Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Uma das grandes dificuldades dos cristãos nos últimos anos, é enxergar a igreja como algo real, que vivenciamos todos os dias, e não uma reunião com dias escolhidos conforme nosso agrado no templo. Começam a servir, mas não duram muito tempo. Por que? Porque percebem que os outros irmãos não tem tido a mesma intensidade, que estão com menos compromisso. E então ao deixar de fazer por causa dos irmãos, estão agindo da mesma forma. Paremos de olhar ao redor para achar motivos, olhemos para cima para motivarnos. E olhemos ao redor com oportunidades para servir, com atitudes, com atos, e para atitudes e para atos dos demais irmãos. Você pode dedicar-se às "obrigações da igreja", ou pode derdicar-se "sendo igreja", que é dos maiores privilégios que nós filho de Deus podemos ter.
Alegremo-nos! Somos um. Um com todos os irmãos, e todos nós em DEUS!
O que pode sair de dentro mim de ruim são as fezes, o que poderá sair de excelente de mim são as palavras faladas e escritas, porque somos o que devemos ser independente de raça, cor, credo ou classe social.
Antes das estrelas nascerem, elas são apenas poeira e gás, e só depois de se tornarem fortes, densas e fundirem seus elementos, elas se tornam estrelas.
É o mesmo que você precisa fazer com você, você precisa se fortalecer antes, você vai precisar se chocar com os seus próprios medos, vencer barreiras, se esbarrar com problemas e traumas do passado, passar por um processo de transformação, e, assim, a superação de todos esses elementos te fará mais forte, fortalecendo o seu coração.
É tanta descoberta, trabalho, dedicação e energia envolvida nesse processo que você passará a brilhar como uma estrela que finalmente estará se tornando uma — a estrela torna-se tal qual o que realmente é e o que nasceu para se tornar.
Somos
Todos
Estrelas
Perdidas
No céu
Não existe a necessidade de ir atrás de alguém para se sentir feliz. Independente de qualquer coisa é sempre bom ter alguém do seu lado que te ame e demostre isso, o nosso erro é só não conseguir enxergar o quanto somos grandiosos ainda só.
“Somos todos viajantes no espaço-tempo. Estamos apenas de passagem por aqui, em nossa breve jornada. Nosso objetivo é observar a paisagem, aprendermos com nossos erros e acertos, amarmos uns aos outros e evoluirmos espiritualmente. O término da viagem ocorrerá somente quando retornarmos para uma das moradas de Deus, onipotente, onisciente, onipresente.”
Não ter segredos nos torna demasiadamente vulneráveis,
nos faz demostrar o que somos e quem somos, ceifa nossa defesa como porta aberta em tempo de tormenta,
quando percebem que estamos desprotegidos
entram e fazem a ventania sob nosso teto
numa velocidade tamanha que por vezes não percebemos, muitos se aproveitam disso,
outros nem percebem.
Podemos tentar mudar, fechando a porta varias vezes
mas não conseguiremos manter-la fechada por muito tempo,
pois esta é a nossa essência!,
as portas sempre voltarão a se abrir depois de termos organizado a mixórdia da ultima tormenta.
Somos
Somos pontos luminosos, somos energia,
temos o efeito da atração, somos conectados,
possuímos as características da fotossíntese, temos o poder do sol e da lua sobre o nosso teto, entendemos a importância dos balanços das marés, todos somos um só,
vivemos de tempos em tempos, de corpos em corpos, somos infinitos.
"As mudanças não nos moldam por si só; somos nós que escolhemos permitir que elas nos transformem — para melhor ou para pior. No fim das contas, quem está no controle somos nós."
Quem somos?
A soma do que vivemos, convivemos, herdamos e juraram que deveríamos ser.
E o valor que, no olhar do outro, esperamos, que nos reconheçam e nos façam crescer.
Não somos uma ilha.
Nossas atitudes afetam as pessoas que estão a nossa volta. De forma positiva e negativa. Mesmo aqueles com quem apenas dividimos um espaço, seja ele um condomínio, uma rua, a cidade ou o país, podemos interferir na vida de quem partilha conosco esses ambientes.
Assim, se deixamos de seguir o regulamento do prédio onde moramos, causamos prejuízo aos demais condôminos e, consequentemente, ao convívio harmônico dos moradores; se não consertamos os buracos da nossa calçada, prejudicamos as pessoas que passam por ali; no âmbito da cidade, se sujamos os rios, estamos contribuindo para que, nos dias de chuva, haja alagamentos; se não cumprimos com o nossos deveres por exemplo, pagar impostos, votar, estamos deixando de dar a nossa contribuição para o bom andamento da sociedade.
Mas quando a ligação com as pessoas que nos rodeiam é de amizade (verdadeira) ou familiar, a responsabilidade sobre nossas atitudes é de outra natureza. Tudo o que fazemos, de bom ou de errado interfere nas pessoas de forma mais intensa. Se ficamos doente, preocupamos essas pessoas que querem nos ver bem de saúde; quando nos curamos, passamos alegria pra todos; os nossos sucessos contagiam os que nos amam, assim como nossas dificuldades entristecem os que querem nos ver bem.
Deveríamos fazer as coisas da melhor forma possível e evitar problemas, mas não só porque temos um compromisso com quem nos relacionamos. O maior compromisso que temos é conosco mesmo, ou seja , acima de tudo, temos que ter feito um pacto de boas intenções conosco, de forma que tudo que fazemos e como fazemos nos leve para frente.
Assim, procurar a sua felicidade, cuidar da sua saúde e fazer as coisas como precisam ser feitas é uma demonstração de amor próprio mas também significa amar os outros. Quem ama, quer dar o melhor de si e isso passa por essa questão de como tocamos a nossa vida, do que fazemos com a nossa saúde, com nos nossos recursos, etc. Mostrar nossas melhores habilidades e o melhor de nós, antes de ser vaidade, é uma demonstração de amor e de generosidade.
