Tag violência

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⁠A lógica de que os mais fracos deveriam submeter-se aos mais fortes perpetua-se desde a Grécia antiga até os dias atuais, negando a humanidade dos vulneráveis e tornando teoricamente aceitável seu extermínio.

Assim, a violência perpetrada contra povos e nações que não se enquadram nos interesses das grandes potências econômicas e militares, bem como contra os residentes das periferias urbanas, muitas vezes não suscita grandes comoções, como se estes não fossem plenamente humanos.

A invocação da noção de humanidade, em muitas ocasiões, revela-se como uma mera abstração, desprovida de significado efetivo diante das realidades de marginalização e violência enfrentadas por grupos sociais historicamente excluídos.

Inserida por I004145959

⁠"Violento fecha com violento, pacífico está fechado com Jesus Cristo.

Inserida por renatomendesurso

A violência acorda as pessoas.

Inserida por pensador

⁠NO ALTAR 

No altar
Dissemos sim
Que era um amor
Para a vida toda
Era para o bem
Era para o mal
Como um conto de fadas
Um sonho lindo
Que se foi tornando
Num maldito pesadelo
Diz não à violência
Não deixes que te digam
Que tu não vales nada
Olha que tu mereces mais
Vai ser feliz neste mundo
Não deixes que o silencio
Te mate o coração ou a alma

Dedicado a todas as mulheres e homens
Vítimas de violência doméstica 

Inserida por Sentimentos-Poeticos

⁠Eu preciso aprender a nunca mais romantizar tua violência como um ato de amor. Violência não gera disciplina, ela alimenta o medo, enfraquece o respeito e fortalece a insegurança e o ódio.

Inserida por IzaGS1111

⁠A intolerância política, religiosa, social, e tantas outras é o estopim aceso para a explosão da violência no país.

Quando era criança acreditava que os monstros viviam apenas de baixo da cama,e só apareciam quando estava escuro...
As pessoas diziam que eles não existiam,era só imaginação.
Mas com tempo descobri,que os monstros também apareciam com a luz e tinham aparência de homens.
Eles existem,estão por toda parte!

Inserida por Vall_dias

⁠O tal cidadão de bem,
No carro é uma fera.
Se tu bates atrás dele,
Ele logo vocifera.
Te dá soco, raivoso,
Puxa a arma, tá nervoso.
Ódio só se prolifera.

Inserida por RomuloBourbon

⁠Março chegou!

Vamos celebrar nossas conquistas!

Direitos iguais;
sem distinções sexuais.
Salários iguais;
lideranças femininas, normais!
Significados plurais;
liberdades totais,
nada demais!

Vamos comemorar nossas conquistas!

Em meu corpo ninguém mexe!
E os estupros só crescem;
A polícia não debanda,
mas as leis ainda são brandas.
Relacionamentos arruinados,
culminando com a morte.
Porquê os “garotos mimados”
diante de um NÃO, perdem o norte!
E no campo ou na cidade
mulheres são eliminadas
e cresce a impunidade
com milhares, assassinadas!

Inserida por LuizaCastro22

"Só mesmo o homem para adorar a crueldade com um semelhante…"
(trecho de "O Conde de Santo Amaro")

Inserida por mfeitosa

Nunca ninguém matou alguém por amor, isso é uma mentira dos tangos. Só se mata por cobiça, por despeito, ou por inveja, pode acreditar. O amor não tem nada que ver com isso. // Livro:
O verão das bonecas mortas

Inserida por Paticunha

⁠Sobre os Ataques às Escolas e em especial esse da Creche: 

Dia dos Filhos

 “Enquanto as leis e punições forem brandas, haverão crimes bárbaros.” 

Rubenita Simey 05/04/23

Inserida por rubi_dancer_ruby

⁠Se alguém nunca viu a face de satanás, não teria dúvidas de que um de seus traços mais marcantes é o ódio, além do preconceito, da soberba e do propósito de justificar a violência e a guerra.

Inserida por brunoescritor01

⁠O vitimista consegue o que quer utilizando a pena e a compaixão alheia.

Inserida por VictoriaBuske

⁠O vitimista deforma a realidade, colocando a culpa de seus fracassos em outras pessoas, no governo e em Deus.

Inserida por VictoriaBuske

⁠O vitimista se sente maltratado por qualquer pessoa que discorde dele.

Inserida por VictoriaBuske

⁠As únicas pessoas que o vitimista aceita ter por perto, são aquelas que caem nas chantagens emocionais dele, 

Inserida por VictoriaBuske

⁠O vitimista vai te transformar em um vilão se você não cair na manipulação dele.

Inserida por VictoriaBuske

⁠Ciclopes modernos.
Pedro é policial numa das regiões mais violentas do mundo – a América Latina. Juntamente com o Caribe corresponde a apenas 8% (oito por cento) da população mundial, mas é a fatia planetária onde ocorre um terço dos mais de 437 mil homicídios registrados anualmente.
De origem proletária, perseguiu seu sonho de se tornar um agente da lei.
Ele vive da segurança em meio à insegurança; sabe que a probabilidade de ser morto em um assalto chega a ser 6.000% (seis mil por cento) superior à de um cidadão comum. Também sabe que o número de roubos no continente onde vive é absurdamente alto.
Quando entrou para a polícia lhe prepararam para a guerra. Os testes físicos eram rigorosíssimos. Teve que fazer curso de sobrevivência na selva ficando quatro dias sem se alimentar e tomando água da chuva. Os sentimentos mais primitivos da evolução humana afloraram do seu interior naqueles dias.
Nos tempos de preparação da academia foi submetido a todo tipo de humilhação. Eram trotes, pancadas, xingamentos, castigos e até sessões de tortura.
Foi doutrinado na certeza de que aquele que conseguisse passar por tudo isso estaria pronto para cumprir sua difícil missão e suportar os desafios da carreira. Algumas pessoas também lhe disseram que tudo aquilo iria lhe causar traumas violentos e fazer com que ele descontasse no cidadão parte do que sofreu no seu treinamento.
 Pedro odeia o discurso de alguns sociólogos que dizem que o Estado treina uma polícia para a guerra e a coloca para trabalhar em atendimento ao cidadão. Na sua concepção, a lida diária correndo riscos da profissão e enfrentando criminosos com fuzis e metralhadoras demonstram um estado de guerra urbana.
No mês passado ele trocou tiros e matou o assaltante de um supermercado. Há aproximadamente seis meses ele auxiliou no parto de uma moradora de rua cuja criança nasceu dentro da viatura enquanto era levada para a maternidade pública. Pedro não é Deus, mas já trouxe uma pessoa à vida e levou outra à morte.
No bairro onde trabalha o índice de homicídios é muito alto. Em quase todos os seus plantões sempre atende a pelo menos um homicídio. São tantos os atendimentos que ele já não sente mais a compaixão pelo defunto – virou rotina, é algo muito normal. Costuma dizer que o ruim desse trabalho é no dia que tem que enfrentar algum homicídio cuja vítima é criança; isso lhe estraga o dia, embora tenha medo de que a rotina também lhe transforme em um ser indiferente a um cadáver infantil.
Leu em um livro de autoajuda que o ser humano para ser considerado normal precisa despertar e ter o controle de todos os sentimentos (amor, ódio, paixão, compaixão, raiva, alegria, inveja, orgulho, piedade ...). Alguns desses ele já não tem, outros não consegue conter e o pior é que alguns se manifestam em ocasiões erradas. Sua engrenagem cerebral de sentimentos parece estar um pouco desajustada ultimamente.
O meio em que vive não é nada favorável. Lida com pessoas alcoolizadas, entorpecidas, psicóticas, criminosas, vítimas chorando, gente gritando, famílias brigando, gente lhe xingando etc. A jornada de doze e às vezes de vinte e quatro horas corridas também lhe confunde o relógio biológico. Quando trabalha à noite sente sono, quando termina o turno e vai para casa descansar tem dificuldade em dormir (fica pensando no próximo plantão).
A vida conjugal também não anda nada bem, mas isso é visto com normalidade, afinal, dos colegas de profissão ele é o único que ainda está suportando o primeiro casamento.
Alguns sinais de estresse já apareceram como a hipertensão e a diabetes; “nada preocupante” reponde ele, “é coisa do dia da dia e da alimentação de rua”. Nos turnos de trabalho se alimenta em lanchonetes ou restaurantes que dão descontos para policiais.
Nas madrugadas sombrias, Pedro e os demais ocupantes da viatura são a única presença e a representação física do Estado. Não tem julgador, legislador, fiscalizador nem consultor – os problemas surgem e o Estado age pelas mãos de Pedro e seus colegas de trabalho.
O salário não é grande coisa, mas ajuda a manter um padrão de vida diferenciado no bairro pobre onde mora. Ele se orgulha de ser tentado à corrupção todos os dias e nunca ter cedido a ela.
Nos telejornais e nos sites de notícias aparecem analistas econômicos dizendo que Pedro e os demais servidores são os responsáveis pelo desastre das contas públicas. Pessoas como ele são consideradas privilegiadas e que se aposentam cedo demais. Nos intervalos de cada programa surge o patrocinador: sempre um banco, uma financeira ou um operador de fundo de pensão que lucram fortunas emprestando dinheiro ao governo com juros estratosféricos.
Ontem à tarde o parceiro de trabalho de Pedro foi convocado para fazer a segurança do parlamento onde estavam sendo votadas as novas leis que regridiriam o regime previdenciário dos funcionários públicos. Havia um grande protesto nos acessos à casa de leis. No tumulto eles empurraram o amigo de Pedro que sacou a arma e atirou a esmo atingindo fatalmente um professor que lutava por seus direitos.
Hoje o noticiário só fala desse assunto. Curiosamente, algoz e vítima estavam socialmente no mesmo lado – ambos seriam prejudicados com as alterações legais.
Provavelmente o policial continuará preso por mais algum tempo e será expulso do serviço público. Suas perspectivas futuras não são nada boas.
Pedro foi visitar o amigo e passou a refletir sobre os acontecimentos: está em dúvida sobre qual lado é o certo e qual é o errado.
Na expectativa de que Deus lhe desse uma palavra nesse momento, abriu a Bíblia aleatoriamente e leu um versículo em 2ª Timóteo 4:7-8:
“ Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia ...”
Está confuso sobre qual seria o “bom combate”; como diferenciar as batalhas que devem ser enfrentadas e as que não compensa combater ?
Pedro vivencia a saga de “Dom Quixote de La Mancha” imortalizado por Miguel de Cervantes. Ficou mentalmente transtornado pelo descompasso entre seu idealismo e sua realidade de vida.
“...Enfrentar o inimigo invencível,
Tentar quando as forças se esvaem,
Alcançar a estrela inatingível:
Essa é a minha busca.” (Dom Quixote)

Inserida por Peralta71

⁠Era um sonho de consumo seu, que agora se realizava. Todos os barracos pareciam luzes de Natal lá do alto. Nada de pobreza, nada de violência.

Inserida por pensador

⁠Num dia, aflita, ela cedeu e desistiu de partir.
No outro, decidida, arrumou as malas... 
e foice.

Inserida por AndraVal

⁠A maior descoberta de uma mulher é a que ela é dona de sua alma.

Inserida por marislei

O sistema carcerário do Brasil não reeduca mas, destrói a esperança, estigmatiza e sujeita à devasta justiça com as próprias por aqueles que perpetram atrocidades contra vidas humanas às escondidas do Poder Judiciário, do Ministério Público, da Defesa e dos Organismos Internacionais. 
Trecho de Peça de Defesa elaborada em Processo de Extradição.  

Inserida por DarlanBatista

Assim como a violência indica falta de argumentos, o uso de palavrões indica baixo vocabulário.

Inserida por ofrancopensador

A vida é um espelho.
Saiba quê, o que quer
pro outro é pra você
Somos todos um
É a verdade.

Sua mãe foi agredida
por seu pai?
Seu cunhado
ofende sua irmã?
Que tal trazer felicidade?

Não erga a mão
a quem te deu uma família!
Tente ouvir a voz
que vem do coração
Tenha mais respeito
e amor a quem te ama
Troque a violência
pela gratidão

Um buquê de flores
não pode esconder
o que sua atitude revela
Procure amar
Tente entender
A vida é um espelho
Tudo volta ao seu lugar

Inserida por leandro_mathias