Tag elegante
SAGA DE LUZIA-HOMEM
A seca castigava o Ceará
Luzia era a retirante,
Cabocla formosa do sertão.
Numa região quente elegante
Emprega-se numa obra
P'ra contrução d'um presídio
fino e elegante.
Acho tão chique essas pessoas que acordam de manhã e já saem colocando tudo no lugar, varrendo casa, lavando louça, colocando roupa na máquina, fazendo café. Eu acordo e fico meia hora sentada na cama tentando lembrar meu nome, e depois mais meia tentando lembrar onde estou.
A pessoa mais elegante que eu já conheci
não usava grife famosa. Usava transparência na alma, um vestido de chita esvoaçante, laço com flores no cabelo e um sorriso encantador.
Parece tão fácil
Soa elegante se dar bem com todo mundo, dá até vontade de aprender, mas acho que fui reprovada nessa lição. No fundo me parece uma ideia absurda e ridícula agradar todo mundo.
Por mais tolo que isso possa parecer é impossível, mas há os politicamente corretos que não se importam em conviver com falsidades e cobrices, não se importam em serem chamados de gordos pelas costas, não se preocupam em calar ou fazer parar quem finge ser amigo.
Cuidado! Tem de haver algo errado, ninguém é tão perfeito assim, o mundo não gira nesse sentido, acreditar demais nas pessoas e em si mesmos geram decepções.
Eu acredito em amor e confiança, eu acredito que ensaiamos atitudes para agradar quem nos interessa, eu acredito que a garganta seca diante de alguém tão fascinante, mas a verdade é que você pode ser a Lady Di ou Jesus Cristo, jamais agradará todo mundo e acredite nem todos que te rodeiam são seus amigos de verdade.
Detesto homens que me chamam de querida, pode até ser o super fofo por quem me apaixonei há cinco minutinhos, também não gosto de ser paparicada como um doce quase em decomposição, como algo frágil e delicado.
Apesar de tudo não somos perfeitos, não preciso provar cientificamente, quer queira quer não as pessoas que amamos nos magoarão, mesmo que sejam pessoas encantadoras.
As pessoas dizem que vou me arrepender quando ficar mais velha por não ter filhos, as pessoas acham que a cura da minha “miopia” é igual a cura da “catarata” delas, as pessoas precisam controlar a vida dos outros.
Tenho me emocionado bastante ultimamente, tenho dado trabalho a mim mesma, tenho dedicado momentinho só para mim, para minhas reflexões, tenho falado na primeira pessoa quer do singular, quer do plural... Eu ainda não me importo muito e sei agir do jeitinho que sempre quis.
É preciso desmoralizar conceitos alheios que não te fazem feliz, nem tudo que é importante para você é importante para mim e vice e versa, talvez sua vida precise de esforço, me perdoe não quero ser rude, talvez eu tenha uma história mal resolvida, talvez você seja feliz sendo “crente”.
Acho elegante cada um cuidar da própria vida, acho merecedor cada um ser feliz a sua maneira, ao longo de três décadas perdi muitos amigos, trabalhos, casamento por causa de vícios, uma infinidade de coisas que dá um desgosto enorme só de pensar, mas precisei passar por tudo isso para construir quem sou hoje, para amadurecer.
Sofri uma verdadeira mudança, quando gosto ouço a mesma música o tempo todo, minha vida não acabou, não tenho mais a angustia emocional que me acompanhava, as pessoas não fogem mais de mim por eu ser inconveniente.
Acho que todo mundo um dia chega ao fundo do poço, sai de uma rotina confortável, descontrola as emoções, parte para um autoquestionamento, dá um oi a si mesmo, torna-se mais legal ou aprende a valorizar o cara certo.
Acho que dou muito na cara quando não gosto de alguém, não sei conviver, me finjo de pedra, não gasto minha energia julgando os outros. Tudo é questão de cabeça, afinidade, direção.
Não me arrependo em ser assim, não tenho medo de vestir algo mais curto, de correr riscos no relacionamento, de estar sozinha, de reencontrar pessoas que já passaram por esse mundo ser pequeno. Não tenho medo de ser quem sou.
"Adeus amor!"
_Foi sociável?
Aqui a pensar , o que seria elegante pra um adeus ao ser amado?
Sei o que se espera, sei dentro de regras de elegância e ética o que é o certo a fazer.
Daí vai algumas dicas;
Diga adeus.
Deixe ir, abra a porta.
Não se humilhe.
Não implore.
Não chore na frente dele(a).
Não peça um último beijo.
Seja madura(o)
Se houver DR, não grite, não chingue.
Deseje felicidade
Ou.. Quebre todos os protocolos;
Peça pra ficar.
Tranque a porta.
Se humilhe.
Implore.
Chore.
Beije.
Seja você.
Se houver DR, use seu tom, não economize nas palavras.
Faça votos de que ele (a) quebre a cara.
Ser íntegro com seu sentimento também é nobre.
Dentro de experiência própria e alheia, posso dizer, Nenhuma das ações diminui ou alivia a dor do adeus, a não ser o tempo associado a uma grande força de vontade e amor próprio.
Então nesse momento de dor que é só seu ,haja como aprover e deixe que o amanhã se encarrega de ser elegante.
Você
Você é o amor que faz cada
dia mais lindo.
De você eu amo e quero cada pedaço.
Seu sorriso seus olhos,sua boca
que a mim fala tanto.
A delicadeza desse corpo,o jeito
elegante do teu porte, esse jeito olhar
meio de lado encanta marca, faz sonhar.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
#ALMA DE #GATO
Nasci com alma de gato...
Durmo muito durante o dia...
Amo a noite e a rua...
Sou muito curioso...
Caseiro, porém amante da lua...
Nasci com sete vidas...
Já gastei algumas...
Ousado e esquivo...
Entre as sombras...
Entre as brumas...
De andar macio e elegante...
Se eu caio, caio em pé...
E sigo adiante...
Não duvide...
Ponha fé...
Espreguiçar é uma arte...
E minha liberdade é preciosa...
Desconfiado, rendo-me a um bom cafuné...
Mas cuidado amigo...
Quem avisa amigo é...
Também posso ser mau...
Brincar consigo...
Antes de lhe comer...
Sandro Paschoal Nogueira
Caminhos de um poeta
Reciprocidade é uma forma elegante para disfarçar a reprodução da imitação, o reflexo.
Portanto, não seja refletor, seja você !
O desprezo na dose certa é a forma mais elegante de se vingar.
O esquecimento total é um castigo eterno para quem merece.
E se arrepender não faz parte da palavra perdão.
Cláudia Leite S.
- Aceita um café?
- Hum, sim com muito prazer,
- Então, vou passar um agora,
- Mas é aquele?
- Sim, aquele dos grãos da Mantiqueira,
Que exala o doce perfume de um lar,
Que é intenso como um instante,
Que é forte como o ato de perdoar,
Que é puro como um inesquecível gesto elegante,
Existe um tipo de respeito que vai além das etiquetas, além do bom costume social. É um tipo de respeito inspirado pela sensibilidade e amparado pela sensatez. Um tipo de respeito discreto e, paradoxalmente, elegante. Também é muito raro, infelizmente.
A destruição da fé e das religiões como um todo é assunto corriqueiro entre pseudointelectuais quando se reúnem. Aliás, tem gente que se autointitula ateu apenas para parecer inteligente. Acontece que você seguir uma religião não é um atestado automático de inteligência, e nem mesmo da ausência da inteligência. Deus é um conceito sutil e elegante. E falar de Deus é a mais pura filosofia.
Que elegante seria se respeitássemos o momento do outro, se houvesse sinceridade, lealdade e realmente a fraternidade. Q elegante seria se o sorriso do rosto combinasse c/ as atitudes verdadeiras da alma, q elegante seria se tivéssemos audácia p/abraçar, beijar e entender de verdade o q passa na cabeça e no coração. Elegante seria caminhar de mãos dadas sinceramente, c/o coração pulsando e as borboletas no estômago voando.. Q elegante seria um muito obrigado, um sinto muitíssimo e um abençoado abraço, um amasso, aquele q amarrota a roupa e o perfume invade suas narinas e até gruda na sua roupa, não sai da sua pele. Q elegante seria q o acaso pudesse mudar tudo.. ser amor um pelo outro, somente, todo dia!
Uma hipótese elegante não é um substituto para dados definitivos.
O tempo traz a sofisticação necessária ao transformar experiências em sabedoria e aceitação em elegância.
Para manter a nossa paz interior, por mais
elegante que uma pessoa seja, por vezes, para se fazer entender, é preciso partir a louça toda.
Há muita gente que, ou não têm competência, ou acha que falta de presteza é virtude.
