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Não fale mal do meu carro velho, pois ele ta pago e uso meu dinheiro para viver e não para engordar empresários e banqueiros por causa da fraqueza da minha vaidade e arrogância.
Os grandes expoentes que surgem, em quase todos os segmentos da sociedade, acabam sumindo devido à vaidade. Querem sempre ser mais importantes que as causas que defendem.
Uma certa dose de criatividade, inteligência e empatia, ao mesmo tempo que atrai alguns, assusta e causa repulsa a outros. É necessário que a vaidade, a baixa auto estima, o egoísmo não domine o outro, para que este não o veja como uma ameaça.
A vaidade leva um homem, a pensar de si mesmo alem do que deveria. O faz correr atrás de títulos numa tentativa de impressionar e aumentar o seu valor próprio. Entretanto, o declínio é visível, são sinais de uma alma adoecida...
Ninguém, além de nós mesmos, pode ser tão cruel conosco quanto nós próprios. Da mesma forma, ninguém conseguirá ser tão lisonjeiro consigo mesmos, a não ser a vaidade que sussurra persuasiva nos ouvidos dos narcisistas.
Então, nem crueldade, nem vaidade. Sejamos simplesmente quem somos. Autênticos e felizes por não haver cópia, bem feita ou mal feita, de cada um de nós.
Alguns arrogantes são tão arrogantes que, quando encontram alguém que julgam possuir alguma superioridade, exigem que esta pessoa seja humilde, apenas, para que possam manter-se na sua arrogância
Chegou em casa, abriu as portas, as persianas, as janelas. Caminhou por entre os móveis, preenchendo os espaços vazios. Os passos pesavam, seu corpo não conseguia carregar o próprio peso, os pés, frágeis, se retorceriam se pudessem, o cansaço era visível.
Foi até o banheiro, olhou-se e naquele espelho manchado, viu um reflexo que não era seu. Algo inumano. Procurou vestígios de felicidade, nenhum. Amor? Nenhum! Dor? Muita! Solidão? Mais ainda! Subiu as escadas, restejaria se possível fosse, não era.
Eram 3:00 da manhã. Havia um fulgor desconhecido naquela noite, algo especial ou diferente. O referente era um inimigo em potencial. A noite foi feita para os loucos, aos que amam intensamente. Era seu caso, amava tanto e esquecia de se amar. Amava a madrugada, o cheiro do conhaque e as taças de vinho manchadas de batom vermelho. Amava ouvir jazz no tom mais suave possível. Amava o azul, naquele tom quase preto. Amava a lua e suas metamorfoses. Amava a vida, odiava viver.
Olhou sua história por um lado, por outro, por perspectivas mistas e opostas. As vertentes que se cruzavam no emaranhado de problemas em que tinha se metido. O amor não correspondido, a traição explícita. A falta de amigos, a solidão...
Como dizer a alguém que possivelmente ela possui depressão? Não é uma tarefa fácil, ao menos não deveria ser. Costumo dizer que quando toma-se um papel como esses, o autocontrole é fundamental. Não queria eu, dizer para aquela doce menina que o que ela via nas manchas de vinho era o seu sangue escorrendo pelas manhãs da camisa. Que absolutamente todos os seus amigos, eram fruto de sua imaginação, porque ela era estranha demais para se adequar socialmente a qualquer parâmetro significativo existente.
O que é a vida, senão um misto de cores borradas, palavras engolidas e borboletas no estômago, regurgitadas? O problema começa partindo do fato de que, cores misturadas se tornam preto, e quanto mais pigmento, mais escura a cor. Até seu sangue escureceria, quem dirá, aquela dor? E a ferida só aumentara...
Ela sentou à beira da janela. As grades de proteção ficaram para trás, afinal, o que ofereceria mais proteção que o próprio perigo? Quando se expõe a ele, nada mais se deve temer, não há do que se proteger.
E ela cantava, entre lágrimas e sorrisos, traçava uma tênue linha entre o real e o imaginário. O vestido branco manchado nas mangas com o vinho... Voava conforme a dança tecida pelo vento noturno. Ela estava em pé, alternando os pés pela beirada da sacada. Um após o outro. Vamos contar comigo 1, 2, 3... Os pés se chocavam e ela olhava para baixo. Não tinha medo do escuro, tinha medo da solidão, e até isso já enfrentara. Não tinha ninguém, não tinha nada. A lua gritava no céu, e no chão, refletida nos tetos dos carros. Nada mais fascinante que a lua... Ao final daquela noite, ela se viu leve como um pássaro. Queria voar, ascender aos céus, e pulou. Voou.
Encontrou a lua, abraçou-a por toda a eternidade. A solidão acabou, o medo cessou, ela e a lua, deram adeus à vaidade.
Sempre que me olho no espelho, o que vejo não é o que almejo, as transformações de meu corpo que teima em acompanhar a cronologia do tempo fere-me a alma.
Vejo gente ostentando luxos e riquezas nas redes sociais.
Vejo também gente ostentando obras de caridade e se "gabando" disso.
Nos dois casos vejo vaidade, muita vaidade!
Mas a vaidade que mais me assusta é a segunda. Pois nada é tão mais hipócrita quanto querer ser o que não é.
Nossas atitudes mostram um pouco do que somos (ou do que nos esforçamos a ser, ou do que queremos que os outros pensem e vejam que somos). Algumas vezes "exibimos" o nosso melhor, outras vezes "deixamos escapar" o nosso pior.
Mas o que mostramos não é tudo o que somos. Na verdade, o que somos é justamente o que mantemos oculto e para Deus, que sabe quantos fios de cabelo temos na cabeça, é isso o que importa.
Há muitos ricos que ostentam suas riquezas e deixam ocultas suas obras de caridade. Há muitos "obreiros ou missionários" que ostentam suas "obras" e deixam ocultas suas riquezas.
Cuidado! As aparências enganam os homens, mas não a Deus.
E é por isso que a salvação é pessoal, intransferível e independe do que fazemos para tentar "merecer".
Portanto, o melhor que podemos fazer, para nós e para os outros, é sermos o que somos: humanos. Mas humanos que amam a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.
Pois a riqueza pode nos afastar de Deus, mas a vaidade de se sentir um deus nos aproxima do diabo.
Importa mais saber do outro "quem ele é" do que "o que ele tem"!
Quem é, é... E o que tem pode amanhã vir ao não ter, ou, passar a ter!
Os olhos se atentam ao que é vaidade, mas do que o coração precisa, é apenas o que lhe faz bem de verdade!
Sábio é aquele que procura amor no seu futuro cônjuge; e quem se empenha em procurar a beleza é vaidoso. A beleza passa e o vaidoso não tem sussego, porque anda atrás das coisas que passam.
O sábio encontra o amor e se fixa nele até a sua morte, porque agiu sabiamente.
hoje alguém me questionou porque algumas pessoas se tornam águias e outras galinhas... interessante a pergunta... mas respondi assim: Águia ou galinha.... depende muito do que voce tem como objetivos em sua vida... Buscar voos altos iguais a uma águia, mas sem estruturas o tombo será certo e sera igual a uma galinha quando voa... ou melhor..nem voa... mas se tiver verdades, atitudes, bom raciocínio e senso terás grande chance de tornar-se uma águia, principalmente se seus objetivos não forem exclusivamente em seu próprio interesse, pois quando nos dispomos a ajudar o próximo, com nossa sabedoria e luz, que provem de Deus, com certeza nos tornamos uma águia e paramos de ciscar no chão em busca de somente bens parar encher o papo de vaidades e arrogância...
Faz caridade,aquele de coração aberto, cheio bondade...
Obrigam-se à caridade,só aqueles que ainda precisam de resgate,por algo que se perdeu um dia,por excesso de vaidade.
Porque nunca é tarde demais para amar a si, a beleza é como um jogo de vídeo game, ela passa de fase, fica mais difícil de conquistar a medida que você avança, mas no fim das contas, o que vence é a experiência, a técnica e a vontade de continuar jogando.
Devemos ser o que somos em qualquer ambiente. A grande tragédia da vida é quando as pessoas começam a criar disfarces, tentam ser o que não são deixando serem levados pelo orgulho, ambição e vaidade.
Num canto da visão
Um recanto pode ser de infinito encanto, às vezes a vista não alcança o bem que se tem para curtir, sem pagar imposto em pranto, isso sim dá gosto, porque imposto é imposição sempre a se discutir, apesar do sisudo verbete, deve ser retornado ao povo, mas na sua viagem da mais pura vadiagem derrete à sorvete marejando todo o chão. Quando admiro a natureza de singular beleza o proprietário paga por mim as despesas do sistema o qual sustenta o seu falso diadema mesclado de infinita corrupção. Assim me entrego à viagem ao mundo da criação. A vaidade fica por felicidade ao proprietário cidadão, mas pra mim a natureza se revela por inteira em gratuita gratidão bendita. Curto em pleno regozijo essa anti-divisão e nada mais exijo além dessa bênção. A natureza celeste a minha vista avista pela minha nata visão, embora, a nata de outra catarata embargue um pouco essa função inata. Ao firmar minha visão no firmamento vejo o infinito de lampejo, pois, infinito não se vê não, meu irmão, pode crer; esse papo não é gracejo não...
- Quanto tempo pode durar uma boa contemplação?
- Alguns poucos minutos, pois, o contemplador, geralmente mente à sua mente a qual fica crente na sua inútil simulação. Dinheiro não caiu do céu, a não ser quando vem pela chaminé do velho Papai Noel, quiçá, basta ter fé... Do céu vem a vida, embora, a visão não veja a presença do fino véu a ela requerida...
Ai vem um monte de insegurança e o desequilíbrio se avança.
Porém, a inteligência simples pode entender que para se bem viver basta ter o necessário e deixar de ser otário e parar de tanto sofrer...
A paz não se compra...
jbcampos
Estou munido de versos e frames,
minha alma porta por arma o amor,
meus inimigos são a insensibilidade,
a ignorância, a vaidade e o torpor.
A VAIDADE DO MUNDO ME SUFOCA.
Pele lisa,
Olho pintado,
Sua melhor camisa.
Seu melhor penteado.
A loucura da vaidade.
Tudo perfeito,
Nem rugas com a idade,
Caminha desse jeito.
Unha feita ,
Sem marcas da vida.
Os naturais são careta,
Me encontro caida.
A vaidade do mundo me sufoca,
Lavagem cerebral ,
Anestesia estou louca.
Parem de ser teatral!
