Texto sobre Raiva
SANTÂNICOS
Demétrio Sena, Magé – RJ.
Tenho visto essa raiva que os santos propagam;
esse tom de vingança que levam na voz;
pagam dente com dente, são olho por olho,
dão seus nós onde os laços podem ser de amor...
Eles pregam brandura nos palcos e templos,
mas anseiam ter armas, pois querem dar tiros;
são exemplos orais de perdões infinitos
e promovem batalhas contra os diferentes...
Falam sobre a não força e sobre o livre arbítrio,
porém sempre admiram governos tiranos;
auxiliam nos planos dos poderes maus...
Decidiram que o próximo é quem os eleva;
sua treva se arma sobre as mentes amplas,
onde caçam as almas que ainda são próprias...
SER HUMANO ANTI-MARKETING
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Tenho a raiva que acalma o coração;
sou desleixo e me agrada ser vulgar;
sei negar o perdão e não pedi-lo,
como sei me assumir um anti-herói...
Muitas vezes capricho em não ser forte,
me recuso a viver a qualquer custo;
vejo a morte com olhos complacentes;
não me assusto; conheço a sua cara...
Eu discordo que a roupa me componha,
corpo é alma que às vezes veste o ar,
sonha e voa por todos os meus poros...
Quase nada que tudo sancionou
foi projeto que um dia elaborei;
não me cace num show de convenções...
NÓS CONTRA NÓS
Demétrio Sena - Magé
Há um vício de guerra espargido no vento;
uma raiva sem fundo plantada no ar;
tem um mar cujas abas pelejam sem fim
por domínios que sempre nos dominarão...
Solidões que se atacam numa fúria cega;
narcisismo e ganância que regem sentidos;
sentimentos humanos perdidos no caos
de conquistas que nunca serão mesmo nossas...
Somos nós contra nós refletidos no vão
da loucura maciça que nos faz reféns
do bordão de poder que os poderes impõem...
Porque somos escravos do fazer escravos;
nossos bravos rompantes não nos alforriam
do cinismo dos donos de nossa bravura...
... ... ...
#respeiteautorias É lei
'Insegurança,raiva,ciumes e medo. Sentimentos que destroem um coração, retira tua paz teu sossego tudo ao mesmo tempo num só momento. A mente já não é a mesma,não tem a mesma paz o mesmo sossego os mesmo sonhos os mesmo desejos.
Só me resta pedir ao meu pai um cantinho onde me der paz,carinho e sossego. Para que lá consiga realizar meus desejos.
"Solitude não é solidão.
Mágoa não é raiva, esquecer não é perdão.
Solitude não é solidão.
Paixão não é amor, amor não é paixão.
Solitude não é solidão.
O ódio é o veneno da alma, a indiferença o veneno do coração.
Solitude não é solidão.
Afoguei-me em seus olhos, vi um pouco de tudo, só não vi minha salvação.
Solitude não é solidão.
Eu aprendi muito contigo, mas em sua ausência, aprendi coisas que não tem explicação.
Solitude não é solidão.
Aprendi, que no seu abraço existe aconchego, sem ele existe amargura, decepção.
Solitude não é solidão.
Sem ti, experimentei a solitude e vivi o pesar da solidão.
Solitude é liberdade, nos faz prisioneiros a solidão.
No âmago do meu ser, descobri que: Solitude não é solidão..." - EDSON, Wikney
Agora fica aí, morrendo de raiva de si mesma e
voltando pro seu mundo, tentando entender como
pode acreditar na história de vocês. Você doou de
bandeja as suas manias e seus segredos. Você foi
dele. Ou seja, foi a idiota dele. De um cara frágil,
que sempre dependeu dos amigos para se sentir
forte e do espelho para se autoafirmar. E você,
burra, tentou resgatá-lo, ensinar que a vida é muito
maior que o quarto dele. Mas é assim, as meninas se
apaixonam por caras errados também. E você, não
sabe ser diferente. Não sabe se entregar pela
metade. E só assim se sente honesta consigo
mesma. Você se encantou pelo jeito moleque dele,
por aquele jogo de cintura , uma certa liberdade...mas
o descompromisso cobra caro quando você cresce. E
uma hora você precisa crescer. Mesmo que seja
sozinha. Não tem como dar certo quando você
planeja por dois, ama por dois. Sua preocupação
sempre foi plural e o egoísmo dele, singular. E
quanto a você cara, você não vai a lugar nenhum
desse jeito. Aprende que a vida é muito mais do que
quebrar corações por aí. E ela sabe que não foi a
primeira e nem a última a tropeçar no teu sorriso,
mas uma hora você vai querer tudo aquilo que um
dia ignorou. E se quer mesmo saber, o único idiota
de todas as histórias é você. Que não soube
valorizar o que tinha. Já ela? Aprendeu a cair, se
levantar, e continuar vivendo. E aprendeu que a
vida é muito mais do que sofrer por um idiota que
não dá a mínima pra ela.
Quando tenho raiva entrelaçado com o ódio me faço pragmático, quando tenho amor intensifico minhas atitudes de ser sincero;
Quando tenho tristeza me vejo em silêncio buscando respostas na qual não tenho;
E quanto mais evito a insensatez mais permanece em meu caminho para desviar-me do meu foco;
A frieza é ironia de quem tenta tirar algo da cabeça, mas que na verdade não consegue tirar do coração que com coragem e competência se faz toda a diferença;
Digo o que não quero quando a raiva me consome
Por ciúmes me desespero tenho medo por um instante
Instante de perder! Perder o teu olhar de admirar o meu prazer...
Te amo sem juízo na verdade nem sei por quê!
Só sei que não consigo viver sem o teu querer
Percorro o meu caminho para feliz poder te fazer
Tenho sonho de dar-te o mundo por isso escrevo para você;
Move-te sempre com amor, não te deixes levar por outro sentimento, a raiva envenena-te , não te deixes envolver por sentimentos tão mesquinhos!
Perdoa e eleva os teus pensamentos! Nada temas quando caminhas em direção a Mim ! Estarei sempre contigo , não faças escolhas que te afastem de Mim
Eu amo-te e quero-te ver alegre....
Ola Cunha, ola povo
És Cunha minha terra amada,
Tu povo quem és, porque tanta raiva e desinformação
Morro por ti Cunha, meu berço idolatrado
Do povo tenho medo, sonhar é somente para os que acreditam e tem fé;
Me sinto preso nesse chão, e cansado de lutar pelos pressupostos irmãos que se vendem por nada...
Sonhos, fé e certeza que minha cidade amada vai vencer um dia!
Não que o "povo" queira, mas porque a minoria das pessoas ainda sonham e desejam, irmãos de perspectivas e de esperanças.
HA quantas emoções desperdiçadas, quantas guerras travadas.
Por ti Cunha 20 longos anos lutei, e continuarei lutando...
Povo perdi a fé que tomes seu jeito, vender a dignidade é imperdoável, apostar no ridículo é indiscutível, fazer se de tolo por desejar a desgraça alheia, é suicídio...
Herois nascem e morrem por uma causa, uma causa justa e jus...
Morrer por desperdício de força, morrer por quem não tem princípios é o mesmo que nascer já vencido...
Mas Cunha por ti morro lutando, mesmo que muitos somente te queiram mal, eu sempre te amarei....
nene policia
Homem expressa raiva = Tóxico.
Homem expressa tristeza = Fraco.
Homem expressa felicidade = Simples.
Homem expressa emoções = Trouxa.
Homem expressa medo = Covarde.
Homem expressa entusiasmo = Estranho.
Homem pede ajuda = Necessitado.
Homem não expressa nenhuma emoção = Insensível.
O que eu esqueci?
Minha vida sempre foi triste, fui sempre um zero à esquerda
No começo eu tinha raiva, carência por atenção
Mas a algum tempo eu aprendi a viver só, viver como meu único amigo
Se hoje alguém de chama de frio, distante
É por que quando eu queria ser quente e próximo
Não fui levado a sério, fui deixado de lado
Então por favor, não se irem comigo
Tudo isso é culpa de vocês.
✩ ☾
Já repararam como algumas pessoas não guardam rancor? Pois é, certas gentes não guardam raiva, na vedade escondem-na, alimemtam-na, fortalecem-na, aumentam-na; e depois trituram-na vaaagaaarooosaaameeente, esperando o momento exato para cuspí-la de uma só vez em nossa cara, e vão cuspindo, aqui e ali, pela vida afora. E haaaja paciência para aguentar os mesmos eteeernos cuspes. Aff! Ninguééém merece isso, né?
Nada me inspira mais do que a raiva. Não essa raiva histérica, superficial, que grita sem saber por quê. Falo da raiva que nasce do abuso, da injustiça cotidiana, do silêncio imposto aos que ainda têm alma. A raiva que surge quando vejo gente boa sendo engolida por um sistema que premia a mentira, que endeusa o disfarce, que trata a hipocrisia como virtude social.
A indignação me dá vida. Me acorda. Me empurra pra escrita. Não sou movido a paz interior, nem a frases de autoajuda. O que me move é o desconforto. O que me guia é a vergonha de ver o mundo como está e fingir que está tudo bem. Eu não me adapto, não consigo. E não quero.
Escrever, pra mim, não é florescer: é rasgar. É reagir. É cuspir de volta o que me enfiaram goela abaixo. Minha arte não é gentil — é necessária. É a forma que encontrei de não enlouquecer. Porque se eu me calar, se eu aceitar, se eu sorrir junto, aí sim estarei perdido. A raiva me lembra que estou vivo. A indignação me prova que ainda sinto. E enquanto isso durar, ninguém vai me domesticar.
Na dúvida prefiro ser eu mesmo,talvez errando do que duvidar de alguém
Na raiva,prefiro ser eu mesmo e me acalmar,mesmo sabendo estar certo!
Na meditação procuro saber quem sou eu e aceitar quem sou,mesmo estando meio mundo não dando valor a isso.
No amor prefiro me entregar ao sentimento da verdade,do que amar falsamente e ser contaminado por quem já não quer mais amar!
Quando eu falo pelo sim
E afirmo pelo não
Vejo como é ruim
da raiva de não ter razão
Pois foi o que aconteceu
com joãozinho sonhador
Um cabra que se meteu
A encarar o governador
Joãozinho nasceu pequeno
Todo cheio de graça
Brincava no sereno
No meio da fumaça
Quando era menino
Tinha total beleza
Mas era tão franzino
Que dava tristeza
Achava que a bem de tudo
Tinha razão de protestar
Contra o governo, contudo
Muito a reclamar!
Quando foi em uma festa
Para o governador
Vestia uma roupa modesta
Porém de alto valor
Quando foi outro dia, muito irritado com o governador
Disse muito contrariado:
Este governo está um horror
Mandou que convocassem
Todos os eleitos
Que também chamassem
Todos os deputados e prefeitos
Ele foi dizendo: Meu povo associado
Tenho toda a estrutura
Para acusar esse senado
De possuir péssima figura
Pois não é justo
Que usem de violência
Para calar a todo custo
A voz de uma consciência
Todos ficaram com medo
Prevendo muita pancadaria
Até o prefeito fugiu mais cedo
Caindo da escadaria
Todos fugiram da surra
Pondo a culpa, com efeito,
E no jogo do empurra
Estava até o prefeito
Joãozinho sumiu na estrada
porque não podia ficar
pois não fizera nada
pra na prisão morar
Na sua fuga desembestada
Joãozinho de casa em casa explicava
Toda a palhaçada
Que o governador causava
O povo nunca esqueceu
Do Joãozinho sonhador
E na praça o povo ergueu
A estátua do grande sonhador
Ao ler esta história
Conte aos amigos do peito
Pois quero ser ouvido em glória
E por todos ser aceito
Jaz no país o povo sofredor
Ali se vê um pobre o grande sonhador
Zerado no cobre
Imitado por todos
Não se esqueça
Há gente que mereça o salvador!
Hoje Eu Gritei
(Verso 1)
Hoje eu gritei comigo,
a raiva em cada palavra,
ódio como um castigo,
amor que só desaba.
(Verso 2)
Hoje eu gritei com ele,
em desespero e frustração,
por um pouco de atenção,
mas só ouvi silêncio e desilusão.
(Refrão)
Hoje eu gritei com a gente,
promessas que se quebraram,
sonhos que se perderam,
de um "nós" que nunca chegaram.
(Ponte)
Hoje não achei meus sapatos,
não reguei minhas flores,
no espelho não há mais fatos,
a dor me engole em dores.
(Refrão)
Porque me deixaram gritar?
Minhas vozes na tempestade,
cada grito a me cortar,
consumido pela saudade.
(Verso 3)
Hoje eu gritei comigo,
no fim, o grito calou,
morreu uma parte de mim,
que nunca mais encontrou.
(Refrão Final)
Hoje eu gritei com a gente,
promessas que se quebraram,
sonhos que se perderam,
de um "nós" que nunca chegaram.
Por que eu griteei?
Por que eu gritei!
Por que eu griteeeei?
Por que eu gritei!
Por que griiteei?
Por que eu gritei!!!!
Hoje eu gritei,
no fim, o grito me silenciou,
morreu uma parte de mim,
que nunca mais entendeu,
a dor que restou.
Momentos perdidos dão luz a raiva, as chance e as oportunidades que escaparam pelas mãos.
Lembranças dos momentos éticos são detestáveis, quando desperdiçadas as sinalizações da possibilidade, acreditar que perderia o que se tivesse era a tua mentira! Nada seria como sempre foi... O palpite que põe em cheque o desejo, hoje soa como um jogo de azar com a mesma possibilidade de perder ou ganhar!
Covardia é deixar escapar o que poderia ter sido quando o risco vale a pena! perder o pouco que se tem, por querer ter tudo que se pode.
Hoje, sem uma relação plena, proibidos num monólogo bilateral entre o que foi, e o que poderia ter sido, construímos um lago onde poderia ser uma corredeira! somos cheio de possibilidades mas vivemos a mediocridade do que poderia, sem ao menos o que é.
Enterrado foi no caminho a possibilidade, enquanto tornas empalhado o imortal sem vida, preservado e inútil, como um troféu em tua sala.
Assim, de qualquer forma, por um ou outro caminho sai como chegou todo amor e carinho, ao tempo que a distância toma a forma mais assombrosa ao coração desejoso, que sente o amargo de uma atitude que não tomada, vivendo aquilo que não cabe mais em si.
No final tudo terminou como se temia, com o risco da perda, cada vez mais distante, e um desejo enterrado por um crédito mal dado.
Ao menos o interesse comum prevalece: a vontade de estar, mesmo que não esteja! ainda que de forma controversa. Todo o resto passou a condição de um fogo, ferida, descontentamento e dor! o que em um certo poema ainda chamam de amor.
O ser humano
-Quanta raiva!
-Quanto ciúme!
-Quanta inveja!
-Quanta estupidez!
-Quanta energia desperdiçada!
Tudo isto porque, o ser humano não suporta a ascendência de um outro ser humano, que não seja ele próprio!
Jesus perdeu seu tempo ao dizer: Amai-vos uns aos outros!
☆Haredita Angel
Não nasci Poetisa
da noite para o dia,
eu morria de raiva
de ler e até de escutar,
até que chegou
a ironia do destino
que me apresentou
a Fernando Pessoa
que fez a raiva passar.
Em seguida veio
"o Alberto Caeiro,
o Alexander Search
e Álvaro de Campos"
que me apresentaram
a outros tantos.
Mais próxima deles
pude conhecer
"o António Mora,
o António Seabra,
o Barão de Teive,
e o Bernardo Soares"
que me levaram
para muitos lugares.
Pelo caminho fui
apresentada "a Carlos Otto
a Charles James Search,
a Charles Robert Anon,
a Coelho Pacheco,
e a Faustino Antunes"
que fizeram entender
que não há segredo
para compreender
e gostar de poesia.
Praticamente íntima
de todos os anteriores,
fui apresentada
a outros senhores
que me levaram
a outros lugares
que jamais pude sonhar.
E assim fui apresentada
"a Frederick Wyatt,
a Frederico Reis,
a Henry More,
a Crosse, a Jean Seul
e Joaquim Moura Costa"
que de maneira amistosa
na mesma mesa ensinaram
que poderia vir a gostar
de muitos outros mais.
A medida que fui
me reencontrando
com todos eles,
fui evoluindo e pedi
para ser apresentada
por cada um deles "a Maria José,
a Pantaleão, a Pêro Botelho,
a Raphael Baldaya, a Ricardo Reis,
a Thomas Crosse e a Vicente Guedes"
que após a minha rotina de preces
passei a incluir a poesia
e encontrei nela muitas benesses.
Tudo entre eu eles aconteceu lento
e rápido ao mesmo tempo,
que a raiva enorme que sentia
sempre que ouvia poesia
por encantamento passou.
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