Tag poeta

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⁠Sou artista 
Minha Casa é o mundo,
As pessoas são momentos,
Apenas eu permaneço.

Inserida por PoesiaDeTeto

⁠Porém, aos poucos me apagar
e entender que as coisas nunca serão o suficiente;
enquanto eu estiver em um subtópico,
abaixo da sub-opção,
na lateral de campo
da última percepção dos teus olhos me fitando
e me tornando distante de ser quem poderíamos [ser.]

Inserida por HudsonHenrique

AGOSTO
O Mês do fogo e da paixão ardente, quando estamos às 7h da manhã a ver o esplendor do nascer do sol no Tejo com a vista indescritível para as lezírias e a desfrutarmos do aroma do café e a sentirmos o cheiro único e húmido da neblina das planícies ribatejanas e vilanfranquenses⁠ como se fosse o cheiro e o toque do amor e da aventura recheada de paixão a cair dos céus de vila franca e a nos adoçar a lingua gostosamente.
O cheiro do orvalho, a nos entrelaçar os olhos e vermos a carpa e a sardinha bailar pelas correntes do Tejo.
Que gostosa , cheirosa e maravilhosa que tu és Agosto só de sentirmos o teu cheiro único como o jardim de jasmin.

Inserida por ricardo_felix_1

⁠A paixão torna propício o terreno para os poetas, e impróprio o terreno para os filósofos. Para o poeta, a paixão pode se aplicar razoavelmente em seus versos; já para o filósofo, um veneno para racionalidade versar.

Inserida por JeremiasG89

⁠DEPARO COM O AMOR

O seu amor varou-me a sensação amada
Fundiu-se ao coração, e tão meu sentia
Que não sei se aquela qualquer ousadia
Seria mais apaixonada ou mais alucinada

Chegou o vínculo, n’alma fincou a espada
Sobre o sentido do cuidado que florescia
No agrado, e foi intenso desde aquele dia
Total completude, não carecia mais nada

Julguei que nunca o teria, ledo engano
O amor ao ver outro amor é soberano
Redigindo nas estrelas um firmamento

Vi a emoção na inteireza, com ventura
Tudo tão sereno, amigo, sedução pura
Cá no amor agora é poético sentimento

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
02, agosto, 2021, 19’11” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Manhãs de Verão, em que o homem e a mulher acordam todos as manhãs e vivem a vida as vidas deles poeticamente, são pessoas puras e belas que adoram ver o nascer do sol.
O mundo já foi dos poetas e filósofos.
desfrutar de um café à beira mar/rio e no campo e sentirem a pureza da natureza, que até os pássaros e patos caminham e andam à sua volta a cantarem porque têm o prazer de estar ao lado de pessoas puras e únicas, homens e mulheres simples com vida simples são pessoas que amam o por do sol e as estrelas e ficam a beber vinho e a fazer amor à beira rio/mar e vivem a vida com paixão ardente e são insaciáveis na vida com amor e aventura.

Inserida por richard_felix

⁠O mundo já foi dos poetas e filósofos.
Quem vive a vida poeticamente, simplesmente aprecia a vida à sua maneira até aos confins do universo.

Inserida por richard_felix

⁠Coração partido faz um poeta.

Inserida por pensador

⁠PELO CAMINHO

Eu queria ver no silêncio do escuro
O amor puro, o mais que você quer
Que te agrada, em tudo que quiser
Este o prazimento que eu procuro

Te querer, quero! no olhar seguro
De doce paixão. Poesia a lhe dizer
Ser, estar, para enamorado te ter
Assim, que penso em nós, te juro!

Às vezes eu deixo de pensar em ti
E por aí o pensamento vai sozinho
Pensando se ainda está por aqui...

Neste segundo, você é só carinho
Só satisfação, uma sensação rubi
E, então, levo você pelo caminho!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
04, agosto, 2021, 15’47” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Mesmo quando tudo é tirado do poeta, resta-lhe sob as cinzas a brasa da poesia. Basta um pequeno sopro da inspiração para que ela se transforme em chama e novamente em poesia. E uma única poesia é suficiente para que como uma fênix, o poeta renasça. 

Inserida por ednafrigato

⁠Remédio 

Acariciar uma foto, para não morrer de saudades.

Inserida por taekwonmaster

⁠Eu não sou moral, nem imoral, sou poeta e como tal não me cabe castrar nenhuma manifestação que envolva a arte.

Inserida por ednafrigato

⁠" Não existe riqueza onde DEUS não está presente."
Poeta Adailton

Inserida por adailton_ferreira_1

⁠COVARDE 

Poderia e dizer tanta coisa
Nesse exato momento.
Mas sou covarde.
Covarde poeta 
Poeta do tipo que escreve o que sente.
Mas não diz o que vem na mente.
Talvez pela primeira vez eu deva te esquecer.... 
Esquecer esser sentimento que só existe em mim e não em você. 

-MAY

Inserida por mayara_goncalves_1

⁠Ao criar uma poesia, o poeta recria a si mesmo. Cada verso metaforicamente adornado é uma apreciação de si mesmo.  

Inserida por ednafrigato

⁠junte as cinzas de sua vida e acenda novas chamas.
Adailton Ferreira(poeta Adailton)

Inserida por adailton_ferreira_1

⁠Se cada Ser Humano tivesse consciência que independente da raça somos todos Seres Humanos; desnecessário seria ter que marcar uma data, para que lembremos disso.

Inserida por poeta1958

⁠União é magia do pendor

Desde muito cedo 
Ouço falar de união 
Também de reunião 
Isto não me faz medo!

Elas se dizem universal 
Pois reunião é conferência 
União é convivência 
Que chega a ser conjugal 

Da reunião a união aflora
Como as notas DÓ, RÉ MI
Contêm a melodia sonora.

Pendores de FÁ, SOL, LÁ SÍ
O que de fato, o músico adora,
Alegria, alegria pra mim e pra ti!

Inserida por manoelscarmo

⁠Deus é a única saída quando deparamos - nos com barreiras intransponíveis. 

Inserida por poeta1958

⁠A poesia é sempre um ato de paz.
O poeta nasce da paz como o pão nasce da farinha.

Pablo Neruda
Presente de um poeta. Cotia, São Paulo: Vergara e Riba Editoras, 2006.
Inserida por roseneide_costa

Liberto o verso
que já fui 
soltando o verbo
que no momento sou 

Inserida por taekwonmaster

⁠Flores Murchas

Desmaiadas na vida
Pálidas desabrochadas
As cores de partida
As pétalas cansadas
Ainda com viço
Afadigadas...

Murchas flores
Flores murchas
Tristes louvores
Versadas...

De perfume postiço
E as forças exiladas
Feitiço
Da existência traçadas
Do fado mortiço
De inevitáveis jornadas

Murchas flores
Flores murchas
Tristes louvores
Desenganadas...
Perfazendo o curso
Revoadas
Incurso...

Flores murchas
Murchas flores
Tristes louvores
Encantadas!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
02 dezembro, 2022, 18’52” – Araguari, MG
Versão musical para o poema “Flores Murchas”

Inserida por LucianoSpagnol

⁠COVARDE

Se, assim, bater de novo à minha porta
Ah saudade! deixai quieta a minha dor
Não mais me traga sensação que corta
Que açoita a emoção com aflitivo ardor
Do pouco o tudo na recordação importa
E nada comporta um gesto tão opressor
Pois bem, cada lágrima pesar transporta

Então, dar-me-ás suspiro pra lhe transpor
Mas, aí! no peito bate forte está aflição
Sussurra em voz alta, em árduo alarde
Avidando um aperto no sisudo coração
Tremo... Sôfrego... E doloroso... sufocado,
... me deixo bater a saudade como covarde
E me ponho a sofrer como um apaixonado!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
04 dezembro, 2022, 11’42” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠CONVICÇÃO

Por saber que não mais de te versarei
Permita que entre nós só a recordação
Deixada nos versos cheios de sensação
Que existiu um dia, agora, não mais irei
Não que eu quiz, e que ingrato serei
Saiba que te amei em cada emoção
Loucamente, na minha maior paixão
Entendo, que poesia tivemos, eu sei!

Não que a escrita te apagou, narrativo
Vive a saudade, num maçante motivo
Em uma poética evidente e tão picuinha
Mas, neste perseverar em ser presente
Um tormento parece-me tão unicamente
E, sabes que não mais será prosa minha!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
07 novembro, 2022, 21’00” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠NATAL EM SONETO (dezembro)

24 de dezembro, uma noite tão presente
Noite Cristã, zelo ao Pequeno Nazareno
Um amigo amor, um desígnio tão pleno
A infância em recordação, inteiramente
Nestes veros meu cantar doce e ameno
No pisca-pisca de sentimento inocente
Lépida cantiga, total sensação que sente
Mesa posta, nossa gente, o crer sereno

Ó Menino Nazareno, sentido, confiança
Aquela verdade que nos traz esperança
Aquela inspiração que nos dá devoção
E, no coração o tanger do fervor imerso
Neste emocional, só um pequeno verso:
Dum soneto de Natal em devota canção!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
04 dezembro, 2022, 19’42” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol