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Às vezes desconfio que o TDAH é um treino do cérebro pra um dia deixar a gente prontinho pro Alzheimer. 🤔
A Submissão das Universidades às Religiões:
Não é possível que as religiões ou as próprias influências delas sobre as universidades, não permitam aos cientistas pesquisarem ou escreverem sobre o fato dos nossos sentimentos e emoções serem os únicos responsáveis pela sobrevivência da espécie humana na Terra, admitindo interferências sobrenaturais, às quais são diferentes para cada religião, ou seja, o absurdo de aceitarem dezenas ou dezenas de milhares de influências diferentes umas das outras.
Às vezes me pego pensando e olhando ao céu (universo), e imagino milhões de coisas, o egoísmo vem, e acredito que somos os únicos vermes pensantes neste universo infinito, de trilhões de estrelas, entretanto, caio na real, e lembro da teoria das cordas, há 10 dimensões e 1 tempo, coisa de maluco, aí lembro que existem teorias que nos diz que o multiverso é algo real, como deveria ser nesses emaranhados de universos que são ligados por cordas.
Brincadeira a parte, a nossa inteligência é ínfima, e queremos ser tão soberbos em achar-nos que somos o centro do universo!
No jogo do poder ninguém reina sozinho. Quase sempre é preciso fazer alianças com outros jogadores, às vezes, antagônicos. Todos devem confiar na tarefa de cada um para o pleno êxito da empreitada assumida. Talvez seja esse o motivo maior das pessoas sérias não se envolverem com a teoria dos jogos.
A ciência evolui com a negação. Toda teoria científica é ratificada, retificada ou derrubada por meio da crítica e da negação.
Impingir ao crítico o termo " negacionista "... é negar a própria ciência e confundir consenso com religião.
Nos veremos nem que seja no tártaro ou inferno, creio; até lá existir uma lasca de pérola, inoperante a expressar meu amor para sempre ou que a amarei feito de eternitude no brilho (o arpejo mais carismático) mas seremos nós aqueles longínquos do que fomos supostamente croquis barrocos, em teoria; os amantes das estrelas
Quando um homem questiona o seu gênero ante o reflexo das discussões e teorias humanas, ainda é um macaco tentando distinguir o que vê no espelho. Esse ao menos está ciente de que ali há um outro dentro de um artefato, artifício humano. Parabéns ao macaco!
A HISTÓRIA COMPARADA E SEU DUPLO RECORTE DE OBSERVAÇÃO
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“A História Comparada é antes de mais nada uma modalidade historiográfica fortemente marcada pela complexidade, já que se refere tanto a um ‘modo específico de observar a história’ como à escolha de um ‘campo de observação’ específico – mais propriamente falando, o já mencionado “duplo campo de observação”, ou mesmo um “múltiplo campo de observação”. Situa-se, portanto, entre aqueles campos históricos que são definidos por uma “abordagem” específica – por um modo próprio de fazer a história, de observar os fatos ou de analisar as fontes. Resumindo em duas indagações que a tornam possível, a História Comparada pergunta simultaneamente: “o que observar?” e “como observar?”. E dá respostas efetivamente originais a estas duas indagações.
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Talvez aí esteja precisamente o que há de mais instigante nesta abordagem historiográfica: o fato de que, em função destas duas indagações que parecem constituí-la na sua essência mais íntima, a História Comparada sempre se mostra como um insistente convite para que o historiador repense a própria ciência histórica em seus dois fazeres mais irredutíveis e fundamentais – de um lado, o ‘estabelecimento do recorte’, e, de outro lado, o seu modo de tratamento sistematizado das fontes. Em suma, a História Comparada tanto impõe a escolha de um recorte geminado de espaço e tempo que obrigará o historiador a atravessar duas ou mais realidades sócio-econômicas, políticas ou culturais distintas, como de outro lado esta mesma História Comparada parece imprimir, através do seu próprio modo de observar a realidade histórica, a necessidade a cada instante atualizada de conciliar uma reflexão simultaneamente atenta às semelhanças e às diferenças”
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[BARROS, José D’Assunção. ‘História Comparada'. Petrópolis: Editora Vozes, 2014].
A proclamação da República é situada conforme o modelo estabelecido pelo anedotário: "Deodoro, por fim, depois de manifestadas as suas preocupações, acabou por declarar: 'Venha, pois, a República', e fez um gesto de quem lava as mãos" (pág. 310). Assim, a queda da monarquia é caracterizada como acidental e resultante do humor ácido de um chefe militar
História e materialismo histórico no Brasil
A República é a forma que assume, no Brasil, o processo de avanço das relações capitalistas, pois, quando, pára esse avanço, vai eliminando a geração colonial que o impedia. Para isso é que ocorrem as reformas, entre as quais a do mercado de trabalho se destaca. Daí por diante, nas áreas em que as relações capitalistas se desenvolvem, cresce o mercado de trabalho, isto é, o trabalho assalariado amplia seu espaço.
A República: uma revisão histórica
A percepção profunda de que Deus não é uma ideia ou teoria, torna-se necessária para o sentir Sua presença e a vida não tornar-se um amontoado de superficialidade e sofrimento.”
(Sergio Furtado – 14/02/25)
Teoria.
A vida é uma bifurcação sem fim,
Cada caminho leva a outro.
Quando chegares a algum destino,
Não pare,
Comece de novo.
Aproveite o caminho,
Não há pressa.
Cada passo te leva a algo nessa peça.
O futuro se alinha ao presente,
Não o espere chegar,
Viva enquanto caminha.
E, quando menos esperar,
Uma nova bifurcação vai formar,
E só você poderá falar
Se continuará ou se contentará.
"A pena não existe para vingar, mas para prevenir, corrigir e proteger a sociedade. Afinal, onde o Direito Penal falha, o caos toma o lugar da justiça."
Quanto ao ensino de Geografia, se o discente for orientado que os seus conceitos são observáveis no cotidiano, principalmente o de espaço geográfico, suas transformações e mutações, o conhecimento é absorvido facilmente. Um exemplo clássico de aplicar o conhecimento teórico a prática.
Experiência se adquire com vivência, mas também pode ser adquirida com a teoria.
... Carlos Medeiros da Silva, Miguel Seabra Fagundes e Hermes Lima, três luminares do Direito Brasileiro, cada um com o seu traço peculiar, a sua personalidade, mas todos mestres do seu ofício... mestres que fundaram o Direito aqui, os primeiros que souberam fundir o universal com o particular, aquilo que nos proveio da herança romana, através dos séculos, com as alterações por eles introduzidas, e aquilo que resultou de experiência ou de necessidade específicamente brasileiras
A OFENSIVA REACIONÁRIA
Entre duas mentiras
O trágico estimulado para sua desconstrução, te convida à angústia e à depressão.
Plano traçado, verdadeira manipulação. Ou seria delírio, teoria da conspiração?
Gera consumo, prêmio, consolação. Só um mundo falso de alienação, mas você nem tem a percepção.
Outra mentira, colega daquela, que junto controla nossa compreensão é a fantasia. Esta idealizada para seu entorpecimento, te ilude à solidão. Alimenta sua desesperança e mina sua determinação .
No entanto, são apenas duas mentiras nas quais cabem revisão.
