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Quando a realização pessoal se inicia na ambição por poder e riqueza, as consequências se tornam um alimento venenoso para o equilíbrio e a harmonia.
Que nunca nos falte o pão que alimenta o corpo, a fé que alimenta o espírito e a magia da poesia que nos alimenta a alma.
Nós estamos transformando o que resta das florestas em cidades e animais silvestres em animais domésticos, alguns livres outros em cativeiro e todos comem o que nós comemos.
O cão ingrato é aquele que, ao invés de lamber a mão que lhe dá de comer, morde pelas costas de quem o alimenta. Se você tem alguém assim em sua vida, um falso amigo que só quer se aproveitar de sua generosidade, é hora de colocá-lo para fora da sua casa e do seu coração. Não se preocupe com o que ele irá beber ou comer, pois sua consciência estará limpa e você estará livre para seguir em frente com pessoas verdadeiras e leais ao seu lado.
A procura
Quem tem fome procura alimento
Quem tem sede procura água
Quem sente frio procura abrigo
Quem tem pressa se apressa
Quem está recluso procura uma saída
Quem está cansado procura o descanso
Quem está carente procura atenção
Quem te quer te procura.
Aprende: procuramos o que necessitamos.
Assim como o corpo, a alma precisa ser alimentada. O corpo alimentamos com comida, a alma alimentamos com oração, amor e caridade.
Sem a comida que o alimenta, o corpo enfraquece, entra em inanição e adoece. Sem o alimento da oração, da fé, do amor e da caridade, a alma enfraquece entra em depressão em adoece.
Todos nós deveríamos saber com certeza que o nosso maior inimigo é o nosso próprio coração, objetivando nos levar ao chão, procurando alimentar os desejos da nossa carne e nos distanciando da presença de Deus.
O amor de Deus é como uma mesa farta de comida e que um faminto que não come a muitos dias encontra essa mesa, mas acaba morrendo de fome por não querer se alimentar do que tem nessa mesa.
HOMENAGEM AO DIA DO PROFESSOR
Caríssimos professores, só existe uma maneira de dizer-lhes obrigado: olhem para mim!
Muito obrigado pelo que sou hoje.
Sei escrever e ler, sei questionar o que ninguém questiona, sei responder àquilo que parece não ter respostas, sei conviver com essa diversidade plural de seres humanos e outros seres mais humanos que muitos; devo tudo a vocês.
Minha mãe, Norma Augusta, foi uma heroína e me entregou como um ser humano educado nos quesitos familiares e cristãos a vocês. Desde a tia Tânia, lá no longínquo jardim de infância, passando pelas escolas de ensino primário e secundário, cresci e me tornei o que sou. Vocês abriram janelas para mim em um quadro negro, usaram giz e lápis de cor como chaves para abrir as portas desse futuro em que cheguei. Me deram livros e cadernos como se fossem pão e água, alimentos saudáveis que nutriram minha mente com as mais belas histórias e os mais importantes ensinamentos.
A única maneira que encontro para lhes dizer obrigado é pedindo que olhem para mim, vejam que sou hoje um homem que entende a importância de ter convivido com vocês por tão longas horas e por tão maravilhosos momentos. Muito obrigado, professores, por terem embriagado a mim e a muitos outros com o conteúdo de seus conhecimentos. Por terem encontrado paciência para repetir aquilo que eu não entendia, por trazerem das suas casas toda a bagagem de conhecimento que não me deixou frustrado nas minhas expectativas, não ficando em dificuldades nas viagens mais elementares, mas ampliando meus horizontes.
Só assim, meus caríssimos professores, posso dizer-lhes: Muito obrigado! Parabéns pelo dia de todas as professoras, de todos os professores.
15 de outubro de 2020
Do que como, do que me alimento e o que sustenta
Todos os dias como abobrinhas.
Sem querer menosprezar e nem desdenhar.
Mas os lábios da multidão são vãs desarmonia.
Será, seria?
Ou minha tímida percepção.
De não ter consideração.
De não colher a fala de cada canção.
Eu sei é fato.
Como, acabo ingerindo química.
Sou possuído por artefatos ocultos.
Mas me alimento de sonho.
Também da palavra.
Isto quando dou vazão.
Mas o que sustenta.
Ha, ora sim.
A esperança.
O pranto sincero.
O anseio da verdade.
Se é que conheço.
Pois sei que a cruz que remeto.
Um espírito que não tem preço.
Mas acabo consumido.
O atrito do mundo.
Eu reles e singelo.
Alcanço olhos perseguidores.
Talvez minha alma é cheia de valores.
Ou nada, simplesmente.
Um no meio da gente.
Algemado.
Que aprendeu a dedilhar nas teclas da vida.
É um emaranhado.
Nesse campo, vou de lado a lado.
Comendo a dor.
Alimentando da presença da fé.
Ainda que no íntimo, não conheça o genuíno amor.
A misericórdia me sustenta.
E eu.
Só posso me colocar como instrumento.
Ainda que não entenda.
Eu sei.
Oh céus.
Senhor.
O mau pode me odiar.
O altíssimo, meu sustento.
Giovane Silva Santos
Aquele que é verdadeiramente espiritualizado não consome carne, não compartilha do derramamento de sangue dos animais em prol da gula. Só vive dos desejos da carne aquele que vive no mundo e despreza que animais assim como os humanos são obras de DEUS.
Além de nós
Falavam desde muito tempo
Que é complicado o coração
Às vezes forte!
Outra hora, fraco
Oscilando sempre a sua pulsação.
Pois na verdade a carne é fraca
Sempre correndo o risco de perecer
De fome, frio, e enfermidade
Até a vida, mais cor não ter.
E nem por isso é que então
Não vale o tempo aproveitar
Além da carne, somos alma
Dispostas ao amor compartilhar.
Imagino que esta seja
Um ser muito especial
Verdadeira criação de Deus
O nosso lado espiritual.
Porém, de alguma forma
Ao nosso corpo, conectada está
Recebendo assim tudo
O que por nós venha a passar.
Talvez seja então por isso
Que quando há um forte sentimento
É só apenas a alma
Tentando obter o seu alimento.
Alimento, que é a vivência
A forma de nós agirmos,
Então aí devemos ter cuidado.
Para a alma não afligirmos
O desafio fica então
De nosso corpo controlar,
Cultivando o bem
E o amor sempre plantar.
Pois no final o que resta
É apenas o escurecer
Assim, desprendendo-se da carne
Lá vai a alma eternamente viver!
O cuscuz é muito bom,
bem melhor que caviar.
Na mesa do sertanejo,
serve para alimentar.
No Nordeste é tradição
do litoral ao sertão,
é cultura popular.
Quando me alimento de comentaristas, livros e citações teológicas; estou enganado por não conhecer as Escrituras nem o poder de Deus.
Quando você parar de associar Deus a bens materiais e comida, entenderá que Ele nunca te abandonou.
