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⁠Criei a Teoria do Cidadão Integral com o propósito de elevar o nível de consciência de cada brasileiro, transformando o indivíduo em um agente de mudança para um futuro coletivo mais ético, próspero e harmonioso.

Inserida por ferscheuer

⁠A discordância entre teoria e prática cria dois tipos de indivíduos: o charlatão oportunista e o místico iludido !

Inserida por Jeferson-Zahorcak

⁠Como destaca A. C. Grayling, a parte mais cruel quando crianças são impedidas de aprender teoria da evolução é criar uma porta para odiar pessoas que estudam evolução, ou ateístas, ou qualquer pessoa que se oponha à visão do criacionismo, como exemplo, que é uma visão arcaica, da idade do bronze. 

Inserida por JorgeGuerraPires

⁠Há vendedores de sonhos tão chatos que só sabem abordar a Teoria do Disco Arranhado. Dizem a mesma coisa toda hora; e ainda acham que estão na moda

Inserida por JBP2023

⁠Você sabe o que significa Teoria do Disco Arranhado? São aqueles mercadores de sonhos que dizem a mesma coisa todo dia.

Inserida por JBP2023

⁠Observe o micro para compreender o macro. Faça pesquisa de campo antes para tomar grandes decisões. A experiência tem muito mais valor que a teoria.

Inserida por OgataMeditation

⁠Mania de você


Foram tantas idas e vindas , mas o meu maior vício é você,

a teimosia pode ser um laxante, porém funciona como um relaxante por muitas vezes,

nas paredes, nas minhas escritas, nos meus sonhos, na saudade, nas desilusões e sensações de paz ou até na minha caminhada de fim de tarde você se faz presente,

pode ser uma teoria da conspiração ou não, mas afirmo com toda força do meu ser, que eu tenho mania de você.

Inserida por ricardo_souza_5

A teoria é a parte mais pura e fantástica do conhecimento... ⁠

Inserida por matheusmonteiro24

A ideologia esquerdista é encantadora na teoria e terrível na prática, exatamente devido à corrupção de seus líderes.

Inserida por durziane

⁠ABSTRATO É...

Teorias sem práticas;
Fazer do irrelevante o relevante;
Fazer do difícil o facilitador;
O mal se tornar num bem;
Do impossível ao possível;
Os Sucessos sem concordância;
Os Ventos sem a brisa;
O real sem verdade;
A certeza é! Buscar, receber e entender o poder e manifestação de Deus em sua CRIAÇÃO!

Inserida por JoseCarlosSilvaFreit

Religiões e Crenças na Visão Evolucionista e não Teísta e Relativismo Religioso:
Se as muitas religiões que existem e as que já existiram fazem e faziam bem aos seus adeptos, como uma só pode se considerar verdadeira? Existiriam então muitos deuses, entes divinos e valores religiosos ao mesmo tempo, porque os seguidores de cada uma delas acreditam e põem fé nas suas próprias religiões como as verdadeiras, absolutas, donas das verdades religiosas, não considerando as outras. Temos que pensar de outra maneira para uma explicação sobre tudo isso: a invenção delas pelos seres humanos é a melhor explicação.⁠

Inserida por ArgosArruda

⁠Sua idealização, não pode ser romantizada ! Cognição Motivada ou Pensamento Motivado, é o ato de prestar atenção unicamente naquilo que valida as suas teorias. 

Inserida por Jeferson-Zahorcak

⁠A máxima não falha, o papel aceita tudo, é a incongruência, está entre o que se fala e o que se pratica.

Inserida por Jeferson-Zahorcak

⁠Se a existência humana se torna um projeto de um ser supremo, não precisaria existir Edir Macedo e Silas Malafaia para contestar a teoria de Darwin !

Inserida por kovalski_luis

⁠Somos caos e aceitar essa natureza é o que rompe os limites instituídos por convenções. A compreensão mais real de qualquer coisa exige a vivência, longe disso, qualquer aprendizado e mera teoria, uma simples e relativa conveniência.

Inserida por jucsom

⁠A teoria mostra o caminho, mas é prática que nos ensina andar por ele.

Inserida por ednafrigato

⁠Esboço de epistemologia _ 1


Os sentimentos são entes, pois não se faz ser em em si, ou dado pela natureza; ele é produto da interpretação que damos às nossas sensações, sendo assim, são produto da percepção de algo externo a nós que nos "abala", um choque de informações derivadas do orgânico e suas funções, pertence, portanto, ao reino mental, uma contiguidade entre sensação e causa é o que gera ideias, ideia da sensação, que é sentimento; a tal contiguidade entre sensação e causa é produto quase que efeito colateral de um encéfalo demasiadamente grande (em proporção com o corpo) e denso (em n de neurônios), produto, também, da evolução, daí a semelhança entre a relação cérebro × mente e hardware × software. O que chamamos de percepção já está implícito na semântica o mental, o cérebro como função interpretar (mundo externo) o que está em contato com nosso corpo (diretamente ou indiretamente); faz-se a imagem do objeto que nos abala com o eu envolto nele, ou seja, no reino mental. Assim sendo, quando falamos que sentimos algo, falamos que intuímos um objeto dado pela percepção através da sensação ou intuímos um objeto como coisa-em-si que nos abala através da imagem dele nos entregue pela percepção, que deriva-se da sensação (do ser senciente). A impressão do objeto não é ordenado à compreensão de nosso aparato cognitivo, o ordenamento é definido por determinadas regiões do encéfalo. O ser percipiente de dar através da faculdade da receptibilidade, que provêm da 'consciência no impresso'. O invólucro entre eu e objeto é doxamente sabido ao pensarmos no objeto, quanto mais intenso for o pensar nos parece que mais distante fica de nossa compreensão; podemos inferir indiretamente pela interpretação dos ditos populares, como discursos, "O importante é viver a vida", "Não pensa de mais se não você fica doido", que o pensar nos é inútil e isto nos dar uma plausibilidade para supormos que a explicação é que 'quanto mais vou mais vai', ou seja, a busca do conhecimento inversamente proporcional ao conhecido do objeto, porém, isto se dar como fenômeno e não fato em si, vejamos, o eu não pode ser o discurso, o subproduto da linguagem, pois o eu não é acabado em sua compreensão, como bem descreveu através do conceito de identificação o psicanalista francês J.Lacan, sendo assim, o eu é antecessor ao discurso ou se estrutura nele, ou é a ele verossímil em natureza (no sentido aristotélico de essência no objeto). Primeiramente devemos pensar se a linguagem, que é a antecessora, é uma substância, se está contida em algo além do que nela está contido. Ao iniciarmos esta análise, em não muito tempo, veremos que estamos pensando sobre a natureza do próprio pensar, digo, como ato e isto é um meta-pensar que irrevogavelmente nos leva a filosofia de Descartes, ao cogito, onde a contiguidade é entre ideia e objeto, que se dar pelo método analógico, eis a crítica de Reid; para Descartes a percepção do objeto se dar através da imagem que se faz consciente no pensamento (ideia do objeto), porém, para Reid as sensações nos dão o objeto em si, não precisamos pensar na sensação de dureza da mesa ao pôr a mão sobre ela, a informação transmitida vai direto a consciência através do sentido primário; é por intermédio das funções dos sentidos na epistemologia reidiana que formamos para nós as concepções de extensão, solidez, espaço, ou seja, das qualidades primárias e secundárias também. Em síntese, os sentidos nos dá a sensação com o objeto já dado em nossa mente através da percepção dele pelo aparato cognitivo naturalmente capaz disto, então, concebemos o objeto. A problemática está justamente nas próprias correntes filosóficas defendidas, onde para ele (Descartes) o objeto é a ideia na mente, onde o próprio objeto percebido é a percepção daquele objeto e que inevitavelmente recai no ceticismo, eis a crítica de Reid a teoria das ideias; o Reid adota o realismo direto, haja visto, a adoção do senso comum, onde as crenças têm um papel fundamental na percepção e concepção, daí o fato de o chamarem de falibilista. Poderíamos traduzir estes extremos da seguinte forma, não é o encéfalo, mas a mente que interpreta os objetos (Descartes), o objeto já nos é dado (Reid), porém, não só não há evidência positiva (na neurociência) a favor ou contra a ideia de Descartes, como não há evidências fortes e o suficiente para a afirmação extraordinária que sua filosofia nos leva, é questão de proporção, peso e contrapeso, e no caso de Reid há sistemas de sobra contra a simplicidade da sua epistemologia. Ambos recaem na relação eu-objeto e adotam inconscientemente tais premissas, respectivamente, eu>objeto, objeto>eu; faremos uma breve investigação lógica a respeito disto. Sou se o mundo existe, não sou se o mundo não existe, porém, o mundo continua a ser se não existo, então, a relação não é bicondicional. Tentemos portanto o princípio da contraposição logo no universal, somos se o mundo existe (S), se o mundo não existe, então, não somos (T) ou para todo sou ( ∀S→T ⇔ ∀¬T→¬S); o mundo existe por pensarmos nele (U), porém, ficaria a par da semântica, então, a sentença é problemática em si, mas podemos utilizar o silogismo hipotético S→T, T→U ⊢ S→U, podemos interpretar, respectivamente, que sou (como universal homem) se existo é equivalente a não existo se não sou e sou (como universal homem) implica a existência do mundo, a existência do mundo implica o pensar sobre ele, então, o sou implica o pensar de acordo com a propriedade da transitividade da implicação.
O sou é sinônimo de existo, por isso quando exclamo, Sou! Automaticamente estou dizendo, Sou no mundo! Da mesma forma a força da expressão indica um reconhecimento de si em pensar através da linguagem e como existente. O sou é ato de linguagem, por sua vez, do pensar; assim como o pensar é ato sempre, também penso no pensar estando nele, ou seja, pensando. Por isso a ação intelectiva é ininterrupta, sempre está apontando para várias 'direções qualitativas', memória e imaginação. Como demonstrado no meu artigo psicanálise e lógica matemática a linguagem tem uma relação de interdependência com a razão, logo, com o pensar. Sendo o pensar no ato da razão (significante), o significado pensar está submetido ao significado do significante, ou seja, seu sentido, sendo ele desprovido de substância o pensar o seria de sentido e todo o ato filosófico seria inútil. O próprio reconhecimento de estarmos pensando pressupõe um observador, mas é aí onde mora o erro fatal de Descartes, esse salto lógico se dar a partir da analogia (método analógico) entre o ato como causal ou produto de um Eu, a causa (que deveria causar uma variação do movimento natural no eu); perceba que Descartes ao afirmar que só não posso duvidar que 'estou pensando', ele já pressupõe um eu pensante no ato de pensar como causa disto e não se direciona a este eu (cogito) e o questiona (como objeto do pensar), pois sabia ele que entraria em um ciclo infindo de dúvida, por isso o ceticismo de Descartes não o é de fato, ao certo é um método cético. Em Reid a concepção naturalmente dá uma visão da imagem real, é uma imagem metafórica, pois na mente só há pensamentos. Para Reid a imagem não é o objeto do mundo externo na concepção, entretanto, o próprio ato de conceber pressupõe isto, digo, em termos conceber é representar e por mais verossímil que fosse, nunca seria o objeto em si, daí a aproximação com as metáforas úteis de Nietzsche e com o incognoscível da coisa-em-si de Kant. O ser percipiente que se dá através da faculdade da receptibilidade, que por sua vez provém da consciência no sentido, é em outros termos o eu de Reid, o eu que concebe, enquanto que o eu de Descartes é o eu que concebe-se no ato de conceber ou identifica-se com o ato de pensar constante, o pensando ininterrupto que remete ao Ser Pensante (cogito), que deve ser uma substância no sentido dado pelo Agostinho de Hipona, T. de Aquino, ou B.Spinoza. Se fosse a essência deste ser que estivéssemos identificando, dever-se-ia haver nele categorias para além do axioma que inferimos, ou seja, haveria nele categorias além do que nos é necessário, em outros termos, haveria em nós como ser necessário a nós um ser autônomo e desconhecido para além do seu predicado essencial, ou seria todo ele o predicado em si, como o significante universal em todos, Razão e a nós desconhecido por questão de quantidade e limpidez; a sua concepção se dar apenas no ato do pensar, a autoconsciência é o pensar sobre o ato de o estar ou sobre o ato do pensando, este é pois o eu de Descartes, a substância contida em nós do todo, o campo que estamos inseridos.
Rematando, o problema de ambos também recai nas associações equivocadas, dado a causalidade como premissa implícita e não como objeto de estudo e teorização, além de ambos assumirem que o cérebro e a mente são coisas completamente distintas, onde a relação mais próxima entre elas é de bicondicionalidade. A contiguidade entre sensação e causa se dá através do ser percipiente, por conseguinte, da substância pensante (determinante na significação do ser senciente como função) e o princípio que regula está relação é a mesma que faz a lei de causa-efeito existir; semelhante ao princípio de uniformidade da natureza, e aos primeiros princípios constitutivos do ser humano, que por sua vez é semelhante ao a priori de Kant e a res extensa de Descartes. Tal princípio primevo nos diz que a existência de corpos extensos está submetida a sua forma primária, ou seja, áreas infinitesimais em progressão em série, isto é, a primeira unidade de área que trás inclusive a existência da reta e com ela qualquer área, este é pois o postulado soberano, absoluto da geometria euclidiana, o ponto, que por sua vez está associado ao número 1, também irredutível e soberano na aritmética. Os números naturais são fechados sob a função unária do sucessor, o um, depois o sucessor do 1, depois o sucessor do sucessor do um e assim sucessivamente, acontece de forma análoga com a linearidade dos acontecimentos, o erro do paradoxo de Zenão está em supor divisões infinitas, e mesmo assim é possível somar o infinito, mas em termos geométricos, como posto, forma, o um é o único que não é sucessor de algum outro, assim como o ponto.

Inserida por Oaj_Oluap

⁠A maioria das aulas e pesquisas fabricadas numa Universidade se reduz a mero ritual que alimenta um organismo em profundo estado de coma

A UNIVERSIDADE EM RITMO DE BARBÁRIE

Inserida por Acirdacruzcamargo

Actualmente tornou se muito mais pratico agora ser teórico. 

Inserida por Ander2143

⁠A consciência evolutiva de Deus

Uma teoria de imenso porte,
que desafia a lógica comum,
de que Deus não é estático, eis o norte,
em Sua evolução, ainda em jejum.

Por que tanta dor e sofrimento,
tanta maldade no mundo e na vida?
Talvez a resposta esteja no momento,
da consciência Divina que evolui ainda.

Pois se Deus é uma consciência em evolução,
Assim como nós, seres tão falíveis,
Explica-se a maldade em tanta nação,
E o sofrimento de inocentes incríveis.

Assim como nós, suas criaturas,
Deus também caminha em direção
Ao aprimoramento de suas estruturas,
E de sua plenitude, em transição.

Enquanto o mundo parecer cruel,
Com tanto sofrimento e dor,
Lembre-se que Deus também está em papel,
De aprendiz, em constante labor.

Que sua evolução não nos seja estranha,
E que possamos aprender com sua jornada,
Para que, um dia, possamos também ser como ele,
Uma consciência em plena evolução sagrada.

Inserida por AugustoGalia

⁠As teorias do apocalipse climático são sempre superadas pelos gráficos dos investimentos dos bancos. 

Inserida por AndreRodini

A inexistente da exatidão humana traz as "humanas" para mais próximo das "exatas". ⁠Não tem como construir teoria sem palpar com números, nem gerar novos números sem observar teorias anteriores.

Inserida por Johnys

Átomos são organizações elétricas que  tendem a ser organizar em busca de compensação energética e estabilização, formando moléculas maiores que por sua vez, podem formar tecidos e matérias, subindo na escala de organização até o mais elevado nível, o que é conhecido como corpo "vivo". Em que momento a vida é adicionada? ela já está presente na menor partícula, ou nasce a partir de certo nível de organização molecular?
Nessa linha de pensamento sou levado a pensar que a matéria tem certo grau de consciência e que a mesma  tende à "vida". O que chamamos de espírito e ou consciência, é o resultado de uma sinergia que envolve um alto grau de organização atômica que gera um produto ainda maior. Por sua vez, a consciência ou espírito  transcende o plano material, existindo e interagindo com o ambiente de forma ainda pouco conhecida.

Inserida por Gualixamani

⁠Pela teoria da cegueira deliberada ou instruções de avestruz, o artista que recebe milhões de uma prefeitura pela realização de um show, também responde pelo resultado lesivo.

Teoria e equação de Deus

O que acontecia
Antes do primeiro dia
E onde será que tudo começa
Antes de Deus criar os Céus e a terra
Sobre tudo isso tem profecia e promessa
Quando foi o primeiro milésimo de segundo
A primeira criação de Deus foi o Filho unigênito
Que Por intermédio dele, tudo se faz à existência
Mas á opinião contraria na filosofia e na ciência
Deus é onipresente e esta toda a dimensão
Seu passado ele esquece, mas tem que pedir perdão
Algumas pessoas acreditam em teoria de explosão
Que a energia escura do universo esta em expansão

Com o cosmo infinito
Átomos em atrito
O comenta viaja
E a vida também passa
Teoria da relatividade
Em oposição à gravidade
Quem tem conhecimento
Entende só o momento
Quem tem o dom da sabedoria
Já decifro esse enigma
Será que algum maluco
Achou a fórmula de tudo

Juntando Prótons, nêutrons e elétrons
Com M= N+P ou A=Z+N, assim temos massa
O tempo não para e a gravidade passa
Complicar é fácil, difícil é ser simples
Nesse mundo que os corajosos são tristes
E os medrosos pensam que são felizes
Mas graças à morte de Jesus na cruz
A porta esta aberta então acenda a luz
O caminho a verdade e a vida é quem devemos aceitar
Existem coisas que vão além do que podemos pensar
Têm alguns sonhadores loucos que tentam explicar
E Deus só revela a equação a os que têm fé pra orar

Autor: Roberto Fabrício

Inserida por RobertoFabricio