Tag violência

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⁠(...)
Tenho que admitir
A violência lá fora que tanto me dá calafrios, mora em mim
Não importa de onde veio
Ela também vive aqui
(...)
Sim, tenho lama em mim
Tem sujeira aqui
E às vezes ela transborda
Só posso dizer que sinto muito

Inserida por cristinazoz

⁠Você realmente acredita que a música pode acabar com a violência quando o governo não consegue fazer isso?

Inserida por pensador

⁠Brandir sua espada sem orgulho é só violência.

Ninja Kamui (anime)
1ª temporada, episódio 3.
Inserida por pensador

⁠Eu me aventurei e só encontrei açúcar e violência.

Inserida por pensador

⁠Um grande poder atrai violência, de dentro e de fora.

Sara Holland
Everless. São Paulo: Morro Branco, 2019.
Inserida por pensador

⁠O que se passa nas ruas e nas mentes inquietas de hoje é, talvez, reflexo de um mundo que se esqueceu da verdadeira essência do homem. Andamos a confundir o que é lei com o que é luta, e pior ainda, transformamos um acontecimento num espetáculo, onde se agarram às divisões mais fáceis. Mas a lei, não vê cores, nem se interessa por identidades. A lei é, ou devia ser, o pacto entre os homens para viverem em paz, sem temor, sendo julgados não pelo que parecem, mas pelo que fazem.

Se um homem transgride, não importa a cor da sua pele ou de onde vem. O que importa é o que escolheu fazer, e se isso feriu o acordo coletivo, deve ser julgado por esse ato. O problema é que a nossa sociedade, em vez de se centrar no cumprimento da justiça, prefere o caminho mais rápido, o da vitimização fácil, usando a emoção como arma. O que é grave, porque desvia-nos da verdadeira questão: a preservação da ordem, da segurança, da convivência.

E ao mesmo tempo, não podemos confundir indignação com legitimidade para a violência. Não há injustiça que justifique o caos. Quando se responde ao que se considera errado com mais transgressão, a causa perde a sua força, transforma-se numa afronta ao próprio conceito de justiça. A legitimidade não se constrói no tumulto, mas na persistência pela verdade, através dos caminhos corretos, por mais difíceis que sejam. Quem opta pelo caminho da destruição ou do ataque à ordem, perde o direito de reclamar a justiça. A partir do momento em que se cruza essa linha, a causa dissolve-se em erro.

Devemos entender que a justiça, para ser justa, exige paciência, serenidade e, acima de tudo, respeito pelas leis que nos unem. Quem infringe a lei, seja pela frustração de uma injustiça ou por puro desdém, deve ser punido conforme essa mesma lei. Não há lugar para violência, para desordem, se queremos construir uma sociedade melhor. Não se trata de dividir entre “nós” e “eles”, mas de compreender que o desrespeito pela lei, seja de onde vier, só perpetua o ciclo de destruição. E nós, como seres pensantes, deveríamos estar a quebrar esse ciclo, não a alimentá-lo.

Se nos afastarmos deste princípio, perderemos o sentido de comunidade e de justiça real.

⁠A violência emocional é tão mortífera quanto a guerra. 

Inserida por MauricioCavalheiro

⁠Não: não é não! Você não entende? Você não entende... Não, não foi bom.

Inserida por ingridsanctis

A VITRINE DO SILÊNCIO

Na vitrine do Fatal, suas curvas perfeitas ofuscam sua real natureza.

Olhos curiosos a espiam, desejos silenciosos a consomem.

Um sorriso falso, máscara de seda velando a dor que a consome.

Lágrimas amargas, atrás do rímel, invisíveis aos olhares mundanos.

A beleza, um cárcere privado; a mercadoria exposta, a carne em oferta, a alma em leilão.

Um preço a pagar, um sorriso forçado, a dignidade em estilhaços.

O Fatal sorri, a sociedade cúmplice, enquanto ela se desfaz em silêncio.

A cada transação financeira, a cada olhar lascivo, a cada toque frio, a realidade se impõe: ela está presa em um sistema que a define, que a explora, que a condiciona.

Com o "EU" fragmentado, sonhos desfeitos, futuro incerto, um vazio profundo.

Mas o Fatal não se limita àquela vitrine. Sua sombra se estende por toda parte, transformando cada um de nós em mercadoria. O Fatal, a vitrine, um reflexo distorcido da sociedade. Vendemos sorrisos forçados em reuniões; nosso corpo e mente, em jornadas exaustivas; nossos sonhos, em troca de migalhas de reconhecimento. A alma, uma mercadoria barata, negociada em contratos e relações tóxicas. A liberdade? Um luxo perdido a cada hora extra, a cada compromisso assumido por obrigação, a cada "sim" que significa "não". A prostituição, em suas múltiplas facetas, se infiltra em cada canto da vida, espreitando nas relações interpessoais, nas pressões sociais, nas demandas do trabalho, nas expectativas da sociedade. A hipocrisia se espreita em cada julgamento, em cada crítica, em cada olhar que condena, mas que se alimenta do mesmo sistema que explora. A busca por validação, por reconhecimento, por segurança, nos reduz a estilhaços, vítimas e cúmplices dessa grande farsa. A mulher na vitrine, um símbolo dessa realidade, um reflexo de nós mesmos. Ela vende seu corpo; nós vendemos nosso tempo, nossa energia, nossa dignidade. A moeda de troca é diferente, mas a essência da transação é a mesma: a alienação, a exploração, a busca desesperada por sobrevivência em um sistema que nos reduz a mercadorias.
Na vitrine ou na rotina, a alienação é a mesma; a exploração, sistêmica; e a luta pela dignidade, uma constante e necessária revolta contra a hipocrisia que nos cerca...
(a.c) - 
21/02/2025

Inserida por SrAnonymous

"Quando o braço da lei esquece que sua função é proteger e não punir, ele se torna espelho de uma sociedade que trocou justiça por vingança."

Inserida por CesarKaabAbdul

⁠Não fazer parte das estatísticas
que mostram a quantidade de miseráveis
e de quantas pessoas não têm acesso à educação,
não constar entre as vítimas de crimes de todo tipo
nos anuários da violência,
não constar entre aqueles que precisam de algum tipo de auxílio do governo
e, principalmente, não precisar declarar imposto de renda
está entre as muitas vantagens da invisibilidade social.

Inserida por AugustoBranco1

⁠Violência não faz boas ideias.

Inserida por ofrancopensador

⁠Alguns tipos de violência são universais e atemporais, resistindo aos argumentos daqueles que tentam abranger tudo sob o guarda-chuva do relativismo.

Inserida por I004145959

⁠Quem me dera

Quem me dera se com meus olhos
Eu pudesse enxergar a maldade do mundo
Ou a ingenuidade de uma ovelha

Se meus pés pudessem tocar o céu 
Ao invés de caminhar nessa rua escura

Quem me dera se eu pudesse
Ir em direção ao mar
Ao invés de um pedido de socorro

Quem me dera se pelo menos mais uma vez
Eu pudesse contar sobre os meus sonhos 
Mas tive a minha vida seifada 
Por um monstro 
Apenas por ter nascido mulher 

Inserida por Gabrielaportugal

⁠⁠Temos a obrigação de defender nossas escolas e alunos contra falas, mensagens e expressões que tendem para violências. Essa missão de defesa é de todos que acreditam no poder transformador que a educação exerce nas pessoas.

Inserida por vicente_culino

⁠Se um dia você tivesse uma filha e ela dissesse que a pessoa que ela ama tá machucando ela, o que você diria?

Inserida por pensador

⁠Os pais que batem nos filhos estão ensinando sobre amor e respeito ou sobre violência?

Inserida por lucia_rech_godinho

Cada mulher que se levanta contra a violência não está apenas defendendo a si mesma, mas também construindo um mundo mais justo e seguro para todas. Que a coragem e a força delas inspirem todos nós a sermos aliados nessa luta por dignidade e respeito.

Inserida por leonardogodoy

Enquanto a desconstrução dos valores ligados à violência de gênero não for completa, a prevenção é o melhor remédio.

Inserida por I004145959

Polícia pra Periferia é Pé na Porta e Tiro no Peito.
Polícia pra Elite são flores, afagos e beijos.

Inserida por CesarKaabAbdul

⁠Convencer é violentar por argumentos. O barato muitas vezes manda a conta depois.

Inserida por ofrancopensador

⁠Narcisista

Desculpe, não posso ajudar!
Você não ouve? Esse pi… pi… pi?
Estou na UTI!
Não cuidei de mim, enquanto me perdi em você,
Me esqueci tentando te agradar, te entender.
Você, que nunca viu tudo que te dei,
Só pediu mais, sem notar que eu me desfiz, que eu parei.
Me ensinaram a servir, a dizer sempre sim,
Mas agora vejo: viver assim foi o meu fim.
Enquanto você crescia, eu diminuía,
E hoje sou só sombra do que já fui um dia.
Não, não posso me levantar por você,
Não é egoísmo, é o que preciso pra viver.
Minhas forças se foram, pensei que te salvar bastava,
Mas percebi que para minha vida você nunca ligava.
Espera! Você não ouve? Esse pi… pi… pi?
Estou na UTI!
Não, não posso mais te alimentar,
Porque te servir foi o que me fez parar.
E a servidão que você sempre exigiu de mim,
É a mesma que, aos poucos, foi me levando ao fim.
Não, não posso me levantar por você,
Todas as forças que me restam agora é para que eu possa sobreviver!
Ana Jalloul

Inserida por ana_jalloul

⁠JAMAIS se deve violar, muito menos, violentar qualquer ser com vida.

Inserida por JAugustoMaiaBaptista

⁠A poesia é tão criteriosa quanto a violência.

Rachel Gillig
Duas coroas retorcidas. Rio de Janeiro: Globo Alt, 2024.
Inserida por pensador

⁠A violência é a língua universal.

Inserida por pensador