So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
Feliz Dia do Amigo! Eu gosto de cumplicidade. Comigo não tem esse negócio de interesse e só de momentos bons. Se for preciso, entro no fogo, entro na briga, pego o primeiro avião para proteger meus amigos. Sei exatamente quando a pessoa faria o mesmo por mim... Quando me chamar de incessante. Pronto. Uma aliança!
Só Deus sabe! As vezes a gente não tem ideia do quanto a gente precisa andar pra ocupar alguns lugares na vida. Eu precisei andar pra chegar até aqui nesta noite de hoje. Eu enfrentei estradas, desbravei distâncias, descobri pessoas, fiz amigos... Muitos amigos! Gente que entrou na minha vida e tornou-se parte da minha constituição humana. Andei quilômetros, mas andei também pelas estradas misteriosas da minha alma. Interessante! Nos lugares e nas pessoas que eu encontrava eu também tinha a oportunidade de me visitar um pouco. Porque aí eu encontro esta maravilhosa experiência de me ver refletido. Eu posso dizer que sou um território sem fronteiras, sem cercas, mas quem manda aqui é Deus! Já perdi o direito de me dizer, de me definir de forma singular, eu sou plural. No meu coração eu abrigo uma multidão de maneira que hoje é inviável pronunciar o meu nome sem identificar nele, sem colocar nele muitos outros nomes. É por isso que gosto de me definir assim quando me perguntam: "quem é você, rapaz?" Eu digo: "eu? Sou um Zé da Silva e outros tantos...
Só aprende a andar de bicicleta quem tem ousadia e não desiste, mesmo após vários tombos e machucados…
CADA UM SÓ TEM O QUE MERECE
Pelo sim, pelo não...
Renego o que nunca tive
Dispensando suposições!
Até porque há várias razões:
Se nunca tive é porque
Predestinadamente, não era pra ter.
Pergunto: quem há de dizer
Contraditoriamente meu pensar?
Dispensemos o que nos apetece.
Vivamos cada dia o que nos cabe
E sejamos felizes!
Mas, aí você pode perguntar:
Se eu tivesse seria tão diferente...!
Novamente serei contundente:
Cada um só tem o que merece!
É...Tem dias que a gente não quer falar nada... Só quer um OI... um sorriso sincero, um abraco, quem sabe um beijo... É tem dias que a gente é assim!
Quando a gente percebe que o outro não vai mudar
Você só tem duas alternativas, ou resolve amá-lo apesar das falhas ou deixa de amá-lo. Não sei quantas vezes desisti de amar, eu me chateava em dar opinião, ele se tornou exímio em críticas, eu passei a só dar opinião se fosse solicitada.
Quando eu resolvi terminar acabei me livrando de um peso imenso e abri caminho para construir uma vida melhor. Não chorei, não briguei, não demonstrei tristeza, não dei motivos, não justifiquei, não senti pena, não desconstruí suas qualidades que ficaram dentro de mim, não fiquei brava. Eu só resolvi terminar para voltar a ser quem eu sempre fui.
Eu fui a pessoa mais forte que eu conheço, eu decidi não vou mudar minha forma de ser, eu apenas pedi a Deus que abençoasse o meu novo caminho, eu tinha me organizado mentalmente para ser feliz nesse relacionamento, mas infelizmente a gente não consegue programar certos acertos na vida.
O dia estava lindo, eu me sentia bela, linda, sofisticada, cheia de atitude, eu queria ir comigo ao infinito, eu estava fascinada por viver minha vida de forma única, sem contemporizar tanto, sem ser doadora demais. Chega de sofrer por um homem que não sabe valorizar a mulher que tem.
Faltava paixão, sobrava interferência na minha vida, por vezes avancei com a ideia de terminar, outras recuei, me perdia em promessas, desviava com as esperanças, batia uma moleza de começar do zelo, eu estava me fechando nas buscas parecia mais cômodo ser uma infeliz na zona de conforto.
Só lamento que tenha demorado tanto tempo para me libertar, tudo havia acabado há muitos anos, não havia sensação de bem estar, nada mais era interessante e divertido, era inútil a insistência.
Eu tentava relembrar aquela moça bonita e segura que era eu, as tantas coisas que detestávamos um no outro, eu preferia a companhia do livro a dele, eu me permitia chorar escondido. Eu também errei bastante, eu agia de uma forma específica para moldá-lo e transformá-lo, acho que eu tinha transtorno bipolar.
O engraçado é que eu conhecia os fatos, eu não vivia na ilusão, eu entendia seus presentes excessivos, eu percebia a vontade de brigar espocando nas veias, eu sempre achei que a fidelidade é uma obrigação de ambas as partes, mas me fingia de cega.
Sua atitude foi nobre o que me deixou aliviada. Ele não implorou, não me desejou mal, não forçou, não foi absolutamente agradável e incentivador, mas demonstrou plena consciência que eu estava agindo certo diante de tanto equívoco na relação.
Ele jamais brigaria por mim, apesar de ter me confessado que se deixou acreditar no pra sempre, fez um “mea culpa” e disse ter sido egoísta. Ele tinha um amor por Deus inabalável, mas não sentia amor pelas pessoas, elas eram muito idiotas e preconceituosas, cheias de arrependimentos e isso não o admirava.
Tenho medo do ego dele explodir, tenho pavor por ele não saber lidar com os acontecimentos, penso que um dia ele possa se comprometer com ele mesmo, enfrentar os desafios, vencer os obstáculos, acreditar que vale a pena se sacrificar por quem se ama.
Tudo tem solução, tudo tem seu cheiro, seu modo de ver o mundo, sentir eu mesma depois de muitos anos foi no mínimo libertador, é melhor calar para não chorar. Uma coisa eu tenho certeza dessas incertezas da vida, nós nunca vamos nos unir novamente, nós não combinamos, não defendemos os mesmos interesses, nada nos pertence, nem as filosofias espirituais.
O lero-lero de casal precisa de conteúdo, demonstrar essência, fazer feliz, eu sou de um temperamento que só faço coisas que me deixam bem, o meu maior tesouro é me sentir livre, o milagre da liberdade infelizmente só é conquistado por poucos.
Nos beijamos no rosto com todo amor que sempre desejei viver, com o carinho do desejo de felicidade, com a inteligência simples e sincera de resguardar a pouca coisa boa que nos restou, que o lado mau nunca ofusca o lado bom.
Por várias vezes eu disse uma coisa e fiz outra, ou ainda, me doei de forma limitada, pouco admirável e nada nobre, deixei no ar que não havia nada a ser mudado em mim e pago o preço das minhas escolhas porque nessa relação nenhum dos dois quis mexer um músculo sequer para fazer o outro feliz, para tentar o encaixe.
Quando a gente percebe que o outro não vai mudar
Você só tem duas alternativas, ou resolve amá-lo apesar das falhas ou deixa de amá-lo. Não sei quantas vezes desisti de amar, eu me chateava em dar opinião, ele se tornou exímio em críticas, eu passei a só dar opinião se fosse solicitada.
Quando eu resolvi terminar acabei me livrando de um peso imenso e abri caminho para construir uma vida melhor. Não chorei, não briguei, não demonstrei tristeza, não dei motivos, não justifiquei, não senti pena, não desconstruí suas qualidades que ficaram dentro de mim, não fiquei brava. Eu só resolvi terminar para voltar a ser quem eu sempre fui.
Eu fui a pessoa mais forte que eu conheço, eu decidi não vou mudar minha forma de ser, eu apenas pedi a Deus que abençoasse o meu novo caminho, eu tinha me organizado mentalmente para ser feliz nesse relacionamento, mas infelizmente a gente não consegue programar certos acertos na vida.
O dia estava lindo, eu me sentia bela, linda, sofisticada, cheia de atitude, eu queria ir comigo ao infinito, eu estava fascinada por viver minha vida de forma única, sem contemporizar tanto, sem ser doadora demais. Chega de sofrer por um homem que não sabe valorizar a mulher que tem.
Faltava paixão, sobrava interferência na minha vida, por vezes avancei com a ideia de terminar, outras recuei, me perdia em promessas, desviava com as esperanças, batia uma moleza de começar do zelo, eu estava me fechando nas buscas parecia mais cômodo ser uma infeliz na zona de conforto.
Só lamento que tenha demorado tanto tempo para me libertar, tudo havia acabado há muitos anos, não havia sensação de bem estar, nada mais era interessante e divertido, era inútil a insistência.
Eu tentava relembrar aquela moça bonita e segura que era eu, as tantas coisas que detestávamos um no outro, eu preferia a companhia do livro a dele, eu me permitia chorar escondido. Eu também errei bastante, eu agia de uma forma específica para moldá-lo e transformá-lo, acho que eu tinha transtorno bipolar.
O engraçado é que eu conhecia os fatos, eu não vivia na ilusão, eu entendia seus presentes excessivos, eu percebia a vontade de brigar espocando nas veias, eu sempre achei que a fidelidade é uma obrigação de ambas as partes, mas me fingia de cega.
Sua atitude foi nobre o que me deixou aliviada. Ele não implorou, não me desejou mal, não forçou, não foi absolutamente agradável e incentivador, mas demonstrou plena consciência que eu estava agindo certo diante de tanto equívoco na relação.
Ele jamais brigaria por mim, apesar de ter me confessado que se deixou acreditar no pra sempre, fez um “mea culpa” e disse ter sido egoísta. Ele tinha um amor por Deus inabalável, mas não sentia amor pelas pessoas, elas eram muito idiotas e preconceituosas, cheias de arrependimentos e isso não o admirava.
Tenho medo do ego dele explodir, tenho pavor por ele não saber lidar com os acontecimentos, penso que um dia ele possa se comprometer com ele mesmo, enfrentar os desafios, vencer os obstáculos, acreditar que vale a pena se sacrificar por quem se ama.
Tudo tem solução, tudo tem seu cheiro, seu modo de ver o mundo, sentir eu mesma depois de muitos anos foi no mínimo libertador, é melhor calar para não chorar. Uma coisa eu tenho certeza dessas incertezas da vida, nós nunca vamos nos unir novamente, nós não combinamos, não defendemos os mesmos interesses, nada nos pertence, nem as filosofias espirituais.
O lero-lero de casal precisa de conteúdo, demonstrar essência, fazer feliz, eu sou de um temperamento que só faço coisas que me deixam bem, o meu maior tesouro é me sentir livre, o milagre da liberdade infelizmente só é conquistado por poucos.
Nos beijamos no rosto com todo amor que sempre desejei viver, com o carinho do desejo de felicidade, com a inteligência simples e sincera de resguardar a pouca coisa boa que nos restou, que o lado mau nunca ofusca o lado bom.
Por várias vezes eu disse uma coisa e fiz outra, ou ainda, me doei de forma limitada, pouco admirável e nada nobre, deixei no ar que não havia nada a ser mudado em mim e pago o preço das minhas escolhas porque nessa relação nenhum dos dois quis mexer um músculo sequer para fazer o outro feliz, para tentar o encaixe.
Na boa, é muito foda viver em um mundo assim. Tem gente que só machuca os outros, tem gente que não sabe amar.
- Será que alguém tem medo de me perder?
- As vezes muitas pessoas, você só não as conhece.
- Se eu não as conheço como elas terão medo de me perder?
- Porque quando elas te conhecer elas vão ter esse medo.
Pensei em me inscrever numa academia.
Mas aqui não tem academia, só 'Body' e 'Fitness'.
Como não entendo inglês, desisti.
Eles perderam ótimo cliente e eu
criei mais uma das minhas frases de verdades!
Valorizar-se não tem nada a ver com relacionar-se com quem é mais rico, só pelo fato de ser rico. Lamento, mas o nome disso é interesse. E quem disse que interesse é defeito? Não necessariamente, mas só se ele for usado da melhor forma, com dignidade e esperteza.
Se ele for bom caráter, é o fundamental que você precisa, afinal casais unidos e inteligentes constroem patrimônio juntos. Se for bom caráter e rico, aí tirou a sorte grande, afinal, se tratar-se de casal unido e inteligente, é só manter, mas se for para escolher, caráter deverá ser sempre a opção prioritária, afinal novamente, que mulher prefere a infelicidade, embora farta de regalias materiais do que ser feliz ao lado de quem saiba realmente o sentido do termo 'valorizar uma mulher'?
Das duas a segunda é alternativa e ela pode sim usufruir do que é do seu amado, porque também é dela, mas se essa mulher for mais inteligente ainda, usará seu potencial para batalhar o seu próprio futuro, porque esse sim, é incontestavelmente dela; Na primeira, a solução para a mulher, apenas se ela for bem resolvida e inteligente, nada mais é que também se enxergar como mulher que é capaz de vencer, independendo de submissão masculina.
Submissão é uma palavra tão pré-histórica que a primeira imagem que vem à cabeça é o marido com o tacape na mão puxando sua 'escolhida', orgulhosa, pelos cabelos. Credo!!! A diferença é que não compensava-se com joias caras, o que também não é justificável.
Dinheiro nenhum encobre cafajestagem. Dinheiro até pode ter a sua parcela de relevância, mas ninguém namora conta bancária; Ele só pode ser gasto e não maltrata e nem desvaloriza ninguém, muito menos mulher que sabe o valor do seu passe.
O amanhã pode não existir
Sei que tudo na vida tem um fim, só não sei dizer pra mim.
É como se a água do mar acabasse. Mas ela vai acabar!
Todas as noites ao olhar as estrelas, digo a mim mesmo que será pela ultima vez.
Todos os dias serão sempre os últimos dias. Nada pode parar o tempo. Nenhum dia é igual, por mais que você tente faze-lo igual, você não irá conseguir, pois não é todos os dias que teremos sentimentos verdadeiros sobre os momentos. Não é todos os momentos que temos emoções.]
Não vou me jogar ou me entregar ao mundo, jamais, vou apenas viver intensamente cada dia, hora, segundo, pra futuramente não ter arrependimento em minha mente, não sentir culpa por não ter feito nada.
Viverei cada momento bobo. Vou tentar conquistar meus sonhos. Eu quero viver, eu tenho o direito de viver!
Não vivo em busca de dinheiro, minha vida não gira em torno disso. Todo mundo precisa, mas não é por isso que vou deixar minhas coisas de lado, pra servir a esse supremo consumo.
Esse mal necessário que todos querem, que largam tudo pra servir a ele. Largam sua vida, largam tudo, e ainda dizem que são felizes. Cadê a felicidade nessa sua vida monótona que gira em torno desse consumismo viciante? Desculpe-me, mas a única coisa que vejo é a sua futura decepção, quando você descobrir que a vida, não é só sair caminhando por ai sem destino.
A pior morte que há é quando você está vivo, mas não faz nada por você, quando você não liga pra nada. Aí sim você pode usar o termo infelicidade.
Uma palavra pode calar um nação, ou desperta o mundo, mais a palavra por si só não tem poder algum, é você quem da a emoção do poder as palavras.
