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(MÚSICA) Amantes perdidos
Esse nosso segredo não é brinquedo não...
Somos amantes perdidos dentro do próprio coração.
E esse nosso destino era muito vacilão
sempre que dá certo pra nós,
nos joga na contra mão...
É forte ver de longe duas almas gemeas separadas, agarrada a solidão...
Então eu penso ir embora e jogar tudo por ar...
Abandonar meu passado e pegar novos caminhos de outrora...
Eu preciso decidir tudo de uma vez e é agora...
Acerelar fundo nessa estrada antes que eu esqueça das únicas lembranças boas da memória.
Eu preciso ir agora, onde você está...
pegar sua mãos escrever nova História.
Assumir nosso relacionamento para não mais fugir e ter que sempre ir embora...
Eu sei que você me adora e luta para comigo ficar...
É muita inveja e nós vamos ter que superar,
Com fé em Deus nosso amor sempre vai florar...
Ref. Esse nosso segredo não é brinquedo não...
Somos amantes perdidos dentro do próprio coração.
E esse nosso destino era muito vacilão
sempre que dá certo pra nós,
nos joga na contra mão...
Agora que você vem amor, não vamos voltar atrás não...
Deus abençoe nosso ninho pois esse caminho é o nosso colchão. Para onde você for, não te largo não...
11.01.2022
“O tempo não corre, tampouco permanece estanque; trata com açoite os que temem à morte e maltrata com desdém os que invejam aos amantes.”
Pq os amantes espúrios e bêbedos bebem?
Para tornar a parte da sedução menos repugnante.
No amor não há álcool que valide a presença do outro, no amor ficamos bêbados sem álcool, dormimos como crianças ao lado de um grande amor, num sono que alimenta a alma.
A ausência de um grande amor é a insônia do espírito.
Alex Rich
Nada de comprar coisas prontas
Preferia preparar tudo
Porque eu adorava cozinhar para você
Eu amava fazer as coisas de casa
Porque eu adorava deixar ela do jeito que você gostava
Eu faria tudo novamente
Apenas para sentir que ainda sou seu
Sabendo que você também seria meu
Como nas noites que te esperava chegar
Arrumando a mesa para o jantar
Queria agora te receber com um beijo
Te olhar de lado com um sorriso de canto
Como sempre fazíamos
Queria agora ouvir você falar sobre seu dia
Era o que deveríamos!
Como você era lindo até reclamando
Como meu corpo reagia ao ver você se aproximando
Como me excitava massagear suas costas
enquanto observava você relaxando
Eu sempre penso
Que caminhos tomamos de tão errado?
Fazendo da nossa história, um quadro borrado
Deixando meu café com um gosto amargo
Ficando sobre meus ombros, um enorme embargo
Eu só queria voltar aos momentos
Onde éramos cúmplices
Dar risadas de todas aquelas bobices
Eu só queria tudo como era antes
Eu só queria voltar aos tempos
Onde éramos amantes.
Mundanos.
Mundanos, insanos, profanos,
entre pedaços de pano,
dos palhaços moralistas, artistas,
com suas listas, de como ser humano.
Errantes, distantes, amantes,
não perdem um instante,
entre o amor e o sexo,
qual o nexo, complexo, estético?
Então, cá para nós, estamos próximos e sós.
Era rap sem rima
Até cegos que viam
Homens sem palavras
Paredes que ouviam
Choros de alegria
O palhaço não ria
E a plateia triste e cordial aplaudia
Um poeta que nunca escrevia
Um coração partido
Que do amor tinha fobia
Um romance entre a morte e a vida
Mas quando brigavam
Outros amantes escolhiam
( As Rimas Do Velho Marinheiro )
Quero gritar aos céus, declarar meu amor,
Mas o medo me cala, a culpa me aprisiona,
Somos dois amantes, condenados à solidão,
Um amor proibido, uma paixão que ninguém reconhece.
A tua presença,
Ao longe, como uma estrela sozinha,
Brilha em meu céu,
Sendo inalcançável mas ainda a minha guia.
O seu mais profundo sorriso,
Um farol que me aproxima,
Iluminado meu caminho como um amuleto,
Onde a escuridão se torna vazia como as ruas de um gueto.
Em teu profundo e perfeito abraço,
A incógnita do enigma se revela,
A doce agonia de uma paixão que se cela.
Amparado pelas sombras,
Meu coração errante,
Ama- te em segredo,
Como o coração amargurado de dois amantes.
Amar a ti é como acariciar a lua,
Na estranha impossibilidade,
É o que resta de minha alma impura, que levemente flutua.
No infame palco da vida,
Somos atores perdidos,
Sentenciados pelo que o destino já parece ter decidido.
Te amar, um roteiro de tristeza, ódio e dor,
Pois sei que jamais posso ser o teu amor.
Entre risos, cortes e lágrimas, meu coração ainda pulsa,
No dilema de um amor que se recusa.
Conhecer-te foi um presente e um fado,
Amar-te é um sonho que nunca realizado.
Como rosas que desabrocham na solidão,
Meu amor cresce, acorrentado como em uma prisão.
Ah, musa inalcançável, doce desatino,
Em meu peito, é você meu eterno destino.
Na penumbra da impossibilidade, persiste,
O amor que em segredo, que meu triste coração assiste.
Assim, nesta dança de sonhos e afetos nunca vividos,
Guardo-te na alma, meu eterno amor, proibido!
Tão encantador saber que nosso satélite natural é a grande inspiração dos poetas noturnos e guarda segredos daqueles que estão amando. Oh, Lua, regente das marés, que faz avançarem além de seus limites sobre a superfície. Quão admirável é saber que, mesmo distante, contempla a vida daqueles que sonham acordados. Nos ensinando que a maior distância que temos de percorrer está dentro de nós mesmos.
O que cabe na cama?
- Na nossa?
- Cabe o silêncio que grita de prazer. O universo dos nossos corpos sem domínio, galáxias inteiras desbravas em êxtase. Cabe nosso amor em versos, em prosa, em arte viva.
Amantes são como o vinho e a videira, um sempre nutrindo o outro, juntos eles criam a doçura da vida."
Os amantes são como o vento e a vela, um sempre buscando o outro, juntos eles navegam pelos mares da vida.
O medo de se tornar refém dos amantes pode funcionar como inibidor da traição, fazendo com que algumas pessoas valorizem a fidelidade e a segurança de seus relacionamentos.
Vou tirar os fones
a melodia externa
é a que mais me consome
chove intenso
é noite de orgias
pingos molhados
gargalham energias
noite de amor
gotejam as torneiras do vinho
e as trovoadas
arrancam rolhas
de espumantes
é noite de charcos
de relâmpagos faiscantes
de entrelaces de amantes
é noite
e chove
tudo está
distante.
Tudo que eu falo ele transforma em poesia e até minha tristeza pode ser recitada como alegria
Sinto-me abraçada por suas palavras que completam as minhas
Me diz que encanto mas ele que canta a música que meu coração gosta de dançar
Quando sinto seu acolhimento é tão fácil me expressar que falo como poeta mesmo sem saber quais palavras usar
E amar muito, quando é permitido,vem para modificar uma vida reconhecemos,compenetrado. Como uma caminhada,como uma geografia: palmilhar cada vez mais fundo todos os milímetros de outro corpo e viajar nos momentos mais sublime e puro do Amor, o território da alma. como quando, olhando para o sol,os olhos compadece e verte um brilho.
O coração se ajoelha em prece e agradece.
A forma como os amantes se apoiam,tenho pensado sobre a física disso,a gravidade dos corações. O primeiro instinto humano,encontrar algo a que se apoiar,para conseguir um ombro,um par de mãos para ser frágil. Um a das gentilezas do Amor, ter uma pessoa em que você possa se apoiar,sabendo que nunca vai se incomodar com o peso de suas cicatrizes.
Nós somos dois corações que se cuidam de longe, mas que ainda não tem coragem de assumir de perto.
O que eu tenho com você não é só desejo, é amor de verdade. Eu quero você na minha vida, mas isso não depende só de mim. Espero que você também queira fazer dar certo.Eu já me entreguei muito nessa relação, mas não sinto o mesmo em troca, e isso tem me cansado. Cheguei a buscar conforto em outra pessoa, mas percebi que o que temos é único. Só que isso precisa vir dos dois lados para realmente valer a pena.Esses anos com você têm sido maravilhosos, mas, ao mesmo tempo, tudo parece superficial. Não falo do amor, porque sei que é recíproco, mas da nossa vivência juntos. Sinto que falta algo mais profundo.Quero continuar, porque você faz parte do meu dia e é algo que me faz bem! Mas tenho pensado muito em me afastar, deixar o amor morrer e recomeçar em outro lugar. Mesmo assim, no fundo, sei que meu lugar preferido sempre foi e sempre será no seu abraço de urso.
Então, o Guarda a chuva.
Corria, bailava sob a torrencial chuva, cansou e sentou em meio as poças, feliz, infantilmente feliz!
Deitou-se sobre a lama e sorria, inocentemente, sorria!
Sujou-se, enlameou-se, molhou-se, regozijada em suas peraltices; que dia!
A felicidade foi de pronto impedida por um Guarda chuvas, daqueles que vivem somente para alterar os planos de todos os amantes do natural, do simples, do belo, do SER...
Eles não eram amantes, não eram namorados, talvez não fossem amigos, mas sempre foram um refúgio um para o outro.
