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O cadáver ou partes do cadáver do inimigo eram indispensáveis como demonstração de superioridade (...) a violência perpetrada era também uma forma de qualificar a tropa, definido-a como apropriada para realizar a luta contra cangaceiros.
Hoje a noite vai ser longa e o saldo final a gente ja sabe, inocentes pagando pelo descaso e ausência do Estado, que não consegue garantir e gerir um direito constitucional e tão pouco nós proporciona a segurança pública e o nosso direito de ir e vir ,que está sendo usurpado pela violência e a disputa do poder paralelo, este que o Estado finge não ver e ceifa a vida de muitos inocentes .
O mundo está violento porque as pessoas estão cada vez mais distantes umas das outras, ou as pessoas estão cada vez mais distantes umas das outras porque o mundo está violento?
O que é o homicídio?
Para mim é uma coisa medieval e de outros tempos.
No futuro as pessoas não vão acreditar que existiam aqueles que matavam uns aos outros, assim como nós ficamos chocados com muitas coisas e modos de ver que existiam no passado.
Aquele que mata o próximo é alguém que não sabe resolver seus problemas, um covarde. Ainda piores aqueles que fazem guerras, não sabem resolver os problemas e ainda envolvem várias pessoas, a maioria inocente.
Violência é uma lembrança de que somos todos animais e de que não somos muitos superiores a nenhuma outra espécie.
Eles deviam perceber que nós não somos violentos por ser pobre, na maioria das vezes é pela sensação de injustiça que os ricos provocam em nós.
NOTA DE REPÚDIO
Venho através deste, declarar meu total repúdio ao processo de “Jagunçagem” instalado no transporte público coletivo, por ônibus, na periferia da cidade de Belo Horizonte. E reforçar minha total repulsa ao ofício destes “Leões de Chácara”, que andam tocando o terror na população usuária deste modal de transporte, principalmente na linha 712, que atende ao bairro São Bernardo e adjacências.
Se não bastassem os valores absurdos do transporte público em Belo Horizonte, os consecutivos e ‘ilegais’ aumentos no apagar das luzes e o total desconforto e falta de segurança dentro desses veículos, ainda mais essa, a contratação de homens “sem rostos”, absurdamente despreparados e aparentemente orientados para tocar o terror em qualquer um que se aventure permanecer na parte da frente dos ônibus. Mesmo que tenha a passagem em mãos ou o cartão BHBus, devidamente carregado com o valor da tarifa. Ou ainda, mesmo que tenha em mãos um valor bem maior, por exemplo, uma nota de cinquenta reais. E aí, nesse caso, corre-se o risco de ser surpreendido pelo agente de bordo, que alegará não ser obrigado a abater em valor tão alto o valor desta tarifa vexatória, que é quase um tapa na cara da sociedade, e respaldado por imbecis feito esses jagunços já citados anteriormente, plantados pelas empresas nos ônibus para garantir sobre qualquer meio (ameaças, agressão moral, física, etc.) que todos os usuários sobre coerção, avancem a roleta e paguem a passagem, mesmo que ainda não tenham chegado em seu destino final. Diante de tal prática, ilícita perante nossa legislação, relato o caso do usuário “Guilherme”, de dezenove anos, que foi covardemente agredido e submetido a todo tipo de situação vexatória que se pode imaginar, quando se deslocava dos arredores do bairro São Bernardo sentido Estação Pampulha, na linha 712.
Ao chegar à Estação Pampulha, o usuário Guilherme, foi impedido pelo dito fiscal de bordo (não identificado nesse primeiro momento) de desembarcar. Mesmo tendo em mãos uma nota de cinquenta reais para pagar a passagem, foi seguro e impedido de descer ou rodar a roleta (a agente de bordo alegava que não tinha troco para o valor dado a ela) e que não era obrigada a cobrar a tarifa, sob pena, de ter ela mesma de pagar o valor ao caixa da empresa depois. Com o respaldo do Jagunço que fazia a segurança do dinheiro da empresa, o mesmo foi mantido em cárcere privado por mais de dois quilômetros, apesar de outro usuário incomodado com a situação, ter quitado junto à cobradora do ônibus o valor da tarifa. Mesmo assim, foi impedido de descer e conduzido por pasmem, mais de dois quilômetros longe da estação, onde faria a integração com o MOVE para seu destino final. Após ser privado de descer em seu destino inicial, a Estação Pampulha, e ser obrigado a descer tão longe, continuou a ser ameaçado pelo dito fiscal da empresa que estava dentro do ônibus; e ao descer na Avenida Pedro I, em frente ao estacionamento do centro de compras ‘Via Brasil’, foi covardemente perseguido e agredido pelas costas a socos e pontapés. Diante de tão gratuita e covarde agressão, o que se viu foi um clima de total indignação dos demais usuários, que prontamente reagiram e desceram do ônibus, assumindo uma postura de defesa do rapaz. Apesar de tanta gente ter se indignado, apenas um ou dois sujeitos permaneceram no local apoiando e adotando as providências necessárias para um desfecho ao menos justo para toda aquela desumanidade presenciada. O rapaz perdido diante de todo aquele vendaval que invadiu a sua vida naquele instante, permanecia sem reações lógicas e racionais e esbravejava sua inconformação por ter sido a vítima da vez dessa situação toda. Ele chorava e falava do medo de andar de ônibus, devido aos perigos normais existentes, para qualquer usuário deste modal no dia a dia. Dezenove anos, dezenove... Covardemente agredido por estar no caminho de um imbecil, que pensa estar agindo de acordo com a lei, defendendo o patrimônio de abutres carniceiros que sugam e mamam nas tetas da população, prestando um serviço de quinta categoria em veículos extremamente desconfortáveis e insalubres.
O que conforta, é saber que a população está atenta e não aceita mais injustiças e covardia. Que a polícia, em seu ritmo próprio, apoia o oprimido e cumpre com seu papel de atender e proteger as vítimas de atos que venham ferir a lei e as individualidades dos sujeitos. Que apesar das injustiças e perante tanta ignorância e falta de senso, existem ainda pessoas lúcidas e capazes de surpreender a todos por sua capacidade de ser humano, de se colocar no lugar do outro e assumir com ele suas dores e angústias, visando a um bem comum em sua relação com o coletivo da sociedade.
Espero, angustiadamente, que esse rapaz leve a frente esse processo e que essa situação seja observada de perto pelas autoridades competentes, para que outros sujeitos não sejam agredidos também. Para que se evite uma tragédia futura, e para que os direitos das pessoas que se arriscam todos os dias a usar, após pagar tão caro por este serviço, sejam garantidos e mantidos no rigor e limite previstos em nossa legislação.
Não pensem que acho correto as pessoas andarem de graça por aí, à custa dos outros, pois não acho certo também! Apesar de entender que se os impostos pagos por nós fossem melhor investidos, talvez tivéssemos não apenas um modal de transporte decente, e sim vários; integrados, eficientes, confortáveis, seguros mesmo que não fosse barato tudo isso! Pois, hoje já não o é. E você, o que faria se deparasse com situação semelhante? Aliás, devido à expansão desse processo de Jagunçagem nos ônibus da periferia de Belo Horizonte, e aos frequentes relatos de agressão e desmandos dessas pseudo-autoridades, será que você já não foi vítima e se calou, ou se calou diante de outras vítimas? Você tem algum parente, jovem, que estuda na escola Três Poderes? Esses têm sido vítimas frequentes deste tipo de agressão. Certo ou não, converse com ele, tente escutar da boca de um conhecido se procede ou não tais relatos.
Aconteceu hoje, dia 31 de agosto de 2015, uma verdadeira tragédia.
Mas, estamos de olho!
Obrigado pela atenção!
Doze balas
Todos os tiros disparados a queima roupa.
Doze disparos a esmo,
antes mesmo de o dia amanhecer.
Enquanto o sol ensaiava uma entrada triunfal,
o brilho do metal criava os contornos da silhueta das mãos,
mãos que tremiam mais que as pernas de uma criança no primeiro dia de aula.
Os raios de sol atravessavam as perfurações
e acenavam seu brilho aconchegante em nossos rostos
completamente embriagados de sono.
Dava pra ver as luzes das casas se acendendo
e as pessoas acordando do outro lado.
Toda aquela confusão formada
e os esquivos malfeitores saindo da cena de fininho,
se esquivando e camuflando-se nas sombras do fim de noite.
Dava pra ver... Se alguém olhasse veria! Mas ninguém se arriscou.
E antes mesmo de o dia clarear e a noite chegar ao fim...
As janelas e cortinas se fecharam
e ninguém sabe dizer o que aconteceu daí em diante.
Hj passou na tv
"Violência entre torcidas.. ódio... brigas... pancadarias"
N se assuste com isso é normal hj se ver
O ser humano virando bicho e o bicho deixando de ser.
Na verdade nunca o foi
N se pode afirmar só prq n se vê.
O bicho homem q diz q pensa
Mata por causa de uma preferência
A cor de uma roupa é a sentença
Q te tira a inocência
De aqui poder viver.
O q chamas de selvagem
Q n pensam.. só reagem
Mas só matam p comer.
Me ponho a refletir
Na real forma de existir
Quem é o bicho aqui?
A ambição, o egoísmo e a violência de poucos
atuando sobre o medo e alienação de muitos:
esta é a receita das guerras e dos governos.
Apenas uma civilização mais consciente e corajosa
poderá vivenciar uma realidade
de liberdade, igualdade e fraternidade.
A conciliação é o único caminho para a paz. Não se combate violência com mais violência. Vamos cultivar o amor e a amizade, pois assim teremos uma sociedade mais justa e mais digna.
Você reflete seus pensamentos e atrai o que pensa e fala. Se comentar sobre a violência cotidiana. Você vai atrair violência. Se comentar sobre paz, amor e harmonia. Você vai atrair isso também.
Tudo se banaliza. E a violência também.
Os meios de comunicação - principalmente a TV comercial que depende de audiência -, têm grande participação nessa banalização e no incremento da violência.
A divulgação televisiva de fatos envolvendo violência ao mesmo tempo que informa, ensina a uma grande parte da população novas formas de violência que não imaginavam e passam a praticar.
A vida, foi feita para ser vivida, independente de que qualquer alma vencida pense que aqui na terra é o verdadeiro inferno. A mesma foi dada a nós como uma dadiva na qual temos que aproveitar e também concertar os nossos possíveis erros.
Ninguém sabe até quando vai poder aproveita-lá, pois a morte vem como um ladão na surdina da noite, e quando perceber, tudo que você almejava fazer, ficou só nas lamentações.
Aqui na terra só é um ´´inferno``, porque nós a transformamos num, pois nós seres humanos pensantes, é que fazemos da mesma um lugar habitável, coisa na qual com toda essa violência daqui a algum tempo não mas será.
A intolerância só se justifica na luta contra a corrupção, contra a violência, enfim, contra tudo que atenta contra a vida humana.
"Não existe nenhum ser humano justo, logo qualquer ato de violência em nome de "JUSTIÇA" é mera maldade impulsionada pela vingança e covardia".
Boa Noite!!!!!
A pessoa dá queixa contra violência, depois volta e desdiz. Na maioria das vezes é violentada novamente e ainda reclama que a lei é falha e que demorará muito p dar certo.
Penso que a pancada deve ter sido forte.
A mentira engana, escraviza e mata; a verdade edifica, liberta e dá vida eterna.
Uma mentira religiosa tem consequências mais graves do que a violência: esta mata o corpo, aquela mata a alma.
O propósito da religião é religar o ser humano ao Criador. Porém, digo com dor, que uma religião que se estrutura na mentira, o homem de Deus desliga.
Se se pode religar, o que um dia foi desligado. Foi isto que ocorreu quando o ser humano deu lugar em sua vida ao pecado contra o Seu Criador. Como Criador do universo somente existe um, então o termo Religião só faz jus quando aplicado ao Real Criador.
A região que se fundamenta em tradições humanas mentirosas, anula e/ou abandona, segundo Jesus, a Palavra de Deus, que é a verdade.
Uma grande mentira é afirmar a relatividade da verdade, colocando-a sujeita a subjetividade da tirania da individualidade do ser humano caído e inclinado à mentira. É bom que se diga que a verdade precede e está acima da humanidade, pois a verdade é tão eterna quanto o é o Criador.
Uma afirmação ou é verdade ou é mentira. Jamais verdade e mentira ao mesmo tempo como prega a doutrina da relatividade.
Existem diferentes níveis no conhecimento da verdade, os quais vão desde o menor até o mais elevado grau possível ao ser humano. Quanto mais o nosso conhecimento se aproxima comprovadamente da verdade, mais elevado é o nosso conhecimento da verdade. Jamais relatividade da verdade, pois esta põe em dúvida a verdade e até mesmo a nega, põe em conflito os seres humanos como sujeitos do conhecimento e, por fim, atentam contra o Criador e Sua Revelação, a Bíblia. Defendendo-se a relatividade, defende-se que qualquer mentira é verdadeira, uma vez que cada um pode de forma consciente e pelas razões mais vis defender sua mentira como verdade.
Policial.
Certo dia um garoto chegou para o espelho e disse:
Quero ser policial!
Este garoto que pobre ou rico. decidiu que queria fazer a diferença neste mundo tão mal.
Este garoto que talvez tenha visto, o pai, mãe,irmão, amigo serem abatidos pela arma do inimigo.
Mesmo assim sentindo tanta tristeza, talvez chorando por dentro.
Não encontrando justificativa para perda de uma pessoa querida.
Cresceu, estudou, se esforçou.
Conseguiu vestir a tão sonhada farda.
A partir dali seria o herói da sociedade.
Com aquela farda surrada o colete pesado.
Uma arma em punho que por muitas vezes falhava.
Não foi reconhecido pela sociedade, que com muitas críticas aos poucos o matava.
Não foi reconhecido pelo Comando, que só o criticava, tirava deste policial toda dignidade.
Este policial lutava com alguns poucos amigos para continuar servindo e protegendo a sociedade.
Por vezes com fome, frio, medo ele encarava o temido bandido, sabendo que poderia ser abatido.
Caiu na emboscada do inimigo, que não teve respeito nem pena. " O MATOU SORRINDO"
Mais um homem caído no chão ferido, MORTO.
A família chorando e sofrendo os amigos de farda correndo para capturar o BANDIDO.
Assistiam nos telejornais e liam também, que os policias são despreparados, eles matam sempre alguém.
Nesta guerra desigual, quando morre um POLICIAL, a história é sempre igual.
Não é lhe dado o devido apoio, principalmente daqueles a quem ELE perde a VIDA tentando proteger do mal.
Ali presentes no velório,a família e amigos choram desolados.
Buscam respostas para a morte do herói abandonado.
Buscam consolo nas lembranças, da história do HERÓI que tinha tanta esperança.
Triste REALIDADE deste policial que só sonhou fazer o BEM.
Recebeu em troca o MAL.
ENTERRADO agora está, NADA mais pode ser feito.
Só uma breve oração.
A pergunta que fica é:
" SERÁ QUE AINDA TEM JEITO???
Uma homenagem aos 91 policiais mortos no Rio de Janeiro.
TRISTE REALIDADE!!!!
VIOLÊNCIA:
Resolvi escrever, sobre este mal que está destruindo a
sociedade.
A violência quer seja. urbana, doméstica, no trânsito, nos hospitais por falta de atendimento. Assusta!
A violência destrói, tira os filhos de pais tira pais de filhos.
Arranca sonhos daqueles que nada fizeram por isso.
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A violência sangrenta e barulhenta pelas armas em punho dos homens sem sentimento.
A violência descrita no nome do médico que negou atendimento.
A violência do motorista que você encontrou no cruzamento.
A violência do companheiro(a) que não respeitou seu sentimento.
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A violência as vezes é sem sangue e sem barulho é aquela que no apagar das luzes deixa o homem sem ação.
É de partir o coração.
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A violência assusta aterroriza uma nação que preso pelo medo;
Não pode sequer ir comprar seu pão.
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A violência tira o direito de ir e vir.
Tira o direito de insistir no sonho de construir uma vida digna antes de partir.
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A violência começa pela inveja e ganância, daqueles que não lutam por uma vida melhor;
Preferem viver escondidos sobre a sombra da covardia na mera insignificância da sua arrogância e prepotência.
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A violência desmedida por falta de leis rígidas.
Tira filhos de pais tira pais de filhos.
Tira a vida de quem vai.
Destrói a esperança de quem fica.
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A violência é tanta que ai daquele que cruzar, com com um homem desalmado.
Este homem armado até os dentes.
Acha que tem direito naquilo que é da gente.
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A violência começa por vezes no feto acolhido, dentro do ventre escolhido para dar vida a um ser, que nem sabe por que está sendo ferido.
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Quisera eu escrever, para todos os presentes que a violência acabou, que tudo será diferente.
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Quisera eu escrever, que a violência não vai mais tirar a vida da gente.
Não vai arrancar lágrimas daqueles que ficam e sentem.
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Quisera eu aplaudir uma medida efetiva de LEI E JUSTIÇA aplicada até o fim, naqueles que praticam crimes.
Quisera eu gritar para o mundo inteiro ouvir:
"Moro em um País sério, que mudanças aconteceram, a punição vai existir"
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termino aqui este texto de mera reflexão, pensando em como da medo viver por ai aflito. Sem saber o que mais vai acontecer.
Quer seja em casa, na rua, nas escolas, hospitais, no trânsito e me pergunto aonde mais???
😢😢😢😢😢😢😢😢😢😢😢😢😢😢😢😢😢😢😢😢😢BY Sonia Mara Lima
Bom dia!!!!!!
