Textos de Ajuda
O conhecimento acessado com o estímulo da pineal pela Ayahuasca ajuda na expansão da Consciência, mas para assumir o autocontrole e o equilíbrio do ego, a cura do ego, é preciso a autêntica ação cotidiana do IMPULSO, VONTADE, INTENÇÃO e PROPÓSITO, para a transformação íntima.
Sebastian Striquer
Se você ajuda alguém que está precisando, e essa pessoa não te ajuda quando você está precisando, e você sente raiva ou frustração por isso, significa que sua ajuda não foi realmente por amor, mas por interesse. Quando você ajuda alguém esperando algo em troca, você não está dando, você está negociando.
O verdadeiro amor não cobra retorno. Quando você ama de verdade, sua ajuda é um ato puro, sem condições ou expectativas. Você dá sem esperar nada em troca, porque o amor é sobre o que você pode oferecer, não sobre o que você pode receber. A verdadeira bondade nasce da vontade de ver o outro bem, sem se prender ao que isso pode trazer de volta para você.
Chover ajuda a florescer,
Chorar ajuda a desabafar,
ambos influenciam
no amadurecer
no avivamento,
nogerminar de bons frutos
no adequado momento,
sendo assim, são necessários,
a chuva alimenta a flora,
o choro liberta a alma,
quando chegar a hora,
nenhum deve ser dispensado,
portanto, que chore, que chova.
POR QUE PESSOAS INTELIGENTES TAMBÉM TOMAM DECISÕES RUINS?
Inteligência ajuda a resolver problemas.
Mas existe um problema que a inteligência, sozinha, não resolve: o que fazemos com a própria inteligência.
Uma pessoa cognitivamente sofisticada pode analisar cenários complexos, compreender argumentos difíceis e construir justificativas extremamente elaboradas.
Essa capacidade pode ajudá-la a encontrar a verdade. Também pode ajudá-la a defender aquilo em que deseja acreditar.
Quanto maior a capacidade argumentativa, maior pode ser a capacidade de racionalização.
Não usamos nossa inteligência apenas para revisar crenças. Também podemos usá-la para protegê-las.
Por isso, inteligência e discernimento não são sinônimos.
Uma pessoa pode possuir enorme capacidade de processamento e atribuir pesos inadequados às informações que processa. Pode compreender perfeitamente um argumento e recusá-lo por razões identitárias. Pode reconhecer probabilidades e agir impulsivamente.
A pergunta, portanto, não é apenas quanto conseguimos pensar.
É como regulamos aquilo que participa do pensamento.
Discernimento não compete com inteligência. Opera sobre outra dimensão.
Ele pergunta quais elementos devem participar de uma decisão, quanto devem pesar e quando uma interpretação precisa perder autoridade.
Talvez por isso pessoas extremamente inteligentes também consigam cometer erros extremamente sofisticados.
A inteligência pode construir caminhos. Mas não determina, sozinha, qual caminho merece ser seguido.
Pensar muito não garante pensar bem. E pensar bem não garante discernir o que deve governar a decisão.
Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador
Importo-me mais com o que vejo do que com muitas baboseiras e fofocas que ouço.
O silêncio ajuda mais do que o falar em demasia.
Deus, em Sua infinita sabedoria, fez-nos possuidores de uma só boca e dois ouvidos, querendo, com isso, que utilizássemos em dobro nossa capacidade de ouvir e nos habituássemos à contenção de palavras inúteis e fúteis.
Quanta coisa se ganha ao refletir.
Vamos la, eu quero tentar ser uma pessoa melhor, sorrir mais, pedi ajuda ao GPT, ele me pediu pra listar coisas pelo qual sou grato:
POR DEUS, PELOS MEUS FILHOS, PELO MEU TRABALHO, PELA MINHA SAUDE, PELOS BENS QUE JA CONQUISTEI, POR PODER CONHECER PESSOAS NOVAS. Não sei o que mais dizer....fato é que eu quero melhorar, sorrir mais....
Experimente este exercício para ajudá-la a se conectar com seu eu superior, recuperando, assim, seu equilíbrio e paz, o que consequentemente implicará no seu progresso. Procure um lugar sossegado, feche os olhos e respire fundo. Segure um pouco o ar e solte-o lentamente. Respire de novo e solte o ar por inteiro, largando seu corpo. Observe seus pensamentos.
Se estão agitados, vá repetindo a palavra “calma”. Respire fundo e solte o ar, largando de novo seu corpo. Massageie os músculos da nuca. Sinta essa parte tensa e vá relaxando, captando a sensação de desprendimento.
Se você observar o seu corpo, ele estará cheio de sensações. Pense nos pés. Mexa-os um pouco para senti-los. Agora sinta um sol suave e caloroso derretê-los como se fossem feitos de gelo. Os músculos se soltam, junto com os nervos, os ossos, o tornozelo, as pernas, os joelhos. Enfim, todas as partes do seu corpo derretem suavidade.
Retome a respiração. Encha o pulmão de ar e solte… Calma! Você está consciente e em paz. Seus olhos, seu couro cabeludo se desprendem levemente. Em seu coração, suas emoções se tranquilizam. Repita: “dentro de mim não há perigo. Eu me solto em paz. Eu mereço um minuto de paz.”
Imagine agora que suas lembranças, inclusive raivas e mágoas, são como bolas negras que se dissolvem, evaporando-se no ar. Você está só, sem passado e sem futuro. Só existe o agora. Diga: “eu existo.” Nesse instante, escute o silêncio. Mergulhe nesse universo e sinta o calor que toma conta do seu corpo. Um calor abrasador. Ele começa a criar em seus ossos, nervos, músculos, veias, sangue, vísceras, pele, um novo desejo, um novo amor à vida.
Não há nada maior ou menor que você. Todas as coisas são iguais e pertencem ao mesmo universo. Não há bem e mal. Tudo é perfeição. Esse calor penetra em você agora e é tão forte que seus sentidos acordam para a lucidez e você começa a crescer, se expandir… se tornando do tamanho do universo.
A voz da vida é você. Diga: “Eu sou Deus. Eu sou paz. Eu sou a vida. Eu sou eu e tudo o que existe. Eu sou as pequeninas folhas de uma planta e sou as galáxias que há no espaço. Sou definitivamente a consciência viva, eterna e livre”.
Luiz Gasparetto
"Zoológico que recebe um público variado, onde as atrações sobrevivem com ajuda. Análises comportamentais durante o dia, e percebemos as semelhanças com nossas rotinas. Mas os ativistas apresentam vossas críticas construtivistas, só pensando em prisões não contemplativas.
Manifestações pelas liberdades dos animais, mas não estão mais em vossos territórios de origem. E a natureza muda, nos mostrando as ações do tempo relativo. Ciclo da vida de interesse do biologista Gregor Mendel, mas chamam a medicina veterinária para intervir nas falácias. Nisso encontram doenças, cuja à cura se encontra na própria natureza.
Saudamos uma visitação ilustre, na qual os interesses são corroboristas. Mas os críticos manifestam seus lados emotivos, gerando discursos indesejáveis. No entanto geram imagens, espalhando boatos de verdadeira incompatibilidade.
Parte do público fica surpreso com as atitudes da ilustríssima Jane Goodall, que se oferece a dar uma palestra. Contentamento dos funcionários e os(as) médicos(as) se interessam pelas esplanações, e és que aparece um Etologista chamado Konrad Lorenz e se junta a Jane Goodall.
Sistemas sensoriais atentos e começa uma brilhante explanação, até os conceitos de evolucionismo. Nisso parte da plateia fica indignada e se manifestam de forma inadequada. Com isso Konrad Lorenz intervém, tentando demonstrar as reações instintivas com o auxílio de Spike (um dos animais do zoológico), mas parte do público continuam indignados e outros se comovem com os comportamentos de Spike.
Críticas surgem no outro lado do parque, chegando aos ouvidos de Charles Darwin. Inconformado com os dizeres escutados, ele pega suas pesquisas e parte para o local da apresentação. Assim acontece um dos maiores encontros da humanidade, chamando atenção dos ativistas no parque.
Então Charles Darwin pede que os eufóricos se acalmem e tentem ficar concentrados em seu discurso sobre as espécies, nisso parte da agitação cessa e o público na plateia fica em silêncio. Com o auxílio de Konrad Lorenz, ele chama Spike e um voluntário da platéia, fazendo com que ambos interajam.
Entretanto, Mark, o voluntário da platéia apresenta uma reação diferente da euforia prévia, demonstrando um pouco de medo do Spike. Mas o cuidador de Spike dá uma voz de comando para ele abraçar Mark, e Spike o faz conforme informações recebidas.
O público percebendo as intenções de tal cena, passam a se questionar. Nisso Jane Goodall vendo o público em silêncio mas com expressões de admiração, pede para Konrad Lorez continuar suas esplanações.
Porém Charles Darwin pede à Konrad Lorenz que aguarde mais alguns minutos, nisso ele pega seu material de pesquisa e mostra parte da teoria sobre as "Origens da Espécie" e relata que levou 20 anos para ter coragem e pública-la.
O público ainda desnorteado, percebem uma sensação diferente no ambiente, enquanto Charles Darwin esplana sobre a "Seleção Natural das Espécies". Vendo o público admirado e com aparências oscilativas, um dos funcionários resolve chamar o nutricionista do parque.
Recebendo o convite oral, Carl Trent se sente inspirado e vai até a horta do parque. Nisso o funcionário retorna até o local das palestras e chama Konrad Lorenz para acompanha-lo, enquanto Charles Darwin continua sua aula.
Chegando na cozinha do parque Konrad Lorenz visualiza algumas bandejas com vegetais e o funcionário lhe apresenta o nutricionista Carl Trent. Admirados, o funcionário repara em uma semelhança entre o etologo e nutricionista..."
“É sempre assim, a pessoa tá mal,
te pede ajuda, você tenta ajudar, dá bons conselhos,
ela vai lá, faz tudo ao contrário do que você disse,
se ferra e você ainda é obrigada(o)
a ficar ouvindo ela chorando porque se arrependeu do que fez...
ninguém merece pow, meu ouvido cansou de ser pinico...
porque quando sou eu que preciso você corre?
meu expediente de psicóloga gratuita, fechou a seção por hoje ;)
—By Coelhinha
Sem a ajuda do braço mais forte — parte da sociedade e do próprio Estado —, o crime jamais se sustentaria.
Ele não sobrevive apenas da astúcia dos que o praticam, mas da conveniência dos que fingem não vê-lo e da conivência dos que o retroalimentam.
Grande parte da própria sociedade que o demoniza também é criminosa, só comete crimes diferentes.
É no silêncio das instituições, na corrupção disfarçada de burocracia e na indiferença coletiva que o crime encontra solo fértil para florescer.
Enquanto a força que deveria combatê-lo continuar a servi-lo — por medo, interesse ou omissão —, a injustiça deixará de ser exceção para se tornar estrutura.
E nesse cenário, o verdadeiro perigo não está apenas nos que transgridem a lei, mas nos que a manipulam em nome dela.
Reconhecer que precisamos de ajuda pode ser o pontapé que o problema precisa!
Precisar de ajuda não é um atestado de fraqueza; é, quase sempre, o primeiro gesto honesto de coragem.
Há problemas que não pedem força, pedem escuta.
Não exigem resistência, exigem cuidado.
E é justamente nesse ponto — quando o orgulho cansa e o silêncio pesa — que admitir a própria necessidade se torna o pontapé inicial para a mudança.
Durante muito tempo aprendemos a empurrar dores para debaixo do tapete da rotina, como se ignorá-las fosse sinônimo de maturidade.
Mas a saúde mental não aceita adiamentos indefinidos.
O que não é dito vira peso, o que não é cuidado vira ferida, e o que não é tratado acaba gritando de formas que já não controlamos.
O Janeiro Branco nos convida a limpar os excessos acumulados na alma, a revisar pensamentos, emoções e limites.
É um lembrete de que pedir ajuda não diminui ninguém — ao contrário, amplia as chances de seguir inteiro.
Cuidar da saúde mental é um compromisso diário, não um luxo reservado aos que “não aguentam mais”, mas um direito de quem deseja viver com mais lucidez, leveza e dignidade.
Reconhecer que precisamos de ajuda pode, sim, ser o pontapé que o problema precisa.
Porque todo processo de cura começa quando paramos de lutar sozinhos, e aceitamos caminhar acompanhados.
Talvez a sensação de descobrir ter sido manipulado com a ajuda da IA seja a mesma de descobrir ter sido assaltado com réplica de arma.
Mas a diferença entre os que são assaltados com réplica de arma e os que são manipulados com a ajuda da IA é que os primeiros não idolatram seus agressores.
Se algum dia os Asseclas Apaixonados despertarem e perceberem que foram manipulados pelos políticos-influencers com recursos terceirizados, talvez troquem a paixão pela revolta…
Talvez a maior violência nem seja a da arma — verdadeira ou réplica —, mas a da consciência ferida quando percebe que entregou a própria confiança a quem jamais mereceu.
Ser assaltado com uma réplica de arma é experimentar o medo real diante de um perigo fabricado.
O coração dispara, o corpo obedece, a vida parece ficar por um fio — ainda que o gatilho jamais pudesse cumprir a ameaça.
A dor vem depois, quando se descobre que tudo foi sustentado por uma encenação.
Mas, ao menos ali, a vítima reconhece o agressor como tal e qual.
Já quando a manipulação acontece com a ajuda da Inteligência Artificial, o enredo é muito mais sutil.
Não há correria, não há gritos, não há mãos ao alto.
Há algoritmos, narrativas calculadas, recortes convenientes da realidade.
Há “políticos-influencers” que terceirizam argumentos, fabricam proximidades e simulam verdades com a precisão de quem sabe exatamente onde tocar para provocar aplausos — ou indignação.
A diferença mais perturbadora talvez esteja nisso: quem é assaltado dificilmente defende o agressor.
Mas quem é manipulado, muitas vezes, transforma o manipulador em mito.
E confunde-se quase tudo…
Dependência com lealdade.
Repetição com convicção.
Engajamento com consciência.
Autoritarismo com autoridade.
Arrogância com bravura…
E até Discurso de Ódio com Liberdade de Expressão.
Os asseclas apaixonados não percebem que, ao terceirizarem o próprio juízo, tornam-se extensão da estratégia de quem os conduz.
E toda paixão cega tem prazo de validade: dura até o dia em que a realidade rompe o encanto.
Se esse despertar vier, pode ser doloroso.
Descobrir-se usado é como acordar no meio de um teatro vazio, percebendo que a plateia era figurante e o roteiro nunca foi seu.
Nesse instante, a paixão pode, sim, virar revolta.
Mas talvez haja um caminho mais nobre que a revolta: o da responsabilidade.
Não apenas contra quem manipulou, mas consigo mesmo — pela pressa em acreditar, pela comodidade de não questionar, pelo conforto de pertencer.
Porque, no fim, nenhuma tecnologia é mais poderosa do que a disposição humana em não pensar.
E nenhuma libertação é mais revolucionária do que reaprender a pensar por conta própria.
O crime, de forma geral, jamais subsistiria sem a ajuda de parte da sociedade e de parte do Estado e seu braço armado.
É uma ferida aberta, dolorosa, incômoda — daquelas que muitos preferem cobrir com discursos prontos a encará-las com honestidade.
Mas ela está ali, latejando, lembrando que nenhuma estrutura criminosa se sustenta sozinha.
Há sempre uma teia invisível de conveniências, silêncios e conivências que a mantém de pé.
Isso não é muito diferente de outras lutas sociais que, à primeira vista, parecem ter um inimigo bem definido.
O combate ao machismo, por exemplo, torna-se ainda muito mais árduo quando se percebe que ele também é reproduzido por mulheres.
Não por essência, mas por condicionamento, por cultura, por sobrevivência em um sistema que ensina, desde cedo, a normalizar o absurdo.
Da mesma forma, enfrentar o corporativismo e a leniência entre pares dentro do Estado é uma tarefa extremamente espinhosa.
Durante décadas, construiu-se — e vendeu-se — uma imagem quase intocável de idoneidade, especialmente no que diz respeito às forças de segurança.
Questionar isso, para muitos, soa como heresia.
E é exatamente aí que mora o problema.
Porque, além das defesas técnicas e estratégicas entre os próprios agentes, existe ainda uma camada mais difícil de atravessar: a defesa cega, emocional, quase devocional de uma parcela da sociedade que se recusa a pensar por conta própria.
Que transforma crítica em ataque, e cobrança em traição.
Nesse cenário, abusos deixam de ser exceção para se tornarem relativizações.
Agressões viram “excessos compreensíveis”.
Autoridade se confunde com autoritarismo — e tudo isso vai sendo absorvido, digerido e, pior, justificado.
A indignação seletiva, nesse contexto, não é apenas um detalhe — é parte do problema.
Ela é tão medonha quanto a própria barbárie que diz combater.
Porque não se trata apenas de condenar o erro, mas de escolher quando e contra quem ele importa.
E talvez o retrato mais cruel disso seja imaginar: se a vítima em questão não fosse também uma policial, quantos dos juízes de plantão — esses togados da verdade das redes sociais — estariam, neste exato momento, invertendo papéis, buscando justificativas, insinuando culpas?
Quando a justiça depende de quem sofre, ela já deixou de ser justiça há muito tempo.
Com tanto assalto com arma de brinquedo e tanta manipulação com a ajuda da IA, a linha entre a ficção e a realidade fica cada vez mais tênue.
Talvez o problema nunca tenha sido apenas a existência da mentira, mas a nossa crescente disposição em aceitá-la — sobretudo quando ela nos convém.
A arma de brinquedo só funciona porque alguém acredita que ela é real — e o mesmo vale para discursos, imagens e narrativas cuidadosamente montadas.
No fim, não é o objeto que engana, é a percepção que se deixa enganar.
Vivemos um tempo em que a aparência ganhou um poder quase absoluto.
Um vídeo convincente pode pesar mais que um fato, uma frase bem editada pode silenciar uma verdade complexa, e uma mentira repetida com confiança pode se vestir de realidade inquestionável sem grande esforço.
A tecnologia não inventou isso, mas acelerou tudo.
Tornou mais fácil fabricar versões, ajustar contextos e distribuir ilusões em escala industrial.
Mas há algo ainda mais inquietante nisso tudo: não estamos apenas sendo enganados — estamos, muitas vezes, escolhendo versões da realidade como quem escolhe um produto na prateleira.
Preferimos o que confirma, o que conforta, o que simplifica.
E assim, pouco a pouco, vamos terceirizando o nosso senso crítico, alugando nossa capacidade de discernir em troca de conveniência emocional.
A linha entre a ficção e a realidade não está se tornando tênue apenas por causa das ferramentas que temos, mas pela forma como decidimos utilizá-las — e, principalmente, pela forma como decidimos não questioná-las.
Porque no momento em que deixamos de duvidar, de investigar, de refletir, qualquer encenação bem feita passa a ter força de verdade.
No fim, talvez a pergunta mais honesta não seja “o que é real?”, mas “o quanto ainda estamos dispostos a procurar pelo real, mesmo quando ele nos desagrada?”.
Talvez eu até consiga ajudá-los a Romantizar a Separação, quando eu não tiver mais que lutar para normalizar o Direito das Mulheres continuarem Vivas depois dela.
É curioso como a sociedade adora transformar dor em poesia quando ela não lhe pertence.
Falam sobre términos como quem fala sobre crescimento pessoal, liberdade, reencontros consigo mesmo.
Publicam frases bonitas e bem embaladas sobre recomeços, maturidade emocional e finais necessários.
Tudo muito elegante — desde que a separação não tenha o rosto de uma mulher ameaçada, perseguida, humilhada ou morta por não aceitar permanecer onde já não existia amor, respeito ou segurança.
Romantizar a separação é um privilégio que muitas mulheres ainda não possuem…
Porque, para elas, terminar não significa apenas reorganizar a vida emocional.
Significa calcular riscos.
Medir palavras.
Avisar amigas.
Compartilhar localização em tempo real.
Trocar fechaduras.
Pedir medida protetiva — ou que finge ser.
Significa descobrir que o momento de maior perigo em uma relação abusiva não é durante o relacionamento, mas justamente quando ela decide partir.
E há algo profundamente cruel em uma cultura que ainda pergunta “mas o que ela fez?” antes de perguntar “por que ele acreditou ter o direito de destruir?”.
Como se a decisão de ir embora ainda precisasse ser justificada.
Como se a Liberdade Feminina fosse uma concessão masculina e não um direito inegociável.
A sociedade ensina homens a lidar com a conquista, mas raramente os ensina a lidar com a rejeição.
Ensina posse disfarçada de amor.
Controle disfarçado de cuidado.
Ciúme tratado como intensidade emocional.
E depois se surpreende quando alguns transformam frustração em violência.
Enquanto isso, mulheres seguem aprendendo estratégias de sobrevivência para exercer um direito básico: o de mudar de ideia, partir, recomeçar.
Talvez um dia seja possível falar sobre separação apenas como um rito humano — triste às vezes, libertador em outras, mas natural.
Talvez um dia os textos sobre términos possam ser apenas sobre cura, autoconhecimento e novos caminhos.
Mas, até lá, ainda existe uma urgência muito maior que a poesia: garantir que Mulheres sobrevivam ao simples ato de dizer “não quero mais”.
Desculpem-me por não poder ajudá-los a Romantizar a Separação; estou muito ocupado com a Normalização das mulheres poderem continuar Vivas depois dela.
Há separações que encerram uma história…
E há homens que, incapazes de aceitar o fim, transformam o término em uma guerra.
Talvez precisemos parar de romantizar frases como “se ela não for minha, não será de mais ninguém”, “ela acabou comigo” ou “eu fiz tudo por ela”.
Não há romantismo quando o amor se transforma em posse, quando o ciúme se apresenta como prova de sentimento ou quando a rejeição é tratada como uma ofensa que precisa ser vingada.
Separar-se deveria ser apenas isso: separar-se.
Não deveria exigir coragem para sair, medo de ser perseguida, mudança de rotina, bloqueios, medidas de proteção ou a preocupação constante de que o ex-parceiro não aceite que a relação terminou.
Uma mulher não deve precisar convencer ninguém de que tem o direito de ir embora.
Ela não precisa oferecer uma última conversa.
Não precisa permanecer disponível para aliviar a frustração de quem não aceita o fim.
Não precisa justificar cada passo depois da separação.
E, principalmente, não precisa pagar com a própria vida pelo simples direito de dizer“acabou”.
Precisamos normalizar algo que jamais deveria ter deixado de ser óbvio: mulheres continuam pertencendo a si mesmas após um relacionamento.
Continuam livres.
Continuam donas dos próprios corpos, das próprias escolhas, dos próprios caminhos e, sobretudo, do direito de reconstruir a própria vida.
Romantizar a separação é muito fácil quando se olha para ela como roteiro de filme ou novela.
Difícil é encarar aquilo que acontece quando o amor termina e alguém decide que o outro não tem o direito de seguir em frente.
Por isso, talvez seja hora de trocar algumas narrativas.
Menos: “ele a amava demais”.
Mais: “ele precisava respeitar o fim.”
Menos: “ela destruiu o coração dele”.
Mais: “a dor não dá a ninguém o direito de destruir outra pessoa.”
Menos histórias sobre os homens inconformados com a perda.
Mais atenção à mulher que só queria continuar viva após dizer não.
Porque terminar um relacionamento não deveria ser um ato de coragem.
Deveria ser apenas uma escolha.
E nenhuma mulher deveria precisar sobreviver para provar que teve o direito de fazê-la.
Ficar sozinho, às vezes, ajuda! A vida pede que façamos escolhas. Algumas que podem dar uma repaginada em seu cotidiano, outras podem não fazer nenhum efeito. Algumas para o bem, outras para o mal. Algumas que lhe aproxima de alguém que você tanto ama, outras que só afasta.
Depende do momento em que essa escolha está sendo feita. Depende de como ela está sendo feita. Por isso, quando se está com dúvida é bom refletir, é bom analisar, é bom ficar sozinho!!!
Tempo, tic, tac, passa ao redor de mim, tempo tic tac.
Me ajuda no que quero tempo, passa, extrai o pensamento.
Sento, agüento, o tempo é um tormento, tic TAC.
Me leva e me motiva, tic tac tempo, passa e renova.
Tempo, assopra a vida e os desejos, o toque dos meus sonhos.
Tempo, se esvai, as vezes me deixa as vezes me atrai.
Tic tac, meu tempo passa e as vezes não consigo.
A força do tempo, a força que repete, tic tac, passa.
Mas me deixa fazer o que desejo, não tire de mim os meus sonhos.
Tempo, tempo. Renova o pensamento.
E me deixa e me leva.
Autoestima sempre ajuda
Acho incrível como um corte de cabelo, uma roupa transada, unhas feitas e maquiagem dão um up no visual e na alma.
Parece que ficamos outra pessoa, mexemos na carcaça e parece que mexemos interiormente, na alma.
Sempre que estou triste me disponho a me arrumar, tenho muitas vezes um estilo mendigo, minhas vestimentas estão inversamente proporcionais a encontros interessantes, bastar eu sair mendiga ao supermercado para encontrar aquele pretê mega-ultra-giga-interessante.
Autoestima valorizada nos faz dar valor a nós mesmas, é claro que você não precisa de muita coisa para entender o seu valor como ser humano, mas muitas vezes a tristeza te consome de uma forma que somente a mudança de visual faz valorizar aqueles pontos fortes imperceptíveis.
Um toque aqui, um retoque ali e sua autoestima começa a subir degraus e de degrau em degrau chega ao topo.
Nos momentos mais difíceis da sua vida, ninguém vai ajudá-lo. Promessas surgirão, mas serão apenas promessas...
A única ajuda que você terá será de você mesmo, levantar a cabeça, mesmo quando machucado, confiar em si e ir à luta fará a diferença em sua vida! Só você é capaz de conduzir-se até onde quer chegar!
