Texto sobre Dança

Cerca de 980 texto sobre Dança

⁠O vento ninguém segura
tal qual o quê balança
a Palma Real que retribui
com a sua bela dança.

A Palma Real traz o sinal
espiritual de Cuba
replicado na fé e nas artes
de toda amorosa Nação.

As folhas quando tocadas
pelo vento cantam a canção
feita sob medida pro coração.

Quem for atento perceberá que
não só Palma Real é capaz de cantar,
e que há música por todo o lugar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Pau de Fitas

Na auge da Festa Junina
quero ser a ventania que
enquanto dança o Pau de Fitas
balança as bandeirinhas
e nossas expectativas meninas.

Cruzar o seu encantador olhar
e com jeitinho de acarinhar,
quando a gente se encontrar
no Tramadinho ou no Trenzinho,
perceberá que és o meu amorzinho.

No Zigue-Zague não deixar
para depois assim será
quando no Zigue-Zague a dois
o calor do meu toque
carinhoso com o teu encontrar.

Quando a hora chegar
da Feiticeira a gente dançar,
a tua atenção despertar,
para a Rede de Pescador
encantar de vez o seu amor.⁠

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Dança da Ratoeira

Algo em nós já morava

com amor e paixão,

De longe a Dança da Ratoeira

atrai a nossa atenção,

Entramos sem permissão

e acabaram chamando

para o centro para cantar

e dançar a tradição,

Foi assim que você de vez

entregou o seu coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Bumba Meu Boi Canarinho

O Capitão avança, dança
e anuncia levantando
a alegria e a festança
que com ele vem chegando
para fazer a gente sacudida.

Bumba Meu Boi Canarinho
caiu no laço do Vaqueiro,
coitado, pobrezinho,
O Bumba Meu Boi agonizou,
e depois ninguém
mais ouviu se ele suspirou.

O Pai Francisco e a Mãe Catirina
estão preocupados
com o Dono da Fazenda
porque o Bumba Meu Boi Canarinho
era dos bois o preferido.

Pares de indígenas,
eles rapazes e elas meninas,
Junto com os Caiporas
acompanham o ritmo
dos músicos e a direção
que apontam os Caboclos.

O Cazumbá mantém
a ordem entre os Brincantes
enquanto a Burrinha
chora pela perda do querido
Bumba Meu Boi Canarinho.

O Dono da Fazenda foi
com fé atrás do Pajé,
E foi assim que ressuscitou
o Bumba Meu Boi Canarinho,
e todo o mundo pela rua comemorou.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Nos Taurídeos do Sul

das noites novembrinas

e nos Leonídeos no céu

dos instantes incertos

dançando nos hemisférios;

O teu nome é a canção

que resguardo com as chaves

de mais de mil silêncios.



Em noite de eclipse lunar

parcial tentando quebrar

as resistências em nome

dos teus olhos por todas

as fronteiras dos sonhos

de um convergente destino

que nas estrelas está escrito

muito além do que pensamos.



Unida com a imigração,

nos cárceres políticos

e certa que ao seu coração

em primaveril sagração

do amor em florescimento

me tranquilizo mesmo

sem saber ao certo quando

e onde nos encontraremos.



Em todas as escalas,

alturas e potências

do amor à primeira vista

aguardo a nossa hora,

até Lua, Saturno e Júpiter

em conjunções na orbe

estão certos que não há

tempestade capaz de nos perder.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Da forma
que o 'paladino'
do Império
sugeriu ao povo,
Intuí que o
Deus da Guerra
não dançará
na Venezuela
e nem no continente,
Por mais que uns
e outros tentem,
Só peço tudo
se acalme,
e me devolvam
o mar, a tropa
e o General
inteiros e com vida.

Ao som de Torrealba
não consigo cessar
de pedir para que
esclareçam de
uma vez as intrigas,
Não há como respirar
enquanto não abandonar
o quê abafa a alma.

Nas linhas do destino
escrevo de a minha
recusa de não
parar de falar,
enquanto a paz
não nos for
plenamente devolvida,
Precisamos de paz
na América Latina.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Como uma estrela que dança nua

No teu íntimo Universo,

Tenho o sublime compromisso

De ser explícito desejo,

Para ser consumido por você

Sempre que te der vontade.



Entre nós habita uma magia

No nosso exílio submerso,

Vive um precioso engajamento

De ser liberdade

Sem rotina e sem cobrança,

Para vivenciarmos a liberdade.



Sem reverso e com contentamento

De subverter nossas rotinas,

Temos o gosto até pelo perverso

Não temos limite e pudor,

Absortos em nossas magias

Para brindarmos a cada momento.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Lua amável Lua,
é para você essa
que um casal
de hippies canta
e dança à espera
de uma carona
em plena estrada.

Lua amável Lua,
é para a Terra
que este casal
canta e dança
a paz e o amor,
da minha janela
pude ver a flor
nos cabelos
dourados da moça.

Lua amável Lua,
me diz quando
vai chegar a vez
de encontrar
o meu amado
mesmo que seja
no meio da rua.

Lua amável Lua,
você que anima
as festas e orienta
a rota dos ciganos
pelas estepes,
são com os teus
raios poemas
pelas minhas
mãos tu escreves.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Pude observar a [dança]

- do sol e do luar -

No oceano de amar,

Para seguir a luz

De quem me ama...,

E de mim nunca se cansa.



Destarte, posso tanto,

- em segredo -

Sagrado com afeto,

Espalhar este canto.



Pude passar a tarde

- de sol e luar -

A observar o mar,

Imaginando você em cena,

Ditando poesia suave,

E um sussurrar com [arte].



Evidente, nesta poesia

- intimista -

A deslizar nas areias

Palmilhando as conchas,

Para tomares conta,

E para quando abraçares:

- Roubares o meu beijo

Deslizando no canteiro

Escrevendo poesias boêmias

Com as pétalas das gardênias.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Na dança das horas confirma-se:
O calendário mostrou a sua força.
A paixão findou com o tempo,
O destino varreu-me com o vento.
O teu telefonema vale este poema,
Para dizer que nunca tive vocação
De "Carolina na janela" que por noites,
E, que por causa da tua indiferença:
Aguardei, aguardei com paciência
O baile da rosa e do beija-flor,
Eu vestida de fino perfume,
Poderia ter florescido o amor.

Eu fui reduzida ao teu caleidoscópio
Repleto de egoísmo, e talvez até de cinismo
Com a minha boa fé de moça você brincou.

Doravante, mais amadurecida
Não me farei de convencida,
Por causa da tua aproximação,
Destarte o que fazes da tua cor
De cravo e canela - morena,
Que vale muito mais de um poema,
Não vai virar mais a minha cabeça,
E nunca mais há de me fazer cair em tentação!

Eu sou dona do meu próprio destino,
Você não é mais um menino,
Não darei-te o meu tempo e o meu ouvido.

Porque eu encontrarei o Astro Rei
Que me trate com fino gaúdio,
Porque eu encontrarei o poeta
Que talvez não me escreva,
Mas que me invada com poesia.
Trazendo afeto e novo sentido a minha vida,
Coroando a minha madrugada de estrelas,
E vestindo-me de mil cometas e rendas
Com o fino afeto que as conchas são carregadas
Pelo mar do oceano de amar;
Entenda, quem não me fez feliz na juventude
Jamais me fará feliz na maturidade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não vejo a hora
de pararem com
a dança macabra,
Estou com o povo
para lembrar o quê
é mais dolorido;
Por mais que doa
não se esqueçam
do presos mais
antigos do Chavismo:

- Liberen a los polícias!

Pois deles nem
mais ouço falar,
Se ainda seguem
presos, me façam
o favor de soltar!
A espera da visita
da Alta Comissariada,
Já são 50 DIAS SEM
SABER DO PARADEIRO
DO GENERAL PRESO
INJUSTAMENTE,

Cantando canções
entre os dentes,
Distraindo-me
com versos
para outros fatos
latinoamericanos
E sofrendo junto
por gente que
nunca ouvi falar:

- Perdomo,
o Comissário 'fugiu'
pelas mãos
do autoproclamado;
e a conta sobrou
agora para você!
Na própria pele
o resultado
da prática de
um antigo ditado.

É coisa de cinema
põem a culpa
no mordomo,
Da mesma forma
que põem
no advogado;
Mãos violentas
dos coletivos
contra as minhas
irmãs venezuelanas
que se queixaram
do alto custo de vida
não vou perdoar;
Não deixem
apagar da memória
o sindicalista
da Ferrominera
que foi preso
porque exerceu
o direito
de se manifestar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Dançando na chuva...
...entremeio aquele "chuá" eles cantam, dançam, encantam, caem no gosto da chuva fria, alegres de cá para lá
Pouco vento, água límpida, um canto vindo de um galho, era um sabiá.
Patos e gansos dançantem nem me chamaram para dançar; mas feliz estou por esse momento compartilhar.

Ela tenta
Levanta
Mesmo com todo peso
Nem sempre os dela
Um imenso peso
Caminha
Com os ombros caídos
Mas ainda sim com um sorriso no rosto
Que máscara em menina?
Se senta
E o descanso ?
Que nada !
Ela ainda se sente pesada
O seu peso, mais o mundo
O dela?
Nada!
Nem sempre ela olha pra ela
Então sente
Na pele, na mente, na alma
Aprende menina
Se cuida e se acalma
Deixa de lado
Se cala
Se deita
A mente ainda inquieta
O sono derruba
Mais ainda sim o peso
O mundo, mais o dela.
Menina, descansa, dança
Deixa o mundo
Ele não é criança.

Casa desarrumada
Pior que uma casa desarrumada é não ter um lar.
Não quero desarrumar nada, só digo uma coisa:
A alegria de viver é o que importa!
Ser alegre, mais que tudo, é saber que a casa não tem dono.
O dono? É tudo que enche de vida:
a chama no fogão, aquecendo o leite;
a cadeira de balanço ressuscitando lembranças;
os livros na estante provocando a beleza das ideias;
o amor prestes a acontecer no embalo de uma valsa;
o assoalho da sala sem brilho mostrando o movimento de gente;
o rosto alegre de um cão que, pela idade avançada silenciou o latido;
a doce voz de uma mulher reclamando "amor".
Uma casa de cheia de poucos amigos.
Desarrumada, assim como minhas certezas, é minha casa.

Vida Leve
Não tenho conceito formado sobre nada. A cada dia, me dou o direito de não "sustentar" opinião. Mudo os meus conceitos de acordo com a vida. Leio, procuro o significado das palavras.
Lucidez, loucura, serenidade, sorriso: uso um pouco de tudo e vou vivendo com Fé, sem ofensas e sem revidar nada.
Não sou tão livre, não sou tão bom, por isso, vou dançando conforme a música que toca.
Hoje. Se resolver, amanhã pensarei diferente! Não consigo ser tão adulto..

Admiro quem passa pela arte das palavras
Toda a angústia sentida.
Toda a intensidade do amor.
Toda a alegria existente.
Toda a dor escondida.
Todo o afeto preenchido.

Eu não sei me expressar tão bem nas palavras como eu me expresso com a dança.
Se eu fosse definir o que sinto agora, seria: Tango. Um sentimento triste que se baila.

⁠O bailar…
O som da sua respiração…
Que me tocava a alma
O toque musical encantava-me
O encanto despertava emoções
De te sentir em uma simples melodia
Te ouvir você a perder-se completamente em mim
O silêncio se manifestou
Na melodia da paixão,
Suavemente você,conseguiu me seduzir
Na mais linda canção

⁠Bailarina que surge na madrugada
Exibindo sua técnica sem dar risada
Seus olhos verdes minha tentação
Sua boca carnuda minha perdição
Bailarina que invade o meu pensar
Suspensa no ar me faz almejar
Como seria te conhecer
Como seria te entreter
Bailarina dos olhos verdes do inferno
O conhecido buraco abismo eterno
Me faz pecar só de olhar
Me faz pecar por desejar
Bailarina da internet libertou a fera
Bailarina do Instagram se torna a Bela

A verdade descrita ⁠
Bailarina está sumida não quer papo com ninguém
Quer que todos a olhem, talvez procure alguém
Não faz questão de dar satisfação
Não me chama pelo nome e nem faz questão
Linguagem direta chega ser dolorida
Parece que carrega até um rei na barriga
Não olha meu story e nem curte meu feed
Só apenas seguidor um baba ovo que triste
Talvez seja receio pelo um passado conturbado
Nos faz andar cabreiro e também desconfiado
Nos dia de hoje quem manda poesia
Qdo vê uma coisa bela que irradia o seu dia
É o necessário para um laço em construção
Um passo de abertura um aperto de mão
A verdade que não sei como é seu dia a dia
Talvez esteja ocupada talvez se nem queria
É qual o problema se vc me ignorou
Nunca conversamos vc não sabe que sou
Todo seu direito talvez seja intocável
Cuja mais bonita ela é indispensável
Talvez seja única a menina mais bela
Do futuro do milênio a linda Cinderela
Melhor acreditar que é dor de rejeitado
Que é carente de atenção e queria ser notado
Papo de babaca e de nego fracassado
Só pq não foi escolhido e nem desejado
A baixa estima consome sua alma
Te empurrando para baixo machucando com calma
Qdo dou conta era tudo em minha mente
Nunca nem conheci e nem vi pessoalmente
Bailarina bonita dos olhos de mel
Vc é uma desconhecida que menciono no papel

⁠O ponto
ponto é o centro do círculo. Não tem dimensão nem lugar, escapa da nossa percepção, não pertence ao nosso mundo, é metafísico, simboliza a unidade, e a totalidade, e a perfeição. Um símbolo de Deus, nele está contido tudo, mas só em potência, não em estado manifesto. Dele nascem o círculo e a esfera que são suas formas de manifestação, o círculo é um ponto, mas a sua dimensão. O ponto é a forma invisível da existência, que o homem só o reconhece pelas formas que dele nascem. O mundo visível é o que nos colocam em contato com o transcendental. A lei do mundo é o movimento, a lei do centro é a quietude. O mundo só existe em nossa consciência, e nele temos que unificar a multiplicidade. Viver no mundo é um dançar constante ao redor do centro. Vivemos do ponto central e fazemos tudo o que fazemos, porque estamos à procura do centro. Enquanto estiver no mundo, o homem sempre vai modificar precisamos aprender a trocar nossos círculos, fazer com que eles se tornem cada vez menores até que a nossa vida gire em torno, do ponto. O girar contínuo ao redor do nosso centro é o modo arquetípico da nossa vida e é o modelo fundamental da dança. A dança na sua origem é um evento ritual. Ela é a reprodução da vida humana. É possível usar a dança para atingir experiências místicas. Dançar é viver. Autor desconhecido
ZÊ ZAMB.