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A ingratidão é pior do que você oferecer comida a quem tem fome e não querer ou mesmo comer e não gostar!
O primeiro ato é orgulhoso e o segundo é corajoso!
99% das pessoas ingratas não sabem o valor do se! Mas se soubessem, poderiam dizer: Se eu não tivesse olhos, pernas ou mãos talvez valorizasse as que tenho! Se eu não ouvisse, falasse ou visse talvez valorizasse o que posso fazer! Mas por não saber o valor, vão demorar a agradecer!
A ingratidão tem duas memórias!
A que se lembra quando você não ajuda
e a que se esquece quando você ajudou!
A mais pura verdade na vida é saber que a ingratidão tem "amnésia"! Mas isso pouco importa, pois quem é grato não se importa com esse ato de miséria!
Ando tão cansada com a ingratidão e o egoísmo das pessoas que muitas vezes me dá vontade de mandar todos para o inferno, mas reflito e vejo que não daria certo, pois ainda vou morar lá.
Ingratidão é coisa simples para alguns que praticam. Uns aceitam. Para outros, fecha mentes e corações.
O grande problema da ingratidão é porque esperamos obrigado de pessoas que sempre pensaram em si próprias.
A ingratidão. Dura mesmo é a vida do criador de cobras. Cuida e alimenta desde filhotinhos, mas no menor descuido, torna-se vítima da sua criação.
Ao entrares para o serviço
da caridade e do servir,
desconsidere as ingratidões
que seguramente acontecerão!
O Merecimento Espiritual é conquistado através do Bom Caráter, da Bondade e Justiça praticadas e pela Gratidão a Deus!
Pensar sem hipocrisia
Dentro do meu ego covarde
Que alimenta a chama que arde
Pela intolerância do mundo que é sua e também minha
Vou colocando pendências mesmo tarde
Simplesmente a palavra de cada dia
Renova e com o temor se alia
Entendendo simplesmente não ter razão
Pensar sem hipocrisia
Revolto comigo e também com os céus
Não sem de merecimentos e de culpas
Ainda que a Deus são dados os troféus
Mas também me perco no embaraço das lutas
Tão pequeno sou que minha fragilidade mergulha na ingratidão
Penso que sou aquela criança abandonada
Que as bênçãos não são alcançadas
Essa minha vida turbulenta
Emoção que a mente pede arrego
Uma caminhada sem chão
Um caminho do medo
Simplesmente a palavra de cada dia
Renova e com o temor se alia
Entendendo simplesmente não ter razão
Pensar sem hipocrisia
Medo que a enfermidade se apodera
Que os anjos abandonam
Que os sonhos adormeçam
Se o céus não me aceite
Então vou dizer
Pra que viver
Se nunca sou merecedor
De experimentar a água da fonte
Na planície ou no monte
Oh, medo, segredo
Perdoe se errei no enredo.
Giovane Silva Santos
A INGRATIDÃO DA HUMANIDADE
A ingratidão, meu Deus, esta pantera
Que habita o coração da humanidade,
Ignorando o amor e tua bondade,
Chamando-te até mesmo de quimera!
A ingratidão, meu Deus, no mundo impera.
Fazer o bem parece iniquidade!
O agradecimento é leviandade,
Sempre da parte de quem não se espera!...
É contumaz, meu Deus, homens ingratos,
Comer teu pão, depois cuspir nos pratos,
Ignorando o amor com que fizeste!...
E se lhes pede comida, um faminto,
Ignoram o pobre no recinto,
Negando repartir do que lhes deste!...
Não te Culpes...
O que tenho a oferecer-te?
Diz um irmão doente ao sadio:
Amizade sincera
Amor fraterno e verdadeiro
Estar pronto a ajudar-te
E à sua família, se necessário
Guardar de ti teus segredos
Com a própria vida, se preciso
Atravessar noites a cuidar-te
Quando pegar-te abandonado
Por aqueles a quem se dedicou
Nos anos de sua melhor saúde
Vá e olha-te no espelho
Não repare rugas e nem a feição
E pergunta-te, no silêncio
De sua exposta pequinês
Sou eu o filho que do céu
Meu pai vê com olhos de mel
Ou sente em mim ser qual fel?
E consolando aquele pai
Deus o abraçou em amor
E disse: “Não te culpes,
pelo que teu filho é, faz e fez
pois senhor, sou Eu O Criador!
Não é difícil reconhecer um ingrato, a medida em que você vai deixando de ser útil a ele o interesse na sua presença desaparece proporcionalmente.
Quando os sonhos se perdem...
Não mais reconheço que lugar é esse
Há, dependurada na entrada, uma placa
Onde se lê: “Doce Lar”, talhada em madeira
Fora de esquadro, sem cor, meio esquecida...
Há anos, atravesso os mesmos umbrais
Daquela construção, lugar que vivo
Passo por janelas, parede trincada
Não mais reparo nos muros de minha morada
Recordo que por anos a ergui, tijolo por tijolo
Cuidei das feridas de meus braços, pernas e mãos
As chuvas, o sol, a chegada das noites, calor e frio
Passaram por mim, sem interromperem minha obra
Servi de risos, passei por vil sonhador
Mas a fé e o desejo me incentivavam
Misturei amor, querer e sonho à massa de cimento
E depois de pronta, se fez orgulho de um sentimento
No tempo passante, a vida me trouxe filhos
E com eles, alegrias, sustos, surpresas
Uns mais amorosos que outros
Outros, a vida ensinou gratidões
Ingratos também, pois no tempo nada aprenderam
Recebi carinho quando era servil e nada negava
Ganhei descortesias e desrespeitos insanos
Daqueles que não ensinei a chamar-me de pai
Hoje, os anos passados a nada me permite mudar
A idade avançada me pesa e afasta quem amo e amei
Frágil e já sem forças, não sou dono do destino meu
Me tornei vítima do que disse e do que não ensinei
Na vida temos as opções de agirmos certo, justo ou de forma egoista.
O certo, nem sempre será tão bom pra gente...
O justo, nem sempre será o melhor pra todos...
E a forma egoísta, talvez seja sempre o melhor pra gente mesmo, porém não é certo ser injusto!
No silêncio do meu quarto, apenas ouço a voz da ingratidão. Deus, nos dá a oportunidade da reflexão e da mudança, porém não sabemos reverter a situação ao nosso favor.
