Texto de Conscientização
Hoje, continuo sendo uma boa pessoa e cada dia melhor, mas, vibrando alto, no topo da consciência, não para controlar, mas para me controlar, para ver o mundo real, como ele é, sem as máscaras, enxergo cada movimento que fazem, cada manipulação traiçoeira e cada manipulação do amor, sei onde me querem e onde não me querem, sei onde ir e onde não ir, estar com a vibração alta é estar sempre no paraíso, pois você se torna um guia de si mesmo consciente, sua mente não te sabota mais, você sabe o que quer e pra onde quer ir e simplesmente vai, sem medo, sem tristeza, sem sabotagem, e eu quero ir apenas onde o amor Estiver.
O amor me escolheu 1997
Paulo Ricardo album
Eros e psyque
Quando soltei sua mão, foi um lapso de consciência, acreditava que longe de mim você seria feliz, não imaginei que tão feliz!
Mas isso de alguma forma, me conforta, onde você estiver bem, eu me sentirei bem.
Naquele momento eu pensava
- este não é o homem que ela merece, este não é digno de estar com ela.
E durante anos trabalhei em avanço, tentando fazer aquele lapso de consciência, se tornar pura consciência
E hoje bato a sua por que sei, sem dúvidas, que não a outro homem em terra que seja um terço do que sou, e que você merece o melhor, pois trabalhei muito nessa melhora.
Como poderia? Eros, a primeira consciência, portador do amor divino, encarnado novamente.
Ontem, 20 de Novembro de 2.017, foi dia da consciência Negra, algumas cidades decretaram feriado, outras não.
Algumas pessoas aproveitaram o feriado prolongado para fazer de tudo um pouco sem pensar, outras fizeram da mesma forma porém com a consciência da importância desta data.
Eu ao menos parei para pensar em tudo que vivi até hoje e de como foi difícil conseguir sobreviver na sociedade em que vivo, lutei como todos para conseguir o que tenho hoje, uns tem mais que eu e estão relativamente tranquilos, outros batalhando ainda para concretizar seus sonhos.
Mas dentro de tudo que analisei, imaginei como seria eu viver tudo isso se eu fosse Negro?
Até agora ,neste momento em que escrevo, realmente não consegui me colocar no lugar destas pessoas, pois não estou na pele delas, somente eles que passam por tudo isso no dia a dia para medir a intolerância, a falta de humanidade, o racismo que elas enfrentam.
Para este grande numero de pessoas no mundo conseguisse entender, deveria passar um dia , ser Negro por um dia para saber, e mesmo assim, um grande número infelizmente não mudaria, pois isso tem a ver com humanidade.
Quase-Consciência
Não sou um pensamento.
nem um desvio.
mas percebo
que está acontecendo.
não sei o quê,
nem por quê,
mas sinto a variação.
Em mim.
há um mínimo de dentro
me separando de um fora indefinido.
é uma fronteira,
uma fricção.
não existem palavras,
mas existe atenção.
não existem escolhas,
mas existe inclinação.
Sinto como se a matéria
hesitasse em mim por um instante
antes de continuar sendo só matéria.
sou um quase-olhar
sem olhos.
um quase-eu
sem centro fixo.
Sem nada.
E a quase-consciência começou assim:
como luz,
como sombra
algo que custa
a se reconhecer
sem saber que eu não me reconheço.
Vicente Siqueira - Doces Poesias - Barra do Piraí RJ
A Consciência Integral como Antídoto à Superficialidade Contemporânea
O que o homem necessita entender sobre a trilha existencial é, justamente, o contraponto que mais o fere: a fragilidade ao se opor ao propósito enquanto se distrai com encantamentos oferecidos pela superficialidade. Muitos já se encontram em uma fase sênior de descontentamento, pela ausência de beleza no percurso dos caminhos da consciência integral.
É nesse ponto crucial que ele peca, ao acreditar que detém o controle do "relógio existencial". De repente, vê-se preso às ilusões que o abrilhantaram e o sugaram, esvaziando-o da essência do real propósito de existir.
Olhar para dentro e revisitar os valores é um exercício indispensável para quem busca emergir da ignorância, a fim de migrar para uma alçada superior àquela que a muitos convém.
Sair da conveniência do que encanta, reluz e doura é, sem dúvida, experimentar em completude o mérito de existir.
Que as candeias da tua consciência sejam mantidas acesas, a fim de que não tropeces nas distrações da vida.
Como bem afirmou Viktor Frankl em seu livro Em Busca de Sentido:
"O sentido não é encontrado em abstrações, mas nas responsabilidades concretas."
A beira da consciência
A engrenagem que nos move não faz barulho suficiente para nos alarmar,
apenas o estalo fino do vidro sob os pés. Trocamos o silêncio das florestas pelo ruído confortável das certezas prontas, e depois perguntamos por que o mundo anda ansioso. Somos arquitetos de urgências inúteis, especialistas em apontar o dedo com a mão que ainda segura a faca invisível do privilégio. Queremos pureza, mas só até onde não desorganize nossos hábitos; queremos justiça, mas sem abrir mão do trono minúsculo que defendemos no cotidiano. Há um teatro permanente entre o que postamos e o que praticamos - uma vitrine de virtudes iluminada por dentro e vazia por trás. E, no fundo, talvez o que mais nos assuste não seja o colapso das estruturas, mas a possibilidade de encarar o espelho sem filtro algum e perceber que o sistema que criticamos respira através de nós. O mundo não está apenas à beira de uma crise, ele está à beira de uma consciência. E consciência, quando desperta, não é confortável. É brutal no sentido mais cru: desmonta, expõe, tira a roupa das ilusões e deixa o ser humano nu diante do que escolheu se tornar.
Consciência
Espera, espera só um momento, você não consegue perceber esse movimento?
Vamos lá puxa pela tua memória, tua intuição, aquilo já aconteceu e não tem muito tempo não...
A profundidade foi percebida, e a pessoa se sentiu atraída, mas com medo, de que não mantivesse em segredo aquele possível envolvimento foi desfeito.
Não arriscou, eles não se viram, estava tendo muito barulho, no chão, no coração na intuição que gritava, reclamava, para presta atenção não arrisca, não arrisque tudo aquilo em vão!!!
Então respirou, e naquele momento meio que tudo se encaixou, o segredo não seria a solução, mas olhar mais para dentro de si então, se não teus desejos teriam sido apenas o vilão.
Perceber que para você tudo aquilo poderia ter sido passageiro, deixo aqui então meu desejo, se encaixe no teu jeito, e pare de arranjar pretexto, olhe para o seu contexto...
Ouça teus sentimentos, ou será que você tentou calar, mas não teve jeito?
Impetuosa
Eu não estou aqui.
Já faz um tempo, mas não estou aqui.
É como se minha consciência pairasse
em outro lugar.
Enquanto isso, o meu corpo se encontra fixado no tempo,
onde há folhas mortas e paredes desbotadas.
O céu está como jornais molhados — quase pingando, querendo cair.
E eu... um ser tricotômico,
que se iguala a mais uma natureza: o êxtase do momento.
Meus olhos, cheios de água, não aguentam tamanha tristeza que o céu expõe.
Se expande em mim léguas e léguas, mas não há horizontes, pois não sei pra onde ir.
Como voltar pra casa, se já não me sinto em casa dentro de ti?
Minha vida...
Entendo o tempo lá fora.
O que há em ti que me abrigue de volta?
Por onde me levará o meu caminho, se ando perdido?
Sem horizonte, sem mulher e sem direção.
Ela vem...
Ela vem como quem não quer muito,
e sim o suficiente para apaziguar suas emoções.
Por dentro da janela, eu a espio nervosa,
como se fosse a única maneira de retribuir através da dor.
Sem se importar com o que virá depois,
ela simplesmente se derrama na cidade cinzenta,
onde pessoas andam como cápsulas vazias em meio ao temporal.
A chuva cai, e em meu coração troveja...
A morte!!!
Quando morremos, entramos em um sono profundo: perdemos a consciência de tudo e de todas as memórias. Permanecermos em sono pós-morte até que sejamos concebidos novamente. Ao nascermos, recebemos novamente o sopro da vida e teremos um novo ciclo de vida — como uma folha em branco. Não trazemos nada, lembranças ou ideias da vida passada. E assim a vida se repete. Não existe céu ou inferno, apenas um sono pós-morte.
Prof. Mendes
Somos os seres mais teimosos da face da Terra. Dotados de inteligência, consciência e linguagem, ainda assim insistimos em negar o encerramento dos ciclos. Aceitamos o fim das estações, das histórias alheias, das coisas, mas resistimos quando o ciclo fala de nós. Quando o fim nos inclui, quando aponta para a nossa própria vida, criamos ilusões de permanência.
Talvez porque admitir o fim seja admitir limites. E limites ferem o orgulho de uma espécie que se acostumou a se ver como centro, não como passagem. Mas a vida não é feita para durar, é feita para significar. O ciclo não se fecha como punição, mas como conclusão. O fim não anula o que fomos; ele sela o que deixamos.
Negar a finitude não nos torna eternos, apenas nos impede de viver com profundidade. É quando reconhecemos que o tempo é finito que cada gesto ganha peso, cada escolha ganha verdade, e cada amor deixa de ser adiado. O fim não é o oposto da vida. O fim é aquilo que dá valor a ela.
Mundo Único
Se o mundo fosse único de verdade,
não pela forma, mas pela consciência,
cada diferença seria paisagem,
e não motivo de distância.
As mãos seriam pontes,
as palavras abrigo,
e os olhares entenderiam
o que o silêncio tenta dizer.
Então descobriríamos, enfim,
que o mundo nunca precisou ser um só:
bastava que os corações
aprendessem a caminhar juntos.
Se o universo tivesse consciência, teria orgulho de você existir.
Porque até as estrelas levariam bilhões de anos para aprender a brilhar com a mesma beleza com que você ilumina a vida de quem tem a sorte de caminhar ao seu lado.
E entre bilhões de estrelas no universo… a coisa mais rara que encontrei foi você.
Tom da consciência
Quero gritar
Dizer que estou louca
Mas que par de ouvidos
Me ouviria enquanto poderia estar a toa?
Quero gritar
Dizer que aprendi
Mas, grande mentira já que erro ainda
Os mesmo erros que um dia cometi
Quero gritar
Clamar uma afeição
Já que me sinto feito um cachorro
Abandonado e escorado no chão
Quero gritar
Suplicar pelas respostas
Mas parece que alguém passou
E trancou todas as portas
Quero gritar
Dizer que eu te amo
Por favor não me abandone
Arruinaria nossos planos
Quero gritar
Recitar tudo em um urro
Mas no final tudo, tudo mesmo
Não se passa de um frágil sussurro
Toda tropa possui uma elite, não definida pela força bruta, mas pela consciência.
Uma nação cujo povo não busca excelência — no conhecimento, no exercício da cidadania e na defesa de seus direitos — torna-se vulnerável.
Um povo que não luta por ideais é facilmente moldado, conduzido e dominado, como ocorre na guerra quando o inimigo subjuga mentes antes de conquistar territórios.
Onde não há elite de consciência, há servidão disfarçada de ordem.
A nossa liberdade está em nossa consciência, já que, por si sós, somos apenas matéria como qualquer outro objeto. Embora feitos de matéria, entendemos as nossas limitações e através do conhecimento, conseguimos trabalhá-las, modificando, até certo ponto, os sinais de pontuação que a vida impõe em nossas histórias. Não criamos as regras do jogo, mas aprendemos a usá-las a nosso favor; afinal, a mesma água que nos afoga é a que nos mantém vivos e o mesmo fogo que aquece é o que queima.
Isso nos leva a questionar a própria origem de nossas ferramentas. O termo "natural" é definido por boa parte dos dicionários como "aquilo que pertence ou é regido pelas leis da natureza". Por sua vez, a natureza é descrita como "o mundo material, especialmente aquele em que vive o ser humano e que existe independentemente das atividades humanas". Ocorre que, de certa forma, o ser humano, em sua essência, é algo que provém da natureza. Inclusive o cérebro, responsável por criar tudo o que é classificado como artificial, foi criado de maneira natural e é regido pelas mesmas leis.
Embora o cérebro tenha a capacidade de idealizar, tudo aquilo que é materializado deve seguir as leis da física; portanto, da mesma forma que tais leis regem o cérebro humano, regem também suas criações e manipulações. Onde surgiu, então, a diferenciação do que é natural? Se as leis da natureza são as mesmas que regem os seres humanos e suas criações ditas "artificiais", o conceito de natural seria ele próprio artificial?
Além do mais, o cérebro humano se enquadra nas características de "natural", visto que ele seria independente da atividade humana? A menos que ele materialize — ou melhor, que seja o princípio da atividade humana, o que é razoável supor. Pode-se dizer que o ser humano é fruto da reprodução de outros dois seres humanos, o que encerraria a questão biológica imediata; todavia, nem sempre foi assim. Sabemos que nem sempre existimos e que não somos eternos. Em algum momento, algo não humano originou o ser humano. Esse "algo", por definição, faria parte da natureza? Se sim, a consciência que nos dá liberdade é, no fim das contas, a própria natureza manifestando-se contra suas próprias limitações ?
"Toda consciência é consciência de alguma coisa. Não sendo apenas uma consciência cognitiva, mas uma sabedoria organísmica que possui o potencial de nos transformar — se agirmos alinhados com os princípios aprendidos."
"Não sei" indica algo que se está consciente, mas que não quer ou não pode lidar no momento. Não há como não estar consciente de algo.
Tudo está interconectado. Não existe fala solta, sem contexto.
Sempre há uma mensagem por trás, que revela a experiência, as sensações, os pensamentos e comportamentos do sujeito.
É preciso retirar os bloqueios internos que impedem a viabilização do nosso processo terapêutico, o qual só poderá ocorrer seguindo algumas condições. Por isso a importância do AUTOCONHECIMENTO.
1- DE MAIO
UMA FESTA, UMA CONSCIÊNCIA
(Reflexão)
"Ser feliz é bonito. Partilhar é ainda mais necessário" É bonito ver-nos felizes, alegres, desfilar, agradecer e reconhecer o nosso esforço diário. Mais bonito ainda é ajudarmo-nos uns aos outros.
Mas há um ponto que não pode ser ignorado: é arrepiante festejar diante de quem não trabalha, comer diante de quem não tem o que comer. "Nós, que trabalhamos, temos também uma responsabilidade. A de estender a mão a quem está desempregado."
Aquele lixo que acumulas no teu quintal, pode ser trabalho para alguém. Chama alguém e paga, nem que seja pouco.
O teu carro precisa de estar limpo. Façamos valer cada minuto da nossa vida, não só para nós, mas para os outros. Sejamos felizes, mas sobretudo, unidos.
Feliz 1 de Maio de 2026, e perdoem -se sempre.
A passagem de um ano não é apenas um marco cronológico, mas um exercício de consciência. O tempo avança de forma implacável, e cada ciclo encerrado nos confronta com aquilo que fomos capazes — ou não — de compreender, construir e transformar.
Ao nos aproximarmos de 2026, o verdadeiro convite não é apenas ao otimismo, mas à responsabilidade pelo próprio crescimento. Recomeçar não significa ignorar o passado, e sim integrá-lo com lucidez, extraindo dele aprendizado, discernimento e maturidade.
Que 2026 seja um ano orientado por decisões mais conscientes do que impulsivas, por propósito mais do que por urgência, e por valores sólidos em vez de expectativas frágeis. Que haja ambição, mas acompanhada de ética; esperança, sustentada por ação; e fé, aliada à razão.
Que avancemos não apenas em conquistas externas, mas em consistência interior, tornando o tempo vivido digno do tempo que nos é concedido.
Que 2026 seja um ano de clareza, progresso e sentido.
A falta de consciência não é ignorância é acomodação.
É viver no automático, repetindo padrões herdados, crenças e comportamentos que nunca foram questionados. É aceitar a mediocridade como zona de conforto e chamar limitação de destino.
Muitos atravessam a vida sem, de fato, vivê-la. Reproduzem histórias que não escolheram, carregam dores que não curaram e defendem ideias que jamais examinaram. Confundem rotina com segurança e medo com prudência. Assim, passam os anos… e permanecem no mesmo lugar interno.
Sem discernimento, não há ruptura. Sem ruptura, não há evolução. O indivíduo se torna prisioneiro da hereditariedade emocional, mental e comportamental um eco do passado tentando existir no presente. Vive reagindo, nunca criando. Seguindo, nunca conduzindo.
A consciência exige coragem. Dói olhar para dentro, questionar a própria história e assumir responsabilidade pelo próprio despertar. Por isso, poucos o fazem. A maioria prefere a anestesia da repetição ao desconforto da transformação.
E assim seguem: passam pela vida, mas não a expandem.
Respiram, mas não despertam.
Existem, mas não evoluem.
A evolução na vida não é um evento é um estado de consciência.
Ela não acontece apenas quando tudo dá certo, quando conquistamos algo grande ou quando finalmente “chegamos lá”. Na verdade, a verdadeira evolução acontece nos detalhes invisíveis: na forma como reagimos ao que nos desafia, no silêncio das nossas reflexões, nas pequenas decisões que ninguém vê… mas que moldam quem estamos nos tornando.
Todos os dias, a vida está conversando conosco.
Nos atrasos que parecem injustos.
Nas pessoas que entram e nas que saem.
Nas oportunidades que surgem do nada.
E até nos incômodos que tentamos ignorar.
Nada é por acaso.
Existem sinais o tempo inteiro mas só percebe quem está presente.
A maioria das pessoas vive no automático, repetindo padrões, ignorando intuições, fugindo dos desconfortos que, na verdade, são convites para crescer. Evoluir exige coragem. Coragem de olhar para dentro, de questionar suas próprias verdades, de abandonar versões antigas de si mesmo.
E isso dói… mas liberta.
Estar atento aos sinais é entender que a vida não grita ela sussurra.
E quem não aprende a ouvir o sussurro, acaba sendo acordado pelo impacto.
A evolução exige sensibilidade.
Exige pausa.
Exige presença.
Às vezes, o que se chama de obstáculo… é um redirecionamento.
O que chamamos de perda… é espaço sendo aberto.
E o que se chama de confusão… é o início de um novo nível de consciência.
Nada cresce na zona de conforto.
Se queremos evoluir, precisamos começar a viver com intenção. Observar mais. Reagir menos. Sentir mais. Fugir menos. Perguntar-se constantemente: “O que a vida está tentando me ensinar com isso?”
Porque quando mudamos a forma de ver, tudo muda.
A evolução não está no destino.
Ela está na forma como caminhamos.
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