que parte
para norte ou sul, indelével
e que nunca é o mesmo quando volta
estou me compartilhando
porque entre nós
nasceu amor demais
distribuindo samambaias
orvalhadas do ar mais puro
amando tantos olhos
estou entregando primaveras
gratuitamente
em praça pública
doando sementes de segredos
desvendados
até para mãos arredias
estou me distribuindo
de presente
porque me rebentaram
inúmeras margaridas
selvagens
e eu quero
plantar o pólen
no mundo
Entre idas e vindas, eu nunca me senti inteiro, sabia que você estava em algum lugar do mundo, então eu tentei te buscar, tentei te encontrar e errei em todas as tentativas.
Talvez nesta vida não fiquemos juntos, então eu só irei embora.
Eu não me vejo com outro alguém, eu não me vejo em um mar de felicidade.
Se o meu amor não está ao meu lado, mas eu ainda consigo sorrir e fingir que tudo está bem, eu ainda consigo viver com um vazio que já faz parte de mim.
Eu estou mudando de cidade pra esquecer tudo o que eu tenho aqui, eu estou mudando de vida pois sei que as coisas nunca irão ser como eu sonhei.
Eu estou sendo uma pessoa forte a cada dia que se passa, e uma pessoa fraca a cada noite que chega.
Mas no final a minha felicidade pouco me importa, se você continuar sorrindo isso será o suficiente para mim.
VENDAVAL NO CERRADO (soneto)
Áspero, entre os uivos, em lufadas nos buritis
De um constante sussurrar de uma ladainha
Prelado em prece, bailam nos galhos os saguis
Na imensidão, quando a tempestade avizinha
Rezas sobre a melancolia, agitam os pequis
Sobre o cerrado, badala o sino da igrejinha
E, em refrega, no céu, desenha o arco-íris
Grassando poeira tal qual a erva daninha
Bufa, num redemoinho em tal longura
Que abres no horizonte em chiar bravio
Gemendo o sertão num suspiro funeral
E invade, como guerreiro, toda a secura
Do chão, num comando do seu assobio
Avança atroz no planalto... o vendaval
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
23/01/2020, Cerrado goiano
Perigo meus sonhos entre meus pesadelos te amo...
Sob cada momento é esperado o amor derradeiro...
Então vou rastejando com minha humilde....
Tendo esperança de dias melhores....
Apenas vejo destruição e morte...
Num mundo de desmandos apenas observo a tristeza do mundo...
Minha esperança se renova a cada momento perdido na minha mente...
O desejo claro de amar com paixão....
Sempre se invaidese nua num bravo anoitecer tento me lembrar de você amor...
Tudo pôde arrebatar a alma...
Vindo da clareza inóspita...
A vejo a desejo como a liberdade....
Um fruto desejado dessa vida amor.
Sendo surgido bem plena virtude...
Abraço cada instante como o último...
Nada que pense o faça mudará o que sinto...
Para sempre vou te amar.
Infelizmente temos que optar entre a sinceridade e a simpatia.
Pessoas que dão valor apenas a aquilo que, para elas sejam o correto, e usam tais atribuições para cobrar o mesmo dos outros, sempre serão tidas como antipáticas.
Embora tenha razão sobre aquilo que pregam, o seu círculo de amizades sempre será restrito.
Já os ditos, simpáticos, sempre estarão rodeados por aqueles bajuladores e bajulados de sempre, sem se importar com o grande risco de estarem vivendo
numa falsidade de propósitos.
(Teorilang)
hei , VOCÊ se estiver triste em situações ruim , nunca entre no casulo sozinho,
Leve sua amada contigo , só pra não correr o risco de sua borboleta voar primeiro
em rumo diferente onde o vento de outro amor a chamar ...
Não importa o que aconteça, apenas não entristeça deixando doer a alma de quem te ama.
Caminhei pelas ruas e calçadas...
Entre dias e madrugadas...
Lua em companhia...
Noites quentes...
Noites enluaradas...
Estradas prateadas...
Conheci salões cinzentos...
De muitos risos...
Poucos alentos...
Muitas loucuras...
Tantas tolas fantasias...
E no espanto do menino...
Em que tudo descortinava ...
Pude ver algumas monstruosidades...
De mentes inacabadas...
Almas vazias...
Grandes gargalhadas...
Bocas úmidas...
Que taças e copos tudo absorvia...
Perdi querendo encontrar...
O que nunca esteve por lá...
Nada contava nem tinha nome...
Eras de breu...
E o réu era eu...
Era tão fácil ser feliz ...
Mentirosas propostas ouvi...
E no sabor do vinho me corrompi ...
Hoje ainda não sei como caminhar nas ruas...
Sem estar...
Em ruas que ficaram para trás no tempo...
Sem estar ...
Esperança que aprendi com as ruínas...
Triste e lamentável fado...
Hoje...
Paz cultuo...
Na lembrança desse banco...
Aqui sentado...
Sandro Paschoal Nogueira
A gargalhada
Como é bom dar uma gargalhada
Entre amigos fazendo palhaçada
Quebrando o gelo para conversar
Ou para o estresse se dispersar
Ela vem de dentro de você
O diagrama controla o ar em você
Num ritmo envolvente de inspiração
Sincronizado com o movimento de expiração
As vezes vc fica ser ar de tanto gargalhar
Seja de uma queda de se esparralhar
Ou de um momento de euforia contagiante
De felicidade entre seus participantes
Ela pode ser gaiata ou abobalhada
Assim com sinistra ou avacalhada
Não tenha vergonha de sua gargalhada
Cada um tem a sua a ser compartilhada
A vida passa
Passando estou
De passagem
No passado passageiro
Entre linhas de um poema
A espera suprema
De um beijo delicado
Do porta retrato
Entre versos sem sentindo
Sentindo sentir o coração
Escrevendo palavras
Ignorando a razão
Gritos internos
De um voz ímpar
Que grita sem parar
Não posso te amar
Dentre os motivos que posso escolher
Escolho o que me motiva
A nem um deles escolher
Eu escolhi te esquecer
A fumaça do meu quarto
se confunde entre entrada e saida
De fora a vida começa
vizinhos conversam
aqui, até agora nada florece
Coloco uma nova música velha
A vantagem do passado
é que ele ta cheio de maravilhas
a desvantagem é quando a gente fica preso no proprio
remoendo mémorias que normalmente são inventadas
Somos traidos pela memoria
ficamos presos em frames de emoções
Raramente sinceros
o futuro é o desconhecido maravilhoso
o passado, não passa de memes
Existirá diferença entre poesias ou poemas?
Ao invés de debater, vamos apenas mergulhar em sua leitura,
para embevecer nossa alma...
Osculos e amplexos,
Marcial
EXISTE DIFERENÇA ENTRE POESIAS OU POEMAS?
Marcial Salaverry
Parece ser algo que não tem solução, o fato de tentar achar uma diferença entre poesias ou poemas, mas na verdade, pouca importância há se existe ou não diferença quanto ao significado entre essas duas palavras, pois ambas representam a entrada, ora para um mundo de sonhos, ora para um mundo real, ora para um mundo de amor, real ou ficcional, ora para melhor olhar a Natureza, ora para protestar contra algo ou alguém, ora para levar alguém a orar...
Poesias ou poemas, são textos que mexem com o imaginário, despertando sensações que pareciam adormecidas, como também nos traz lembranças de um amor que ficou no passado. Pode trazer para perto o amor que está distante, diminuindo a tristeza de uma saudade. Também pode falar mostrando-nos a beleza que é uma amizade sincera, que podemos considerar a mais nobre forma de amor que existe...
Poesias ou poemas, na verdade algo que torna mais vivo nosso amor, despertando nosso romantismo, assim como algumas vezes nos faz mergulhar em um clima de sensualidade e erotismo. Por vezes, faz-nos falar mais de amor, de paixão, seja de amores conquistados, ou de amores perdidos. Amores que são lembrados ou esquecidos, ou até mesmo sonhados, conforme o que representou.
Poesias ou poemas, simplesmente falam da Natureza, transportando-nos para suas belezas, assim como também falam de Deus, despertando-nos para a Fé, e também falam de Paz, abominando a guerra. Também tem aquelas que cantam a dor ou a guerra. Existe essa contradição.
Poesias ou poemas, falam da beleza de um nascer do sol, e de seu arrebol, falam da beleza de uma noite de luar, falam da beleza que existe na chuva, também da beleza do mar, dos rios, do canto dos pássaros, do desabrochar de uma flor, de um beijo, seja de amor ou de amizade.
Falam, enfim, da vida em todas suas manifestações. Falemos, então de poesias, de poemas, explicando da melhor maneira, “O Que São Poemas”...
"O QUE SÃO POEMAS (OU POESIAS...)
Marcial Salaverry
Poemas são versos que falam de amor,
que cantam da Natureza,
toda sua inexcedível beleza...
Encerram a certeza da verdade,
mostrando do poeta, a sensibilidade...
Poemas que são pétalas de doçura,
refletindo toda a ternura
que o poeta leva n'alma,
que enternece e acalma...
Ensinam a verdade do sentimento,
apagando toda dor ou lamento,
sempre procurando o amor resgatar...
De amar não se pode nunca cansar...
Poemas mostram que a vida
não pode ser perdida...
Mostrando com ternura,
que a vida é feita de ventura...
Poemas mostram a beleza das flores,
de um regato a rumorejar,
das plantas pela manhã a orvalhar...
Enfim... mostram a beleza de amar..."
Realmente, para falar de poesias, o melhor é poetar. É ir buscar no fundo da alma o que tem o poeta para transmitir.
Essa a verdadeira definição de poesia. É o espelho da alma do poeta, é onde ele consegue "dizer" o que sente. Sempre será preciso saber ler uma poesia, procurando interpretá-la além daquilo que está escrito.
Numa metáfora, num jogo de palavras fica dito aquilo que não está dito. É preciso ir além do texto, procurando captar o que realmente o poeta quis dizer, mas não disse com palavras, deixando implícito o que efetivamente estava a sentir. Se é real aquele texto falando de um amor candente, se é um amor vivido, ou apenas seu secreto desejo. Se aquela musa especial é alguém de carne e osso que ele ama, ou se é apenas uma figura etérica que ele desejaria encontrar. Se apenas representa a inspiração poetal que levamos em nossa alma, mas nem todos conseguem deixá-la fluir, e "falar" o que está na alma...
E como, em cada cabeça existe uma sentença, um mesmo poeta é "visto" de diversas maneiras por quem o lê. Pode ser, como dizem os portugueses, besta ou bestial, dependendo do enfoque do leitor. De qualquer maneira, poeticamente desejo a todos, UM LINDO DIA, esperando que se repita por cada dia de nossa vida,
e sem se preocupar com a possível diferença entre POESIAS OU POEMAS...
Marcial Salaverry
Wes
Ainda estou tentando entender o que aconteceu entre nós
Quando começamos a nos beijar, eu me senti viva novamente
Eu voltei a respirar
Tenho vontade de te beijar pra sempre
Não conseguiamos parar de nos beijar, foi tão intenso
Você me deixava sem fôlego, mas eu precisava continuar te beijando, era como se minha vida dependesse de cada beijo
Foi maravilhoso, e quando lembro de você, de nós...
É como se eu pudesse te sentir de novo
Foram os seus lindos olhos azuis, que me encontraram
Mas, foi te beijar, sentir seu corpo quente junto ao meu, que me fez sentir novamente
Sensações que não imaginei serem possíveis depois de tudo
Mesmo que eu e você não chegue a lugar nenhum, foi você que fez com que eu descobrisse que pode ser diferente
E ainda assim terá valido a pena
Te Quero Gato
- 21 de Novembro de 2018
VERSOS GENUINOS (soneto)
Não me devaneei na quimera... Perdi-me
Na indecisão, entre os amores. E descobri-o
Junto de ti, vivo, bem vivo... E tão gentio!
E na escolha do querer, ao coração sublime
E há mais do que galgar, sem ser íngreme:
Há o que no desejo, ao tocar, tem arrepio
E no olhar, o tal brilho, aquele que é luzidio
Que faz histórias, e aos sonhos não oprime
Ah! Como é bom contigo estar, ó prenda!
Tão ansiada. Onde a paixão não é fugitiva
E entenda: - és tu a mais feliz das alegrias
Se é uma terna ilusão, ou talvez uma lenda
Assim possa, então, à inspiração ser cativa
E ao amor, os versos genuínos, das poesias
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
09/01/2020, 06’35” - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Pode ser que, em outras estações este mesmo sol volte a brilhar.
Pode ser que, entre uma em um milhão encontre a mesma beleza.
Pode ser que , o que o vento levou, traga de volta o perfume
Pode ser que, o tempo e a ausência te encontre para te dizer o que quer ouvir.
A certeza é que existem coisas que podemos mudar, exceto o amor.
O porquê da venda/cegueira da nossa [humana] INJUSTA justiceira…
Quem certo dia, entre nós escolheu;
vendar olhar, à dita justiceira;
acertou, por nos vir mostrar, cegueira;
que para o ver, da verdade; perdeu!
Nesse mau cegar, que a ela, a venda apega;
No permitir, de nós, um tapar de olhos;
a ela mesma: daí, ter aos molhos;
tanta injustiça: daí, ser tão cega!
Principalmente, quando julga: a um rico;
que por dinheiro, pra bem a vendar;
dela tão faz, o que todos sabemos!...
Daí, triste eu, com justiceira fico;
Quando a tal vejo, a tão cega tornar;
Essa JUSTIÇA, que nela; NÃO TEMOS.
Com pena, por na tal [só o nome] de justiceira, termos;
Lobos Sobre Brasas - Luan Garcia Pereira Barros 15\02\2020
Das cinzas do jequitibá
surjo entre fogo.
Na ardência das brasas,
urro como lobo.
Ó dor insuportável, que
me queima, dilacerando
minha carne. Ó senhor
tenha piedade.
Sinto que meu fim esta
próximo, nada posso fazer.
Me queimo, me queimo e
finalmente sinto-me morrer.
Mesclada é a vida de sonhos, desventuras,
entre amarguras sorrisos de alegria.
Flores, ruínas o tempo descortina,
por entre as trevas a luz que ilumina.
Em mil nuances a vida se retrata,
e em mil espelhos o seu perfil reflete.
Montanha russa com altos e baixos.
No vai e vem a vida se repete...
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