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Daniloaqui

Encontrados 18 pensamentos de Daniloaqui

Na balsa navegante dos sonhos, encontrei o jardim onde poderia colher as lindas rosas silvestres sem espinhos.
Pode ser ironia!
Más, sem espinhos!
Sem espinhos, a rosa eu arranquei e logo todas as pétalas caíram ao chão.
Aos prantos a roseira se derramou.
Hoje no vasto jardim de dores a roseira silvestre de espinhos eu encontrei.
A rosa não arranquei, o espinho se mostrou!
A linda rosa não chorou, abandonou meus sonhos, com gentileza desabrochou!

Inserida por daniloaqui

⁠"Por que foge da dor?"

O mundo acontecia! Eu chorava e sorria,
Por horas, em longos dias me escondia,
Das flores, das dores, dos horrores que eu não via.

Hoje, em solidão, sem jornal em corredores sem canções.
Pelas janelas, ouço sonhos e orações.

Pelas brechas de luzes que nunca se apagam vejo passos e murmúrios,
gemidos e sussurros.

Os corações estão em feridas,
que sonham em ser mais que uma só vida.

Meu lamento não é sobre despedida, nem sobre achar que não existe mais vida.
Meu lamento é um alento!
Meu alento é um momento!
Meu momento é um pensamento.
"Do mundo, das dores dos horrores eu não vi, hoje dessas dores dos horrores eu senti".

Inserida por daniloaqui

⁠⁠Hoje Eu Gritei

(Verso 1)
Hoje eu gritei comigo,
a raiva em cada palavra,
ódio como um castigo,
amor que só desaba.

(Verso 2)
Hoje eu gritei com ele,
em desespero e frustração,
por um pouco de atenção,
mas só ouvi silêncio e desilusão.

(Refrão)
Hoje eu gritei com a gente,
promessas que se quebraram,
sonhos que se perderam,
de um "nós" que nunca chegaram.

(Ponte)
Hoje não achei meus sapatos,
não reguei minhas flores,
no espelho não há mais fatos,
a dor me engole em dores.

(Refrão)
Porque me deixaram gritar?
Minhas vozes na tempestade,
cada grito a me cortar,
consumido pela saudade.

(Verso 3)
Hoje eu gritei comigo,
no fim, o grito calou,
morreu uma parte de mim,
que nunca mais encontrou.

(Refrão Final)
Hoje eu gritei com a gente,
promessas que se quebraram,
sonhos que se perderam,
de um "nós" que nunca chegaram.

Por que eu griteei?
Por que eu gritei!
Por que eu griteeeei?
Por que eu gritei!
Por que griiteei?
Por que eu gritei!!!!


Hoje eu gritei,
no fim, o grito me silenciou,
morreu uma parte de mim,
que nunca mais entendeu,
a dor que restou.

Inserida por daniloaqui

⁠Você ser gentil, humilde, legalzim, agradável e bonzinho não abraça ninguém, não faz um casulo pra carregar ninguém protegido.
Quer abraçar alguém olhe pra onde ela está olhando.
Do lado dela.
Não tenha medo de ver o que ela vê, nem de descrever o que vê, você vai parecer um monstro ao narrar tudo.
Mas ela vai saber que não está só.

Inserida por daniloaqui

⁠Alimentar a mágoa e o ressentimento é como arrancar o coração diversas vezes por dia e deixar a dor.
O que você quer arrancar hoje?

Inserida por daniloaqui

No caminho do retorno aos sonhos encontrei jardins de flores em mares de lágrimas.
As flores em cores de sorriso, sorrisos em ritmos de liberdade.
Liberdade que mostra as faces e nuances de um novo amor, amor que nasce em velas de barquinhos soprados em chuvas de sol, em direção ao próprio coração.
As feridas tatuadas em coragem e verdade em calçados de aço e doçura.
Caminhando longas dores com amor e lealdade, jamais curadas perdoadas por quem as craveja.
A luta por ser perdoado disfarça a imensidão de não, não irei ti ferir também.
Assim como os sonhos nascem em nossas almas ao amanhecer, a chance de recomeçar perpétua esses corações.

Inserida por daniloaqui

⁠falar de si pra si é fazer amizade com seu dom de amar, falar de alguém é destruir seu eco e se enganar.

Inserida por daniloaqui

⁠Cada um sabe onde está seu play, se a música não toca, troque a tomada, pois não existe mais pilha pra som, para de esperar alguém ti dar a luz

Não retroceda pra tocar seu ritmo!

Inserida por daniloaqui

⁠Primeiro, morri diversas vezes. Não por escolha, nem sabia eu que teria que estar nos capítulos mais tristes do livro onde hoje escrevo. Tive que fingir não sentir dor, fugi para os galhos mais altos ao ver meus monstros me procurar nas ruas onde catava minhas flores e sonhos. Outras vezes até me escondi no escuro de paredes sem luzes e matas ventosas e frias, observando apenas a minha inocência. Não sabia que há algum tempo atrás, tão pouco atrás, teria que brigar com os covardes e sombrios medos que me avisaram chegar em gritos.
Por segundo, me tornei intolerável. Abri meu coração a sentimentos em ações concretas de guerra, tive que lutar fielmente contra tudo o que aprendi como "força": mágoa, ressentimento, dor e desamor. Parece confuso, mas, sim, não me corrompi.
Por terceiro, estou aqui. Ao descobrir que agora posso narrar meu próximo capítulo, eu, mais do que ninguém, escolho com todo amor não sentir mais dor. Se você não sabe ou não pode escolher não sentir dor, meu conselho é que escreva esse capítulo da sua vida, leia com atenção e vire a página. Essa será a nova versão da sua história, pode escreva agora!

Inserida por daniloaqui

⁠Não, não doeu!
Não, não doi mais!
Você não conseguiu tocar meu coração, jamais tocará minha alma.

Inserida por daniloaqui

Não perdoei apenas para seguir em frente, também os dominei, eduquei e permaneço a espreita respeitando suas escolhas para que perceba que a paciência a sabedoria o fará uma fera de guerra, será leal aos princípios e valores que o torna vivo e dominará com maestria sua história.

quando o mundo começa a quebrar, nem todo mundo foge do perigo, alguns fogem de quem ficou.

A forma mais cruel de quebrar alguém não é feri-lo em público.
É usar, em público, aquilo que ele só teve coragem de dizer em confiança.

Às vezes a traição mais comum não vem de quem fala.
Vem de quem simplesmente decide sair do caminho.

Eu nunca tirei nada de ninguém, o mundo inteiro me tirou tudo, não tive nem opção, escolhi ficar calado pra não machucar ninguém nem a alma e nem um coração.


A dor do mundo se espalha no meu peito, ninguém me perguntou qual meu mundo e nesse eu não posso ser quem sou eu, não posso nem comer e nem morar.


Ficar em silêncio nesse profundo me machuca porquê até meu canto num segundo se cala,
Eu sinto que nunca vou voltar a respirar.

Eu sou a Babilônia.
Não a ruína esquecida na poeira dos séculos,
mas a cidade erguida dentro do peito humano.
Sou muralha e sou abismo,
sou torre que toca o céu
e fundamento cravado no barro.
Sou o equilíbrio constante
da sabedoria em agressiva evolução.
Cresço entre o caos e a ordem,
entre a chama que destrói
e a que ilumina.
Carrego em mim a contradição dos homens:
sou templo e mercado,
oração e grito,
promessa e queda.
Em minhas ruas ecoam os passos
de quem busca a verdade
e tropeça na própria sombra.
A hipocrisia nos limita
a sermos curtos e rasos em crenças,
mas eu — Babilônia —
sou profunda como o conflito que desperta.
Não há luz que se reconheça
sem ter beijado a escuridão.
Não há dor que ensine
sem atravessar o abandono.
Não há perdão que floresça
sem antes ter provado o desamor.
Eu sou o espelho do humano.
Em mim, reis se erguem e caem,
profetas clamam,
orgulhos se quebram como vasos de argila.
Sou a soberba que desafia os céus
e a humildade que aprende ao cair.
Sou feita de escolhas —
cada pedra uma decisão,
cada torre um desejo,
cada ruína uma lição.
Não me julgue apenas pela queda,
pois também sou reconstrução.
Não me veja apenas como pecado,
pois também sou consciência.
Sou a tensão que molda o caráter,
o fogo que purifica o ouro da alma.
Eu sou a Babilônia
quando você enfrenta sua própria sombra.
Sou a cidade interior
onde a guerra é travada em silêncio
e a paz nasce como aurora
depois da mais longa noite.
Eu sou a Babilônia —
não como condenação,
mas como revelação:
a prova de que a evolução é confronto,
de que a sabedoria é forjada no choque,
e de que, dentro de cada ruína,
existe a semente de um império mais justo.
Eu sou a Babilônia.
E em mim,
a luz aprende a existir.

E quem não me viu
nunca teve coragem
de me descobrir por dentro
como realmente sou.
Nunca teve coragem de me olhar
para além das frases curtas dos jornais,
das ruínas levantadas,
das estampas de adesivos cruéis
que insistiam em ficar sobre mim
como se fossem parte de quem sou.
Mas não eram.
Não precisei escrever jornais,
nem inventar novas artes,
nem ferir outra poesia
para desfazer a sua pior história criada.
Eu sou o que sou.
Digno...
Merecedor de mim.
Isso nunca foi segredo.
Isso nunca foi medo.
Isso sempre foi verdade.
Caminhada.
Consciência.
Orgulho de seguir
na direção da minha melhor versão,
nascida de dentro,
sem me quebrar
pelos gritos de quem sempre veio
e ainda virá
anunciar medos comprados,
medos ganhos,
medos repartidos
em tirinhas de jornais.

O pior erro que uma pessoa pode comerter é ter inveja da fé do outro, isso supera até todas as doêncas da humanidade, até um pensamento negativo vira voz amaldiçoada que ecoa no universo