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Não se preocupariam nem com meu nome, nem com minha idade, nem com minha personalidade. Ignorariam-me (...) nenhuma biografia atenciosa e inspirada recriando a minha vida e seus tormentos! E essa futura injustiça me revoltava! Mais cruel que a morte!

Inserida por pensador

Quando você trabalha numa biografia, é preciso se mudar para a vida do biografado.

Inserida por pensador

Mário Loff começou a delinear, na cidade da Praia, o seu percurso académico através da História e do Património. Naturalmente, estes componentes encontram-se unidos e formam um todo praticamente indissociável quando se associam à Cultura. Este poeta Tarrafalense de raiz, alma e coração, é um verdadeiro crente na criação artística enquanto motor do desenvolvimento do património cultural.

Ativo na cena cultural do seu Concelho, sempre procurou contribuir para um ambiente dinâmico, criativo e inovador em todos os domínios das artes. Escreveu dezenas de peças de teatro, dos quais cinco foram encenadas no grupo teatral Komikus de Tarrafal no qual Mário Loff é o seu diretor. Certamente, a prática artística ao mais alto nível passa pelo interesse precoce pelo universo das artes do espetáculo e pela integração em organismos culturais. Por isso, concebeu o projeto “Despertar”, com o intuito de envolver os jovens Tarrafalenses e sensibilizá-los para a cultura. Esta iniciativa também tem o condão de se aproximar de públicos socialmente desfavorecidos, procurando a sua integração, também na componente artística da sociedade.

Professor e formador, de 2004 a 2006 e entre 2014 e 2015, Mário Loff assume como um ato de responsabilidade a divulgação da cultura. Assim, tem levado a cabo a produção da “Rádio Praça” na cidade de Tarrafal de Santiago que, para além do puro entretenimento, procura reforçar a cidadania enquanto promove livros e autores. É notório o incentivo à leitura, numa meritória campanha de informação e sensibilização, que ao promover o acesso às obras do património cultural, Loff procura incutir a qualidade na educação artística.

Entre o pensamento e a expressão, mostra a sua força criativa e perseverança na escrita. Contribuiu, em 2018, no livro de contos infantil “A viagem mais fantástica do mundo” da escritora Natacha Magalhães e para a comemoração do Centenário da sua cidade natal escreveu e ofereceu à sua cidade sete poemas. Participou em várias antologias como, por exemplo, a antologia dos poetas de Tarrafal de Santiago (que em parceria com jovens poetas foi o precursor), a antologia de poesia da língua portuguesa ”Mil Poetas”, a antologia “Palavras da Alma”, foi colaborador do boletim da Altas, onde é membro-fundador da Associação Literária de Tarrafal de Santiago e da qual é o atual presidente.

Em 2017 foi convidado pelo CITCEM e pelo DCTP da Universidade do Porto, no âmbito do Colóquio Internacional “A Glimmer of Freedom. Tarrafal - Silêncios, Resistências e Existências”, para contextualizar o Antigo Campo de Trabalho de Chão Bom e os seus presos políticos através de um poema da sua autoria.

Inquestionavelmente, Mário Loff é um poeta prismático e um ativista cultural que com o seu olhar crítico, centrado na comunidade, envolve e contextualiza os diversificados aspectos da sociedade e da cultura Cabo-verdiana.

Inserida por M2810

Tudo começou em um ano do ensino médio. No começo ninguém se manifestou ter interesse na amizade. Mas, aos poucos fomos deixando a timidez e começamos a nos entender. De chatice a chatice, fomos criando um laço, deixando os tempos de conhecidos para trás, e iniciando a construção de uma amizade. Houve tempos que não se tinham muito a se dizer, houve tempo que se queria dizer tudo.
Alguns dias se passaram, sem ninguém perceber, um laço de amizade já tinha se formado.
Com o passar do tempo, a amizade foi ganhando forma. Surgiam novas conversas, novos motivos para estarem sempre conversando. Entretanto, se houve tempo de desentendimento, de choro e abandono.
Se passavam dias sem se falar, sem ninguém notar que estavam ficando mais distantes.
Nunca repararam nisso, pois sempre haviam momentos de se encontrar. Toda vezes que se encontravam, momentos de felicidade, fortalecia a amizade.
Os dias foram passando, erros e acertos, foram colocados sobre a mesa.
Conversas duradouras, sem ter fim surgiam a cada dia a mais.
E como dizem por aí: "a vida é uma caixinha de surpresas".
Atualmente, uma amizade que iniciou-se sem nenhum motivo, se tem hoje, um grande significado.
Amizade atualmente, para algumas pessoas, é festa, balada, cerveja e pinga.
Para outros, é uma família nova que se formou.
Cada momento que passam juntos, é único, inesquecível e que não se pode desperdiçar.
Cada momento virá lembranças, mas lembranças boas, que viraram histórias para contar.
Independente do momento ou do dia, juntos sempre estaram, e sempre irão se lembrar que nada poderá mudar.

Inserida por Robsspem

Pássaro rodamoinho

Caminho no brilho;
na espera do amanhã.
Onde não se diz mais nada.
Porque só hoje. Esperança firmada.
Sonho o agora. Esperando no aquilo.
E; quando o aquilo for nada.
No agora, terminará a procura.
Pássaro rodamoinho.
Equilíbrio de voo. No meio dos ventos.
Que sopram para a vida.
Para cima, mais leve o voo.
Para abaixo. Mais tenso.
Vigília a e consciência.
Momento de realizar.
Tu e outros.
E todos a passar.
Pássaro rodamoinho.
Providência da eterna vocação.
Se constrói.
Tocando em frutas maduras.
Onde o tempo , pois as suas mãos.
Toca no brilho do agora.
Para aguardar o aquilo.
E quando aquilo for nada.
Só no agora. Esperança firmada.

marcos fereS

Inserida por marcosviniciusfereS

"No calor de um beijo roubado.
da alegria de não vê-la tão santa.
No sorriso depois do afago.
Desse amor que os males espanta."

marcos fereS

Inserida por marcosviniciusfereS

"Coragem não sei. Mas coração lindo,
na lida com a vida.
E sonha a menina ainda, ainda, ainda........
Uma hora chega a minha vez"............
marcos fereS

Inserida por marcosviniciusfereS

A biografia de um autor é sua obra. Únicas páginas que sobrevivem a sua morte...

Inserida por celsoantunes

" De flores em flores construímos um jardim."
marcos fereS

Inserida por marcosviniciusfereS

Tem aqueles que apagam suas biografias dos registros históricos da humanidade, para lança-las na folha corrida de uma capivara policial.

Inserida por CCF

Vou me apresentar:

Criança chorona e chata, pedrinha no sapato dos outros, apelidos: Manteiga Derretida, Irmã Paula, Grilo Falante e Madre Teresa de Calcutá, como se isso fosse uma ofensa! Tinha também Dona Cândida, a aluna sensível da Escolinha do Prof. Raimundo!

Sofri muito bullying não só na escola como entre amigos e até mesmo por parte de alguns da família. Deve ser muito difícil ser a ovelha negra da família, mas garanto que é bem mais difícil ser a ovelha verde!

Sempre tive uma visão especial sobre animais e nunca consegui entender certas coisas que sempre foram consideradas normais. Mas tinha que ser como era orientada, embora, às vezes, isso me revoltasse um pouco.

Só parei de comer carne depois de quase morrer em uma mesa de cirurgia, com apendicite supurada, peritonite e infecção generalizada. Não aceitei mais aquela máxima de que quem não come carne vai morrer por falta de proteína. Afinal, eu comia carne e ia morrer de qualquer jeito!

Talvez tenha sido um pouco tarde para minha saúde, porque demorei muito para fazer o que minha alma e coração sempre pediram. Mas foi no tempo certo para meu espírito se regozijar.

Prazer, meu nome é Letícia Esquisita!

Inserida por alehgria

Karla Fioravante (foto) é paulista, nasceu no dia 13 julho de 1976 na cidade de Mirandópolis (SP), a 596 quilômetros da capital, São Paulo. Canta há mais de 20 anos. Em 2012, completa 15 anos de caminhada com o grupo Cantores de Deus. Além da música, trabalha como terapeuta, é formada em musicoterapia, psicanálise e especialista em psicopatologia.

Quando não está nos palcos, gosta de ler, ouvir música, malhar e escrever crônicas. Já trabalhou em direções de voz de cantores renomados da música católica e faz produções na área e backings vocal em vários CDs ca-tólicos. Conheceu o padre Zezinho, scj, desde a infância e seu objetivo sempre foi cantar evangelizando.
“Desde muito jovem eu já cantava nas paróquias da cidade onde nasci. Sempre tive o desejo de ir além. Até que um dia fui a um show do padre Zezinho e expus a ele meu desejo de evangelizar por meio da música. Passei a viajar com ele em 1997. Não foi fácil no iní¬cio, e, como todo trabalho, exigiu muita dedicação. É um exercício de fé perserverar naquilo que se almeja. Antes de seguir exclusivamente a trajetória com o gru¬po Cantores de Deus, eu estudava, trabalhava como digitadora e cantava nos fins de semana em barzinhos da região onde eu morava.”

“Vamos viver sem nos acomodar. É preciso ter força para ir além quando o coração pedir e saber conquistar seu espaço com ternura e fé.”
Karla Fioravante

Inserida por marcelachatinha

Dalva Tenório (foto) é paulista de Osasco, a 24 qui¬lômetros da capital, São Paulo. Nasceu no dia 20 de setembro de 1972 e foi criada em Pernambuco. Está há mais de 25 anos cantando, e no grupo Cantores de Deus completa 15 anos no ano 2012. Já trabalhou com renomados cantores da música tradicional nordestina, e desde criança trabalha em estúdios, em gravações. Conheceu o padre Zezinho, scj, no ano de 1994, quando foi convidada para cantar no álbum: Quando a gente encontra Deus, desde então não mais deixou de cantar a serviço do Evangelho. Participou em vários álbuns da área como solo e backing vocal.

“Desde cedo envolvi-me com a música, cantei por dois anos no projeto Asa Branca, de Dominguinhos, que resgatava a música de Luiz Gonzaga. Cantei ao lado de Osvaldinho do Acordeon, de grandes nomes da música popular e sempre trabalhei com gravações em São Paulo. A convite da Paulinas-Comep, gravei algumas faixas no LP/CD Quando a gente encontra Deus, de padre Zezinho, uma delas a canção Senhora e Rainha. Então, padre Zezinho me convidou para alguns shows e passei a integrar o grupo que cantava com ele. Foi esse mesmo grupo que lançou o primeiro CD: Em verso e em canção no ano de 1998. Nascia o primeiro trabalho do grupo Cantores de Deus.

Quando sobra tempo, fico em casa com minha fa¬mília. Gosto de ver filmes, ser esposa, ser mãe e fazer comidinha! (risos). Gosto de ver as pessoas alegres e de estar sempre pra cima, a vida passa rápido demais, então, prefiro não perder tempo com problemas e tristezas. Curto cada instante como se fosse o último!

“Ser mulher é ser templo de Deus, é gerar vida, é transformar!”
Dalva Tenório

Inserida por marcelachatinha

BIOGRAFIA DE Marilina Baccarat de Almeida Leão
Nasceu em São Paulo, Capital, onde viveu sua infância e juventude. É descendente de franceses. Seu avô (francês) José Baccarat, foi delegado e prefeito de Santos-SP, na década de quarenta. Foi professora de música clássica e canto erudi¬to, com especialização em órgão. É casada com José Almeida Leão, advogado aposentado do Banco do Brasil e professor aposentado do curso de Direito da Universidade Estadual de Londrina.

É afiliada à REBRA – Rede de Escritoras Brasileiras. Pertence a ALG – Academia de Letras de Goiás.
É acadêmica imortal na Academia de Ciências, Letras e Artes de Vitória (ES) e foi nomeada uma cadeira patronímica em seu nome.
No dia 28 de fevereiro de 2015, recebeu da Associação Internacional de Escritores, o Prêmio de Escritora Destaque de 2014. É acadêmica na ALAF – Academia de Letras e Artes de Fortaleza (CE). É acadêmica fundadora da Academia de Artes de Minas Gerais.
Pertence à Academia de Letras de Valparaiso-Chile.
Livros já lançados: Com o Coração Aberto; Pelos Caminhos do Viver; Colorindo a Vida; Escalando Montanhas; Atravessando Pontes; Alamedas do Coração; Em Busca dos Sonhos; Andanças pela Vida; Viajando nas Lembranças; Vivas Emoções; Encantos da Vida; Beleza da Felicidade, que será lançado em Dezembro/2015
Radicada em Londrina (PR), chamada de pequena Londres.

Inserida por MarilinaBaccarat

"QUANTA FORÇA EM UMA SEMENTE
QUE SE PERMITE CRESCER."

marcos FereS

Inserida por marcosviniciusfereS

Porque me chamas Senhor?

"Se um dia achares merecedor.
mais que; qualquer outro semelhante?
Achar-se melhor. Por ostentação material.
Por sentar-se em um monte de pedrinhas juntadas.
Achar que o sol, brilha só para
para alguns privilegiados.
E que sombras são para quem merecem?
Saibas. Os sentidos estão empobrecidos e o entendimento,
ficou em alguma esquina do passado.
Os sortilégio temporais aprisionaram a alma.
E Transformaram a criatura em vitrine viva, da miséria.
Que é exposta a cada dia . Sob o sol. No picadeiro do circo.
Onde imbecis batem palmas. Para loucos dançarem."

marcos fereS

Inserida por marcosviniciusfereS

Vista


Vista-se do seu melhor jeito.
Da sua melhor forma.Do seu jeito.
Sentindo ou não direito.
E saia para o mundo para arrasar.
O melhor . Melhora a cada instante.
E o que não for de melhor não interessa.
Pode até chegar. Mas não vai ser convidado a ficar.


marcos fereS

Inserida por marcosviniciusfereS

O tapete

Ao capricho da tecelã,
o tapete é bordado.
E os desenhos são feitos ,
conforme o capricho e o nós
da tecelã.
A cada ponto; uma oração.
A cada desenho. Uma dança
Feliz que deixa saudade,
Quando separado por novos desenhos,
E cores que comporão o tapetes,
Com novos nós. Que irão separar
Por espaços. Ao capricho da tecelã.
E o cortar da tesoura.
Novamente se encontrando em novo,
Desenho. As linhas que guardaram
Saudades daquele encontro anterior.
Entrelaçar-se-ão novamente.
Ao capricho da artesã.
E poderão expor-se novamente ao
Esplendor. Daqueles que as enxergam,
Em novo desenho que será bordado.
Os pontos que ficaram amarrados por detrás,
Do tapete. Poderão um dia se encontrarem
Para formar novos desenhos em nuances de cores
Bonitas. Que deixarão novamente saudades.
Ou poderão separar-se por espaços distantes.
Ao capricho da tecelã. Que nunca para o seu tear.
São tantas linhas cingidas em diferentes
Espectros de cores. Que: quando se juntam,
Em diferentes desenhos e nós.
Abrilhantam e fascinam o olhar,
De quem as observam.
E provocam o desejo intenso, de se amarem
Também naquele desenho.
Mas ao capricho da tecelã.
Os desenhos e pontos. São realizados.
Rezados e bordados, onde só o mosaico,
Só pode ser visto, pelo lado de fora do tapete.
Se aquelas linhas vão se encontrar novamente.
Só o espaço de tempo irá dizer.
E: irão se lembrar novamente?
Não se sabe.
Tudo ao capricho da tecelã.
Um bom encontro de fios.
Que formam, um esplendoroso desenho.
Deve ser celebrado e rezado com intensidade.
Porque não se sabe. Quanto espaço, os fios
Irão encontrar-se novamente. Para comporem
Aquele desenho que deixou saudade.
Ao capricho da tecelã.

Marcos fereS

Inserida por marcosviniciusfereS

Nasceu em Portugal. Vive no Canada.

Textos retirados do blog pessoal da autora.

'' 1961. Quantas coisas podem acontecer no ano em que nascemos ou numa data em que algo importante nos acontece! Com menor ou maior importância todas as ocorrências ramificam a sociedade, mesmo as que não florescem.
Pensando bem foi uma época cheia de vontade para mudar. Os direitos das mulheres começavam a ganhar voz e surgia devagar o direito ao divórcio. A televisão nascida recentemente funcionava um pouco como um manto para esconder a realidade de Portugal e para entreter os olhares dos portugueses. Os artistas, os escritores e os cineastas iam-se impondo com uma certa dificuldade, mas impunham-se. Como cantores destacavam-se Simone de Oliveira, Madalena Inglesias, António Calvário e Artur Garcia. Nesse verão,a 13 de Agosto, Mário Silva vencia a volta a Portugal em bicicleta. Vingava uma das maiores empresas alimentares de Portugal; as Carnes Primor. Eusébio tornou-se jogador do Benfica, em Maio de 1961, já com a época quase a terminar, mas ainda a tempo de se tornar campeão nacional no seu 1º ano ao serviço ao Benfica. Era criado o Instituto Gulbenkian da Ciência. João Osório, um dos fundadores da Casa da Comédia estreava a sua primeira peça literária `` D. Henrique de Portugal``, no Teatro Nacional D. Maria. Almada Negreiros decorava as fachadas dos edifícios na Cidade Universitaria de Lisboa e nascia Ricardo Pinto, escritor de literatura fantástica e uns dias antes de eu nascer, estalava a Guerra de África.
Vivi a ditadura e o dia em que nos libertamos dela.
Da História antes do 25 de Abril? A História de Portugal, eu conhecia através da matéria que dera na Escola de Ensino Primário e no Ciclo Preparatório. Mas não só! Aprendi a conhecer o ambiente político do país onde nascera e vivia, pelas inúmeras histórias contadas pelos adultos, sobretudo pelo meu avô

Guardo na memória, a sala de aula na pequena escola da aldeia... a minha tão amada sala de aula! No entanto, hoje, seu sei, que o que lhe dava vida, eram os nossos sonhos de meninos. Ela tinha cheiro a aventura. Era como um navio, onde entrávamos e podíamos viajar pelo mundo inteiro, sem sair dali. Mas, eu não sabia ainda, que tudo ali era comandado pelos ideais políticos de um só homem; Salazar. Lembro-me da enorme cruz, no meio das molduras escuras, com as fotos a preto e branco do Presidente da República e do Presidente do Concelho. Todas as manhãs, antes do início das aulas, ficávamos de pé, solenemente direitos, para cantar o Hino Nacional. A importância deste ritual não era sentida apenas, ´´ antes do início das aulas``, porque, este ritual obrigatório, estendia-se e fazia-se sentir em toda a nossa educação. Muito mais tarde, viria a entender o poder da figura de Salazar na vida do povo português. Até ali, ele não passara de mais um personagem nas história que o meu avô contava, após a ceia, em frente à lareira, que nos aquecia nas noites frias de Inverno. Anos depois compreendi, o verdadeiro significado do tom mais baixo, que ele usava quando falava do Estado Português. Por vezes ele falava de alguém que se tinha excedidos nas palavras e simplesmente desaparecera, sem que mais ninguém soubesse dele.
Depois chegou a liberdade. Uma liberdade que convidou muitos portugueses a emigrarem.

Somos um povo mais aberto, podemos circular por toda a Europa e sabemos o que vai pelo Mundo. Todas as casas (quase) têm esgotos, electricidade, são equipadas com eletrodomésticos mas não existem condições monetárias para pagar tudo isso. É como se a liberdade tivesse sido ganha pela metade. As famílias que continuam a perder as suas casas, os velhos condenados a reformas precárias e cada vez com menos direitos que os ajudem a envelhecer com dignidade e as crianças que vão para a escola com fome, são a fotocópia perfeita do resultado de um governo desequilibrado, arrogante e insensível. A agricultura, as várias indústrias e comércios vivem de incertezas, abalados pelos limites que lhe são impostos.

- Não terão escasseado as uvas, porque as cepas foram cortadas a troco de dinheiro estéril?

Viva a poesia!

Viva o amor!


´´Vivi várias realidades; a algumas, àquelas de péssima índole,
cheias de códigos maliciosos e de raízes malignas... voltei as costas.
Depois de uma regularidade excessiva em campo de batalha,
entendi que não falávamos a mesma língua...
E como não queria viver na sombra ou em permanente conflito,
consumida por ódios e lágrimas, converti-as ao isolamento.
Tranquei a porta, pregando eu mesma, tábua a tábua...
(Senão, não me sobraria tempo para viver e amar.)
Agora sei que morrerei nova, ainda que morra com cem anos de idade!``

Inserida por carlosroque

todos os dias meus melhores sorrisos e porque tenho você!
todos os dias tenho vários problemas mais eu tenho você!
todos os momentos que estou feliz você e o motivo!.
toda a vez que agradeço e a você!
LR
5/11/2015
lucianodreis@hotmail.com
pensador nascido em 13/01/1977 morador de Belo horizonte - MG.
Formação em gestão de pessoas.
Sou pai, família, amigo eu amo as pessoas, eu amo!

Inserida por lucianoreis92

Não existe força mais pura,
que dando as mãos, tocam suas energia
e se misturam;
realizando o verdadeiro viver.

marcos fereS

Inserida por marcosviniciusfereS

A verdade só dura o tempo necessário de ser, no espaço de sua manifestação presente. Um pouco antes. Um pouco depois. Pode tornar-se mentira.

marcos fereS

Inserida por marcosviniciusfereS

Lua


Me encanta Lua, em que me cerca.
Que me aparece escondida em nuvens,
De encontros e desencontros virtuais de ser.
Assanhando os desejos encobrindo sinais
sinais; mais desejando ser encontrada.
Lua o que procuras afinal? senão,
daquilo que todas as Luas,
fitando o céu sempre desejaram?
O alinho de um encontro. Da escolha perfeita?
Do encontro, fora da nuvem que a encobria?
Seus desejos mais íntimos?
Descobrir-se em fim. Em si. Da alegria
de ser ; quem tu és? E amada por
assim ser. Resplandecente,
Lua, fora das nuvens.
Que encobriram sua real beleza.
Liberta das correntes.
Que a prenderam em comportamento vazios,
Por conveniências alheia. O medo alimentado,
Tornaram nuvens.
Que sempre pretendeu liberta-se. Para descobrir-se
até o fim.


Marcos FereS

Inserida por marcosviniciusfereS

O AMOR É O SENTIMENTO QUE LIBERTA.

Inserida por marcosviniciusfereS

Graveto

Na encandecencia, o fogo pega.
O sentimento de poder.
Mas o fogo sozinho apaga.
E apanha sem saber.

E passa queimando arde.
Mas se juntos. O fogo espalha.
E quanto mais juntos.
Melhor que um monte de palia.

Indignação todo mundo sente.
É uma vertente do coração.
Mas; se muita indignação.Mente.
Porque a vida não se engana não.

Existe sempre um momento certo.
para os gravetos se juntar.
É quando a fogueira queima,
o que deve se queimar.

E assim segue a vida.
Por muito tempo há de passar.
Enquanto houver gravetos certos;
Para a fogueira vir queimar.


marcos fereS

Inserida por marcosviniciusfereS