Texto sobre Dança
Lil Nan - A garota Estrelada
A garota estrelada dança sob o manto celeste,
Seus cabelos se entrelaçam com os raios de luz,
Seus olhos refletem o brilho das estrelas distantes,
Ela é a própria poesia em forma humana,
Um ser de mistério e encanto sob o céu noturno,
A garota estrelada, eternizada na arte de Van Gogh
A garota estrelada é como a própria constelação em forma humana,
Seus olhos refletem o universo infinito,
Seu sorriso irradia a luz das estrelas mais brilhantes,
Ela é a musa que inspira sonhos e paixões ardentes,
Cada traço de sua beleza ecoa a magia do cosmos,
A garota estrelada, um ser celestial que cativa corações
A garota estrelada, um enigma envolto em tristeza e beleza,
Seus olhos refletem a solidão das estrelas distantes,
Seu sorriso esconde segredos profundos como o próprio universo,
Ela é a musa da melancolia e da paixão desenfreada,
Um ser destinado a vagar pelas noites eternas,
A garota estrelada, cativa dos corações solitários.
Como shiva, que dança pra Maia a deusa ou a grande ilusão.
Os humanos tem dançado iludidos por suas crendices pra sua grande ilusão a religião que criaram ...
As manchas e cicatrizes deixadas em nome da religião, uma história suja , a religião nasce de uma mentira , sempre com um personagem medíocre oportunista que viu uma forma de dominar os outros...
Ao longo de sua historicidade a religião sustentada pela crendice iludiu é ilude milhões e milhões de pessoas, as escravizado em um ritmo que no fim irá consumi-los.
Uma história de mortes dor, preconceitos e guerras sem fim .
Onde está a religião, irá sempre existir derramamento de sangue e destruição...
Noite escura, e há um profundo silêncio na floresta, somente a dança dos vagalumes sobre a macega verde, o cântico silencioso dos grilos entrelaçados nas grameiras, e as corujas fazem os seus sons para anunciar o respeito pela noite, o o urutau com seu cântico assombroso desperta medo e pressentimentos.
Otávio Mariano.
como pesa deixar ir:
estou tão agarrada aos meus pedaços
no compasso de uma dança destemida
tudo se torna fragmento de mim
mãe
pai
irmã
irmão
filha
filho
todos são peças do meu quebra-cabeça particular
e o adeus dilacera um pouco mais
o que ainda resta dentro da garganta:
estilhaços de uma voz emudecida
pela despedida
das partes do meu espírito que
ainda sonham
vejo os olhos deles pela última vez
mas nunca sei!
até que um alarme soe e me avise:
outra parte de você
se foi…
[nunca existi inteira
agora
sou a peça derradeira]
#Me #diga #uma #palavra...
Para que eu possa fazer os sinos dobrarem...
A dança das horas pararem...
O tempo não escoar...
Me diga uma palavra...
Para que o céu seja sempre azul...
Para que eu possa criar asas...
Brincar com o vento...
E nas auroras douradas moldar as nuvens...
Me diga uma palavra...
Para que as flores sejam sempre viçosas...
Os caminhos sejam sempre floridos...
Pássaros e cotovias cantem em uníssono...
Me diga uma palavra...
Para acalmar os rios...
Refrescar a terra...
Trazer a bonança...
Acabar com as guerras...
Me diga uma palavra...
Que contenha o universo...
Que o mistério da vida seja revelado...
Para que o verdadeiro amor seja um fato...
Para que eu possa dançar em meus sonhos...
Sandro Paschoal Nogueira
— em Valença (Rio de Janeiro).
Furacão do amor
Em um oceano com um sol refletindo sua luz
Um vento começa sua dança
As nuvens brancas vão chegando
O som do mar e do vento ecoam...
Assim começa um grande fenômeno da natureza
Que gera luz, força e êxtase.
Assim também é um sentimento sublime
Que começa com o som dos batimentos do coração
Com uma luz que energiza o corpo
Iluminando os olhos e fazendo surgir uma grande força
Capaz de mostrar o verdadeiro sentido da vida.
Despertar da Almas
Despertei no suspiro do tempo,
No silêncio que dança no vento.
A razão se calou num momento,
E o amor se fez meu fundamento.
Vi verdades guardadas na pele,
Como cartas que a vida revela.
Cada lágrima antiga é pincel,
Desenhando a alma mais bela.
É no caos que a alma acorda,
Feito flor que rompe a borda.
Não se ensina, não se força,
Ela vem, quando a dor se entorta.
Despertar é renascer do nada,
Com o peito em paz e a mente alada.
Já fui sombra, já fui tempestade,
Hoje abraço a minha verdade.
Caminhando com leve vontade,
Sou poema em plena liberdade.
As correntes viraram canções,
Os espinhos, sutis orações.
Cada queda, um degrau no caminho,
Cada dor, um abraço sozinho.
É no caos que a alma acorda,
Feito flor que rompe a borda.
Não se ensina, não se força,
Ela vem, quando a dor se entorta.
Despertar é renascer do nada,
Com o peito em paz e a mente alada.
E o que era peso virou asa,
E o que era chaga virou brasa.
O que era medo, agora é dança,
No compasso da esperança.
É no caos que a alma acorda...
Despertar... é luz que transborda.
Dança alada
Quando vc me tomou em seus braços
e começou a dançar bem juntinho
Me aninhou em seu abraço
Pôs meu pássaro em seu ninho
Era só um balanço, um abraço ritmado
Mas tinha tanta melodia...
Não da música que tocava, mas de asas que se abriam!
Asas de anjo, asas de pássaro, que aos poucos se fundiam.
Já não tinha mais espaço em meu coração
Emoção que transbordava, suavam minhas mãos!
Num esforço imensurável
Busquei um disfarce que ocultasse,
Todo amor que eu sentia.
Te abracei com alegria,
Dos seus olhos me escondia:
Me senti como criança, que sem medo se balança,
Que brinca sem saber dos perigos de viver.
Será que a minha vida dança em um tanto para me conquistar, sem revelar os sentimentos por mim que tanto busco em outra vida?
Sigo curtindo o meu caminho só sem desviar de meus objetivos primários, que pelas minhas virtudes fora sinceras;
Vida minha! Não me engane para que eu não caia do lado mais fraco nem fique a beira da calçada, entendendo migalhas;
Entre pétalas e espinhos, teu nome dança:
Flores que brilham na glória, flores que murcham na derrota.
Na alegria, no luto, no sussurro da vingança…
Mistérios se escondem nas raízes do tempo.
Quem és tu, Dona Flor?
A cicatriz da morte ou o perfume da vida?
Sob a superfície calma, os segredos fervem —
são atos imensos em silêncio,
são mapas de luz e ruína.
Teu véu é feito de paradoxos:
nasces do mesmo solo que consome.
És a guerra e o refúgio,
o fim que se disfarça de início.
Dona Flor:
na tua mão, um jardim de perguntas.
O que plantaremos hoje —
a semente ou o adeus?
Harmonia de Almas: A Dança dos Dois Universos
Entre a névoa dos dias, dois seres se encontram,
Em um universo de pensamentos que se entrelaçam.
Um verso e uma rima, dois corações em sintonia,
Comportamentos que se assemelham, numa dança de harmonia.
Um é como a brisa suave que acaricia a pele,
O outro, como o rio que flui, constante e fiel.
Juntos, formam um oceano de sonhos e desejos,
Em cada gesto, cada olhar, revelam seus ensejos.
Como o sol e a lua, em eterno ciclo a girar,
Complementam-se na escuridão, na luz a brilhar.
Um é a chama ardente, que queima com intensidade,
O outro, a serenidade que acalma em tempestade.
Na dança da vida, são como pássaros em voo,
Cada batida de asa, um elo entre os dois.
Em cada silêncio, um segredo a compartilhar,
Numa linguagem própria, que só eles podem decifrar.
Como duas estrelas, num vasto céu a brilhar,
Guiam-se pelos mesmos sonhos, sem se cansar.
E assim seguem juntos, num eterno compasso,
Duas almas afins, num universo em abraço.
Que se entrelaçam e se confundem, num só ser,
Onde o amor é a meta, o caminho a percorrer.
Em cada gesto, em cada pensamento, uma verdade,
Duas metades que se completam, na eterna dualidade.
Eu não acho que jamais superaria você
Seu rosto dança e me assombra
Sua risada ainda ressoa em meus ouvidos
Eu ainda acho pedaços da sua presença aqui
Mesmo depois de todos esses anos
Mas eu não quero que você fique pensando que eu não sou convidado para jantar
Pois estou aqui para dizer que às vezes sou
Mesmo que eu possa logo sentir o toque do amor
Eu não acho que jamais vou superar você
Malandro, desce do teu altar de vaidade…
No palco escuro da vida, onde o orgulho é ator, dança o malandro, confiante, num delírio sedutor.
Crê que o sangue de sua linhagem carrega a centelha, que apenas na sua casa nasce a chama mais velha.
Mas o mundo, vasto, ri dessa pretensão miúda, pois a sabedoria não se prende à herança desnuda.
Não é o ventre solitário que molda o engenho, nem o berço dourado garante o desenho.
Há estrelas em vielas, há luz em becos sombrios, há mentes que florescem mesmo entre os desafios.
Quem se vê dono do gênio, numa vaidade tão vã, esquece que o universo cria mais do que uma manhã.
O vacilo é pensar que a sorte tem endereço certo, que o brilho só repousa no teto do mais esperto.
Mas o destino, astuto, tece fios imprevisíveis, e a inteligência floresce em terrenos impossíveis.
Assim, malandro, desce do teu altar de vaidade, o mundo é vasto, e a vida, cheia de diversidade.
Nem só tua mãe, entre todas, concebe a centelha, pois o cosmos gera gênios sob qualquer telha.
A "arte" da inversão…
Manipulação é a dança velada da sombra, onde a culpa, disfarçada, se impõe e assombra.
É o espelho quebrado da razão alheia, que reflete o erro como se fosse cadeia.
Teu grito, nascido do corte profundo, é moldado em silêncio por quem rege o mundo.
Teu lamento, legítimo, é transfigurado, num teatro cínico, ao algoz dedicado.
Quem desrespeita finge ser ferido, torcendo a verdade num laço distorcido.
E, assim, o carrasco se veste de vítima, invertendo a lógica, tornando-a enigma.
Leia de novo, até o véu cair, até que o ciclo não possa mais se repetir.
Pois quem usa teu pranto como argumento, te prende num labirinto de tormento.
A manipulação é a arte da inversão, um veneno sutil que invade o coração.
Mas quem enxerga além da neblina espessa, rompe o jogo e resgata a própria promessa.
Canção da Magia
Nos sussurros do vento, a verdade escuto,
No fogo que dança, segredos oculto.
Pelos ciclos da Lua, meu passo é guiado,
No rastro das sombras, meu dom despertado.
Sou a chama, sou a terra,
Sou o rio e a tempestade,
Na dança antiga dos tempos,
Sou a voz da eternidade.
Na raiz do carvalho, memórias se enlaçam,
Nas folhas do outono, destinos se traçam.
O corvo me chama, a coruja vigia,
No espelho da noite, reflete a magia.
Com sangue e com sonho, o traçado se faz,
No ciclo infinito, o tempo é fugaz.
No tombo, na luta, renasce o poder,
Pois toda consciência aprende a morrer e viver.
No grande salão, mistérios fervilham,
Na voz do trovão, os Deuses me trilham.
Sigo o chamado da Noite e do Dia,
Pois eterno é o Caminho da magia.
No espelho quebrado, um sorriso cruel,
*Naja, cobra perigosa, dança entre sombras,
seus olhos, venenos que seduzem,
a doçura amarga da maçã envenenada.
Sussurros na floresta, ecoam a maldade,
a bruxa e sua magia, um destino trançado,
onde a beleza é um fardo, e a juventude,
um jogo de espelhos, eternamente perdido, e quebrado,ii
No mundo animal, com a dança do acasalamento, o conquistador monogâmico procurará demonstrar toda a sua exuberância, força e virtudes, normalmente em uma única vez para o alvo da conquista. Tendo êxito, os defeitos surgirão em seguida.
Da mesma forma, com o ser humano não é diferente. Para minimizar riscos, a racionalidade, a intuição e, principalmente, o tempo antes da rendição são importantes, mas sem garantia de imunidade.
Danca Mariquinha
Dança, dança, Mariquinha
Para o povo apreciar
Essa boa mazurquinha
Que pra você vou cantar
Ouça, meu bem,
A sanfona tocar
Quitiribom, quitiribom,
Toca no baixo desse acordeom
Quitiribom, quitiribom,
Que mazurquinha
Que compasso bom
Quando pego na sanfona
A turma se levanta
E pede uma mazurca
Quando bato a mão no fole
Sei que a turma toda
Vai ficar maluca
Todo mundo se admira
Do fraseada que a sanfona diz
Quando acaba a contradança
O povo admirado ainda pede bis.
Ela dança.
Ela não vê na vida violência.
Ela não se cansa.
Ela tem uma enorme paciência.
Ela dança...
Colore com as cores do arco-íris tudo o que alcança.
Ela continua com sua alma de criança.
Ela dança.
Uma lágrima fria insiste nos olhos aparecer.
Ela dança... até o movimento conseguir sua alma outra vez aquecer.
Ela dança.
Ela dançará.
Até o último momento vai pela vida rodopiar.
Um dia, ao olhares para o céu, verás nas nuvens uma dançarina dançando, dançando...
pois até por toda a eternidade dançar será sua sina.
Ela dança... eu danço
Tuas virtudes
Nunca me destes a chance
De tira-la em uma dança,
Mas fizestes o meu coração
Bailar de amores por ti.
Eu me torno inteiro
Quando estou com você,
Mas sou parte de um todo
Quando a vejo apartar-te de mim.
O brilho dos teus olhos
Iluminam os meus sonhos,
Mas se não a vejo
Vão-se as estrelas do meu céu.
E no meu mundo imperfeito
Sem a delicadeza do teu ser,
As tuas virtudes
É tudo que me falta para viver.
Edney Valentim Araújo
