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O poeta mesmo quando não escreve em versos, deixa na suas linhas escritas um pouco de poesia, e não é a vida, ela própria uma poesia?
A infância logo passa,
feito avião de papel,
voa rápido no céu.
Brinque e de tudo faça,
pois logo perde a graça.
Solte pipa e peão,
com papel faça avião.
Essa fase passará,
um dia só haverá
lembranças no coração.
Intensa
Clarice, quem foi que disse
que nasceste pra solidão?
Embora o vazio existisse,
havia em ti, turbilhão!
Dona de um espírito inquieto,
de névoa e melancolia,
brotavam de seu cérebro, frenético
versos de pura ousadia.
Seus poemas eram tristezas
transbordando seu sentimento;
neles havia beleza,
nunca contentamento.
Era composta por urgências;
tinha pressa de viver!
Tristezas e alegrias intensas
ninguém a conseguia entender.
De seus princípios convicta,
muito à frente do seu tempo!
Uma mulher decidida,
que recusava fragmentos!
(Poesia publicada no livro "100 anos de Clarice" - pág.45
(Editora: Selo Editorial Independente- 2020)
o poeta pode enganar-se
ele é um Homem livre.
aprendeu a não ser vítima
daquilo por que sofre.
sabe que a dor é só um sinal
o acelerador da mudança
que só não vê, nela, esperança
quem desistiu de ser livre
todo o Homem será um poeta
sempre que lute pela liberdade.
e um dia, também eu serei livre
também eu poderei enganar-me
se um dia me sentires tatear-te
talvez, da luz, o olhar se tenha perdido
talvez, por não ter desistido
eu mereça encontrar-te
amar-te é como se luz
(luzindo fráguas
qual água até que fura)
morando nos teus olhos.
é dançar abraço dando
no piar de um ninho em cama
(que nos faz dançando
o chão fugindo)
pisar um céu de luz e chama
e o universo dançará à volta
(enquanto a luz for brilho
envolta no piar do ninho)
no balançar de um riso à solta
e foi sobre esse voar
(de alma e pranto)
que se viu chuviscar
o sol (amplo e nascente)
e foi desde e por entre
o desanuviar do espanto
que um quê de encanto
se esfumou crescente
quem sabe se nevoando
solidão sobre os beirais
se lembrando ais
no crepitar da saudade
quem sabe, quem sabe!
Somos formados a ser especialistas de pessoas que não conhecemos, para então ensinar os conhecidos a adentrar uma ideia que apenas lemos.
A vida não é minha, mas meu coração é seu.. Se meu coração tivesse asas, ele voaria pra ficar junto do teu.
O poeta aventureiro viajou por toda a Europa e conheceu todas as personagens relevantes da sua época e figuras Importantes e mediáticas que todos admiravam a forma como ele vivia a sua vida. Era um homem honrado e leal, especial e famoso e poderoso, por sua vez, característico do Iluminismo do século XVIII, aventureiro e Feliz á sua maneira, é recordado sobretudo pelas suas inumeráveis histórias galantes e fascinantes viagens pela Europa fora.
E que escreveu dois livros que foram comprados e lido por milhões de pessoas em todo o mundo, e que deixou inúmeros poemas de amor e da vida, que simplesmente deixava homens e mulheres fascinados e apaixonados pela sua poesia amorosa.
Senti novamente as minhas mãos. Um búzio repleto de vazio. O mundo que obtive num voo maior. As minhas mãos sem ti.
Transformo os meus momentos de solidão em poesia. O que mais além da literatura poderia preencher o meu vazio?
O infinito encara de volta
Ontem me peguei encarando o céu e me deixei levar pela cor azul vibrante de tal, mas não é isso que me hipnotiza, o que me hipnotiza é como esquecemos que ao encarar o céu encaramos o infinito e a vastidão do espaço e de forma automática encaramos a nossa insignificância, e o quão pequeno somos comparados ao céu que chamamos de nosso. Mas quem sabe se o infinito não encara de volta? Quem sabe se nossa existência é mais do que uma simples series de eventos e coincidências? Mas é impossível ler o infinito, não importa quão grande é a sua curiosidade.
Mas ainda assim, sou um poeta de silêncios
De inquietudes flácidas
Um coração que respira letras
E pulso, que pulsa palavras ainda não escritas.
Durante noites em claro, criei monólogos
Para que minha loucura se esquivasse
Dos paradigmas e prepotências ainda vivas em mim
E fizessem um acordo com as letras sem nexo,
De algumas folhas em branco.
Aquela era a trilha sonora
De uma vida, sobreposta
Aos pequenos erros seus.
E o piano que tocava
Era o coração que já amava
Sem o pianista, que era eu
Medo
Medo...
Medo?
Medo!
Só o que encontro em meus pensamentos,
a única resposta para meus questionamentos,
a razão de meus dias cinzentos!
É a energia,
a sintonia,
da minha alma.. apologia.
Medo,
corrente
que me prende
em minha mente.
12/03/2021 00:46
Parabéns para Recife
Olinda também faz ano
Cidades que são irmãs
No Estado pernambucano
Do Nordeste são riquezas
Do Brasil são duas belezas
Nesse solo americano
Todo mundo tem um MUNDO particular
Interno e externo...
Enquanto os dois não se conectarem,
Jamais se encontra em lugar nenhum.
Amor meu… o seu amor,
A alegria de amar está na felicidade do amor.
Está no conviver, desfrutando e propiciando o prazer da propagação, na evolução recíproca.
Esteja sempre à disposição deste desígnio, coloque-se e contribua para fazer a diferença atuando em favor de dias melhores.
O seu amor transforma o que toca, alegra o que sente e entusiasma o que caminha.
Viver o amor é sintonizar e vibrar os propósitos e desígnios celestiais, doando momentos felizes, promovendo o melhor da vida e fazendo sentido ao verdadeiro viver.
