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Escrever crônicas é como conversar com o leitor na varanda de casa: sem pressa, sem grandiosidades, mas com a intimidade que só a prosa do dia a dia permite.
O cristão autêntico não busca inimigos, mas não tem como evitar que eles surjam por causa da luz que expõe as trevas.
A CASINHA
Bem no meio da floresta
A casinha isolada
A luz é do vagalume
O som é da bicharada
Da terra vem a sustância
Do rio água para a estância
Natureza abençoada
Obs. Para veres este poema, na sua forma natural, clica no final deste texto, em: ver imagem. Para veres a “engraçada” fonte [sic notícias] notícia que este poema fundamenta, vai à minha cronologia ou página de poesia do Facebook. Bom proveito!!!
Estórias em plena pandemia covid-19…
Afinal sempre há vida para além da morte!
Inda dizem que a morte é o fim;
Mas não é o que aqui noticiado;
Nos relata desse pobre coitado;
Que se calhar também pensava assim!
Quem sabe se foi por assim pensar;
Que com sua mulher se distraiu;
Quem sabe até se a essa mesma traiu?
Levando-a a desta vida o dispensar!
Vamos, pois, cuidar bem de todo o agir;
Que neste viver nos cabe escolher;
Não vá algo connosco assim se dar!...
Pois quem neste morrer não acreditar;
Seja em nós, pois, cá homem ou mulher;
Pode um dia a tal não poder fugir.
Com tristeza no humor;
Serra da Meruoca - Um Oásis,
refrigério de clima aconhegante,
de vistosa mata exuberante
alguns minutos apenas de Sobral.
Minha dança é um poema sagrado em que cada movimento é uma palavra e cuja palavra é sublinhada pela música. O templo em que danço posso ser vago ou fielmente reproduzido, pois eu sou o templo.
A morte não é nada, nem vida, por isso matéria. Para morrer, para dormir, passar para o nada, o que isso importa? Tudo é uma ilusão.
Acerca das emoções...
É um equivoco achar que ao engolir os sapos eles morrerão!
Tudo de ruim que enterramos vivo dentro da gente não morre, nos mata!
O que nos mantém vivos?
Os sonhos loucos?
Os amores bobos?
Ou tudo isso apenas nos mata aos poucos?
Numa guerra ninguém faz considerações morais: ou se mata ou se morre. Mata-se e pronto.
Entre as canções a melhor ficou em mim.
Eu nunca tive algo tão esquisito sério esquisito.
Essa “Pitiquinha” ela fez algo em minha cabeça.
Algo que mudou a direção em que seu estava indo.
Você mudou estou perdido e nem sei a onde estou.
Faço coisas além de mim para me consumir.
Perdi o sentido das coisas e o interesse sem saber.
“Pitiquinha” acerta a minha direção estou vago.
Eu olho você em status e outros, mas bate a saudade.
Suas fotos me marcaram estou sem direção.
Eu queria era mesmo e ter você, mas não posso.
“Pitiquinha” ta difícil vou deixar meu coração.
E que a letra dessa música me basta vou pra frente.
Sei que você já me marcou “Pitiquinha”.
Saudade de você isso está piorando quero você.
Mas tenho que me conter.
Saudades “Pitiquinha”.
Não existe dúvida quando se tem decisões, esperar pela decisão aumenta a dúvida, decidir dói, e não decidir mata...
Qual será a sensação?
Que ela sente em se olhar no espelho e ver que é a mais gata
Que desde novinha, esse olhar de felina
Tem que ter cuidado se não mata
Quando a lua se deita sobre o monte
Descansando a face sobre a mata
Eu vejo em teu semblante
Água fresca rolando na cascata
Nas coxilhas da alma gaúcha, a Mata Atlântica é a tapeçaria verde que entrelaça nossas histórias. Entre ervas e araucárias, a natureza sussurra segredos de um sul que abraça a diversidade, e em cada folha, encontramos o eco da responsabilidade de cuidar dessa joia escondida sob o céu do Rio Grande.
Meus amigos e irmãos cristãos, vocês precisam parar de querer surrar os homossexuais; estão dando murros em pontas de facas. Existem problemas maiores e mais delicados em que a igreja precisa voltar os olhos. Devido a essas indiscrições, nós cristãos temos sido julgados como culpados por associação. Em vez de ficarem com tais disparates, que tal confrontarem a massa de cristãos levianos impregnados nas igrejas? Chega de dissimulação, chega de irar-se com os que pecam de forma diferente. Em todo o ministério de Jesus, os pecados que mais lhe incomodaram foram os que mais encontramos ainda hoje dentro da igreja brasileira, a saber: hipocrisia, orgulho e legalismo. Que tal cuidarmos das feridas do corpo primeiramente?
A arte nos transporta, nos deixa à parte. Ela mata as limitações e nos leva para o além, enquanto ainda vivemos. Assim, a arte é a mídia real que liberta e eleva a alma, ainda que por um instante.
