Texto de Conscientização

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A evolução na vida não é um evento é um estado de consciência.


Ela não acontece apenas quando tudo dá certo, quando conquistamos algo grande ou quando finalmente “chegamos lá”. Na verdade, a verdadeira evolução acontece nos detalhes invisíveis: na forma como reagimos ao que nos desafia, no silêncio das nossas reflexões, nas pequenas decisões que ninguém vê… mas que moldam quem estamos nos tornando.


Todos os dias, a vida está conversando conosco.


Nos atrasos que parecem injustos.
Nas pessoas que entram e nas que saem.
Nas oportunidades que surgem do nada.
E até nos incômodos que tentamos ignorar.


Nada é por acaso.


Existem sinais o tempo inteiro mas só percebe quem está presente.


A maioria das pessoas vive no automático, repetindo padrões, ignorando intuições, fugindo dos desconfortos que, na verdade, são convites para crescer. Evoluir exige coragem. Coragem de olhar para dentro, de questionar suas próprias verdades, de abandonar versões antigas de si mesmo.


E isso dói… mas liberta.


Estar atento aos sinais é entender que a vida não grita ela sussurra.
E quem não aprende a ouvir o sussurro, acaba sendo acordado pelo impacto.


A evolução exige sensibilidade.
Exige pausa.
Exige presença.


Às vezes, o que se chama de obstáculo… é um redirecionamento.
O que chamamos de perda… é espaço sendo aberto.
E o que se chama de confusão… é o início de um novo nível de consciência.


Nada cresce na zona de conforto.


Se queremos evoluir, precisamos começar a viver com intenção. Observar mais. Reagir menos. Sentir mais. Fugir menos. Perguntar-se constantemente: “O que a vida está tentando me ensinar com isso?”


Porque quando mudamos a forma de ver, tudo muda.


A evolução não está no destino.
Ela está na forma como caminhamos.

A consciência é o espelho mais sincero que existe.
Ela não se impressiona com palavras bonitas, nem com justificativas.
Ela só observa… e revela.


Será que tuas atitudes realmente condizem com o que dizes praticar?
Ou estás apenas seguindo o fluxo do ego, repetindo padrões antigos, vivendo no piloto automático?


Ser consciente é coragem.
É questionar a si mesmo antes de apontar o mundo.
É escolher o que eleva, mesmo quando o ego grita pelo caminho fácil.


No silêncio da alma, todas as respostas já existem.
A pergunta é: tu tens coragem de ouvi-las?

Consciência não é um estado confortável é um estado verdadeiro.

Despertar não significa encontrar luz externa, mas acender a própria chama interna, mesmo que ela revele aquilo que você passou a vida inteira evitando. Ser consciente é enxergar sem filtros: suas virtudes, suas sombras, suas contradições… e ainda assim permanecer inteiro.

Viver sem peso não é fugir da responsabilidade, mas abandonar as ilusões que criam correntes invisíveis. Culpa excessiva, medo herdado, crenças impostas tudo isso deixa de ter poder quando você escolhe ver, em vez de apenas reagir.

A verdade liberta, mas primeiro ela desconstrói. Ela quebra personagens, desmonta narrativas e silencia vozes que nunca foram suas. E é nesse silêncio que nasce algo raro: a sua essência, sem distorções.

Ser livre, então, não é fazer tudo o que quer… é não ser controlado por aquilo que não é você.

Viver da melhor forma não é acumular, impressionar ou corresponder expectativas. É caminhar com lucidez, agir com intenção e existir com presença. Sem máscaras. Sem excessos. Sem o peso de sustentar mentiras internas.

Porque no fim, o maior ato de poder não é dominar o mundo
é não ser dominado por ele.

Argumento contra o Livre-Arbítrio.


Premissa 1: A consciência humana funciona como um processamento de informações moldado pela genética, pela física e pelo ambiente.


Premissa 2: Cada pensamento ou decisão é o resultado obrigatório do estado em que sua mente e seu corpo estavam no momento imediatamente anterior.


Premissa 3: O livre-arbítrio só existiria se uma pessoa pudesse agir de formas diferentes em uma situação onde todas as condições (internas e externas) fossem exatamente as mesmas.


Premissa 4: Se a consciência segue as leis da causa e efeito, não existe espaço para uma "escolha diferente" sem que se quebrem as leis da realidade.


Conclusão: Portanto, o livre-arbítrio é uma ilusão, pois nossas ações são o único resultado possível de causas que vieram antes de nós.

Argumento da dependência estrutural da consciência.
1. Toda mente requer estrutura.
(Pensar envolve organização, diferenciação de estados, relações internas.)
2. Toda estrutura é delimitada (fechada em si).
(Se algo tem estrutura, há um “isso” e um “não-isso”.)
3. Se algo é delimitado, há algo externo a ele.
(Limite implica exterior lógico/ontológico.)
4. O que é externo a uma mente não pode ser mental da mesma mente.
5. Logo, há algo não-mental em relação à mente.
6. O que não é mental só pode ser material (ou físico).
Conclusão: Toda mente depende de algo não-mental, isto é, de substrato material. Portanto, até uma mente divina exigiria base material.

Dinheiro, consciência e amor às raízes parecem, à primeira vista, forças que caminham em direções opostas. Um fala de expansão, outro de presença, e o último de pertencimento. Mas essa separação talvez seja apenas uma ilusão criada por uma mente que ainda não integrou suas próprias camadas.


O dinheiro, em sua essência, não é nem puro nem corrompido ele é amplificador. Ele revela o que já habita em quem o possui. Nas mãos de alguém desconectado, ele vira excesso, fuga, ruído. Mas nas mãos de alguém consciente, ele se transforma em ferramenta: constrói, preserva, honra. O problema nunca foi o dinheiro, mas o nível de consciência de quem o movimenta.


Consciência, por sua vez, é o que traz direção. É o que impede que o dinheiro te possua em vez de ser possuído. É o que te faz questionar: “Para quê?” e não apenas “Quanto?”. Sem consciência, até a abundância vira vazio. Com consciência, até o pouco ganha sentido.


E então entram as raízes.


Amar as raízes não é viver preso ao passado é reconhecer de onde vem a sua força. É entender que tudo o que tu constrói hoje carrega, de alguma forma, a história de quem veio antes. É honrar sem se limitar. É crescer sem negar.


Podem coexistir?


Sim mas não automaticamente.


Eles coexistem quando o dinheiro deixa de ser um fim e passa a ser um meio. Quando a consciência guia as escolhas, e não apenas os impulsos. E quando as raízes não são âncoras que impedem o movimento, mas sim alicerces que sustentam o crescimento.


O conflito não está entre eles. Está dentro de quem ainda acredita que precisa escolher entre prosperar e permanecer fiel à própria essência.


No nível mais profundo, prosperar com consciência é, na verdade, uma forma de honrar as próprias raízes elevando aquilo que começou antes a um novo patamar de existência.


A pergunta real não é se podem coexistir.


É se tu está disposto a se tornar alguém capaz de sustentar os três ao mesmo tempo.

AS SENSAÇÕES DOS ESPÍRITOS E O DRAMA INVISÍVEL DA CONSCIÊNCIA APÓS A MORTE.
Encontramos textos indispensáveis à nossa elucidação dentro da Doutrina Espírita que não apenas esclarecem, consolam. Eles desnudam a alma humana diante da eternidade. Entre esses estudos de profundidade incomum encontra-se o monumental artigo “Sensações dos Espíritos”, publicado na Revista Espírita, em dezembro de 1858, onde se encontra uma das análises mais impressionantes já realizadas sobre o sofrimento espiritual após a morte.
Não se trata de imaginação poética, superstição medieval ou alegoria religiosa. Trata-se de uma investigação metódica, racional e experimental acerca das sensações do Espírito depois do túmulo. O estudo destrói concepções fantasiosas e igualmente combate interpretações materialistas que reduzem o homem apenas ao cérebro e à carne.
A pergunta central é devastadora.
“Os Espíritos sofrem?”
E a resposta é ainda mais perturbadora.
Sim. Sofrem. Mas não como imaginamos.
O texto apresenta o caso de um avarento desencarnado que, mesmo sem possuir corpo físico, afirmava sentir frio intenso e suplicava permissão para aproximar-se de uma lareira. À primeira vista, a cena parece contraditória. Como alguém sem corpo poderia sofrer com temperatura?
É precisamente aqui que a Doutrina Espírita introduz uma das distinções filosóficas mais profundas de toda a sua estrutura.
O Espírito não sofre pela carne. Sofre pela consciência.
O frio daquele avarento não era um fenômeno fisiológico. Era uma repercussão psíquica, moral e perispiritual daquilo que ele mesmo cultivara durante a existência terrestre. O homem que negara calor aos outros permanecia aprisionado à impressão íntima da privação que escolhera viver.
A Doutrina Espírita não descreve um inferno de fogo literal. Ela descreve um inferno psicológico.
E isto é infinitamente mais sério.
O Espírito leva consigo suas tendências, paixões, vícios, obsessões e estados mentais. A morte não transforma instantaneamente o caráter. Ela apenas remove o corpo físico. O ser continua sendo aquilo que construiu dentro de si mesmo.
Por isso o texto afirma que muitos Espíritos ainda acreditam estar vivos logo após a desencarnação. Alguns não percebem a própria morte. Outros sentem os efeitos do estado cadavérico do corpo. Outros experimentam angústias morais que se convertem em sensações aparentemente físicas.
É nesse ponto que surge o conceito fundamental do PERISPÍRITO.
O perispírito é apresentado como o elo semimaterial entre Espírito e corpo. Não é o Espírito propriamente dito, nem o organismo físico. É o instrumento transmissor das sensações.
Enquanto encarnado, o Espírito percebe o mundo através do corpo por intermédio do perispírito. Após a morte, o corpo desaparece, mas o perispírito permanece ligado ao Espírito conforme o grau de evolução moral da criatura.
Quanto mais materializado e preso às paixões alguém viveu, mais denso será seu envoltório espiritual. E quanto mais denso esse envoltório, mais intensamente sofrerá as repercussões de sua própria inferioridade moral.
Eis porque os Espíritos inferiores descrevem fome, sede, frio, dores, opressões e perturbações. Não porque possuam órgãos físicos, mas porque suas percepções ainda estão aprisionadas às ilusões e automatismos da vida material.
O texto explica algo extraordinariamente moderno quando compara tais fenômenos às dores fantasmas de pessoas amputadas. Um indivíduo pode perder um membro e continuar sentindo dores nele durante anos. A matéria desapareceu, mas a impressão permaneceu na consciência.
Da mesma forma, o Espírito conserva impressões profundas da experiência corporal.
Isto destrói a ideia simplista de que a morte resolve instantaneamente todos os sofrimentos humanos.
A morte apenas revela o que realmente somos.
Outro ponto impressionante do estudo é a análise dos suicidas. Muitos permanecem ligados ao corpo em decomposição, percebendo os processos destrutivos do cadáver como se ainda estivessem encarnados. Não porque os vermes atinjam o Espírito, mas porque a ligação perispiritual ainda não foi completamente rompida.
A Doutrina Espírita apresenta aqui uma concepção profundamente ética da existência.
Cada pensamento produz consequências. Cada vício gera vinculações. Cada excesso produz aprisionamentos psíquicos. Cada virtude amplia a liberdade espiritual.
Não existe punição arbitrária.
O sofrimento espiritual é consequência natural do estado íntimo do ser.
O homem dominado pelo egoísmo permanece sufocado por si mesmo. O orgulhoso torna-se prisioneiro da própria vaidade. O invejoso alimenta continuamente sua própria tortura. O sensualista permanece preso às sensações que já não consegue satisfazer.
A verdadeira prisão está na consciência deformada.
Mas o texto também oferece uma das maiores consolações da filosofia espírita.
Nada é eterno.
Nenhum sofrimento é perpétuo.
Todo Espírito pode regenerar-se.
Mesmo os mais endurecidos estão destinados ao progresso. O sofrimento não é vingança divina. É mecanismo educativo da consciência. Deus não condena criaturas ao tormento infinito. O próprio Espírito prolonga ou reduz suas dores conforme sua disposição de transformar-se moralmente.
É por isso que o artigo insiste na necessidade da reforma íntima ainda durante a existência corporal.
A criatura que domina paixões inferiores. Que desenvolve humildade. Que aprende a perdoar. Que combate o egoísmo. Que vive sobriamente. Que pratica o bem.
Essa criatura já começa a libertar-se da matéria antes mesmo da morte.
Quando desencarna, experimenta menos perturbação, menos apego e menos sofrimento.
A Doutrina Espírita apresenta assim uma visão profundamente racional da vida futura. Não há milagres arbitrários nem condenações teológicas absolutas. Há leis morais funcionando sobre a consciência imortal.
Quanto mais o Espírito se depura, mais sutis tornam-se suas percepções.
Os Espíritos elevados já não dependem das impressões grosseiras da matéria. Não sofrem calor nem frio. Não estão presos às vibrações inferiores do mundo físico. Sua percepção é ampla, lúcida e livre.
Já os Espíritos inferiores vivem mentalmente encarcerados nas próprias imperfeições.
O texto ainda desmonta outro erro comum.
O perispírito não carrega cicatrizes físicas eternas do corpo terreno, como muitos imaginam em interpretações antidoutrinárias. O Espírito não permanece deformado perpetuamente pelas enfermidades físicas da encarnação. As dores do corpo pertencem ao corpo. O que permanece são os estados morais e psicológicos cultivados pela alma.
Essa compreensão possui consequências filosóficas gigantescas.
Ela demonstra que o verdadeiro centro da existência humana não está no corpo, mas na consciência.
O cérebro não cria o pensamento. O Espírito pensa através do cérebro.
A matéria não produz a alma. A alma utiliza a matéria temporariamente.
E quando o organismo cai no silêncio do sepulcro, aquilo que realmente somos continua vivo, consciente e responsável diante das leis eternas da vida.
Talvez por isso este estudo permaneça tão atual mesmo após mais de um século e meio.
Porque ele não fala apenas da morte.
Fala da responsabilidade invisível que carregamos todos os dias dentro de nós.
Cada pensamento constrói nosso futuro espiritual. Cada sentimento modela nosso perispírito. Cada escolha define a qualidade de nossas percepções além da matéria.
A Doutrina Espírita não oferece ameaças. Oferece lucidez.
E talvez poucas coisas sejam tão solenes quanto compreender que a eternidade começa agora, dentro da própria consciência humana.
FONTES:
Revista Espírita
O Livro dos Espíritos
O Céu e o Inferno
Traduções e estudos doutrinários de José Herculano Pires.


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Sem pedir licença para entrar,
é capaz de nos colocar no túnel
da consciência humana
mais impossível de enxergar,
fazendo zombar com a cultura,
o pertencer e a origem,
mudando até a paisagem
da onde é o nosso lugar,
quebrando-nos inteiro por dentro,
fazendo guerra cognitiva diária,
sem parar de avança contra
os elementos básicos de vida,
para romper a memória coletiva,
apagando o que traz estímulo,
descanso, os nossos sorrisos,
obnubilando todos os juízos,
cortando laços, criando destroços
e conspirando contra os sonhos.


O que estou querendo transmitir
com tudo isso é bem simples:
nasceste com cabeça para pensar,
dois olhos para observar
e o livre arbítrio para não deixar
o Colonialismo Moderno se criar.


A atitude e o silêncio bem
empregados são instrumentos
para ninguém passar por cima
para ocupar o nosso lugar,
e uma nova História inventar.

Tese sobre o Caos e a Consciência

Antes da inteligência humana, havia o caos — não mero desarranjo, mas um abismo fecundo, um entrelaçar de forças indomáveis e silenciosas que pulsavam sem testemunha. A expansão do universo — efeito da grande explosão — moveu massas, gerou órbitas, incendiou estrelas; e ao longo de milênios incontáveis, dessas forças surgiu uma ordem apenas aparente: uma harmonia caótica, tão tênue quanto ilusória.

Os humanos, criaturas de um lampejo tardio de consciência, acreditam enxergar perfeição onde há apenas fluxo, perceber mistério onde existe apenas processo, e, com vaidade, tentam nomear o que escapa a toda nomeação. A inteligência, ainda jovem, nasce dos erros involuntários do próprio caos, e é com ela que se edifica a pergunta — não a resposta.

A consciência — esse clarão que se anuncia no “penso, logo existo” — produziu infindáveis interrogações. Mas que respostas poderia oferecer a criatura que emergiu de uma ignorância tão profunda? É impossível que uma mente tão jovem compreenda o abismo anterior a si mesma, o princípio inominável de onde tudo se ergueu, o silêncio primordial que, ao se desfazer, fez nascer não apenas o universo, mas também a angústia de quem o contempla.

— Evan do Carmo, 14-10-205

⁠Com tanta consciência esvaziada no meio polarizado, para alugar cabeças de parte considerável de um povo, basta comprar algumas.


E talvez seja justamente esse o retrato mais inquietante do nosso tempo: a opinião deixou de ser construída para ser terceirizada.


Poucos pensam, muitos repetem.


Poucos lucram, multidões defendem.


E, no meio desse comércio invisível de narrativas, convicções passaram a ser tratadas como produtos de campanha — embaladas com medo, raiva, pertencimento e inimigos convenientes.


As lideranças populistas entenderam algo perigoso: não é necessário convencer uma sociedade inteira; basta capturar emocionalmente grupos barulhentos, disciplinados e permanentemente indignados.


A polarização faz o restante do trabalho.


Quando tudo vira disputa entre “nós” e “eles”, a verdade deixa de ser importante.


O que importa é vencer, humilhar, viralizar e manter o próprio lado em estado contínuo de alerta.


Nesse ambiente, a coerência se torna descartável.


Pessoas que antes condenavam autoritarismos passam a relativizá-los quando praticados por quem defendem.


Quem exigia ética aceita corrupção “do bem”.


Os que gritavam por liberdade apoiam censura seletiva.


Não porque mudaram seus valores, mas porque trocaram princípios por torcida.


E talvez o maior triunfo dessas lideranças não seja eleitoral, mas psicológico: transformar cidadãos em soldados emocionais incapazes de admitir a manipulação.


Porque a manipulação mais eficiente não é aquela percebida como imposição, mas a que é confundida com identidade.


Quando alguém acredita que questionar um líder é trair sua própria existência, o pensamento crítico já foi derrotado.


A polarização também produz um fenômeno cruel: o esvaziamento moral coletivo.


O adversário deixa de ser humano e passa a ser tratado como ameaça absoluta.


Com isso, desaparecem o diálogo, a nuance e até a honestidade intelectual.


Restam apenas caricaturas.


E caricaturas são mais fáceis de odiar do que pessoas reais.


Enquanto isso, os verdadeiros problemas sobrevivem confortavelmente no caos.


Desigualdade, violência, corrupção estrutural, precarização, desinformação e abandono institucional seguem existindo — muitas vezes alimentados pelos mesmos grupos que dizem combatê-los.


Afinal, uma população permanentemente dividida dificilmente se une para cobrar mudanças concretas.


O mais alarmante é perceber que muitos já não querem compreender; querem apenas confirmar.


Não buscam informação, mas validação emocional.


E, quando uma sociedade passa a consumir narrativas como quem escolhe times, a democracia começa a perder sua essência e ganha contornos de espetáculo.


Talvez a resistência mais revolucionária hoje não seja gritar mais alto, mas pensar com mais honestidade.


Ter coragem de criticar o próprio lado.


Recusar idolatrias políticas.


Desconfiar de quem lucra com o ódio permanente.


E lembrar que nenhuma liderança deveria valer mais do que a consciência individual de um povo.


Porque, quando cabeças são alugadas por conveniência ideológica, cedo ou tarde o preço é pago pela sociedade inteira.

Tu tens consciência de que estás realmente consciente neste momento… ou apenas repetindo padrões inconscientes que aprendeste ao longo da vida?


Já paraste para observar teus pensamentos sem se identificar com eles?
Já questionaste quantas das tuas escolhas nasceram da tua essência… e quantas vieram do medo, da carência, da necessidade de aceitação ou de feridas nunca compreendidas?


O inconsciente é silencioso.
Ele cria máscaras, justificativas, distrações e certezas artificiais para impedir que encares aquilo que poderia transformar tua existência.


Muitas vezes, aquilo que chamas de “minha personalidade” é apenas um mecanismo de defesa construído para sobreviver à dor.
E quanto mais a mente evita o desconforto da verdade, mais limitada se torna a visão sobre si mesmo, sobre os outros e sobre a própria realidade.


A consciência não nasce quando acreditas que sabes tudo.
Ela nasce no instante em que tens coragem de questionar a própria ilusão.


Talvez o maior aprisionamento não seja aquilo que fizeram contigo…
mas aquilo que teu inconsciente continua repetindo enquanto acreditas estar no controle.


Parou para pensar?
Ou tua mente ainda procura distrações para não enxergar o que existe dentro de ti?

Homem é um paradoxo da própria existência.
Sua consciência livre dentro de uma ilha é singularidade do despertar da derradeira consciência.
Viver lúcido dentro de uma ilha uma fase da matrix.
Paradoxo digital da gaiola é a perfeição ser ambíguo existirá sem vontade própria será apenas um protudo que consome outros produtos.
A consciência de escolha é termo de racionalidade até que seja parte de outra escolha levando a um lup de escolhas. Dando a ideia de que prisão não tem grades nem janela apenas a alienação intelectual alimentando o ego humano.
A saída do sistema suas verbais de dependência emocionais...
Podemos contemplar e compreender, mas para onde ir e imergir na onde?
Aonde a racionalidade nos leva e o que criticamos mudará nossa realidade por nossas decisões.

Há dias em que sentimos que precisamos de perdão.
O coração pesa, a consciência acusa.
Tentamos por conta própria abandonar o mau caminho,
mas não conseguimos isso sozinhos.

Há coisas que só Deus pra nos ajudar,
e Ele está perto.
Busque-O enquanto pode achar...
só Ele pode realmente nos perdoar.

Confesse seu pecado,
mas confesse de coração,
pois Ele sonda nossos corações,
Ele sabe exatamente o que está errado.

Você confessa a Deus
Ele perdoa e esquece.
E você verá como é bom ter Deus do seu lado.
Abandone o pecado...

Inserida por RosangelaCalza

*** A Real Consciência ***

Às vezes estamos anos numa relação e não casamos, de repente descobrimos um amor pra vida toda em meses... Como isso é possível? Porque convivemos tempos com uma pessoa que não nos completa, não nos torna feliz e o tempo passa pra vida, mas não passa pra nossa coincidência?
Acho que muitas das vezes procuramos nas pessoas o que não temos em nos mesmo, é uma forma de completar o incompleto, vejo as pessoas cobrando reações que elas mesmas não praticam ou praticam demais, isso é o que mais está errado, estamos procurando nos concertar nos erros das pessoas ou erramos nos acertos delas... É preciso analisar bem... Sentimentos são desesperadamente incompreensíveis a nós mesmo ou satisfatoriamente compreensíveis por outros.. Depende de cada ponto de vista..
O assunto amor figura entre o que mais aflige as pessoas, relacionamento afetivo é o que mais faz as pessoas perdem noites de sono, incrível como isso é presente em nosso cotidiano...
Importante é não perder a real consciência de nós e das pessoas que convivemos!

Inserida por THONKNUST

Algumas pessoas demonstram através dos seus comportamentos, não terem a mínima consciência do que seja realmente exercer a própria liberdade.

Confundem o ser livre, com o ser onipotente! Com o ser irresponsável e inconseqüente! Agem como se falta de limite fosse sinônimo de uso da liberdade!

E assim, o direito à liberdade que todos nós temos, muitas vezes é exercido com absoluta insensatez.

Inserida por mafrancisquini

Lapso de Consciência
Verifico meu e-mail, o celular, o facebook, o msn, se tinha carta ou bilhete na portaria e me recusava a acreditar que a ficha ainda não tinha caído pra ele. Isso era inacreditável. Ele sempre cuida dele, ele sempre preocupado com ele, ele sempre pensando nele. Por inúmeras vezes achei que ele teria um lapso de consciência, pediria desculpas sinceras, mas não, depois de todo o horror que eu tive que escutar eu ainda me sentia abandonada e ele pelo visto, sem um pingo de culpa em ter ido embora momentaneamente em uma situação difícil, julgando que aquilo não era só problema meu. As escrituras afirmam que amigo fiel é o bálsamo da vida e eu queria um amigo fiel naquele momento, queria um em especial. Companheirismo entende? Uma pessoinha ali do teu lado sem julgamentos. Sem faça isso, não faça aquilo. Como eu podia adorar aquele ser tão incomum. Tão diferente e ao mesmo tempo tão adorável na frente dos outros, cheios de fã-clubes. Depois daquele dia do abandono, nada era tão urgente como me livrar do Sr. Egoísta, ele ficou pintado de ovelha negra, o brilho, a cor desapareceram, toda vez que penso ou falo disso, acho tudo muito insano, fico mortificada. Idealizo a catástrofe do século e aquele filho da mãe sem um pingo de sentimento a minha dor, sem um pingo de vinagre nas veias. Agora entendi e compreendi a célebre frase: quanto mais conheço o homem mais amo minha gata Tiffany. Nós dois sabíamos que não estávamos mais funcionando juntos, as pilhas tinham acabado e não eram recarregáveis. Peço desculpas se não sou a pessoa que você acha que eu deveria ser. Eu precisava dele, precisava ser tranquilizada por ele. Só isso. Simples Assim.

Inserida por Arcise

Mas quem disse que coração fajuto, bobo, tosco, errado, incompleto e mesquinho tem consciência ?
Quem disse que paixão se escolhia e amor era jogo de sorte e azar ?
Quem nos avisou dos riscos que seria se entregar para uma pessoa e esperar um mundo de ilusões em troca ?
Quem pregou em nossa testa que decepção chega quase a rancar um pedaço desse coração tão pequenino e rabugento ?
Quem disse que paixão teria remédio ?
Não.

Inserida por amandalemos

Senhor
Rezemos a quem o pecado
bloqueou os sentimentos e a consciência
Pelos que não conhecem a alegria de dar e receber
Pelos casais que não têm força
para se perdoarem nem a humildade
de serem perdoados
que o perdão seja sempre dado aqueles
que não desesperam que acreditam
lembra-te que somos fracos
fica... fica connosco hoje neste dia
nesta noite e sempre.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Loucos Ou Racionais
Dizem que loucos são aqueles que fazem o que "ninguém em sã consciência, ousaria fazer", agem na hora errada, brincam com coisa séria, tomam as decisões erradas, desistem de tudo por nada que vale a pena, entre outros.Já os racionais são os que tomam as decisões certas, os que tem os pés no chão,não pisam onde não conhecem o caminho, "até eu se tivesse no lugar dele faria isso" é isso que falam sobre eles.

É, os que dizem essas coisas, realmente estão corretos. O grande problema, é que eles não percebem que a mesma moeda tem duas faces, ou seja, aquele que faz o que acredita, e tomam as decisões por si só, é considero O PIOR. E aqueles que vão pela cabeça dos outros, sonham baixo e não são capazes de viver da maneira que acreditam, esses sim tem A RAZÃO segundo muitos.

Os racionais tentam provar a verdade dos outros, os loucos, fazem a sua própria verdade.

Os loucos destroem plantas, os racionais, países.

Inserida por Giullys

Viva o Otimismo! O OTIMISTA tem consciência de sua origem divina, aceita a vida com gratidão e se identifica com tudo o que é bom, belo, justo, nobre, harmonioso.

Vibre com esta energia.
Vivencie o otimismo.
Abra novas opções de perspectiva em sua vida. Tenha foco na resolução dos problemas, assim você
iniciará um processo de busca de recursos internos extraordinários, formando crenças fortalecedoras para um futuro próspero, com amor, sabedoria, paz interna e a tão almejada felicidade!

SEJA FELIZ!

Inserida por FatymadeMoraes