Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Nosso caráter é posto a prova diuturnamente mas é definido mesmo pelo aquilo que fazemos quando achamos que ninguém está nos vendo
Quando por insistência fazemos questão de segurar aquilo que deseja partir, estamos impedindo algo novo de se aproximar...
A vida fica mais colorida quando fazemos aquilo que nós gostamos, principalmente o fazendo todos os dias.
As vezes nos arrependemos por aquilo que fazemos de errado,só que quando o tempo passa e você percebe que a pessoa a quem você sonhava acordado,fazia planos futuros e era o seu primeiro e último pensamento do dia está com outro que não sonha,não faz planos e nem é o seu pensamento diário,ai você se arrepende mesmo é por aquilo que você deixou de fazer.
Acredito que o amor é aquilo que nos faz fazer coisas estúpidas quando pensamos que fazemos coisas inteligentes.
Nossa religião é aquilo que fazemos quando o sermão acaba
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Já está mais do que batida a máxima de que exemplos e atitudes é que valem, pois discursos e palavras se perdem ao vento. Podemos dizer frases bonitas e argumentar com propriedade, porém, a forma como vivemos é que determinará o que somos, o que temos dentro de nossos corações.
O mundo anda carente de amor, de respeito, de empatia, de se enxergar o outro, de se perceber parte de um todo. A vida corre também fora da gente e se estende muito além de nossa zona de conforto. Temos, sim, que cuidar do que ocorre dentro de nós, de nossos sentimentos, porém, caso só nos preocupemos com o nosso eu, estaremos negligenciando o nosso papel social, nossa capacidade de nos relacionarmos e de fazermos diferença positiva nas vidas alheias.
Interessante notar que as pessoas procuram diferentes formas de se comunicar com Deus para se sentirem bem. O Brasil é um país bastante religioso, inclusive colocando a religião em setores que deveriam ser laicos.
Mesmo assim, apesar de toda essa multidão que frequenta igrejas, cultos, terreiros, ainda assistimos a cenas de total falta de compaixão em relação ao próximo. Nem mesmo crianças e idosos estão sendo poupados de atitudes violentas ultimamente.
E, ao lado dessa violência explícita, ainda há a violência velada, implícita, indireta, mas também extremamente prejudicial. Um simples olhar, o desprezo, o silêncio diante do mal, há várias atitudes que implicam violência e maldade. Muitas pessoas, inclusive, conseguem ser muito melhores na rua do que em casa. Encenam uma figura boníssima na sociedade, porém, transformam os seus lares em verdadeiros infernos, sendo cruéis com seus familiares nas mais variadas formas.
Como se vê, muitas pessoas se contradizem diariamente, fingindo o que não são, tentando expiar suas culpas em locais religiosos, fazendo caridade como obrigação e tentativa de receber perdão, porque, na verdade, têm consciência do mal que espalham.
Porém, de nada adianta orar e continuar praticando os mesmos erros. A religião está dentro de cada um e só existe na prática. Porque religião não se discute, pratica-se.
O nossa maneira de agir, de pensar, de falar reflecte aquilo que somos.
O nosso "eu" verdadeiro é expresso em cada acto que praticamos.
A vida nos remete a desafios em todo instante. Somos desafiados por aquilo que nunca vimos muitas vezes. A solução está em nossa reação.
Somos o que pensamos, e dizemos aquilo que pensamos, pois, transportar o que se vê ou o que se sente, é um direito de cada indivíduo em sua “persona”.
Não somos o que falamos, o que fazemos, nem o que dizemos ser. Somos na verdade aquela pessoinha; aquela lá escondidinha no nosso íntimo, que guardamos em secreto dentro de nós. Essa sim assusta e dá vergonha de apresentar!
Somos do tamanho daquilo que sentimos , e que fazemos , e não do tamanho da nossa estatura.
Logo então que o sistema nos identifique como gigantes que somos!
Somos únicos. Únicos pelos caminhos que seguimos; únicos nas escolhas que fazemos; únicos na forma de amar e não tão menos únicos na forma de odiar. Enfim, únicos na forma de viver, porém sentimos a indiferença quando para a morte somos todos iguais, meros seres desprezíveis
Não é sobre o que fazemos ou pensamos, mas sobre a disciplina e a rotina que, em silêncio, moldam e revelam quem realmente somos.
