Textos sobre Crítica

Cerca de 315 textos sobre Crítica

⁠O homem vive à base de crítica. O simples ato de ir ao supermercado e anotar os preços mais necessários — basicamente após fazer todos os cálculos, ele encontra o resultado insano do governo, que armado de imposto, apontando o dedo para sua cara, ele saca todo o seu dinheiro do bolso. Só não leva o seu relógio, porque ainda existe alguma dignidade com o seu tempo gasto.
Carlos Alberto Blanc

Inserida por CarlosAlbertoBlanc

⁠Quando uma pessoa te critica (saudavelmente) e te cobra, é porque ainda acredita em você e admira o seu potencial; ela considera que o seu eventual deslize foi apenas um acidente de percurso.
Esta é uma rica oportunidade para você visitar o seu ego e analisar se ele não sufocou sua humildade.
Absorva a cobrança e agradeça a lealdade da pessoa em relação ao que pensa sobre ti.
Qualquer postura contrária, denota imitauridade, arrogância e soberba.

Inserida por SergioJunior79

⁠Bom dia!

Lembre-se de confiar em Deus e na Sua sabedoria divina.

Seu péssimo humor, críticas e cansaço não podem obscurecer a luz que Ele coloca em seu caminho.

Que hoje seja um dia de renovação e gratidão pela oportunidade de crescer e aprender.

A sua irritação não solucionará problema algum.

O seu mau humor não modifica a vida.

Não estrague o seu dia.

Inserida por MDP007

⁠A Crítica Pode Desmascarar Você: Cuidado!

Evitar críticas aos erros alheios, especialmente as que atingem as feridas mais profundas da alma, é essencial. A crítica constante, muitas vezes inconsciente, não apenas prejudica quem a recebe, mas também reflete as inseguranças e imperfeições de quem a faz. Estudos mostram que a crítica está frequentemente ligada a mecanismos de defesa, nos quais projetamos nossas fragilidades e sentimentos de inadequação nos outros.
Esse hábito serve como um alívio temporário para tensões internas, desviando o foco de nossas falhas e reduzindo o desconforto com a própria vulnerabilidade. Em vez disso, é mais saudável cultivar empatia e autocuidado emocional, criando um ambiente de apoio mútuo e crescimento coletivo. Assim, promovemos harmonia e construímos relações mais construtivas e enriquecedoras.

Inserida por fernando_vieira_filho

⁠Crítica

As pessoas sempre vão te criticar mesmo vocêfazendo tudo ou nada.
Vão procurar motivos para te atacar.
Irão te apunhalar.
Vão te machucar e nem vão se importar.

Então seja feliz mesmo sabendo que isso ira custar julgamentos, cara feia.
Remodelar amizades, interesses, lugares...

Criticas te faz evoluir.
Evolução te traz aprendizado.
Aprender te traz reflexão.
Refletir te faz um ser compreensivo.
Compreender te traz empatia.
Empatia gera paz.
Foco na sua melhor versão!

Inserida por AnthonyMark

Desconfie quando alguém é cheio de sí.
Se acha superior,critica a todos.
Esses são os piores Se limpamos o tapete saí sujeira e se resolvermos levantar esse tapete.
Aí a casa desse "alguém " cai."
Então, cuidado com os preconceitos acompanhados de arrogância.
Você pode estar despertando inconscientemente o desejo de quererem descobrir o quanto és "perfeito" e acima de qualquer suspeita.
Nada fica encoberto para Deus.

Inserida por SilviaMarise

⁠Quando uma cobrança ou crítica...
Quando um reconhecimento ou elogio...
Tiverem o mesmo significado para você.
Ao mesmo tempo, com o mesmo peso ou a mesma importância...
Nesse dia, você entenderá o que significa felicidade.
Esse breve momento de sucesso sincero que poucos podem perceber. É exclusivamente seu.
É quando a gratidão não pode ser friamente pensada, e sim, naturalmente praticada como a naturalidade necessária de respirar.

Inserida por filipe_menezes_1

⁠A idealização finaliza o que nem chegou a começar; por vezes a crítica realizada ao outro é o reflexo de si mesmo .
O autonhecimento é um passo difícil de ser iniciado , mas pode ser o caminho para entender que tipo de relacionamento a pessoa está procurando.
Não existe pessoas perfeitas , mas sim pessoas com qualidades e defeitos, que estão em busca de sua melhor versão.
Ainda bem que somos mutáveis!

Inserida por ISLENESOUZA

⁠Resenha Crítica: O Banquete, de Platão
Por João Moura Júnior

O Banquete, de Platão, é um dos diálogos mais conhecidos da filosofia ocidental. A trama se passa em uma espécie de reunião festiva, onde sete personagens se revezam em discursos sobre o Amor (Eros). Entre eles estão Fédro, o primeiro a falar; Pausânias, que distingue entre dois tipos de amor; Erixímaco, que tenta dar um tom médico e universal à força do amor; Aristófanes, que apresenta um mito cômico sobre as “almas gêmeas”; Agatón, que entrega um elogio poético; e, finalmente, Sócrates, que, como de costume, desconstrói as falas anteriores para apresentar uma visão filosófica mais profunda, supostamente ensinada a ele por Diotima, uma mulher sábia. Por fim, chega Alcibíades, já embriagado, elogiando Sócrates de maneira apaixonada, revelando mais sobre o filósofo do que sobre o Amor em si.

Apesar do prestígio da obra e de seu lugar cativo nos estudos filosóficos, é importante pontuar críticas que raramente são levantadas. A primeira delas é o cenário: um banquete regado a vinho, onde os discursos, embora inicialmente bem intencionados, em muitos momentos se perdem em devaneios. Homens embriagados discutindo sobre um dos temas mais complexos da existência, o Amor, pode até parecer provocador ou ousado, mas resulta, na prática, em falas que mais se aproximam de vaidades infladas do que de sabedoria autêntica.

É evidente que há momentos de beleza literária e até reflexões profundas, principalmente no discurso socrático. Diotima, por meio de Sócrates, apresenta a famosa escada do amor, uma jornada que vai do amor físico ao amor pelo saber, até alcançar a contemplação da Beleza em si. No entanto, esses momentos são precedidos e sucedidos por falas que, muitas vezes, parecem desconexas, repetitivas ou baseadas em achismos emocionais. A embriaguez que se intensifica ao longo da obra simboliza, de forma irônica, o quanto a razão pode ser abandonada facilmente em meio à celebração, algo que deveria soar como alerta, mas é romantizado por Platão.

Outro ponto a se considerar é a completa ausência de vozes femininas reais. Diotima é mencionada, mas não está presente e, ao que tudo indica, pode até ser uma criação retórica de Sócrates. A filosofia, nesse contexto, é apresentada como um clube masculino, fechado, elitista e orgulhoso. A experiência amorosa feminina, assim como outras perspectivas não contempladas (como as do povo comum, os marginalizados ou os mais jovens), são ignoradas. Isso empobrece o debate, que poderia ser mais contagiante e mais conectado com a realidade da sociedade.

João Moura, ao ler O Banquete, compreendeu os fundamentos filosóficos do diálogo, especialmente no que tange à elevação do amor como impulso para o conhecimento e a verdade. No entanto, ficou com a sensação de que a obra é mais celebrada pela forma do que pelo conteúdo. A retórica, o estilo literário e o carisma dos personagens encobrem uma fragilidade conceitual: o discurso filosófico sério cede lugar a um jogo de vaidades, elogios mútuos e declarações etílicas.

A filosofia, para ser útil e transformadora, precisa estar enraizada na experiência concreta das pessoas. Deve surgir não em jantares refinados ou apenas em academias fechadas, mas nos becos, nas praças, nos ônibus lotados, nos corredores das escolas, nas conversas com quem vive à margem do pensamento acadêmico. Deve ser questionadora, mas também acolhedora. Deve incomodar, mas também inspirar. E acima de tudo, deve respeitar a lucidez, não se deve discutir o Amor (ou qualquer outro tema essencial da existência) sob o efeito do vinho, nem com o ego mais inflado que a razão. Com isso, cito quatro frases com o mesmo sentido, para que complemente o entendimento:

“A embriaguez enfraquece o compromisso com a razão e abre espaço para discursos sem clareza ou profundidade.”

“Sob o efeito da embriaguez, a razão perde o protagonismo, e o discurso se torna refém da emoção e do impulso.”

“A embriaguez desfoca o olhar racional, permitindo que a vaidade e o desatino ocupem o lugar da reflexão lúcida.”

“Quando a mente se turva pelo vinho, a razão é deixada de lado, e o pensamento se embriaga junto com o corpo.”

Assim, O Banquete se torna mais um retrato de sua época do que um convite atemporal à reflexão. Seu valor histórico é inegável, mas seu conteúdo deve ser lido com criticidade e contextualização. Afinal, como disse João Moura: “A Filosofia precisa se levantar da mesa do banquete e caminhar até onde a vida realmente acontece.”

Inserida por jsmj

⁠Resenha Crítica: O Banquete, de Platão
Por João Moura Júnior
O Banquete, de Platão, é um dos diálogos mais conhecidos da filosofia ocidental. A trama se passa em uma espécie de reunião festiva, onde sete personagens se revezam em discursos sobre o Amor (Eros). Entre eles estão Fédro, o primeiro a falar; Pausânias, que distingue entre dois tipos de amor; Erixímaco, que tenta dar um tom médico e universal à força do amor; Aristófanes, que apresenta um mito cômico sobre as “almas gêmeas”; Agatón, que entrega um elogio poético; e, finalmente, Sócrates, que, como de costume, desconstrói as falas anteriores para apresentar uma visão filosófica mais profunda, supostamente ensinada a ele por Diotima, uma mulher sábia. Por fim, chega Alcibíades, já embriagado, elogiando Sócrates de maneira apaixonada, revelando mais sobre o filósofo do que sobre o Amor em si.
Apesar do prestígio da obra e de seu lugar cativo nos estudos filosóficos, é importante pontuar críticas que raramente são levantadas. A primeira delas é o cenário: um banquete regado a vinho, onde os discursos, embora inicialmente bem intencionados, em muitos momentos se perdem em devaneios. Homens embriagados discutindo sobre um dos temas mais complexos da existência, o Amor, pode até parecer provocador ou ousado, mas resulta, na prática, em falas que mais se aproximam de vaidades infladas do que de sabedoria autêntica.
É evidente que há momentos de beleza literária e até reflexões profundas, principalmente no discurso socrático. Diotima, por meio de Sócrates, apresenta a famosa escada do amor, uma jornada que vai do amor físico ao amor pelo saber, até alcançar a contemplação da Beleza em si. No entanto, esses momentos são precedidos e sucedidos por falas que, muitas vezes, parecem desconexas, repetitivas ou baseadas em achismos emocionais. A embriaguez que se intensifica ao longo da obra simboliza, de forma irônica, o quanto a razão pode ser abandonada facilmente em meio à celebração, algo que deveria soar como alerta, mas é romantizado por Platão.

Inserida por jsmj

⁠...A inteligência crítica me ensinou isso, e continua ensinando: que em todas as batalhas de todas as guerras, venceu aquele que lutava "por alguma coisa" e não "contra alguma coisa".
Quando se luta "por alguma coisa", a primeira impressão é que os obstáculos desapareceram. Talvez por falta de um "contraponto".
Contrário senso de quem luta "contra alguma coisa" e sempre encara, de frente, a ferrenha oposição do "contraditório".
( Victor Antunes )

Inserida por praetore_brasil

⁠"É preciso saber a hora da ação e da inação, do ouvir e do falar, da crítica e da reflexão, mas sobretudo, quando alguém se predispõe à liderança de qualquer projeto, é necessário aceitar o resultado do jogo democrático, mesmo contrário à sua vontade.
Não dá pra querer mudar a regras da partida depois que ela acaba.
Isso é coisa de mau perdedor."

Inserida por wandermedeiros

Eu amo o meu País.
Mas ñ vou falar de Política.
Pq disto só existe crítica.
Falo de um País, cujo a sua fauna e flora é exuberante.
Falo tbm da Palanca Negra gigante.
Falo de poetas q soavam poemas em um autifalante...
E na nossa costa banhado de mares.
A brisa do vento por de baixo de uma bananeira, após um mufete pra te acomodares.
Não é somente o de classe alta q sabe viver.
Até o de classe baixa do seu jeito sabe sobrevive e conviver.
Falo de um País q aos poucos vai perdendo a essência das coisas, raízes e cultura.
Que no passado o colono viveu de algodão sal e cafe, hoje após a queda dicide envistir na agricultura.
Seguindo a viagem na estrada ainda vejo meninos descalços acarretando troxas, banheiras e bidões.
Sei q fazem pq não lhes resta opcões.
Vou falar do mais velho q ainda conta desse país, linda história.
Que apesar da trajetória, ele ainda guarda na memória.
Que não fomos derrubados pela força colonizadora.
Nem tão pouco pela guerra civil aterrorizadora.
Falo tbm daquela mama do musseque lamentando por aquele foi a luta e não voltou.
Apesar de tudo, ela contiou seu rumo e não se desmoralizou.
Apesar do tempo q passou.
Ela ainda sente falta das coisas q o vento levou.
Lembro de zungueira passando gritando pela venda da sua cabuenha.
Onde qm o comprasse assava na lenha.
Lembro-me do tempo q a vizinha mais velha chamavamos de tia.
Nos cuidava durante o dia, e podes crer q não havia mania.
Amo o meu país, mas sinto saudades dos velhos tempos.
Este q jamais voltará.
Restam somente marcas e recordações.

Inserida por Eucken

⁠Toda crítica diz respeito a um julgamento e, às vezes, são desnecessários. No entanto, em alguns momentos também precisamos ter humildade e aceitar as críticas que fazem sentido. O segredo é entender quando fazer críticas, quando aceitá-las e também quando ignorá-las.
Nunca aceite críticas construtivas de quem nunca construiu nada.
Rosinei N Alves #Nascimento
Ótima semana!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!

Inserida por ROSINEI48

⁠"Os elogios são capazes de destruir tanto quanto ou ainda mais que uma crítica, uma crítica pode gerar motivação, reconstrução, aprendizado...
Elogios mal administrados podem gerar a soberba, e a soberba precede a queda!
Aprenda a receber elogios e administre bem o impacto dos mesmos... a humildade é uma joia rara, não deixe que elogios mal administrados, cavem uma cova sepultando sua humildade!"
— Eliseu Fernandes Laurindo
08/07/2023

Inserida por eliseuangelos

⁠NÃO RIA DE MIM, SORRIA COMIGO

A crítica sobre alguma imperfeição possível na beleza alheia, nunca é de uma pessoa bonita. Os feios adoram diminuir alguém para ficar no mesmo patrão estético. Normalmente a ofensa nunca é de alguém muito educado, assim como o julgamento dificilmente é feito por uma pessoa feliz.

Gente bonita não carrega a necessidade de diminuir a beleza de ninguém. Gente educada, não causa desconforto em outra pessoa. Gente feliz não tem interesse de prejudicar a felicidade alheia.

Gente BONITA, EDUCADA e FELIZ está preocupada apenas em viver a sua própria vida e desculpe a grosseria, isso é ótimo. Eu lamento em dizer, mas isso é o suficiente. Eu sinto muito em te revelar, é libertador. Liberte-se você também, eu recomendo.

Paz, Saúde e Luz! Brilhe, ilumine alguém com o seu brilho, todos podemos ser brilhantes se nos permitirmos acender e principalmente, sair da escuridão.

Inserida por Bruno1990Schneider

⁠Uma reflexão sobre a força e a fraqueza

O fraco critica, o forte elogia.
O fraco interrompe, o forte escuta.
O fraco grita, o forte dialoga.
O fraco oprime, o forte acolhe.
O fraco anestesia-se, o forte chora.
O fraco desanima, o forte encoraja.
O fraco condena, o forte enaltece.
O fraco tem pressa, o forte tem cautela.
O fraco diz-se forte, o forte assume a sua fraqueza.

Inserida por TATISISA

Crítica do Filme de Davi Galdino: Guerra das Bolinhas - 2019
⁠"Guerra das Bolinhas (As Bolinhas) é um curta-metragem que, assim como as próprias bolinhas, passa rapidinho e não deixa saudades. Fica difícil entender o que as bolinhas pretas estão tentando dizer (se é que estão tentando dizer algo!). A ausência de som talvez seja um alívio, pois evita que percamos preciosos segundos de nossas vidas ouvindo bolinhas em movimento. Davi Galdino, o diretor, conseguiu a proeza de deixar os espectadores com uma única pergunta na cabeça: por quê? Enfim, um curta-metragem que pode ser facilmente esquecido, assim como as próprias bolinhas."

Inserida por MarcosJoaoDeBona

Não me interessa se você gostou ou não da minha crítica.
Acontece que o meu direito de o fazer é consagrado.
E se você faz valer a sua prerrogativa de expor a sua arte e a sua filosofia ao mundo, deve estar já preparado para a crítica.
Acredite: se você recebe uma crítica, agradeça aos céus, porque ainda goza de atenção e de algum respeito.
Não há nada pior que o ostracismo e a irrelevância de uma vida – sobretudo se você for um vaidoso petulante, dos que acham que somente escutarão dos outros louvores e elogios.

Inserida por andrercostaoliveira

⁠⁠Ao tecer uma crítica, não insulte e sim conscientize.

Ao conscientizar, não imponha e sim ensine.

Ao advertir, não ameace e sim corrija.

Ao corrigir, não humilhe e sim seja exemplo.

Ao repreender, não recrimine e sim esclareça.

Pra criar hábitos, eduque. Pra acabar com hábitos, eduque.

Ao educar seja gentil e paciente. Pode parecer que no início nada se aprende, no entanto, demonstrar o que se aprendeu pode levar um tempo.

Ao dirigir palavras que afetem a vida do outro, no intuito de fazê-lo melhorar, o mais importante é se colocar em seu lugar, vestindo seus sapatos e sabendo dos seus tempos, limitações e capacidades.

O que para nós parece ser algo fácil, para o outro, pode ser um grande e quase impossível desafio.

Inserida por FlavioTakemoto