Texto sobre Sol
Pode até ter dias em que o céu esteja fechado, porém sabemos que o sol jamais deixará de nascer. O casamento é um processo em que duas pessoas começam a se misturar até chegar ao ponto de se tornarem uma só carne.
Dias bons, dias maus, mas o importante é saber que tudo coopera para nosso relacionamento amadurecer.
Nessa caminhada, vai chegar o momento em que diremos “Valeu apena caminhar com você!”
A vida..
A vida é engraçada, quando pensamos que estar tudo nublado o sol da seu ar das graças para iluminar os seus pensamentos e dar seguimento para a sua vida.
E exatamente no dia 15/01 olhei para o céu e enxerguei somente nuvens e sem a certeza do ar da graça do sol, derepente surge no portão um lindo sol com um belo sorriso, sim ele apareceu radiante para trazer o brilho e a alegria.
Esse sol tem nome, endereço e um talento incrível.
Mas não consegui me aproximar desse sol, pois o seu brilho é reluzente e cativante.
Queria ser a Lua para ao menos 2 vezes ao dia ver o seu brilho acordar e adormecer.
Boraaa laaaaaa Sextouuu
Gilmar Bortoletti
E aí estão elas...
As Benfazejas Fadas do Sul
Repletas de vento, de sol e de cor
Munidas de risos fartos, graciosos vôos
Plenas de bençãos refrescantes
Trazendo com elas, o brilho de todas as terras
A alegria escondida no cotidiano
Toda magia ansiosamente aguardada
Por todos que têm uma criança no coração...
1. Lua e o Sol
Naquele dia de noite
Havia uma lua ensolarada
Que queimava de frio
Todas as multidões vazias
Carros parados apostavam corrida
Animais de rua comiam fome
Prédios e casas abrigavam ar
Ruas movimentadas estavam desertas
Enquanto o grito silêncio vazia
E a natureza crescia em árvores mortas
O Sol e a Lua brincavam de Noite e Dia
E o céu lentamente se torna límpido
O Sol ilumina as fraquezas das pessoas
Uma lágrima salgada molha minha bochecha enquanto
Ela com a mão acaricia meu rosto suavemente
Com sangue nas mãos vou escalar todos os picos
Eu quero chegar onde o olho humano não alcança
Para aprender a perdoar todos os meus pecados
Pois até os anjos às vezes têm medo da morte
Ainda tenho uma folha de papel na mão e meio cigarro
Vamos fugir de quem tem muita sede de vingança
Desta Terra firme, pois agora eu a sinto sufocante
Ontem fiquei quieto, pois hoje serei a tempestade
Eu, Mariô.
Tu, Mariás.
Ela, Maria.
Maria amanhece aurora
Eduarda vence outrora
Filha do sol
Cria da luz
O canto do rouxinol
Pequena que me seduz
Maria desabrocha uma flor
Eduarda enobrece o amor
Oriunda do ventre materno
Respiro de uma oração
Criança do riso fraterno
Que fez casa no meu coração.
'INFINDÁVEL ÉS'
Desde que me afoguei no oceano do teu amor ,
Você tem sido os raios do sol brilhante, que vai no fundo das profundezas desse mar verdejante,
Nesse amor blindado por DEUS,
Como o brilho do sol, as estrelas que cintilam no esplendor do lindo céu
Mais parecem o brilho dos olhos teus !
Nas estrelas a luzir no espaço, és o diamante que brilha no espaço do
amor que vive dentro de mim...
Que teu nome suave chama , enquanto minha voz clama por ti !
Que posso eu dizer desse amor que dentro de minh'alma eternamente vive ??
Não sei se algum dia nesse mundo outra vez o verei.
infindável és,
Sensível inestimável,
A ti fiel para sempre permanecerei.
Tu és o lírio mais belo que um dia nasceste em meu jardim !
és imortal
Eterno amor !
AMOR sem fim !
e até no infinito tenho a certeza, que sua
Somente sua, para sempre serei !
Maria Francisca Leite
Direitos autorais reservados sob a lei - 9.610/98
É Primavera
Já é dia.
Sinto a brisa do vento tocar o meu rosto,
A luz do sol aquecer o meu corpo.
Sinto o cheiro das flores.
É primavera.
Vejo a vida florescer.
Ouço os pássaros cantarem.
Uma sinfonia da natureza.
Vejo o verde vencer o cinza das árvores pálidas.
No céu não há nuvens.
Está tão azul quanto o mar mais profundo.
Neste dia lindo.
Neste dia lindo de primavera.
Minhas Preces
Esteja comigo quando o sol nascer.
Mostra-me a luz no horizonte.
Guia-me em meio ao temporal.
Não deixai que eu me afaste de ti.
Abraça-me nos dias bons.
Abraça-me nos dias difíceis.
Segura-me.
Acolhe-me em teus braços.
Acalma o meu coração.
Fazei com que eu encontre equilíbrio em meu caminhar.
Preciso de ti para continuar seguindo.
Ajuda-me a seguir meus sonhos.
Segura-me.
Tu que és farol em minha vida.
Não deixeis que o medo tire a minha luz.
Afastai a ansiedade, a angústia.
Afastai a tristeza.
Cura-me com o teu amor infinito.
Fazei com que não me falte forças para resistir.
Segura-me Senhor.
Paixão
Lembro-me daquela noite, a primeira vez que te vi, sua cor dourada e avermelhada do sol me chamaram atenção.
Eu nunca vi olhar tão cheios de pavor e medo como os seus, de mistério, que me enterneciam e intimidavam.
Sentia o gosto do seu cheiro, que me arrebatava, que me despia, me desconcentrava e me aguava.
Podia olhar horas para você, e quando não te via, sonhava.
Minha boca secava só de pensar em beijar a sua.
Te via em rostos que não eram o seu.
Toda música de amor parecia nossa.
Porem nem éramos um casal, suas mãos nunca encostaram na minha, seus olhos nem iam de encontro com os meus.
O sentimento mais inexplicável, e constrangedor se chama paixão, que abre mão da própria vida para viver em função de uma imaginação
Feito Fibra e Pedra
Nasceste para o sol
És mocidade
Em plena floração
Rosa que enfloreceu
Sobre teu rosto soberano
A vida em ti, que é sumo alegria
Em plena floração, fruto sem dano
Numa severa afirmação da luta
Uma impassível negação da morte
Feito pó, feito pólen
Feito fibra
Feito pedra
O Sol faz poesia junto ao mar.
Talvez seja a causa, e não o tempo,
a principal característica do Universo.
Talvez não exista o tempo.
Talvez eu não exista neste instante aqui.
Talvez nunca me encontres,
pois talvez não exista o tempo de eu existir.
Talvez. Mas, o Sol faz poesia neste lugar,
num tempo que talvez não exista.
O sol se pôs e completará 11 noites, 11 noites a procura de uma bela mulher. Andando na madrugada, sob a luz da Lua. Tudo que se via era a Lua, estrelas e árvores e tudo que se ouvia era o vento. Mal conseguia enxergar a rota que eu trajava. Subi até a mais alta colina. Atravessando montanhas. Enfrentando o vento gelado, o calor escaldante do verão a procura de uma mulher.
Elas eram o meu tesouro, a minha alegria e tristeza.
Completou 17 noites, e ainda estava à procura da bela dama. Honra, nobreza, dinheiro são nada comparados ao beijo de uma mulher. As minhas mãos são tão frias, mas as mãos de uma mulher são quentes. E lá estava eu com uma fogueira atrás de uma montanha coberta de neve.
Meus pés sangravam. Meus gritos de dor ecoavam pelo vento. Andei até a cidade á procura da bela dama.
Vi uma subir ao cavalo. Ela será minha dor e alegria. O meu tesouro secreto. A bela dama vestia o vestido vermelho, cabelo tão preto como a noite, olhos estão negros e brilhantes e a pele feita tão branca quanto a neve.
Ela cavalgou pelas as ruas da cidade. Chamava atenção por onde passava. A bela dama se chamará Bella, a mulher mais linda viva.
Meus dias comigo...
Do levantar ao deitar do sol,
contando inspirações e expirações,
entre taquicardias, tremores, lágrimas, sorrisos, transes...
Procuro ar. Algo me distrai...
silêncio se faz, e logo se desfaz.
É o ressoar das borboletas no estômago.
Transito entre o real e o imaginário.
Retorno, encontro-me.
Inspiro, expiro...
O corpo cansa e então descanço.
E os dias passam...
Mas eu não passo.
Marco compasso.
Dos dias comigo.
Todos os dias um lindo sol nos mostra que fomos presenteados com mais um amanhecer, esse não é privilégio de todos, mas os que o têm deveriam enxergar no seu brilho a luz da esperança, a luz da certeza que nos foi concedida mais uma oportunidade para sermos melhores e para entendermos que:
Não há necessidade de correr mais rápido para chegar primeiro, o seu caminho é só seu, você não está aqui para competir, mas para ser e doar amor nos caminhos que Deus preparou para você...
Não é preciso querer ser melhor do que o outro porque a única competição válida nesta vida é conosco mesmo, aquela que nos inspira a ser melhores a cada novo dia, porque é essa a competição que faz a diferença. Nos lapidar requer de nós constantes e incansáveis metamorfoses, mas tais ciclos nos dão asas para voar, não nos deixam estagnados em nosso comodismo...
Não é necessário olhar para as flores alheias, mas regar nos seus caminhos as sementes que quer que floresçam. Por isso, regue seus sonhos, regue seus objetivos, regue tudo aquilo que quer, sabendo que só vai florescer em seus caminhos as sementes que são suas e tudo o que é seu Deus faz florescer no tempo e momento certos...
Não é preciso se desesperar com o tempo, você terá o suficiente para cumprir na sua vida o propósito para o qual está aqui, mas não fique esperando, busque os seus sonhos, batalhe por eles em oração e com ação, porque Deus é especialista em ajudar aqueles que lutam por aquilo que querem...
Por isso, não desista de acreditar que é na leveza de enxergar o simples, na bondade de doar gentilezas, na valentia de continuar acreditando no amor, na esperança de viver por fé que os nossos caminhos serão melhores, porque é isso o que realmente importa, quanto ao resto Deus não se esquecerá de depositar em seus caminhos, Ele conhece os nossos sonhos e não Se cansa de nos fazer sorrir. Nosso objetivo central é lapidar a alma e tendo em foco esse propósito maior, Deus plantará em nossos caminhos todo o resto que será capaz de nos fazer melhores e mais felizes...
Cai a tarde
O sol cansado vai se pondo
Ainda uma réstia de sol
insiste em permanecer brilhando
O dia vai declinando
um vento suave soprando
ventos de outono surgindo
consigo trazendo
o perfume das flores
trazendo à mente
lembrança de amores
outrora felizes
mas que se foram
neste vaguear da imaginação
meu olhar se perde no horizonte
sempre acompanhando as sombras
que se desenham nos montes...
Cai a tarde , tristonha e serena ...
editelima
março/ 2021
RUA DO SOL
Recife,
Há quanto tempo não sai do meu pensamento.
Me consome da alma ao coração,
Transborda lágrimas em meus olhos
E deixa minha vida sem cor.
Recife,
Eu que conheci tuas histórias,
Tuas bravas conquistas,
Tuas batalhas incessáveis,
Hoje virei teu prisioneiro.
Eu que conheci tuas belezas,
Do castelo ao teu Marco Zero,
Do rio ao mar,
Hoje só vejo solidão.
Recife,
Tuas pontes só ligam meus desesperos,
Teus museus só contam a minha própria história,
Teus monumentos são retratos de dias que já se foram.
Nas ruas antigas e boemias eu vivo,
Me afundo às vezes no Capibaribe, às vezes nas tuas águas salgadas,
Mas não consigo me encontrar.
Na Rua do Sol,
de eternos escuros,
foi o último beijo,
último olhar.
Foi lá que parti de olhos marejados
e hoje vivo na Rua da Saudade.
(não a Rua do Recife, mas a Rua da Saudade que habita em mim).
Recife,
Há quanto tempo não sai do meu pensamento.
Eu gosto de dias cinzas!!
É!!
Amoooo!!!
Detesto dias de sol!
E a praia?
Eu odeio!!
Acho um erro da existência.
Primeiro porque a água é salgada.
Água pra mim tem que ser doce.
Segundo porque tem areia.
Se ainda fosse grama, pedra, terra,
flores,
pra chegar até o mar...
Mas areia?
Me poupe.
Cruzar a areiaaa pra chegar na água salgada??
Na moral, é muita falta do que fazer.
Terceiro erro: o calor.
Pqp!!!
Se ainda tivesse um regulador de temperatura...
E quarto: a fotofobia nivel master.
Quer dizer,
pra que vou ficar cega,
num lugar que é um inferno de quente,
que a água é salgada e ainda tem areia??!!
Praia é um erro do criador!!!
Podia fazer coisa beeeem melhor...
Imagina,
um mar de água doce,
com grama, pedras,
flores...
Odores...
Num lugar com sombra!
Sem falar que a praia estraga minha branquelice natural...
Outro erro!
Não rola!!
Banho só de lua.
E tem mais,
No Rio de Janeiro
chamam praia de natureza,
mas pra mim é cenário.
Fora ser um esgotão!
Não dá.
E na areia, arghhhh...
aquela super lotação!
Ficam invadindo minha aura!!
Num guentooo!!!
Na boa,
Deus não tava inspirado no dia que criou a praia!
Isso se Deus existir.
Praia é coisa do Diabo!
Ele não mora no inferno?!
Kkk
Enigmas
Um caminho longo e uma ponte que fala,
um monte gigante e uma flor sob o sol,
no coração do monte há um vulcão flamejante,
o monte está a ponto de entrar em erupção,
e já não sabe o que fazer com o seu fogo ardente,
para que ele não exploda e queime a flor,
que vive de admirá-lo em suas encostas.
Extasiada está sempre aquela pequena flor,
pelo arrebatamento que lhe causa o monte.
Imagina que a flor tem o sonho de tocar seu coração,
e o monte tem um desejo ardente de encurvar-se
até tocar em suas pétalas para ali adormecer seu coração.
Ao lado do monte está aquela ponte inquieta,
sussurrando incentivos de partidas constantes,
vem! Vem! A ponte chama a flor sem cessar.
Como se a ponte também amasse a flor,
e do pé do monte, a ponte a flor quisesse arrancar.
Mas que nada! Que nada! Somente impressão!
A ponte é apenas um enigma que abre a sua boca para reclamar,
mas seus desejos claramente, a ponte não consegue expressar.
No meio da ponte está adormecido o tempo,
que nela, a sua fadiga foi descansar.
Como pode o tempo no meio da ponte assim parar?!
Cadê a força desse tempo que não deseja mais passar?
Há um passarinho que seu bico não consegue calar,
está sempre transportando assobios entre o monte e a flor,
dia vai, dia vem, e o passarinho com seu bico cheio de assobios,
leva aos ouvidos do monte as declarações de amor da flor,
e desce de lá com o bico repleto de assobios do monte,
para entregar fielmente aos ouvidos da flor.
Mas até quando? Até quando?!
Até quando o tempo na ponte vai descansar?!
E por qual motivo o tempo não consegue despertar?!
O monte até que tenta, se esforça para encurvar,
mas o seu orgulho é ainda muito maior que o amor,
que no seu coração sente pela pequena flor.
E o tempo? O tempo até que tenta acordar,
mas a ponte sem perceber segura o tempo,
e no impulso de suas contradições e impasses,
impede o tempo de despertar e mudar as coisas para sempre.
Rozilda Euzebio Costa
Filho da terra.
Sou filho da terra , sou filho do Sol,
Sou filho do mar , sou filho da mata,
Sou filho do rio e sou da semente,
Sou filho de lavradores,
Moro lá onde não chove e a esperança sempre é verde,
Sou filho de um livro rasgado,
Sou filho de um inspirador sonhador,
Sou sua herança,
Escrevo o que vem nos momentos de alegrias e tormentos,
Com rasuras eu vou por aí,
Abri vicinais e fora do mato eu saí,
Fiz vilarejos com belos cortejos,
E se não foge da mente fiz também poemas decentes,
Do pinho fiz meu violão,
E madeira bruta fiz telhado e um belo barracão,
Cobri de palha e armei minha rede,
Por não ter tomado cuidado,
Balancei e caí,
Me curei e aqui estou eu,
Registrando isso aqui.....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa
