Textos Bonitas pra Falar a um Amigo
“Alguém já chegou para você para falar sobre Jesus? Já? Convenhamos: às vezes, falar de Jesus vem com uma certa chatice, né? Pessoas querendo impor suas opiniões a todo custo, como se fossem donas da razão. Mas entenda bem: por trás dessa ‘chatice’ há um amor encoberto que você ainda não conhece, mas lhe convido a conhecer, para que você entenda de fato o porquê das pessoas terem sido tão ‘chatas’ ao falar de Jesus para você.”
Quando a noite desceu lentamente veio a saudade de falar de você. Entendi que a ausência de um ser amado acende dentro da alma a maravilha dos sonhos. A lua hoje parece estar mais distante, a noite está escura com um silêncio estranho me deito pra relaxar. O silencio me fez lembrar o que havia esquecido. Lembrei do seu rosto lindo lembrei da sua marra de dondoca lembrei até do cala a boca e beija, os sonhos muitas vezes nos faz sorrir em versos, mesmo tendo uma vida vazia, se minhas tristezas gritassem na noite ninguém dormiria. E para você que não vê futuro neste singular quadro de valor. Tenha fé no que lhe juro: Sim, este é um caso de amor. Boa noite.
Se seus olhos não forem dignos de ver a luz, sua boca não será digna de falar, nem de opinar. Pois opinião sem base é fraqueza, e fraqueza, em qualquer corte ou conflito, é convite à submissão. Quem fala sem saber revela mais do que pensa e entrega mais do que possui. Em um mundo regido por forças e não por verdades, o silêncio do ignorante vale mais que o discurso vazio. Primeiro se conquista a visão — depois, o direito à voz.
Eu sempre falhei em falar, minha garganta dava nós e minha mente não sustentava uma só frase, arames se agarravam como colares no meu pescoço e qualquer palavra se desfazia rapidamente, minha incapacidade de contar com a boca me deu o nobre talento de escrever, eu escrevia bíblias sobre coisas banais, enciclopédias sobre histórias de amor e dicionários sobre o mais simples acontecimento, redações não eram pra mim, eu queria escrever poemas e poesias, textos lindamente trágicos e tragicamente lindos, a caneta era arma, e o que saía não eram só palavras, eram sentimentos, partes de mim, quase como gotas do meu sangue e pedaços do meu cérebro, eu colocava partes da minha alma em cada sílaba e uma doze de humanidade em cada letra. As noites eram as mais barulhentas, quando todos estavam quietos, era quando o papel gritava cada pensamento meu, cada carta, cada música, poema e textos nunca e jamais lidos eram como discursos, palestras e sermões jamais e nunca ouvidos, eram segredos encantadores, vozes medrosas silenciadas, pensamentos impuros e inquietantes, suspiros quase sussurrantes, e tudo isso em um pouco de tinta e papel
Se o seu deus não gosta do jeito que eu vivo, então que ele venha falar comigo, e não você em nome da sua religião. Afinal de contas, são vocês que dizem que ele é onipresente e onisciente. E por que eu deveria ter medo de um deus que também é onibenevolente? A menos que, ao estar a fazer isso, você só esteja provando que seu deus não existe assim como deuses nenhum existem.
A calmaria é o maior estado de loucura. O silêncio absoluto, a vontade de não falar, de não ouvir, é torturante. Você se perde nele como num mar sem fim. Mas então surgem sons abafados ao longe, ostinados que quebram o silêncio. Pessoas ao seu redor começam a chamar seu nome. Aos poucos, te puxando de volta, forçando você a abandonar o conforto do silêncio. O mundo não tolera a paz por muito tempo, e te obriga a responder, a existir...
Eu queria escrever um poema que falasse da vida, sua complexidade, mas eu queria falar mesmo de felicidade. Sim, hoje o meu dia foi feliz, encontrei meus familiares, amei e me senti amada. Dias assim a vida não precisa de sentido, precisa apenas ser sentida. Compartilhar. Ser importante para alguém. Sentir que minha vida importa e que minha ausência seria sentida. É mais do que ego. É um sentimento humano ao se relacionar e sentir que pertence a algo mais. Coração em paz. Sentimento de plenitude. Dá vontade de cantar, mas está tarde e para não incomodar os vizinhos, eu canto debaixo da coberta. É uma cena meio esdrúxula. Mas sinto vontade de cantar. Dizer ao universo que eu estou bem. Que meu dia foi bom. Sei que a vida não é retilínea, dias alegres e tristes se revezam. Mas hoje não quero pensar em tristeza. A tristeza hoje me parece uma velha corcunda, sempre reclamando da vida. Hoje a felicidade me encontrou e sinto que quero vive-la imensamente. Por isso me recuso a dormir. Não quero perder nenhum segundo desse sentimento. Então canto, canto. E o meu canto é uma reverência ao universo, diriam os ateus talvez, mas eu canto para Deus, ainda que músicas profanas. Em minha pequena jornada de fé, descobri Deus em meu coração. Não tenho religião, mas cada sofrimento superado eu agradeço humildemente a Deus, esse Deus ainda tão frágil em minha alma, mas a quem me entregou profundamente. Em um poema anterior eu pedi a Deus que me desse a sua paz. Hoje estou em paz. E sinto que Deus me ouviu.
"Falar de saúde mental num país onde milhões acordam sem saber se vão comer é, muitas vezes, um luxo de quem pode pagar pelo silêncio. A verdade é que não existe terapia eficaz onde o sofrimento é coletivo, estrutural e diário. Antes de um divã, o pobre precisa de um prato cheio, de um salário justo, de um lar seguro. O inconsciente não é alheio à desigualdade — ele grita, ele sangra, ele adoece junto com o corpo que a sociedade insiste em explorar. Psicologia que ignora isso não é ciência, é conivência."
Sei falar do sexo, da vida, das rosas, dos amores e sabores, ainda assim não sei falar de mim. Muitos riram. Mas quis visitar em mais noites os seus sonhos por meu próprio prazer, não é egoísmo, é uma questão de ver que sua visão é tão centrada, enquanto a minha faz meandros, a sua me aponta direções. Nesse mundo de imaginação, basta te conhecer pra saber que nem sempre é conto de fadas, no meio de tanta risada com piadas tão sem graças, vi que escolhi a pessoa certa pra enlouquecer da pior e das melhores maneiras.
“eu ouço falar muito de educar para a cidadania. Não é. É educar no exercício desse princípio de que individualmente sou responsável pelo meu coletivo. Minha liberdade começa onde começa a liberdade do outro. Questão de solidariedade, empatia. Competências do século 21, pelo menos na teoria”.
Pra falar a verdade eu sempre gostei de ponto e vírgula ( ; ), porque basicamente ele atribui clareza a uma frase, de modo a organizar os itens. É quando há uma necessidade de uma pausa maior que uma vírgula e menor que um ponto final, mas existem certas situações em que é necessário colocar um ponto final. ( . )
Quando eu tô perto de você, eu gosto de te observa a forma que se comporta o jeito de falar , as olhadas que não consigo decifrar, o sorriso também que não tem explicação , eu sinto que estamos evoluindo , entre nós eu acredito que não existe joguinhos eu acho maravilhoso da forma que ela me trata , pra ela pode ser comum pra me não é.
É bonito dizer que perdoa, é nobre falar que quer ver feliz quem nos fez mal. É digno de aplausos esse altruísmo todo, confesso, mas no fundo, no fundo a gente quer mais é que se lasque todo, na hora da raiva a gente quer é que a pessoa tropece na nossa dor e caia de cara aos nossos pés para a gente dar o chute final. Mas a gente segue tentado evoluir, driblando uma hipocrisia aqui, outra ali e pedindo a Deus que coloque em nosso coração essa generosidade toda que muita gente só tem da boca para fora, mesmo.
Olá pessoal, estou aqui, na existência, mais uma vez, e hoje eu gostaria de falar sobre um assunto no qual acho muito diferente e até mesmo incrível, pois é algo muito peculiar... Bom, eu tenho um familiar que tem Autismo, uma doença psicológica, não sei científicamente explicar os sintomas, mas vou falar as coisas que eu percebo, esse meu familiar é muito apegado com a mãe dele, ele tem MUITA vergonha de qualquer coisa cara... Quando ele vê uma pessoa diferente que olha pra ele, ele parece sentir uma agônia só pelo fato de alguém "estranho" estar ali... fico me perguntando, o que será que ele pensa? Pois quando eu não quero falar com uma pessoa, quando eu estou com vergonha, eu fico pensando "vai embora logo pessoa, não tô afim de papo porra!!!" ... Será que com ele é assim? hahaha! Se for, então ele deve pensar muito isso de mim, pois eu frequento a casa dele com uma frequência considerável... mas, porque? Porque tanta vergonha? Esse meu parente , quando alguém tipo eu vai falar com ele, ele parece desviar o olhar, se esconder da minha visão colocando os braços em frente ao rosto... Parece que ele sente agônia a todo instante... A Pandemia do Covid-19 fez com que o distânciamento social fosse implantado no mundo inteiro, para muitas pessoas isso foi ruim, para outras muito bom, e para esse meu parente foi FANTÁSTICO ! Olha, é algo muito estranho a dificuldade de afeto que ele tem com as pessoas, mas ainda assim, eu não o enxergo como alguém estranho ou diferente (de uma forma negativa) dos outros... na verdade esse meu parente é fascinante! Eu admiro a diferença que ele tem das outras pessoas, ele parece ser um herói que vive nas sombras... BATMAN! Claro, isso é só uma brincadeira, mas de verdade, ele , com sua peculiaridade, se torna uma pessoa tão interessante, nessas horas eu gostaria de ser um psicólogo e conversar com ele de uma maneira analítica para identificar qualquer aspecto que eu possa ajudá-lo a desenvolver para um melhor convívio do mundo ao seu redor... Até onde eu sei, ele nunca foi em um psicólogo ou algum profissional da área para identificar sua patologia... Mas é visível que meu parente tem um distúrbio que o dificulta a interagir com o mundo ao seu redor... De qualquer maneira, eu acho esse meu parente fascinante, é interessante como as coisas mais complicadas de se entender são as que mais nos chama a atenção, nossa espécie Homo Sapiens é movida a desafios, durante a sua permanência na existência, se você notar, são os desafios que levam nossa espécie a conquistar o que conqusitamos até hoje na história da humanidade... O que seria da América, por exemplo, se o homem não estivesse decidido a passar por dificuldades e assumir riscos para explorar o estranho mundo em que vivemos? Certamente não existiria o MC DONALD'S ou o Starbucks!!! O que seria do mundo atual em vivemos se o homem não tivesse sido movido a um desafio que era a invenção da lâmpada, por exemplo... Já imaginou? Deve ter sido difícil, até mesmo algo considerado místico! Mas o homem , movido pelo desafio, criou mais uma das invenções que no nosso cenário atual nos tornaram até mesmo "reféns" da sua criação para podermos sobreviver... Quem consegue viver sem luz elétrica? E quem consegue viver sem se relacionar com o mundo ao seu redor? Os dois são possíveis! Mas ambas situações são consideradas pela maior parcela da população mundial como "estranho"... Mas pra mim, ambos os casos são magníficos! As coisas diferentes me atraem! Os desafios me atraem! Pois sou Homo Sapiens, SOU A EXISTÊNCIA!
minha mente esta repleta de pensamentos negativos,eu nao quero falar com ninguem,eu nao quero incomodalos com meus problemas,por que eu mesma me sinto incapaz de tirar alguem da tristeza quando tentam desabafar comigo me desculpe,eu nao seria uma boa psicologa. eu so presiso de um bom tempo longe das coisas que me fazem mal.
A expertise do racista velado é que ele pode falar de tudo em meio a um sorriso embutido num comentário discreto, expressando sua predileção por determinada cor de pele, altura e peso, “apelidar carinhosamente” quem difere destas características, inclusive superestimando capacidades cognitivas da “raça” qual aprecia, dando apenas a impressão de “não estar dizendo nada demais”, principalmente se forem características de sua herança genética, pois ainda vai soar como “paixão pela família”.
Antes eu conseguia falar sobre os meus sentimentos, eu desabafava com meus amigos e escrevia com facilidade, era como se as palavras saíssem naturalmente do meu corpo e já soubessem o caminho para o papel. Hoje, pego a caneta, o papel e passo horas e horas pensando no que escrever e no final, a folha continua sem nenhuma palavra ou risco sequer. Antes eu conseguia falar tudo o que estava se passando comigo e eu falava mais que a mulher sem pontos, chegava a perturbar meus amigos de tanto que eu falava. Mas agora responder “sim” e “não” virou uma rotina, são respostas automáticas. Quando me perguntam se eu estou bem, eu respondo automaticamente sim, mesmo sabendo que não, mesmo sabendo que eu estou desmontando por dentro. Quando me perguntam se aconteceu alguma coisa, eu respondo automaticamente não, mesmo sabendo que sim, mesmo sabendo que aconteceu tudo. Acho que não consigo mais confiar nas pessoas, porque de certa forma, as pessoas julgam. Ou talvez eu não seja mais um poço de sentimentos, talvez eu até seja o poço, mas vazio, apenas o pó.
A incomunicabilidade de si para si mesmo é o grande vórtice do nada. Se eu não acho um modo de falar a mim mesmo a palavra me sufoca a garganta atravessando-a como uma pedra não deglutida. Eu quero ter acesso a mim mesmo na hora em que eu quiser como quem abre as portas e entra. Não quero ser vítima do acaso libertador. Quero eu mesmo ter a chave do mundo e transpô-lo como quem se transpõe da vida para a morte e da morte para a vida.
“ Quando eu falo que gosto de falar na cara da pessoa, não falo para me exibir e sim pq quero que a pessoa reflita ou no mínimo sofra ao saber o que penso dela, se não ligar e não mudar, certamente tal ato ou comportamento faz parte da índole dela, sendo assim se não me agrada, apenas deixo-a.”
É foda quando você gosta de alguém e faz questão de estar com ela, de falar com ela e querer “ser dela”. Mas essa pessoa não te nota, não te procura e não dá a mínima pra você. É foda você elogiar sempre, sem menos ser elogiada. É foda querer ser notada por essa pessoa, e ela estar notando outra, estando com outra, amando outra. Mas apesar de tudo, estou sempre aqui, para te receber de braços abertos, que sempre quando precisar de alguém, também estarei aqui. Pois ao mesmo tempo que te quero comigo, te quero feliz. Então se decidiu estar com ela, que você seja feliz.
