Tag lucidez
" Enquanto Você Se esforça pra ser Um sujeito normal,E fazer tudo igual,
Eu estou aprendendo a ser louco,Um maluco Total,Na loucura Real,Controlando minha maluquez,Misturado,Com minha lucidez."
(...) Estou demasiado embriagada de sentimentos e ao mesmo tempo num completo momento de lucidez, e nestas alturas sei que me faz bem optar não me partilhar com ninguém. Ignoro as variadas investidas para me tirarem de casa e até desligo os meus inseparáveis telemóveis. Conheço bem as minhas tentações, e sei que nestes meus momentos sou facilmente tentada, na maior parte das vezes até sou eu que me deixo tentar…e deixo-me ir ao sabor das tentações, umas vezes com a máscara, outras vezes nem preciso dela, porque essas tentações fazem-me sentir bem, gosto do seu sabor e não o posso negar. Fujo das tentações e mantenho-me neste momento de lucidez e transparência para comigo mesma, onde a única coisa que me embriaga e me faz sentir atordoada é aquilo que sinto. Fujo das tentações, mas não dos meus sentimentos. (...)
... e são nesses momentos em que o rosto transmite uma sensação de tranquilidade, leveza e felicidade, que o subconsciente trabalha. As lembranças surgem e agem como ferramentas de auto martírio, deixando o ser, num vazio profundo, escuro e silencioso.
Me intitularam como alguém com déficit de lucidez, pensei em dizer que no meu universo há diferenças necessárias, essas diferenças são responsáveis pela nossa evolução intelectual. De fato eu não tenho capacidade em julgar algo tão complexo como o desenvolvimento a partir de condições aleatórias relevantes, mas convenhamos que é algo tão irrelevante falar de lucidez quando nem sabemos quem de fato somos. Há tantas dúvidas que procuramos tentar solucioná-las, muitas vezes recorremos ao que nos dizem, a algo inquestionável, mas poxa vida, somos tão subestimados a ponto de não enxergar que há possibilidades muito além das que nos dizem?
Está nervoso(a)? Com muita raiva?
Respire fundo, tente se controlar e pensar com lucidez,
Isole-se, até que esse sentimento ruim passe....
Não aja por impulso, não faça nada
que te faça arrepender-se depois.
Desgraças terríveis e irreversíveis,
acontecem nesses momentos de raiva,
e isso pode destruir a sua vida, para sempre!
Reflita...
Quebrar regras, padrões, convenções,
não é falta de ética, quando ético não os são.
O amoral não é ser imoral,
apenas desigual.
A loucura é contraste ao caráter consciente e refletido da imoralidade. Nesse mundo virtual,
onde os dedos falseiam as ideias, as aspirações, as realidades,
há um rastro de perfis destonantes e conflitantes.
Fiquemos à vontade, ser amigo(a) é opção,
nada que um "delete",uma exclusão não resolva.
Quanto à lucidez,
poucos a desfrutam.
Muito mais loucos são os que pesam e medem por cifrões, títulos e aparência.
Estou aqui, trancado em minha existência, sem pedir clemência,
coração estagnado, momentos lembrados
Alma que chora, lucidez que aflora
Se escondendo no medo de não mais te encontrar
Estou aqui, sem janela ou porta, no cárcere privado
Em minha alma morta
Onde o amor estocado não vive emoção,
Alçapão conquistado sem estar a teu lado
Refém de meu coração, suportando a solidão
Lá fora, minha dor se mistura a multidão
Perdido em meu desespero de não te encontrar
Esperança vazia não acalma meus dias
Cravejado de amor e Intenso sangrar
Por onde quer que eu vá, estarei aqui velando tua ausência
Aguardando com paciência
Que como um grito forte mudará minha sorte
Do náufrago a salvação tocarás em minha mão
Dirá que não fui esquecido.
Epílogo de minha vida
LUCIDO E CONFUSO
Quero expressar oque está em meu coração, não me importo com os erros de português, ou com as rimas pra formar versos que soem atraentes, estou triste e ainda que grite quem me ouvirá, estou só em meio a uma multidão onde todos correm para lados opostos formando diagramas que não se completam, uma verdadeira babel dos tempos modernos.
Busco razões para ainda não colhermos os bons frutos da terra, se tudo faz parte da lei da semeadura porque ainda saboreamos frutos amargos, ó senzalas multirraciais que corrompem os corpos e desfalecem a alma, carrascos que açoitam o pobre, senhores feudais que desonram seus servos, corruptos de mentes insanas. Como ama-los?
Ouça-me, mesmo que eu murmure as palavras, ouça e entenda, não me importo com as cores do batom, ou com o delineador para destacar os olhos, e muito menos com os pequenos detalhes de unhas pintadas, pra que maquiar a vida, porque não vive-la ó vida, amo sim o singelo de coração, o puro, o simples, desprezo o complexo mais amo o poético, e mergulho em um mosaico de sentimentos, e grito ó liberdade.
As vezes é necessário morrer para que outros possam viver, morrer para nossas vaidades, para os nossos desejos, e sepultar sonhos individuais para que se possa construir uma vida fundamentada em realidades, com ações que façam corações disparar, com atitudes que estarão estampadas nas placas de bronze da eternidade.
Pelo que serei lembrado, sei que não posso esperar como o louco e sábio "que com a boca escancarada cheia de dentes esperava a morte chegar", quanta ingratidão por uma vida que nos ensina, a amar, viver e esquecer, confesso estar lucido e confuso.
Uma mente lúcida tem no seu imaginário um futuro de sucessos e de realizações sem nunca fugir da realidade, já uma mente obscura fica eternamente presa nos fracassos e insucessos do seu passado, mesmo aqueles que sequer existiram.
Percebe-se nas palavras ditas, uma essência irracional que transborda os limites da lucidez, alimentando nossa exuberância de contentamento
Um cisco
Bom é cuidar do banal de si
Ter lucidez da própria miudeza
E no pequeno da descoberta
Tornar-se menor e maior
Desafetado. Um cisco.
Todos, na intimidade da consciência, carregam o absurdo.
Nossa moral e lucidez foi baseada nas mentes dissimuladas daqueles poucos que se sentiam no direito de julgar sem se mostrar como realmente são.
Sou lúcido quando, tendo que escolher entre dois males, escolho o menos ruim. Me torno um imbecil, no entanto, quando passo a chamar de bem o mal que escolhi.
Os pensamentos são como as nuvens que se formam no horizonte,
às vezes turvos, sobrecarregados e melancólicos, noutras, lúcidos, cristalinos e transparentes.
