Talvez eu Esteja Precisando de Voce

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Talvez o desejo de ter um filho fosse naquele instante o que lhe restava de vida, fosse outra forma de luta, de recusa à aniquilação proposta pelo regime. Ter um filho há de ser, sempre, um ato de resistência.

Inserida por pensador

BUSCA

Talvez te encontre
além do horizonte
num castelo encantado
ou debaixo da ponte

Razão de meus sonhos
singela beleza
cabelos revoltos
mãos de princesa

Teu cheiro me chega
nas asas do vento
insano te busco
nas dobras do tempo.

(publicada no livro: Antologia V - CAPOCAM
Casa do Poeta Camaquense - 2019)

Inserida por Tioanastaci0

Talvez no fundo tivesse escolha, mas ainda assim preferiu a morte.

Inserida por clarabrant_

Depressão talvez isso seja a condenação dos solitários, e a libertação dos apaixonados.

Inserida por Patrik357

Ideias. Estou possuído por ideias. Ideias tão antigas quanto a humanidade, talvez mais velhas... Talvez essas ideias estivessem lá fora, flutuando à nossa frente, apenas esperando para serem pensadas.

Inserida por pensador

Talvez tivéssemos menos críticos no mundo caso só pudesse fazer crítica quem realmente pretendesse com ela ajudar.

Inserida por carlos_alberto_hang

Talvez, olhos nos olhos
Um toque de dedos
Talvez, palavras...
Um tempo que seja
Minutos...
São milhões de sonhos
Ilusões
Uma vida de querer
Viver...
Talvez
Algo me diz que teu silêncio é fuga
Medos
Se teu olhar não me confundisse
Teu sim, teu não
Talvez
Os meus desejos
Minha loucura...
Curasse de vez !
13/10/2019

Inserida por LeoniaTeixeira

Um cansaço incomum

Literalmente desgastado, ou não, talvez não se entende os limites a serem suportados, mas a verdade que habita nesse momento, em um corpo sedento, um sujeito exausto, foi vítima do holocausto durante sua guerra individual, 42 anos, um velhinho encolhido, o pensamento escondido, uma criança, bebê perdido, uma mistura de medo e soldado ferido, a vida é frenética, a luta é assustadora, a sociedade é estética, o preconceito e a prepotência avassaladora, repito, sociedade sedutora, paraíso enganador, o inocente gemendo e sentido dor, a corja bossal, o DNA do mundo é mal, porém a questão, lutar pela salvação, o descontentamento de partilhar o seguimento, o mundo carnal que atrai e convoca, fazer parte da matéria, que destrói a sensibilidade e inocência, nos faz a própria doença, pode ser você diferente, ou pode ser mais um, meu viver é um cansaço incomum.

Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

Talvez não interessa muito o que penso/falo, as vezes indiferente, feches e arranjos de letras sem pudor, mas o fato que a cruz diz que sua vida pode ser jardim e cada atitude brotar uma flor.
EU PEÇO QUE DEUS ABENÇOE SEUS PLANOS, ELE CONHECE SEU VALOR.
Eu apenas peço atenção, na corrida para ser doutor, as vezes somos pacientes e nem sabemos de onde vem a dor.
EU PEÇO QUE DEUS ABENÇOE SEUS PLANOS, ELE CONHECE SEU VALOR.
Na corrida em ser, não sei quanto você vale, peço cuidado, não subestime os pardais.
EU PEÇO QUE DEUS ABENÇOE SEUS PLANOS, ELE CONHECE SEU VALOR.
Nesse embaraço de achismo, a altivez, prepotência e arrogância cega o caminho da sensatez, nem sei se vale a pena saber disso.
EU PEÇO QUE DEUS ABENÇOE SEUS PLANOS, ELE CONHECE SEU VALOR.
Eu aprendi, a humildade, a capacidade de auto crítica, aceitação de fraquezas nos coloca na condição relevantes de revertemos as pejorações que recaem sobre nós mediante do compromisso de mudarmos, não sei se isso tem sentido, se vale ou não.
EU PEÇO QUE DEUS ABENÇOE SEUS PLANOS, ELE CONHECE SEU VALOR.

GIOVANE SILVA SANTOS

Inserida por giovanesilvasantos1

Cada caminho que escolhemos, traz consigo felicidades e dores. Mudar de caminho talvez nos prive de algumas tristezas que sentimos nessa rota, mas não nos assegura que não viveremos as dores da outra.

Inserida por robsons_macedo

POEMAS SEM NOMES

Não sei que nome daria,
ao meu último poema de amor.
Talvez daria o seu apelido...
Ou seu nome distorcido?
Quem sabe usaria um pseudônimo?
Nomes de trás para frente seria um mimo;
Se fosse o teu nome, e usaria como apelido, Sineos!

Ao invés de amor, eu escreveria roma;
Trocaria meu, por uem;
De eu, redigiria ue.
Meu último poema...
Que pena, não rima!
Pois, um nome não teria.

Amo-te em segredo...
De te perder tenho medo;
Por isso, não importa o tema;
Não importa a rima...
Amar-te é o que queria para sempre.

Quem pensa que quero saber:
A data de escrever...
E que nome daria ao meu poema sem nome,
do meu último poema ,se engana!
O que quero mesmo é usar a pena todos os dias;
Escrever muitos poemas:
Poemas sem nomes, poemas de amor.

Inserida por REGISLMEIRELES

Não sei ou sempre soube
Vivi ou estive sempre morto
Acreditei até mesmo talvez
Numa mentira contada várias vezes
Não sei se me perdi ou sempre estive aqui
Só sei que fui embora e voltei
Depois de ter me afogado
Nadei para o alto
E sim novamente respiro o ar

Inserida por CastelhanoWolf

Não é o talvez, mas a certeza do sim ou do não.

Inserida por JoaoCarlosTeixeira

ventania

talvez a gente se esbarre
numa destas confusões do sentimento
onde o tempo no tempo nos agarre
nas lembranças, e nos carregue no pensamento...

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Sinto-me inchada sem saber porque, talvez fosse a idade chegando, talvez fosse a retenção líquida, talvez fosse a falta de dormir ou simplesmente uma sensação sem nenhuma razão, apenas por que minha calça de quando eu tinha vinte e poucos anos não me serve mais e tenho que jogá - la as traças neste novo jeito de desapegar das coisas velhas, então vou me desapegar de ti.

Inserida por marialu_t_snishimura

A UM TRISTE (soneto)

O meu destino é talvez a do azar
Jurando as venturas... de maneira
Que com o acaso se possa sonhar.
Vidas de má sorte várias, herdeira!

Outros êxitos talvez já pude gastar
Fui, um aventureiro na tranqueira
Do fado. E infausto agora a chorar
Ou pesado no sortilégio, na beira...

É brado num temor sem tamanho
Num luto da felicidade: permitidos
Mártir na dor, um desígnio estranho

Por isso, lamento aflição e pranto
Sentimentos dos heróis vencidos.
E com a alma cartada no recanto...

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Outubro, 2018
Cerrado goiano
Olavobilaquiando

Inserida por LucianoSpagnol

"Sinto uma liberdade doce, mas talvez no fim seja amarga".

Inserida por CastelhanoWolf

Talvez tenhamos que refazer
dia após dia nossas trajetórias,
mas; obrigatoriamente fazermos resumo do percurso feito...

Inserida por dalainilton

UM AMOR (soneto)

Foste o amor maior de minha existência,
ou talvez o danado... o pior ou o gentio,
glória e tormento, a escuridão e luzidio,
contigo fui poesia sem uma reverência!

Morreste, e a minha solidão é residência :
ardes-me o suspiro, enches-me de vazio,
e o meu anseio tem gosto de doce arrepio,
e rolo-te no pensamento com insistência.

Amor extremo, árvore de insano fruto,
foi o tempo, muito mais que só instante
por que, feito, eu não vesti o teu luto.

Sinto-me o beijo, e no abraço te escuto,
triste olhar rútilo! e desejo tão delirante,
na ferida saudade deste amor irresoluto.

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
30 de janeiro, 2019
Cerrado goiano
Olavobilaquiando

Inserida por LucianoSpagnol

Quem diria, aqui estou, me enchendo de veneno e pintando o meu céu de vermelho. Talvez não seja um conto de fadas, e nem tenha final feliz.

Inserida por SouKais