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Haja o que houver mas nunca coloque a carreira acima da família e do amor verdadeiro. O mundo moderno necessita do caos eternamente, mas a sua vida não.
A periferia tende ao conservadorismo não por ideologia, mas pela necessidade de assegurar o pão de cada dia.
Tudo muda! Só não muda o ignorante, o fascista e o conservador. Não existissem os santos lunáticos estaria a raça humana sujeita a mobilidade de uma carroça com rodas quadradas.
Um dos nossos principais erros foi ter um discurso de direita, mas fazer políticas de esquerda, soando como conservadores, mas agindo como trabalhistas.
Proporcionar o melhor, mesmo em meio ao caos ou enfrentando pressões, é o fundamento principal do pensamento conservador. Este, é totalmente despido de estética e é envolto em princípios e valores.
Ele é o amálgama da restauração de uma sociedade outrora saudável, mas que foi corroída pelo identitarismo e pelo politicamente correto.
O conservadorismo desponta não como uma força transformadora, mas sim, reativa. Sua essência é, portanto, reacionária, na melhor qualidade do termo, buscando refrear as forças transformadoras que ameaçam seu modo de vida; estimado, testado, seguro no curso de décadas ou séculos.
O amor de um pai por um filho jamais é dominação, mas sim, uma forma de obrigação, de responsabilidade, enfim de um privilégio em si mesmo.
Essa é a essência da atitude conservadora existente no Brasil, o dever de conservar aquilo que se ama: a pátria, a comunidade, a família, a si próprio. Assim, para o brasileiro tradicionalista, conservar jamais será diferente de amar.
Mentes jovens nem sempre são aceitas pelos antigos, por causa do conservadorismo. Pois infelizmente, ele conserva as crenças antigas estagnadas em jarras de formol.
O “ser cristão” não deve se tornar uma bandeira política ou ideológica. Partidarismos, conservadorismos, liberalismos, não devem definir a pessoa cristã: “Candidata Fulana de Tal, mulher de Deus”.
Igualmente, o “ser cristão” não deve se tornar um trampolim para um profissional fazer nome em cima do nome de Deus: “Empresa tal sob direção evangélica”.
Para que mostrar esses atributos se o que realmente fala mais alto é o testemunho de vida? “Vai que” algo dê errado nessa campanha ou nessa empresa sob cada título respectivo: “Ué, mas não era uma mulher de Deus?!”; “Ué, mas a empresa não era sob direção evangélica?!” Péssimo testemunho!
Então, pra que “usar” Deus e coisas relacionadas a Deus através de vocativos, denominações etc.? Qual a verdadeira intenção por trás disso? Quaisquer que sejam as respostas a essas perguntas nada justifica usar o nome de Deus por motivos egocêntricos, pois quem o faz não está buscando honrar o nome de Deus, mas buscando tirar vantagem do nome de Deus.
Muitos políticos e profissionais têm feito isso — usar a posição de cristão para angariar votos ou para atrair clientela. Uma forma de tirar proveito da fé cristã, respaldando-se na Pessoa de Cristo, Deus.
Um dia alguém diz: ”Ao defender princípios cristãos em detrimento de outras religiões você erra porque cada um tem a sua religião que deve ser respeitada por todos”. O tempo passa e essa mesma pessoa muda o seu discurso: “Olha a religião da fulana. Isso vai contra os princípios cristãos. Isso não corresponde às doutrinas bíblicas”. Em um momento, põe-se em defesa das várias religiões; em outro, crítica a religião de uma pessoa por não ser cristã.
Quanta contradição em uma mesma pessoa! Ora faz censura ao cristianismo, ora faz apologia. Essa pessoa é cristã por conveniência; não é uma cristã genuína.
Nessa conveniência, ela pode estar manifestando um posicionamento anticristão por motivo de rebeldia contra a palavra de Deus, indiretamente defendendo atitudes liberais, ou aderindo a movimentos com base em ideologias conservadoristas ou tradicionalistas em prol de partidarismos político-sociais. Ou seja, nada a ver com fidelidade à fé cristã e ao seu Senhor.
Não há serventia nenhuma em tentar "enxergar o que está por trás" dos primeiros princípios. Se você perscrutasse tudo, então tudo seria transparente, mas um mundo totalmente transparente é um mundo invisível. "Perscrutar" todas as coisas é o mesmo que não enxergar nada.
A distinção entre o conservador, o revolucionário e o progressista é o primeiro saber que um mais um são dois; o segundo não se conformar com isto, e o terceiro ter fundadas dúvidas a respeito.
Ter um lar que se considere sagrado para abrigar a família é algo superior as regras convencionais de investimentos.
Conservador? Conservar o que?
Não se conserva aquilo que nunca se foi criado. Família? Que família?
"O relativismo moral é a típica característica de homens covardes, de uma sociedade em declínio, de um mundo que está deixando de ser civilizado."
"Os Refúgios de todos covardes são: as desculpas, os relativismos morais, falar que o outro teve sorte, ou cupar às outras pessoas por seu fracasso."
Uma corrente do pensamento o conservadorismo. Uma filosofia que tem um caráter orgânico e natural da sociedade. Uma política, cujos valores se devem apreender e preservar pela consagração da História e da experiência, resultado da essência humana em contato com Belo da arte e da filosofia moral.
Toda organização, grande ou pequena, tende a ser conservadora, sofre de compulsa à repetição.
No fundo, é isso que separa um conservador de um revolucionário: o primeiro não está disposto a sacrificar a geração presente em troca de um fim abstrato.
