Coleção pessoal de daniloaqui
O pior erro que uma pessoa pode comerter é ter inveja da fé do outro, isso supera até todas as doêncas da humanidade, até um pensamento negativo vira voz amaldiçoada que ecoa no universo
E quem não me viu
nunca teve coragem
de me descobrir por dentro
como realmente sou.
Nunca teve coragem de me olhar
para além das frases curtas dos jornais,
das ruínas levantadas,
das estampas de adesivos cruéis
que insistiam em ficar sobre mim
como se fossem parte de quem sou.
Mas não eram.
Não precisei escrever jornais,
nem inventar novas artes,
nem ferir outra poesia
para desfazer a sua pior história criada.
Eu sou o que sou.
Digno...
Merecedor de mim.
Isso nunca foi segredo.
Isso nunca foi medo.
Isso sempre foi verdade.
Caminhada.
Consciência.
Orgulho de seguir
na direção da minha melhor versão,
nascida de dentro,
sem me quebrar
pelos gritos de quem sempre veio
e ainda virá
anunciar medos comprados,
medos ganhos,
medos repartidos
em tirinhas de jornais.
Eu sou a Babilônia.
Não a ruína esquecida na poeira dos séculos,
mas a cidade erguida dentro do peito humano.
Sou muralha e sou abismo,
sou torre que toca o céu
e fundamento cravado no barro.
Sou o equilíbrio constante
da sabedoria em agressiva evolução.
Cresço entre o caos e a ordem,
entre a chama que destrói
e a que ilumina.
Carrego em mim a contradição dos homens:
sou templo e mercado,
oração e grito,
promessa e queda.
Em minhas ruas ecoam os passos
de quem busca a verdade
e tropeça na própria sombra.
A hipocrisia nos limita
a sermos curtos e rasos em crenças,
mas eu — Babilônia —
sou profunda como o conflito que desperta.
Não há luz que se reconheça
sem ter beijado a escuridão.
Não há dor que ensine
sem atravessar o abandono.
Não há perdão que floresça
sem antes ter provado o desamor.
Eu sou o espelho do humano.
Em mim, reis se erguem e caem,
profetas clamam,
orgulhos se quebram como vasos de argila.
Sou a soberba que desafia os céus
e a humildade que aprende ao cair.
Sou feita de escolhas —
cada pedra uma decisão,
cada torre um desejo,
cada ruína uma lição.
Não me julgue apenas pela queda,
pois também sou reconstrução.
Não me veja apenas como pecado,
pois também sou consciência.
Sou a tensão que molda o caráter,
o fogo que purifica o ouro da alma.
Eu sou a Babilônia
quando você enfrenta sua própria sombra.
Sou a cidade interior
onde a guerra é travada em silêncio
e a paz nasce como aurora
depois da mais longa noite.
Eu sou a Babilônia —
não como condenação,
mas como revelação:
a prova de que a evolução é confronto,
de que a sabedoria é forjada no choque,
e de que, dentro de cada ruína,
existe a semente de um império mais justo.
Eu sou a Babilônia.
E em mim,
a luz aprende a existir.
Às vezes a traição mais comum não vem de quem fala.
Vem de quem simplesmente decide sair do caminho.
A forma mais cruel de quebrar alguém não é feri-lo em público.
É usar, em público, aquilo que ele só teve coragem de dizer em confiança.
Não perdoei apenas para seguir em frente, também os dominei, eduquei e permaneço a espreita respeitando suas escolhas para que perceba que a paciência a sabedoria o fará uma fera de guerra, será leal aos princípios e valores que o torna vivo e dominará com maestria sua história.
Eu existo?
Os outros me notam. Eu existo!
Por dias e dias eu me procuro. Eu existo!
Sinto medo do reflexo e raiva de quem o percebe. Eu existo!
Todos apontam sorrisos e encontram a linda trilha de pedrinhas que leva ao por do sol. eles vivem!
Eu ainda analiso o meu terreno pra saber se posso permanecer em pé no ato de existir.
Eu só existo?
E você preocupado em ser nada depois do fim.
Não faz sentido ser nada depois de tudo isso.
Ser nada é muito pouco perto de tudo isso!
Que fim?
Amar a si próprio, é o erro o pecado e acerto, o caminho.
É uma porrada no coração.
É se ver criança e dizer: calma vai dar tudo certo, vou ti proteger!
Vivemos com saudade pois ela é parte da nossa humanidade, sem ela nossas neblinas se misturariam ao amor e não haveria como nos aproximarmos de nosso passado e nos tornarmos melhores para o nosso amanhã.
Amar a si próprio, é o erro o pecado e acerto, o caminho.
É uma porrada no coração.
É se ver criança e dizer: calma vai dar tudo certo, vou ti proteger!
É te acolher, te compreender e te ouvir.
É se aceitar, com todas as falhas e virtudes.
É não adiar o amor e não se jogar na mesmice.
É ter a coragem de recomeçar, sempre que preciso, e nunca desistir.
É sorrir para si mesmo.
É perdoar seus erros e acertos, é reconhecer seus talentos.
É abraçar a vida, é dizer: eu me amo! Eu me valorizo!
Se for mudar, não mude gradualmente!
Se for mudar, não mude por uma frase, chingamento, momento, arrepio ou sofrimento. Mude de repente!
Não mude a casa, de casa, não seja a casa, mas mude, seja diferente!
O que pensa em mudar?
O que te muda, te atrapalha, rouba cena, te escangalha, o que te faz querer mudar?
Só se muda por amor?
Porque aceita sua dor?
Frio como uma porta, leve como uma pena, doce como um doce. Está a esperar pelo seu próprio desamor?
Se for mudar, mude o descontente, se guarde sem alarde e siga em frente, mude de repente!
As vezes você pode ver e ouvir o que não arrancam lágrimas, más dói e corta o peito feito uma navalha.
Primeiro, morri diversas vezes. Não por escolha, nem sabia eu que teria que estar nos capítulos mais tristes do livro onde hoje escrevo. Tive que fingir não sentir dor, fugi para os galhos mais altos ao ver meus monstros me procurar nas ruas onde catava minhas flores e sonhos. Outras vezes até me escondi no escuro de paredes sem luzes e matas ventosas e frias, observando apenas a minha inocência. Não sabia que há algum tempo atrás, tão pouco atrás, teria que brigar com os covardes e sombrios medos que me avisaram chegar em gritos.
Por segundo, me tornei intolerável. Abri meu coração a sentimentos em ações concretas de guerra, tive que lutar fielmente contra tudo o que aprendi como "força": mágoa, ressentimento, dor e desamor. Parece confuso, mas, sim, não me corrompi.
Por terceiro, estou aqui. Ao descobrir que agora posso narrar meu próximo capítulo, eu, mais do que ninguém, escolho com todo amor não sentir mais dor. Se você não sabe ou não pode escolher não sentir dor, meu conselho é que escreva esse capítulo da sua vida, leia com atenção e vire a página. Essa será a nova versão da sua história, pode escreva agora!
quando você mudar,
0.0000000000000,1% no mundo você fala comigo, caso contrário continue a lustrar seu ego.
Seja Extraordinário, faça diferença, de sorrisos em submúltiplos de segundos o mundo já está cheio.
Cada um sabe onde está seu play, se a música não toca, troque a tomada, pois não existe mais pilha pra som, para de esperar alguém ti dar a luz
Não retroceda pra tocar seu ritmo!
falar de si pra si é fazer amizade com seu dom de amar, falar de alguém é destruir seu eco e se enganar.
No caminho do retorno aos sonhos encontrei jardins de flores em mares de lágrimas.
As flores em cores de sorriso, sorrisos em ritmos de liberdade.
Liberdade que mostra as faces e nuances de um novo amor, amor que nasce em velas de barquinhos soprados em chuvas de sol, em direção ao próprio coração.
As feridas tatuadas em coragem e verdade em calçados de aço e doçura.
Caminhando longas dores com amor e lealdade, jamais curadas perdoadas por quem as craveja.
A luta por ser perdoado disfarça a imensidão de não, não irei ti ferir também.
Assim como os sonhos nascem em nossas almas ao amanhecer, a chance de recomeçar perpétua esses corações.
