Texto Filosófico

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⁠O VIAJANTE SOLITÁRIO
EM PRIMEIRO LUGAR MEU NOME É CICERO
Que sou mais conhecido como o viajante solitário
Só porque nunca encontrei alguém que me ame
E tenho em minha mente uma grande esperança
Que você me deixe entrar no seu território de amor e paixão
Pois neste mundo já percorri o sul e o oeste, o leste e o norte
Tentando encontrar alguém que me ame
Mas até agora não tive sorte
Pois ao invés de viajante solitário
Queria ser chamado de cavaleiro do amor
Mas queria que isso acontecesse
Bem antes do meu fim ou melhor da minha morte
Juro que me esvaziarei só para preencher seu coração
E ao mesmo tempo me encher de amor, te amando loucamente
Que os outros falem que somos muito jovens para amar
Eles irão dizer que amor
É uma palavra que não sabemos o significado
Mas os dias logo irão passar
E eles se lembrarão, de que não éramos tão jovens assim
E vão notar que nosso amor vai durar pra sempre
pois eu serei a lembrança que povoará sua mente
E te amarei de qualquer jeito e de todas as formas
Lhe torturarei com minhas palavras
Lhe perseguirei com meus carinhos
Lhe sufocarei com meus beijos
Tomarei em meu poder seu corpo e sua alma
E cavalgaremos juntos pelo mundo afora
Espalhando amor e felicidade
E você terá orgulho em me chamar de cavaleiro do amor
E logo o mundo queimará um grande diário
Que marcou a história de um EU
Que foi mais conhecido como O VIAJANTE SOLITÁRIO

Inserida por cicero_farias

Cícero, um orador e político romano que viveu na época de
Cristo, disse: "Estou persuadido a crer que meus amigos, que
partiram desta vida, não deixaram de existir. Na realidade,
só sua condição atual pode ser chamada de vida. Eu adoto
esta fé, não somente porque a lógica exige isso, mas também
porque os mais nobres e distintos filósofos a proclamam. Eu
considero este mundo um lugar para viver mas não o meu lar
para sempre. Eu não julgo a partida deste mundo como uma
expulsão de meu lugar de habitação, porém, como a partida de
meu hotel."
Nós, cristãos, filhos do Pai celestial, cremos da mesma forma --
a morte neste mundo não é o final de tudo. Há um "depois"... e
a nossa fé aqui, determinará o lugar de nosso "depois".
E o que apresentaremos ao Senhor quando tivermos que deixar
este mundo para começar o "depois"? O que Lhe diremos? O que
haverá em nossas mãos? O que estará escrito no Livro de Deus
a nosso respeito? Ouviremos o "vinde benditos de meu Pai" ou
simplesmente seremos colocados à parte?
Muitas vezes estamos indo à igreja, cantando nas reuniões,
ouvindo sermões, conversando alegremente com os irmãos antes
e depois dos cultos, porém, nosso compromisso termina
exatamente quando passamos pelas portas do templo. Fazemos o
que bem entendemos, agimos sem preocupação espiritual,
ignoramos completamente o fato de que somos representantes
do Senhor neste mundo. Pensamos somente nesta vida e nos
mostramos indiferentes ao "depois". Até quando irá a nossa
alegria? Até que ponto somos verdadeiramente felizes?
Eu estou pensando no "depois". Eu quero estar preparado para
o "depois". Todos nós ansiamos pelo "depois". E porque
pensamos no "depois", pensamos no hoje, no agora, na nossa
vida espiritual com Deus , hoje, amanhã, todos os dias.
Eu quero estar na eternidade com meu Senhor. E você?
NENE POLICIA

Inserida por nenepolicia

⁠Sobre os dons da arte da Oratória e da Escrita

Em relação ao primeiro, é sabido que Cícero orador, fora considerado o maior orador de todos os tempos ( embora haja divergência de opinião). Este, entre os latinos. Entre os gregos, poderíamos citar Demóstenes, o gago. Era gago, praticou a oratória e se tornou o maior orador da Grécia! Quanto ao segundo dom, o da escrita, houve infindáveis habilidosos escritores, não mencionando eu nomes, mas que na arte oratória, não eram proeminentes oradores. Mas existiram os que, por sobreexcelência da natureza, eram dotados dos dois dons - tanto o da arte oratória quanto o da escrita. Isto é, eram tão vigorosamente estilosos e sofisticados tanto falando quanto escrevendo. De modo a não sabermos exatamente que dom escolher, caso tivéssemos que nos ater a apenas um, dos dois que possuísse!
Cícero, não tivemos o privilégio de ouvi-lo, como tantos outros. Mas se julgássemos sua oratória apenas com base na sua escrita, que podemos ler, não o classificaríamos como o orador que a História lhe laureia. Então , a meu ver, Cícero não é tão escritor quanto orador; sobrepujando neste dom, mais do que naquele. Em contrapartida há os que são muito mais sobreexelentes no dom da escrita que no dom da oratória. O que podemos concluir deste curtíssimo ensaio, é que, nem sempre o eloquentíssimo escritor também o será, como orador. E o eloquentíssimo orador, como Cícero, a julgar o que sobre ele dizem os anais da História, nem sempre se destacará na escrita, como se destaca ou destacou na oratória. E que com certa raridade, haverá os eloquentíssimos tanto na escrita quanto na oratória; como Sêneca, Giordano Bruno, Dr. Rui Barbosa, Dr. Enéas Carneiro...


Às 19h03 in 01.08.2024

Inserida por FabioSilvaDN

Cícero Geimerson é escritor e estudante de Direito.
Autor das obras Não Durma, Acorde e O CEO e a Babá, escreve para tocar onde a fala não alcança — entre o medo, o amor e a consciência.
Suas histórias misturam realidade e imaginação, sempre com um toque de crítica e sentimento.
Transforma o que sente em frases, e o que observa em histórias.
Não escreve para agradar — escreve para despertar.

Inserida por cicerogeimerson

“Um passo adiante na convalescença: e o espírito livre se aproxima novamente à vida, lentamente, sem dúvida, e relutante, seu tanto desconfiado. Em sua volta há mais calor, mais dourado talvez;sentimento e simpatia se tornam profundos, todos os ventos tépidos passam sobre ele. É como se apenas hoje tivesse olhos para o que é próximo. Admira-se e fica em silêncio: onde estava então?”

Inserida por dayanalimaa

Pois a alma da democracia consiste, como pensam alguns, na liberdade, sendo todos iguais a este respeito, devem ter a mesma parte nos bens civis e principalmente nos grandes cargos; e como o povo é superior em número e o que agrada à pluralidade é lei, tal Estado deve necessariamente ser popular. Mas se todos são indistintamente admitidos no governo, é a massa que se sobressai e, sendo os pobre assalariados, podem deixar o trabalho e permanecer ociosos, não os retendo em casa a preocupação com seus negócios.

Inserida por EdinilsonCerqueira

"A amizade perfeita é a dos homens que são bons e afins na virtude, pois esses desejam igualmente bem um ao outro enquanto bons, e são bons em si mesmos. Ora, os que desejam bem aos seus amigos por eles mesmos são os mais verdadeiramente amigos, porque o fazem em razão da sua própria natureza e não acidentalmente".

Inserida por LEandRO_ALissON

Mas o bem, a perfeição para cada coisa, varia segundo a virtude especial dessa coisa. Por conseguinte, o bem próprio do homem é a actividade da alma dirigida pela virtude; e, como há muitas virtudes, será a actividade dirigida pela mais alta e a mais perfeita de todas. Acrescente-se também que estas condições devem ser realizadas durante uma vida inteira e completa, porque uma só andorinha não faz a Primavera, nem um só dia formoso; e não pode tão-pouco dizer-se que um só dia de felicidade, nem mesmo uma temporada, bastam para fazer um homem ditoso e afortunado.

Inserida por Gabriel86

A política é uma dádiva e ao mesmo tempo uma maldição. Para Aristóteles, "o homem (ser humano) é um animal político", isso necessariamente não o torna mau ou bom. Ele também diz que o cidadão é político, pois participa na elaboração e execução das leis, porém nem todos são cidadãos. Trazendo esse pensamento para os dias atuais, onde existe uma grande descrença em políticos, por termos a simples ideia que política se remete apenas a eleição, e não a organização social e do estado. Tiro a conclusão (talvez inexorável) que a política é uma dádiva, olhando pela capacidade que cada cidadão tem de expor e solidificar sua opinião, através de um caminho visando um "bem".

Esse bem não se trata do correto ou do errado, mas algo necessário a ser finalizado para um "todo". Uma meta, como grosso modo poderíamos dizer: a reforma da educação e sua universalização, quanto a unificação da policia para que possamos ter um policia mais centrada e eficiente, assim como investimento a tecnologia e a pesquisas, e poderemos citar diversas áreas que podem ser melhoradas e traçadas metas.

Entretanto, para o cidadão político, esse também tem uma maldição, principalmente hoje, em um tempo que a política e os políticos estão desacreditados. Onde se tem uma desconfiança desenfreada, gerada por situações que vem se agravando a cada dia, que é a corrupção. Uma pessoa dizer "ser político" é um ato de coragem, de contravenção, talvez até de subversão.

Quando uma pessoa se apresenta como político, existem três reações mais presentes, uma delas é a desconfiança, primeiro a pessoa acredita por um enraizamento cultural que "todo político é corrupto", isso fecha a oportunidade de cidadãos que não são corruptos mudarem o quadro que se encontra a política. Algo comum também, seria o pensamento individualista e imediatista, onde a pessoa ao invés de pensar no coletivo, pensa apenas em si, se vende ou até mesmo tenta barganhar com o político em questão, independente de seu pedido.

E por fim, algo não tão comum, ou até mesmo, que eu consideraria mais propicio e que recomendaria que ocorresse, seria o pensamento coletivo, o pensamento para um fim, visando algo que não mantivesse o mesmo sistema e também não fosse individualista. Nesse caso especifico podemos citar algumas ações e pensamentos que traria beneficio, não só para a política, mas para um todo, para a sociedade, que seria a ajuda mútua, onde os cidadãos questionassem primeiramente porque de sua desconfiança, buscasse conhecer, interagir e assim contribuir para a construção e execução de ideias para beneficiar a todos. Voltando assim, a questão do "cidadão" de Aristóteles, dito no inicio.

MATURIDADE E EDUCAÇÃO

Aristóteles insiste muito numa coisa chamada maturidade. Maturidade não no sentido fisiológico, mas no sentido intelectual. O homem maduro é o homem que teve certas experiências e aprendeu com elas. Quando Aristóteles enfatiza que somente o homem maduro pode guiar a comunidade, está se referindo aos homens que conseguiram absorver um certo número de experiências decisivas que colocaram a sua alma um pouquinho acima do nível de consciência de sua comunidade. Esse homem maduro não precisa ser santo, profeta ou herói, mas simplesmente é alguém que tem uma alma um pouco mais ampla porque chegou a ter certas experiências significativas.

A finalidade da educação, tal como eu a entendo e tal como foi entendida nos tempos antigos, é a maturidade. O que o homem maduro fará com aquilo que eu lhe ensinei é problema exclusivamente dele, pois a maturidade que ele irá exercer será a dele, não a minha. Quando ele se deparar com determinado problema, a sua circunstância será outra diferente da minha, os dados serão outros e não há nenhuma possibilidade do professor antever tudo isso. Isso significa que uma vez conquistada a maturidade, a finalidade da educação está terminada, e o educador deve ir embora para casa. E o homem maduro, uma vez formado, pode se transformar ele mesmo num educador, se quiser, ou irá fazer outra coisa, já que não é só na educação que homens maduros são necessários.

É fundamental entender que educação liberal é a preparação da alma para a maturidade. O homem maduro é o único que está capacitado para fazer o bem ao meio em que vive. O bem deve ser conhecido. Mas o discernimento entre o bem e o mal não é imediato. Não adianta ter um formulário, os Dez Mandamentos ou o código civil e penal. O discernimento entre o bem e o mal é uma questão de percepção que tem de ser refinada para cada nova situação que você venha a viver, porque ambos costumam aparecer mesclados. Jesus disse: na verdade amais o que deveríeis odiar, e odiais o que deveríeis amar. Este é todo o problema da educação: desenvolver no indivíduo, mediante experiências culturais acumuladas, a capacidade de discernimento para que ele saiba em cada momento o que deve amar e o que deve odiar. Ninguém pode dar essa fórmula de antemão, mas a possibilidade do conhecimento existe e está consolidada em milhares de obras. Uma educação bem conduzida pode levar o indivíduo à maturidade e ao verdadeiro julgamento autônomo.

Vocês já pararam para pensar que o maior filósofo da história não foi Aristóteles, nem Nietzsche... foi Salomão?
O cara escreveu em Eclesiastes, há milhares de anos: "Não há nada de novo debaixo do sol". Na época, o pessoal achou profundo. Hoje, a gente sabe que ele estava apenas prevendo o ChatGPT.
A inteligência artificial é vendida como o futuro da humanidade, mas, na verdade, ela é só o maior plágio gourmetizado da história. Ela não cria nada! Se você pede para a IA escrever um poema de amor, ela não se apaixona. Ela só entra em um Tinder de dados, dá match com dois bilhões de textos de adolescentes sofrendo em 2012, mistura tudo e te entrega.
A IA passa a noite em claro namorando o nosso passado. É matemática flertando com a filosofia no escurinho do servidor. É por isso que ela é tão parecida com a gente: ela aprendeu tudo com os humanos. Ou seja, ela é rápida, inteligente e, se você não tomar cuidado, herda os preconceitos do seu tio chato no almoço de domingo.
No fundo, o robô é o espelho do nosso narcisismo. A gente passa horas conversando com a máquina para ouvir ela repetir... o que a gente mesmo já escreveu. É a versão tecnológica de mandar mensagem para o ex esperando uma resposta diferente. Salomão estava certo: o futuro mudou, a velocidade aumentou, mas a nossa crise existencial continua exatamente a mesma.

Vamos repensar?

Aristóteles — “Somos o que fazemos repetidamente. A excelência, portanto, não é um ato, mas um hábito.”

“Somos aquilo que praticamos repetidamente, mas cuidado: hábitos sem consciência também constroem prisões. A excelência não nasce apenas da repetição; nasce da capacidade de questionar aquilo que repetimos. Um hábito sem reflexão é apenas uma rotina bem treinada.”

Carlos Eduardo Balcarse

Vamos repensar?

Aristóteles — “O homem é um animal político.”

“O homem é um ser social, mas a multidão também pode ser uma prisão. Pertencer a um grupo não significa possuir consciência; muitas vezes, seguir a maioria é apenas terceirizar o próprio pensamento.”

Carlos Eduardo Balcarse

DEMOCRACIA. Historicamente, a democracia tem suas raízes na antiga Grécia. Aristóteles já dizia, há mais de 2000 anos, democracia é o governo do povo, para o povo e pelo povo! A democracia surgiu quando, devido ao fato de que todos são iguais em certo sentido, acreditou-se que todos fossem absolutamente iguais entre si! No Brasil, a democracia representativa, não esta funcionando. Resta então a esperança de se criar um novo sistema, antes que o caos social atinja seu ponto máximo; aí já era! A democracia representativa hoje; em realista análise, é uma fábrica de corruptos e corruptores. O povo já não aguenta mais tanta roubalheira de dinheiro público. Como filosofia política, poderia ainda ter sua aplicabilidade, não fosse o descaso dos governantes sobre os governados. O que se percebe, em todos os escalões do governo, é o jogo continuado de interesses pessoais, sem nenhum interesse no bem comum. Existem exceções, porém são pouquíssimas e não justificam mais a continuidade da democracia representativa, como sistema de governo no Brasil. Partido político é quando um grupo de pessoas se unem para promover os interesses da Nação, mediante o emprego de um processo específico, com o qual todos se achem de acordo! No Brasil é uma baderna, com políticos sem definição ideológica, partidos sem programas, plataforma ou propostas, tudo isso junto com regras eleitorais que são inaceitáveis para a escolha do síndico de um prédio! Algum inocente aí ainda acredita que o desastre da administração pública no Brasil não tem nada a ver com a democracia representativa que acaba gerando tanta corrupção?
É preciso mudar o sistema com regras, que possam ser praticadas, justas e confiáveis!
Assim é que não pode ficar. REFORMA POLÍTICA JÁ!

Inserida por Vargas

O homem é um animal gregário. Político, dizia Aristóteles, ou seja, membro da cidade. Mas não só da cidade - de todas as greis espontâneas ou artificiais, estáveis ou precárias, onde quer que se encontre. Não pode suportar a ideia de estar só consigo, - quer ser unidade e não individualidade. Tem necessidade de se sentir cotovelo com cotovelo, pele com pele, no calor de uma multidão, ligado, seguro, uniforme, conforme. Se o leão anda só, em nós predomina o instinto ovino, do rebanho - os próprios individualistas, para afirmar o seu individualismo, congregam-se: sempre segundo a prática ovina".
(Relatório sobre os homens)

Inserida por OswaldoWendell

(REFLEXÃO)

A função política

A palavra política foi criada pelo filosofo Aristóteles, na mesma obra em que criou o conceito da ética.

Definiu a ética como as qualidades que permitem alcançar o maior bem comum.

Definiu a política como a escolha ética de prioridades para conduzir os destinos da comunidade. (Fonte: Wikipedia)

Logo, o papel de um bom político é buscar meios que permitam alcançar o bem comum de todos. Alguns defendem a causa "a" outros "b" mas na verdade o que fazem é beneficiar um grupo seleto ou determinada tribo.

O bom político não trabalha para "a" ou "b" ele trabalha para todos.

Inserida por valdirenecavalcante

⁠"Se eu tivesse a sabedoria de Salomão, se permeasse os campos de pensamentos de Aristóteles, Sócrates e Platão, se houvesse a base da imaginação de Albert Einstein, Isaac Newton e Galileu Galilei, ademais, conseguisse dominar os campos das ciências humanas e exatas, contudo, para mim tudo isso seria debalde , se eu não creditasse a existência e suprema sabedoria de DEUS".

Inácio (Mauro)

Inserida por Mauro38

⁠Aristóteles

Aristóteles, sábio do pensamento,
Filósofo grego, de saber vasto e lento.
Com a lógica e a ética em suas mãos,
Ensinou ao mundo os mais nobres porquês.

Na Academia de Platão aprendeu,
E com Alexandre, o Grande, conviveu.
Seus escritos sobre a política e a alma,
São tesouros que o tempo não acalma.

Aristóteles, mestre da metafísica,
Investigou o ser e sua dinâmica.
Com sua obra vasta e profunda,
Influenciou gerações, sem pausa ou funda.

Sua busca pelo conhecimento verdadeiro,
Permanece viva, como um legado inteiro.
Aristóteles, eterno em sua sabedoria,
Ilumina mentes em busca de harmonia.

Inserida por Davidpereira17

Metáfora da Mesa

Se o filósofo filosofar peripateticamente como Aristóteles e andando pelos jardins à la Epicuro, a tendência é você desenvolver um temperamento blasé e fleumático, alguém que desfruta melhor da solitude, sem necessitar de apego desmedido aos outros.
Talvez, se deva buscar pessoas com esse tipo de disposição para à vida, senão, você pode acabar se tornando aquele sujeito com cara de paisagem no meio da "galera".

Inserida por samuelfortes

Conceitos Aplicados de Hegel


⁠Aristóteles (384-322 a.C.) é, sem dúvida, o grande filósofo da Humanidade.
Dominou o conhecimento e deu início à Ciência, com conceitos atuais, embora tenha vivido há mais de 300 anos antes de Cristo, entre a Grécia e Estagira.
Entretanto, nem tudo que o grande filósofo disse é verdade, malgrado tenha consagrado o chiste do mestre, falou está falado no “Magister Dixit”.
Em muitas coisas, este sábio, quando não sabia, deduzia, se é que não inventava, já que foi quem introduziu o método lógico e o silogismo.
O método lógico dedutivo é auxiliar na busca da realidade do real e do concreto, que se completa com o método dialético de Hegel melhorado por Marx.
Assim é que, em muitos casos, Aristóteles foi levado ao erro ao acreditar no primeiro olhar, qual a amor à primeira vista pela aparência, e não na essência.

Inserida por samuelfortes