Tag poeta

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⁠Eu não sou moral, nem imoral, sou poeta e como tal não me cabe castrar nenhuma manifestação que envolva a arte.

Inserida por ednafrigato

⁠" Não existe riqueza onde DEUS não está presente."
Poeta Adailton

Inserida por adailton_ferreira_1

⁠COVARDE 

Poderia e dizer tanta coisa
Nesse exato momento.
Mas sou covarde.
Covarde poeta 
Poeta do tipo que escreve o que sente.
Mas não diz o que vem na mente.
Talvez pela primeira vez eu deva te esquecer.... 
Esquecer esser sentimento que só existe em mim e não em você. 

-MAY

Inserida por mayara_goncalves_1

⁠Ao criar uma poesia, o poeta recria a si mesmo. Cada verso metaforicamente adornado é uma apreciação de si mesmo.  

Inserida por ednafrigato

⁠junte as cinzas de sua vida e acenda novas chamas.
Adailton Ferreira(poeta Adailton)

Inserida por adailton_ferreira_1

⁠Se cada Ser Humano tivesse consciência que independente da raça somos todos Seres Humanos; desnecessário seria ter que marcar uma data, para que lembremos disso.

Inserida por poeta1958

⁠União é magia do pendor

Desde muito cedo 
Ouço falar de união 
Também de reunião 
Isto não me faz medo!

Elas se dizem universal 
Pois reunião é conferência 
União é convivência 
Que chega a ser conjugal 

Da reunião a união aflora
Como as notas DÓ, RÉ MI
Contêm a melodia sonora.

Pendores de FÁ, SOL, LÁ SÍ
O que de fato, o músico adora,
Alegria, alegria pra mim e pra ti!

Inserida por manoelscarmo

⁠Deus é a única saída quando deparamos - nos com barreiras intransponíveis. 

Inserida por poeta1958

⁠A poesia é sempre um ato de paz.
O poeta nasce da paz como o pão nasce da farinha.

Pablo Neruda
Presente de um poeta. Cotia, São Paulo: Vergara e Riba Editoras, 2006.
Inserida por roseneide_costa

Liberto o verso
que já fui 
soltando o verbo
que no momento sou 

Inserida por taekwonmaster

⁠Flores Murchas

Desmaiadas na vida
Pálidas desabrochadas
As cores de partida
As pétalas cansadas
Ainda com viço
Afadigadas...

Murchas flores
Flores murchas
Tristes louvores
Versadas...

De perfume postiço
E as forças exiladas
Feitiço
Da existência traçadas
Do fado mortiço
De inevitáveis jornadas

Murchas flores
Flores murchas
Tristes louvores
Desenganadas...
Perfazendo o curso
Revoadas
Incurso...

Flores murchas
Murchas flores
Tristes louvores
Encantadas!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
02 dezembro, 2022, 18’52” – Araguari, MG
Versão musical para o poema “Flores Murchas”

Inserida por LucianoSpagnol

⁠COVARDE

Se, assim, bater de novo à minha porta
Ah saudade! deixai quieta a minha dor
Não mais me traga sensação que corta
Que açoita a emoção com aflitivo ardor
Do pouco o tudo na recordação importa
E nada comporta um gesto tão opressor
Pois bem, cada lágrima pesar transporta

Então, dar-me-ás suspiro pra lhe transpor
Mas, aí! no peito bate forte está aflição
Sussurra em voz alta, em árduo alarde
Avidando um aperto no sisudo coração
Tremo... Sôfrego... E doloroso... sufocado,
... me deixo bater a saudade como covarde
E me ponho a sofrer como um apaixonado!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
04 dezembro, 2022, 11’42” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠CONVICÇÃO

Por saber que não mais de te versarei
Permita que entre nós só a recordação
Deixada nos versos cheios de sensação
Que existiu um dia, agora, não mais irei
Não que eu quiz, e que ingrato serei
Saiba que te amei em cada emoção
Loucamente, na minha maior paixão
Entendo, que poesia tivemos, eu sei!

Não que a escrita te apagou, narrativo
Vive a saudade, num maçante motivo
Em uma poética evidente e tão picuinha
Mas, neste perseverar em ser presente
Um tormento parece-me tão unicamente
E, sabes que não mais será prosa minha!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
07 novembro, 2022, 21’00” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠NATAL EM SONETO (dezembro)

24 de dezembro, uma noite tão presente
Noite Cristã, zelo ao Pequeno Nazareno
Um amigo amor, um desígnio tão pleno
A infância em recordação, inteiramente
Nestes veros meu cantar doce e ameno
No pisca-pisca de sentimento inocente
Lépida cantiga, total sensação que sente
Mesa posta, nossa gente, o crer sereno

Ó Menino Nazareno, sentido, confiança
Aquela verdade que nos traz esperança
Aquela inspiração que nos dá devoção
E, no coração o tanger do fervor imerso
Neste emocional, só um pequeno verso:
Dum soneto de Natal em devota canção!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
04 dezembro, 2022, 19’42” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠'O PODER DA POESIA'
Nao sei de onde saiu 
Mas a poesia veio ao meu encontro
Me lembro bem como foi...
Estava eu inquieta 
 acabou se a espera quando
Quando te encontrei  
Numa bela primavera !
... Sentir poesia, é a vida de um poeta !

É um sentimento que não se descreve, por mais que escreve um poeta se enche de letras todas embaralhadas ,
As vezes desalinhado 
componhe suas linhas com rimas sentindo se extasiado, 
*Um poeta é 
 simplesmente um ser pela vida apaixonado.
 poeta um ser sensivel que nao escreve 
Apenas sente a poesia e escreve com fé alma e coraÇao ! 
A poesia as vezes é uma grande oraÇao
Ao se lembrar de um amor , amigo, ou a propria naÇao !

A poesia 
Nao tem como elucidar 
Na alma de um poeta 
Tao grande amor e imensa alegria,
Segue o silencio da vida...
Mantendo dentro de si sempre viva a poesia. 
Mas ... 
O que faz forte um Poeta é o
Não é a fantasia mas o poder da poesia ! 

Maria Francisca Leite
Direitos autorais reservados sob a lei - 9.610/98

Inserida por mariafrancisca50leit

Você perdeu sua namorada. Não quer comer, não quer respirar. Você chora o dia todo. Mas você escreve. Você se tornou um poeta.

Inserida por pensador

⁠CÂNTICO DO CERRADO

Já não ouvem os cantos das seriemas
Estridentes brados vindos do cerrado
Cessaram as sonatas, coaxes e poemas
Dos sapos, tão trêfego e tão sussurrado
Onde andarão as maritacas e as emas
Que nas planícies vinham dar significado
Pela imensidão do sertão e ecossistemas
Onde andarão? Foram apartadas do prado?

Já não ouvem aqueles apelos suplicados
O silêncio invade, os feitiços são penados
Os jatobás e os ipês não sombreiam mais
O chão tão desprezado de cuidados urge
Torna-se escasso a cada alvor que surge
Cala-se o sertão nas urgências essenciais

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
07 dezembro, 2022, 05’42” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Poema- Escrevo


Escrevo todos os dias.
Quando estou na escuridão,
Quando estou no frio, sem o aquecer da luz
Sem meu coração fazer-te minha própria luz,
Quando contemplo e reflito a vida


Para eu como poeta, escrever é não só desabafar ou palavras
Coloco em palavras sentimentos, e emoções tirados de cápsulas
Faço não só eu sentir o poema, faço o próprio poema ganhar vida
Não respiro por mim
Respiro por mim e pelo poema

Deixo os sentimentos para escrever o poema vir do vento
Do vento do sul ou do norte
Do leste ou oeste.

O poema é para mim como Deus pros judeus
É como o sorriso de uma criança que contém e nos dá a pura esperança
É como anandamida do chocolate
É a porra da pura serotonina


Inserida por anonimo___

Ora o poeta é uma alma feliz - ora uma alma aflita. E mesmo quando calado,sua alma grita!!! 

Inserida por WendelBonatti

⁠A lágrima molha os sonhos tristonhos

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Toda Alma estará nua perante o SENHOR

Inserida por Netrax

⁠⁠Em pleno mês de dezembro eu andava pelas planícies da Irlanda desfrutando a natureza e a sua energia pura de amor e aventura, e no momento eu me deparei com uma flor rara e charmosa que os seus olhos intensos como o fogo e cheios de brilho como um brilho de safira, e o seu sorriso contagiante e doce como o mel, me atrairam até a ti e ao teu coração, como o fruto proibido a entrar por mim a dentro como uma galáxia a se juntar a outra galáxia espiral e se tornarem numa só enorme galáxia pra todo o universo puder desfrutar e conspirar a favor com a sua beleza encantadora e bela que és tu anjo sem asas.
E juntos fomos pelas planícies da Irlanda até Dublin. 

Inserida por richard_felix

⁠chove lá fora

acordei
e vi que chove
observei
que não era só lá fora
revestido de breu
minh’alma
também, chora!
dengosa
amorosa
queixando de tudo
do silêncio mudo
da carência
daquela ausência
amargo sentido
coração partido
ah! e o meu amor
na sofrência, na dor...

chove lá fora
cá dentro do alento
também chora!
triste sentimento
sem compaixão
sedento
cheio de ilusão
lamento... dura hora
vão... solidão
chove lá fora!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
18 dezembro, 2022, 13’37” – Araguari, MG
versão para “Chove”

Inserida por LucianoSpagnol

⁠O Humano é um ator interpretando ser o autor.

Inserida por RobertoBy

⁠Eternamente

Sobre o sonho escrevi teu nome um dia
Mas a ilusão a levou tal escrita na areia
Onde o mar apaga, insisto, mas todavia
A emoção vela pra que a saudade a leia
Ó fado breve, tão fugaz, desdita aflição
O que é mortal tem seu tempo. O final
E nós passaremos, e os enredos ficarão
Afinal, o que ampara é o vínculo imortal

E, assim, me parece que só o vil perece
Não! O amor, o afeto, nem tudo some
Coração consome e a alma engrandece
Nos meus versos, jacente é o seu nome
Então, nos teus abraços, eternamente
Recordação duma felicidade incontida
Tão grande, querida, vontade se sente
Pois, lembrar-te-ei mesmo após a vida!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
19 dezembro, 2022, 05’42” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol