Tag intimidade
São momentos
que não se refazem
Intimidade pura ,
berço natural
a embalar nova vida
Com o carinho e diálogo terno
Desfruto desta alegria
zelosa , em que o SENHOR
acalenta meu ser através
da criação
Essência divina de
de toda paz a seguir-me
a cada minuto desta
perfeita sintonia com DEUS.
12/9/15
JESUS CONTINUA O MESMO
O que está faltando é descer, mergulhar sete vezes, romper a multidão e tocar nEle.
SEGREDOS DE TUA INTIMIDADE
Dentro de um segredo você é o mudo que murmura
Sua o êxtase dos delírios involuntários e inconscientes
Celebra o enlaço de almas num festival energético
Transcende a moralidade invadindo fronteiras do sentir
Derrama de prazer gozos delirantes
Saboreia sabores antes nunca percebidos
Acalma minha alma satisfeita e completa
Se me vê sempre com um sorriso
Arquitetado eu meu rosto
É porque com toda certeza
Intimamente não me conheces.
Por que me negas o que peço
se nem é necessário permissão?
Por que me induzes a pensamentos
Se eles são apenas sobre ti
Busco as coisas simples e com paixão
Compartilhe comigo o que guarda em si.
Como dizer que quero intimidade
Ou uma porção de prazer
Se te ofendes e me afasta?
Não vêes que sinto falta
De tudo que costumávamos ser?
Pelo jeito não vê a distância que nos devasta.
O tempo não é problema
Nunca foi e nem será
O unico culpado sou eu
Sou prisioneiro do meu pensar
E fico preso no achar
que um dia verá, que seu pensamento será como o meu.
O contato íntimo não tem antes nem depois,
é preliminar de um relacionamento inteiro,
fugindo da rotina de beijar e trocar carícias,
apenas quando se quer chegar ao destino,
deixando-a perdida pelo meio do caminho.
Bebe?
Cervejando a aproximação,
Caipirando a conversação,
Vinho, Café da manhã, intimidade,
Vespertinando um capuccino...
Liberdade!?!?
Não sou da época em que se jogava xadrez à luz de velas, moía o café enquanto a água esquentava, escrevia cartas e se exigia mais do que um encontro para permitir qualquer tipo de intimidade. Não sou daquele tempo que se acertava as contas à primeira ofensa; Para tanto, venho me readaptando aos poucos!
Você já falou com Deus hoje? Mas como amigo e não como um disco riscado que repete sempre as mesmas palavras toda vez que se dirige a Ele... Imagine que você fica aborrecido quando alguém repete a mesma história toda vez que te encontra, você fica meio sem graça mas escuta assim mesmo. Agora imagine Deus, claro que sua enorme magnitude é muito além de nossa compreensão, mas todo dia as mesmas palavras, dai só resta concluir que esta pessoa não tem fé e nem confiança mas sim religiosidade, pois nada muda na sua vida, não mostra evolução, não da resposta as providências do Senhor... Então quando for falar com Deus, seja seu amigo, troque ideias de coração aberto, e demonstre que confia plenamente no seu poder, não precisa gritar, nem contar pra todo mundo que falou com Deus, uma conversa intima diária com Ele te deixará leve e pare de repetir ladainhas que já sabe decorado e salteado. Deus te ama, mostre que o ama também...
Intimidade contigo começa
Ao criar um desejo de te ver
Seja simplesmente para falar
Poder sentir seu coração no meu
Passar a reconhecer a sua voz
A todo tempo, falar, te ouvir, abraçar
Assim a reciprocidade da amizade nasce
O desejo de te ver todas as horas
Fazemos um lugar só para nós dois
Como um jardim secreto
Onde ficam as confidências
E as afinidades se aprimoram
As necessidades de te agradar
A liberdade de questionar
Sem reservas ou julgamentos
Então o amor vai nascendo
E assim vamos ficando iguais
Querendo sentir mais do seu toque
Vivendo, aprendendo, compartilhando
E o desejo de te ver só aumenta
Simplesmente te desejar por perto
A todo tempo, o tempo todo
Viver entre o livre arbítrio
E os limites de cada fé
Vira um ciclo sem fim
O amor de Deus é assim.
"Aos poucos você foi indo embora. Me excluiu de suas redes sociais, bloqueou o seu status, e por ultimo não quis mais conversar comigo, disse que era para o meu bem.
Não entendo esse tal bem que se referiu, já que para mim, bem mesmo é estar ao seu lado" ...
Ai que num belo dia você conhece, começa a falar, ri, duvida, pensa, brinca, briga, e vai nascendo, vai crescendo uma coisa boa, um carinho, amizade, falta de ver online, de saber da pessoa, de estar mesmo que virtualmente conectados.cria intimidade a ponto de saber quando o; Oi esta diferente, sente carinho, saudade, ansiedade, isso se chama; Você.
Esse sentimento bom que me dá a cada dia, os sorrisos, raiva, inquietação, duvidas, tudo num mesmo pacote.
Faz meu coração mole, pernas bambas, boca com sorrisos, pensamentos viajantes, mente envolvida, corpo esperando.... assim são meus dias com você.
A privacidade hoje foi relegada ao status de ilusão. nunca foi tão difícil manter um segredo, talvez por isso mesmo seja uma escolha interessante resolver expor a si mesmo conforme o próprio desejo, já que, ao que parece, ainda há uma possibilidade de escolha, ainda que mínima, da forma, porém, não da exposição em si.
Ela chega na sua casa só pra te acompanhar.
Fica recostada ao pé dá sua cama, no chão.
Cada um de vocês confortáveis na sua própria maneira de se acomodar, ela deita em cima do próprio braço e você deitado reto de barriga pro ar.
Você observando e manuseando qualquer ferramenta que não é um celular, ela com olhar perdido e parado sem nada a procurar, leve, carinhosa e automaticamente beliscando a sua pele sem incomodar.
Vez ou outra um fala alguma coisa que pescou nos pensamentos lentos sem comentário esperar.
De repente acontece, vez ou outra de assim rirem sem parar.
E depois voltam...
a parar.
Vocês dois bem acomodados no silêncio do exterior e na paz interior.
Nada pra explicar.
Intimidade no amor.
Somente na intimidade é que nós revelamos um ao outro! Assim é com Deus também, mostramos aquilo que publicamente seria uma vergonha.
Éramos íntimos sem nunca nos termos visto
Como se nos pertencêssemos há muito tempo
E a vida nos tivesse unido outra vez
Era ele, mas quase não era. Ou não era mesmo. As pessoas íntimas quando passam a estranhas adquirem um novo formato aos nossos olhos. O cabelo estava menos liso, ou era a camisa muito largada. O olhar e o aceno da mesa à curta distância tinham um quê nervoso, uma falsa naturalidade que não lhe era comum (ou já era eu não percebia), e deixavam claro que não nos levantaríamos dos nossos lugares para um cumprimento mais próximo. Não que temêssemos uma recaída, mas porque não sabíamos lidar com tamanho esfacelamento da intimidade; nós, que já dormíramos e acordáramos juntos durante tantos anos, não sabíamos ser senão desconhecidos. Ambos tentamos uma alegria, mas ela veio descalça e tão desamparada que não convenceu nem a nós mesmos. Estávamos demais um pro outro ali, ou de menos. Apressei-me em ir embora e saí com um sorriso congelado, desconcertada como uma criança diante de um presente que não fora o pedido, as mãos crispadas a amassar o passado e um pensamento cruel que imaginei passar também pela cabeça dele: como se tornam desinteressantes as pessoas que deixamos de amar!
