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Os bárbaros adorariam que todos nós entrássemos no jogo deles. Desse modo teriam provas da existência dessa guerra que só existe na cabeça deles.
...Que não condenamos as armas, e sim, os homens que a criaram, os que a propagam, os que a usam, defesa ou ataque elas matam.
Algumas pessoas fizeram escolhas tão negligentes na vida, que acabaram se tornando adultos que só compreendem a linguagem ‘do grito’. Quando são abordadas gentilmente, esbravejam, retrucam, reclamam, e muitas vezes sem perceber, adotam uma postura desagradavelmente agressiva. E assim fazem porque não aprenderam a linguagem da paz quando crianças, crescendo em lares onde os palavrões eram comuns e as surras gratuitas eram constantes. Na adolescência, escolheram a fuga das drogas. Na idade adulta, optaram por estilos frontais excesso. É lamentavelmente triste, mas quem está nessa condição, ainda precisará passar por situações extremamente complexas para perceberem o valor da paz. Quem só entende a linguagem da violência, atrairá mais violência como forma de aprendizado.
“A onda de resolver tudo na base da bala é vassala, arcaica e démodé. Um vinho de rótulo raro e uma caixa de bombom caro ameniza qualquer desatino e abre um sorriso de menino. “
Toda forma de violência é lamentável, mas as que são justificadas em nome do amor e da paixão, são repugnantes.
O sangue deveria correr apenas nas veias, artérias e capilares.
Não deveria correr nas teias das ruas.
Nos recintos desalmados.
Nas mãos de cidadãos.
No corpo como banho de aflição.
O sangue deveria correr apenas nas veias, artérias e capilares.
Muitas pessoas afirmam conhecer e praticar os ensinamentos da Bíblia. Porém, ela não ensina sobre violência, homofobia e outras perversidades. Em que Bíblia eles tiram esses ensinamentos?
Não vencemos quando usamos de violência nas atitudes ou palavras.
Cada vez que agredimos alguém, damos um.nocaulte em nós mesmos.
Quando amamos, mesmo amando devemos usar do rigor da vara, porque deixar as pessoas que amamos afogar-se na mediocridade é a maior prova de desamor.
No bullying temos como vítimas, aquele que sofre a agressão e aquele que agride, e ambos precisam de tratamento, mas não podemos colocá-los num mesmo nível conceitual e nem de julgamento.
Meus olhos fecharam-se, e minha boca secou
A força não me era mais presente
E meus gritos, inválidos
Assim, foram destruídos
Respeito e caráter
Marcando minha pele, rasgando minhas vestes,
Expondo segredos
Expondo um vil sentimento
Instável pensamento
Doentio até
E meus olhos, fecharam-se
Para a realidade
Onde via tua face
Enraivecida e perversa
Mas, cansado,
Entorpecido,
Ferido,
Os abri.
Covid-19
Há relatos de portugueses agredidos além-mar,
Culpando-os do novo vírus propagar.
Muitos media não noticiam estas atrocidades, nem encontram os culpados.
Coitados… permanecem por lá, assim, desamparados!
Será que estas hostilidades não revelam racismo,
Ou, de certa forma, desejo de vingança ou segregacionismo?
Pois, muitos povos vivem no recato e tranquilidade
E, sempre, imunes a qualquer atrocidade…
by António Vilela Gomes
Relações pautadas na falta de respeito estão fadadas ao fracasso, isso de “com o tempo tudo se ajeita” é mentira que contavam a nossas avós, em relacionamentos abusivos a única coisa que se ajeita no futuro é o corpo da mulher no caixão.
Todo o abuso tende a crescer se não for fortemente repelido, a covardia tem essa característica e todo o agressor é um covarde, o problema é que covarde também mata.
“Pobre Rio de Janeiro dos ricos do Leblon e dos pobres das favelas; das assembleias de Deus e das Assembleias Legislativas; dos cariocas da gema e dos políticos de algemas; das belezas naturais e dos descalabros sociais... Triste Cidade Maravilhosa dos Morros e dos mortos; dos assaltos banais e dos arautos carnavais; das promessas de amor e das juras de morte; dos jogos de azar e dos dias de sorte... Confuso Estado Fluminense das Garotas de Ipanema e dos Garotinhos de esquemas; das celebridades globais e dos artistas reais; dos cartões postais e dos cartões de crédito; dos quarenta graus de temperatura na sombra e dos trinta e oito na cintura que assombram... Para o bem ou para o mal, melhor lugar não há, seja na areia da praia, seja no balanço do mar.”
Aprendi que é preciso ter consciência
O tempo é feito uma nuvem, passa e jaz;
As armas por si só não geram violência
E ás flores nem sempre trazem paz.
Há determinadas páginas da história que mesmo se forem arrancadas deixarão para sempre na memória coletiva a marca da violência, a mancha de sangue sobre o solo. Sangue derramado é como flecha: uma vez lançada é impossível voltar atrás.
Você nunca atrai o que quer! Sabe por quê? Por que sempre está conectado com aquilo que não quer. Você não quer violência, crime ou corrupção. Mas, está diariamente conectado com isso, através das reportagens transmitidas pelos jornais televisivos.
Muitos não praticam violência. Entretanto, vibram na frequência da violência, quando assistem na mídia, noticiários relacionados a esse assunto. Se realmente deseja a paz para o mundo, mude de hábitos.
