Texto sobre Liberdade
É incompreensível
A promessa ainda não
Cumprida de liberdade,
O mundo está assistindo
O homeopático massacre
De um povo exaurido,
Que no vazio das ruas
Deu o seu augusto grito.
É infinitamente noite,
De espera por cada preso
Político que me irmano,
Porque o fatal desprezo
É mais do que um acinte,
É o abandono da vítima
Sem aparentes marcas
De um chocante crime.
Não pense que dos meus
Versos tu escapará livre,
Eles não entram em greve.
Versos que irão atrás
De você até te capturar
E farão pelas tuas mãos
A liberdade regressar
Do jeito que prometestes.
De longe escuto os gritos
Dos heróicos do Helicoide
Que clamam por liberdade,
De cada menor de idade
As notícias quero receber.
Dos ouvidos indiferentes
Não desejo mais saber,
De cada leal soldado
As notícias quero ter.
Das bocas emudecidas
Não desejo mais saber,
Quero vidas devolvidas,
Das flores no calabouço,
As notícias quero obter.
Não cansarei nunca,
Nem mesmo por causa
Da minha fr(atura),
Sou coração em ternura.
O meu dicionário poético
Não autoriza jamais
O desespero crescer.
Não há nada mais
Sagrado no peito
Do que essa liberdade
De um oceano inteiro.
As ondas acariciam
As douradas areias,
Cantam as aves
No firmamento,
E reverenciam as sereias.
Não há mais tempo,
Em nem maneira
De conter as correntes
Da fé que nasceu perfeita.
O guerreiro sentou
Na praça na paz,
O quê está escrito
Ninguém mais desfaz.
Não paro
o reclamo,
a liberdade
conclamo.
O injusto
contra o
General
que foi
da vida
retido,
por ele,
e por toda
a História
quieta
não fico.
O quê não
deveria ter
acontecido
que seja
resolvido
O guardião
anunciou
que a
liberdade
avança,
por ele
e pelos
que estão
na mesma
condição,
nutro a
esperança.
O voto que
o pesadelo
nunca mais
se repita foi
por mim na
História dito.
Na tentativa de abrir
o caminho do coração
para que se cumpra
a liberdade em noite
sem canção de encorajar,
não perco a inspiração
porque acredito
no raiar justo do dia.
É com equilíbrio
de trapezista,
doçura nos lábios,
e na busca teimosa
pela justa saída,
peço que persista.
É de ação poética
que se faz música,
que se dá
sabor à vida.
Diante da estupidez
Apresentada o quê são
Certos fatos da vida
Sabendo que a liberdade
Está nas mãos de quem
Obviamente não vale nada?
Perto de ver a amada
Nos braços de outro,
Da mesma forma
O amado passando bem
Na nossa cara com outra,
É a liberdade tutelada
Que não tem comparação
Nas mãos de gente
Obcecada que de graça
Mente acusando quem
Não merece ser acusado
De ter traído a Pátria.
Sem constrangimento
E sem dificuldades
Sempre assumi:
Não pertenço a cena,
A história e ao país,
Mas a liberdade a poesia
E o clamar por quem
De liberdade precisa
Com certeza me pertencem.
Onde houver juventude
e sonho de liberdade
sempre haverá rebeldia,
O nosso Brasil das mãos
se desgarrou das mãos
da cruel colonial agonia.
O caminho foi estreito
e não foi pacífico,
Duro, justo e necessário,
assim foi o destino
por coragem de todos
aqueles queriam o País
plenamente libertado.
Hoje estamos vivendo
depois depois de tudo
o nosso Bicentenário,
Nada e ninguém vai
impedir que um futuro
melhor não seja alcançado.
Enquanto a liberdade não
vem para um General preso
injustamente por uma falsa
acusação de instigação
a rebelião e para uma tropa
em igual política prisão,
Desde o dia treze de março
do ano de dois mil
e dezoito tenho
escrito este poemário.
Não pertenço
ao continente e a essa
região de indiferentes
inundada de prisões
políticas intermitentes.
Não pertenço
ao continente e a essa
região de indiferentes
que se esqueceram
que o Sol da Venezuela
nasce no Esequibo,
e que ali fica a nossa
dupla fronteira
venezuelana e brasileira.
Sem nenhuma perspectiva
de justiça e uma suposta
notícia de mudança
para o cárcere de Yare,
O velho tupamaro
em greve de fome resiste.
Não pertenço
ao continente e a essa
região de indiferentes
que se cala para
os cinquenta imigrantes
mortos encontrados.
dentro de um
caminhão no Texas.
Eu sou brasileira nacionalista
e filha da América Latina
vibrante pela própria Soberania,
e por cada restituição
histórica nutro a estima.
Pacifismo e a liberdade.
Quando você parte para o ideal de paz, não as guerras, não aos conflitos e o pensamento de paz onde o ser humano escolhe não comete nenhum ato de violência mais um ideal de amor, harmonia, paz e liberdade de expressão que é um direito seu a liberdade de expressão sendo assim como a vontade de subir e descer em paz.
Ela é uma flor
Que surgiu em meio a tempestade
E alçou vôo rumo a liberdade.
Ela é o bom dia
Que muda o seu dia
E o torna cheio de cor
Ela é como o céu azul
Que te faz sonhar
E imaginar seus cabelos azuis
Ela é como uma boa musica
Que te faz dançar
E querer mais
Ela é tudo
Que podemos mensurar
E um pouco mais.
O destino de regresso
para a liberdade, o General
e o Esequibo está escrito
em oito poéticas estrelas
da Pátria de Amor Infinito.
É quatro de fevereiro
e devemos sempre lembrar
de quem se doou por inteiro:
-"O tempo passa demente".
Não existe tempestade ou mal
que dure para sempre,
Intocável é tudo o quê os pertence;
No meu coração coloquei
o sofrimento de toda esta gente.
Eu tenho uma poesia para bordar
em fios de algodão colorido.
Escrevo com a liberdade que só
a poesia concede, e nenhuma arte
se [atreve...
Poeticamente posso escrever ainda
o quê nem sequer foi vivido,
- e mesmo assim ter muita história
para [contar
Acabei de chegar na Paraíba para
visitar dois amigos: Ariano e Solano.
Porque na Paraíba tudo rima,
até a dor vira poesia.
E no fundo todo brasileiro também
é [paraibano.
Quem abriu primeiro a porta
foi o Seu Marinheiro que logo disse:
"- Temos visão privilegiada do
nosso jardim para o Rio Sanhauá."
E o respondi:
"- Frei Pedro Gonçalves me contou
que o pôr-do-sol mais belo visto do
Rio Sanhauá no Brasil outro igual não há."
Três crianças acenaram da sacada
desejando a minha feliz estadia,
escutei os nomes entre as risadas:
Cícero, Cassio e Vital.
Fiquei admirada
com a empolgação da criançada!...
Porque hoje na Paraíba ainda há
um misto de esperança e desesperança
de um povo que se reinventa debaixo
do sol ou da chuva - e enfrenta a seca
com bravura, e jamais abandona a
ternura...
Na costa bem desenhada e na poesia
tramada com fino algodão, em verdade
voz digo:
"- Paraíba [joia menina], tu moras em meu coração."
Prenda-me em liberdade
É tempo de embalar o amor
Prenda-me em liberdade
É tempo de abalar o amor
Prenda-me em liberdade
É tempo de mimar o amor
Prenda-me em liberdade
Para teres sempre o meu amor
Prenda-me em liberdade
Prenda-me em liberdade
Para que eu viva a me entregar
Prenda-me em liberdade
Para a gente nunca se largar
Prenda-me em liberdade
Para a gente sempre se amar
Prenda-me em liberdade
Para eu nunca te deixar
Prenda-me em liberdade
Prenda-me em liberdade
Para o amor nunca se perder
Prenda-me em liberdade
Quero te pertencer
Prenda-me em liberdade
Para mais do que me envolver
Prenda-me em liberdade
Quero mais do que te ter
Prenda-me em liberdade
Prenda-me em liberdade
Para que não falte a vontade
Prenda-me em liberdade
Para não dar brecha à banalidade
Prenda-me em liberdade
Para que não falte a verdade
Prenda-me em liberdade
Quero viver com intensidade
Prenda-me em liberdade
Adoro você em cada detalhe
Prenda-me em liberdade
Desejo ser tua propriedade
Fecho os olhos e penso em você,
a liberdade que te dou,
é a mesma que quero de você.
Fecho os olhos e imagino você,
a carícia que te dou,
é a mesma que quero receber.
Fecho os olhos e sonho com você,
a cumplicidade que te dou,
é a mesma que quero de você.
Fecho os olhos e respiro você,
a loucura que te dou,
é mesma que te deixo fazer.
Em noite de Lua Nívea
giramos a lembrança
da luta pela liberdade
e a memória da Lei Áurea.
Com os Parafusos de Sergipe,
uma História de amor
atemporal e sem limite,
e entre nós há encaixe.
Damos voltas para lá
e para cá foi o Padre Saraiva
que batizou o nome
por todos nós conhecido hoje.
Rotas de luta e anáguas atrevidas
nos trouxeram o justo e necessário,
te entrego o olhar poema
no pulo e giro sempre encantado.
De longe dá para perceber
que você é meu namorado,
que te pertenço e você
me pertence no ritmo apaixonado.
Se és um vero
latino-americano:
não pode ficar
calado diante
deste abuso
contra a liberdade
de expressão
fazendo mau uso
da Bíblia na mão,
arremetendo
contra a população
e que colocou
jovens na prisão.
Em terras brasilis
vejo a escalada
da radicalização,
quase ninguém
pode falar mais
nada porque
o fanatismo
por aqui cospe
mais fogo
do que dragão
e vem causando
total perturbação.
E ainda há quem
se ache certo
e por fazer piada
com orientação
sexual e religião,
cada um a sua
maneira estão
destruindo com
a nossa população.
Contando histórias
paralelas deste
nosso continente
venho pedindo
para uma tropa
e um General
a justa libertação,
o único caminho
urgente sempre há
de ser o da reconciliação.
É véspera de Ano Novo,
e não consigo sentir
o perfume da liberdade,
Versejo como quem
grita aos quatro ventos
sem ser escutada;
E mesmo assim
com esperança
e fé na possibilidade.
É impossível fingir
que não escutei
reivindicações
pela liberdade
dos presos políticos
que mais uma vez
foi procrastinada;
Dói ver gente
que por ela não
estão fazendo nada.
Há sindicalistas,
nove comuneros,
gente campesina,
militares e gente
de todo o jeito,
e vozes resistindo
o quê os corações
não se calam
neste continente
que foi invadido
por radicalismo;
E me espanta que
há quem se assuste
porque conto tontos
e outros fatos
pedindo pela libertação
de todos e do General.
A ausência
de liberdade
de expressão
causou um
desastre aéreo
sem reparação:
Um General
foi pelos ares
porque tinha
medo de falar,
A vida perdida
não tem mais
_restituição.
Duas dezenas
e a carta de tarô
vinte e dois
_Cifra de liberação;
Cadê a libertação?
O General que
foi preso há
mais de um
ano e meio
em meio
uma reunião
pacífica dele
até agora
não há notícia.
E não se sabe
nem se ele
está incluído
nesta cifra.
Só se sabe
que ele está
convalescido.
O General tem
sido vítima
de um grande
mal entendido
e de injustiça.
Faltam outros
tantos mais
como ele para
ser libertado,
Essa história
ainda não terminou,
e nem este poemário.
Medidas substitutivas
de liberdade para
a convivência política,
Nada tem a ver com
harmonia e tampouco
com justiça,
Pouco a pouco elas
têm sido concedidas.
Rodada parcial muito
distante do que é real,
Rodada ficcional
e conta-a-gota que
não tem alcançado
muita gente e o General
que se encontra
com o físico fragilizado.
Recordando a prisão
sofrida do General
no fatídico treze
de março há mais
de um ano e meio
em meio a uma
reunião pacífica,
Da audiência preliminar
ninguém tem notícia,
ela sequer ocorreu.
A loucura saudosista
da época ditadura
anda a solta
neste continente,
Tem gente que pensa
que é gente fazendo
piada para invocar
a volta da censura,
Como não sabem
se comunicar
querem um AI-5 digital
de brincadeirinha,
No meio de tantos
jogos de ironia
há algo que se esforçam
para nos ocultar
de forma sobrenatural,
Pouco a pouco querem
nos acostumar aquilo
que não pode ser
chamado de natural.
Lembro-me
bem e como
se fosse hoje
dos primeiros
passos dados
pelos anjos
da liberdade.
Elias é mais
um que desde
o dia que foi
preso não
deixaram ver
o sol brilhar.
Não dá para
fingir que nada
aconteceu,
Não dá mesmo,
e nunca deu.
Há muitos
desaparecidos
em Tumeremo,
Te pergunto:
-Isso vai ficar
por isso mesmo?
E assim vendo
a distância
as cenas
que passam,
Vejo que
a desgraça
de uma intriga
que mantêm
um General
preso inocente
numa tragédia
infinita por causa
de gente que
anda usando
o nome dele
de forma indevida.
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