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Pelé soldou a glória dele com a glória do Brasil. É como você estar na guerra e ter uma bandeira do Brasil na mão. O mito dele é o nosso mito.
As pessoas ruins, nunca pedem perdão, porque acham que nunca magoaram ninguém, acham sempre que a culpa é do outro. Por mais que elas sofram as consequências universal, são incrédulas. Por achar que Deus é um mito.
O que parece absurdo hoje, pode ser ciência amanhã.
E talvez, o que chamaram de mito, era só realidade mal compreendida.
Não sou adepto à corrente ideológica do Positivismo fundamentada no século XIX, mas coloco o empirismo acima dos conhecimentos metafísicos e teológicos sem invalidá-los em absoluto. Ao contrário: em minhas pesquisas, experimentos e acompanhamentos de caso, tenho visto o empirismo solidificá-los cada vez mais. E não me refiro apenas às ciências naturais e humanas, mas também à esotéricas, religiosas, magísticas, mitológicas e todas as outras condenadas pelo ceticismo e pela ditadura exercida pela ciência cartesiana sobre as muitas formas do saber.
Vou dizer para os alienados o que vi na luz fora da caverna, nem que isso custe minha própria vida.
A questão do voto para presidência não é escolher o melhor, mas o menos pior!
Tal escolha mostrará o que vc defende (princípios) e não quem você defende (pessoas)!
Logo, não é o melhor (todos são falíveis), mas a melhor escolha (princípios inegociáveis)
Cuidado com o fanatismo!
Todos somos, de alguma forma, prisioneiros dos nossos próprios preconceitos, dogmas, crenças ou costumes.
Estamos aprisionados numa caverna e tememos sair e ver a luz, porque nos acostumamos a escuridão.
Tememos que, ao nos libertarmos, sejamos excluídos das promessas que nos foram feitas por aqueles que também não viram a luz.
A crise está aí e é global!
Ela veio ensinar a humanidade a deixar de competir...
Sim, eu sei que parece estranho, pois todos nós aprendemos desde pequenos a sermos mais e mais competidores.
É isto que as escolas pregam, e é o que faz com que os palestrantes de business vendam milhões de livros sobre o assunto!
Enfim, aprendemos que este é o caminho do sucesso!
Mas se deixarmos de competir e buscarmos nos associar ao outro-empresa-ser, sairemos todos vencedores.
Enquanto houver um perdendo, todos estão perdendo!
A imagem da divindade cristã, só mostra que tal indivíduo (Jesus) nunca existiu, não existe nenhuma sustenção de historiadores de sua época para dar base e comprovação de sua existência. Não passa de mais uma mitologia propiciada pelo "eurocentrismo" que os brasileiros tanto adoram. Afinal foram os portugueses que destruíram a cultura e crença indígena, forçando os nativos a aceitarem esse mito sob pena de morte. Tal conceito só corrobora para mostrar o quanto o ser humano regrediu no campo da racionalização e pensamento filosófico coerente!
No paradoxo epicuriano sobre decisões de Deus ele coloca pra humanidade que se Deus não resolve ou elimina algo, é porque há a inexistência do mesmo.
Tudo mito e magia mental.
O conhecimento exige o sacrifício da leitura, e a sabedoria exige o sacrifício da reflexão. Sem esses sacrifícios, somente preconceitos, mitos, crendices, propaganda e comandos ideológicos habitam a mente...
Deus seria mais injusto do que o homem mais injusto que passou pela face da terra se condenasse alguém ao inferno eterno. Inferno eterno não existe, a não ser que Deus seja um tipo de sádico. Embora a pena dita perpétua atual possa ter recebido influência da ideia mitológica de condenação eterna, esta se diferencia muito daquela.
crônicas da fronteira. A lenda do pé de Ipê.
Era uma vez, em uma vasta mata que existia na região de fronteira de Ponta Porã com Oedro Juan Caballero, quando não existia estas duas cidades, onde os espíritos da natureza e os guardiões das plantas medicinais conhecidas pelos nativos como yuyos reinavam.
Certa vez uma grande tribo de guerreiros que vivia em harmonia com a a natureza e a terra fez um oacto para selar a uniao entre duas grandes nações que existia na região nestes tempos.
Nessa tribo, havia uma linda moça indígena chamada Jaciara, filha do grande chefe guerreiro. Jaciara era prometida ao filho primogênito da tribo vizinha, um casamento arranjado para selar a paz entre os dois povos.
No entanto, o coração de Jaciara pertencia a outro. Ela estava apaixonada por,Tekohá o jovem filho do xamã da tribo. Tekohá era conhecido por sua sabedoria e conexão profunda com os espíritos da floresta. O amor entre Jaciara e Tekohá era puro, mas impossível, pois ela estava destinada a outro.
No dia do casamento, Jaciara, com o coração pesado, decidiu fugir com Tekohá, eles correram pela floresta, mas foram perseguidos pelos guerreiros das duas tribos. Uma grande batalha se seguiu, onde Jaciara e Tekohá lutaram bravamente pela vida, amor e felicidade. Infelizmente, foram capturados e mortos como castigo.
O xamã, devastado pela perda de seu filho e da jovem que ele considerava uma filha, lançou um poderoso feitiço para salvar as almas dos amantes. Ele invocou os espíritos da floresta e os guardiões da natureza, pedindo que transformassem o local de seus túmulos em um símbolo eterno de seu amor.
Com o tempo, no lugar onde Jaciara e Tekohá foram enterrados, nasceram três pés de Ipê. Um Ipê branco, representando a pureza e a beleza de Jaciara; um Ipê amarelo, simbolizando a coragem e a força de Tekohá; e um Ipê roxo, representando o fruto proibido de seu amor impossível.
Assim, a lenda do Ipê nasceu. Todos os anos, na primavera, os Ipês florescem, lembrando a todos da luta pelo amor e felicidade de Jaciara e Tekohá. As flores dos Ipês enchem a floresta de cores vibrantes, um tributo eterno ao amor que transcendeu a morte e se tornou parte da própria essência da natureza.
A perfeição é um mito, um ideal inalcançável que nunca pertenceu à essência humana. Ela não é perfeita, e é exatamente isso que a torna tão linda. Suas imperfeições revelam sua autenticidade, sua humanidade e a beleza de ser única em um mundo que insiste em moldar formas iguais.
