Tag poesia

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“Contando eu acredito,
na história da verdade.
Quando escrevo poesia, é pura felicidade.”

Inserida por WILAMYCARNEIRO

“Poesia não tem idade. Quando escrita com fervor.

Quer menino, ou gente grande. Todas tem seu valor".

Inserida por WILAMYCARNEIRO

“Poesia é como rosa. Seja conto! Seja prosa! Poesia se desabrocha. Toda poesia exala AMOR.”

Inserida por WILAMYCARNEIRO

Se o tempo não foi tão bom assim
Lembre se que ainda não chegou ao fim
Há tanto a se fazer
Há tanto a se viver
Não podemos nos esconder

Sei como é difícil viver sem um “por que”
Mas ressignificar
Só depende do que você vai fazer

Eu não espero que saiba de tudo
Mas que faça tudo o que souber

Só assim você vai entender
Que a vida é feita pra viver
Não devemos idealizar
Mas é permitido sonhar

Inserida por umloucoqualquer_

Ser amigo de quem se importa com você é ganhar um título de lealdade profunda.

Inserida por EscritorErickpereira

você pode ter uma família incrível que te ensine sobre o amor,
mas o amor próprio só você poderá aprender.
por conta própria.

Inserida por rubobrobsky

Eu me alimento de sonhos, música boa e poesia. Sem esses encantos diários a minha alma definha.

Inserida por ednafrigato

Culpado...

Foi o veredicto que o juri entregou ao Juiz "minha consciência"
Condenado a esse feliz sofrimento
Com a liberdade de estar preso em ti
Cumprirei minha pena

Tive como testemunha de defesa a "Paixão"
Porém o juri não deu crédito as suas palavras
Por ser ela pouco coerente
Levando sempre as pessoas por caminhos não desejados

A principal testemunha de acusação, foi minha "Lembrança"
Entregou ao juiz as provas contra mim, nela contida
Enquanto ela falava, me olhava nos olhos
Fazendo questão de lembrar-me o "Seu Sorriso"

Então a "Dor" que advogava minha causa gritou:
"Protesto!"
Mas o juiz com a voz firme da "Saudade" disse:
"Negado!"

Minha "Alma" que falaria em meu favor, desistiu
Olhou para o juri e com a cabeça baixa se retirou
No fundo, tinha medo de também ser condenada
Que pena, era minha principal testemunha...

Então a sentença me foi dada
E cumpro-a nesse presidio sem grades
Vigiado apenas por um carcereiro
Chamado "Amor"

Inserida por fulvio_ribeiro

Ela se completa,
sorri incontida com intrepidez.
Ela nem cabe dentro dela!
É arte em tela,
aquarela de nudez.
O que não acrescenta abstém,
nada que a diminui convém.
Complexa, doce, e atrevida.
Enfeita fantasias, gosta de ludibriar.
Delicada melodia aos ouvidos.
É a imperatriz frente ao destino.
Ninguém a pode governar!
Reina no universo feminino.
Na classe defende sua posição.
Pode persuadir o mundo,
provando que dela é a razão.
Uma mulher bem trabalhada
conhece o caminho do jogo mental.
É uma arma em potencial.

Inserida por TatianaGraneti

Eu estou imersa
E talvez isso fale muito
E não fale nada
É minha insegurança

E porque estou imersa
Tenho medo
E porque estou imersa
Ainda te guardo em segredo

Eu posso parecer entregue
Mas eu te dou aquilo que sonhou
Aquilo que pediu ao céu
as fadas ouviram, Deus abençoou

Eu estou imersa
Mas não da mancada
A mesma mão que da
Pode também tirar

Eu estou imersa
E só posso sentir
Eu falo o que sinto mesmo
Porque se tivesse aqui...

Ah, mas se tivesse aqui
Ia poder olhar meus olhos
E ver que me faz sorrir
Gosto que me faz sentir... a vida de novo

Eu estou imersa
Mas não tenho pressa
Porque quero apreciar
Slow motion, cada minuto conta

Inserida por Mariamiranda

Os melhores poemas que já fiz, eu estava nos meus piores momentos.

Inserida por MarcioAndreSilvaGarc

Ataque de poesia


Aí meu Deus, estou tendo um ataque de poesia a cada momento em que cerro os meus olhos, nasce uma linha.

Renata Batista
Poetisa
27/10/19

Inserida por RenataBatista

Tudo será perdoado se virar música

Inserida por magalimagali

Queimei a flor que guardei para
você.
Pétala sobre pétala,
não restou nada,
a flor,
o amor ou
a mim.
Tudo se queimou com o fogo,
o calor dos nossos corpos
agora eram cinzas daquelas
pétalas.
Todo o nosso carinho
vendo um filmezinho
agora são lembranças
de chamas.
Tudo se esfumaçou,
o amor,
o calor,
nada restou.
O fogo consumiu
a flor,
o amor e
a mim.

Inserida por MarcioAndreSilvaGarc

Banana

Ah! A banana...
da terra
prata
ouro
delicia soberana

Na roça
no quintal
minha, sua, nossa
preferência nacional

Ah! A banana...
Capital!
Que da Mãe Terra emana

Viva o bananal...
natureza, prana
fortuna tropical

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
39/004/2020, cerrado mineiro

copyright © Todos os direitos reservados.
Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol

Inserida por LucianoSpagnol

O desabafo do poeta

Sempre gostei de poemas, poesias e prosas, até que eu começasse a escrever as minhas próprias, de repente, tudo mudou, ganhei até um site de presente para publicação, onde não houvera uma só, pois nesse dia parei. 8 anos depois, e esses mesmos poemas, poesias e prosas vem até mim como um suspiro do meu coração, para lembrar do quão forte ele é capaz de bater, remetendo-se ao primeiro poema... E ao segundo, terceiro, quarto...todos aqueles que se perderam no tempo. Hoje, eu sou poesia, e isso me basta, cercado pela minha timidez, minha fidelidade às palavras, até pelo que chamo de dom, e sobretudo, o amor (e todas as suas traduções)

Inserida por RodrigoSevalho

Aquilo é poesia

Escrever aquilo que se pensa
Pensar naquilo que se sente
Sentir aquilo que se ama
Amar aquilo que se escreve

Declamar aquilo que se cria
Criar aquilo que se observa
Observar aquilo que se constrói
Construir aquilo que se declama

Gostar daquilo que se faz
Fazer aquilo que se quer
Querer aquilo que se perde
Perder aquilo que se gosta

Lutar por aquilo que se acredita
Acreditar que aquilo se consegue
Conseguir aquilo que se vence
Vencer por aquilo que se luta

Terminar aquilo que se começou
Começar aquilo que se imaginou
Mas para que escrever tudo isso ?
Apenas para que aquilo seja Poesia

Inserida por ivanildo_sales

Vazio

A poesia fugiu do mundo.
O amor fugiu do mundo —
Restam somente as casas,
Os bondes, os automóveis, as pessoas,
Os fios telegráficos estendidos,
No céu os anúncios luminosos.

A poesia fugiu do mundo.
O amor fugiu do mundo —
Restam somente os homens,
Pequeninos, apressados, egoístas e inúteis.
Resta a vida que é preciso viver.
Resta a volúpia que é preciso matar.
Resta a necessidade de poesia, que é preciso contentar.

Inserida por pensador

Noites, estranhas noites, doces noites!
A grande rua, lampiões distantes,
Cães latindo bem longe, muito longe.
O andar de um vulto tardo, raramente.

Noites, estranhas noites, doces noites!
Vozes falando, velhas vozes conhecidas.
A grande casa; o tanque em que uma cobra,
Enrolada na bica, um dia apareceu.

A jaqueira de doces frutos, moles, grandes.
As grades do jardim. Os canteiros, as flores.
A felicidade inconsciente, a inconsciência feliz.

Tudo passou. Estão mudas as vozes para sempre.
A casa é outra já, são outros os canteiros e as flores
Só eu sou o mesmo, ainda: não mudei!

Inserida por pensador

Encontraremos o amor depois que um de nós abandonar
os brinquedos.
Encontraremos o amor depois que nos tivermos despedido
E caminharmos separados pelos caminhos.

Então ele passará por nós,
E terá a figura de um velho trôpego,
Ou mesmo de um cão abandonado,

O amor é uma iluminação, e está em nós, contido em nós,
E são sinais indiferentes e próximos que os acordam do
seu sono subitamente.

Inserida por pensador

Elegia

As árvores em flor, todas curvadas,
Enfeitarão o chão que vais pisar.
E a passarada cantará contente
Bem lindos cantos só em teu louvor.

A natureza se fará toda carinho
Para te receber, meu grande amor.

Virás de tarde, numa tarde linda –
Tarde aromal de primavera santa.
Virás na hora em que o sino ao longe
Anuncia tristonho o fim do dia.

Eu estarei saudoso à tua espera
E me perguntarás, pasma, sorrindo:
Como eu pude adivinhar quando chegavas,
Se era surpresa, se de nada me avisaste?

Ah, meu amor! Foi o vento que trouxe o teu perfume
E foi esta inquietação, esta mansa alegria
Que tomou meu solitário coração...

Inserida por pensador

quando me perguntarem vou ser
completamente aberta
horrivelmente honesta
e por isso aviso
nenhuma verdade vai sair
de mim

Inserida por pensador

Resolução


não há resquício de dias pequenos
no instante do olhar ao espelho
após um novo corte de
cabelo pela primeira
vez

eu
sou aquela que já
não sou
ou:
eu
sou aquela que ainda
não fui

(são as aftas que ajudam
a afiar a
língua)

eu sou aquela
que já era

Inserida por pensador

breve e seco

toda a minha história imaginada
descendo como um longo tapa sobre o rosto
do esquecimento
(mas eu acordo agora)
como posso eu querer guardar nos bolsos
todo grito não gritado
toda queda interrompida pela ausência de gravidade
nos momentos cruciais
mesmo gargalhando como uma hiena e dançando como os beatles
ainda estou imersa
e sinto o pulo breve e seco do meu peito
que de saturno não pode ser visto
mas aqui parece que vai me matar
toda a história imaginária rolando escada abaixo e
ninguém vai ouvir estamos todos ocupados
com a voz pegajosa da escuridão

mas é claro que eu acordo agora

Inserida por pensador

quando essa galáxia implodir
eu vou lembrar que resistimos
eu vou lembrar que estivemos
onde pudemos estar
e das palavras que arremessamos
como um jogo de pingue-pongue
nem sempre eu alcanço a bola
mas faço questão de buscá-la no chão e jogar de volta
para que você a receba e o jogo persista e as horas passem
mesmo pressentindo as implosões futuras
mesmo quando o fim escala o muro e entra
a cada toque da raquete ainda espero
uma imensa millennium falcon a nos buscar –
ela não chega
mas a bola ricocheteia rente à rede em uma jogada
tão linda
meus braços elásticos a resgatar a bola da queda
e a gente ri e esquece
de ver o mundo acabar

Inserida por pensador