So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
"Renasceu a esperança no coração,a partir do dia em que você apareceu em minha vida,dela fez seu esteio e dela cuida como se sua fosse."
" Por um momento baixei a cabeça de cansado e os olhos pesaram, adormecido sonhei com minha infância cheia de dificuldades, porém feliz, não me preocupava com o tempo, não havia tanta responsabilidade quanto agora,o tempo foi tão rude e apressado,acho que ele sentiu inveja e resolveu passar rápido como um raio."
"Manifesto meu conhecimento tácito como uma forma segura de retribuir à vida tudo aquilo que me foi ensinado e de forma clara o torno explícito."
"Quão formoso é o teu sorriso,que de encanto me enche,de alegria me transborda e de inveja mata a tristeza,basta apenas um sorriso teu e tudo de ruim vai embora."
Minhas retentivas me mostram belezas inigualáveis, de tempos passados... E...em outras tantas, construídas pelo meu consciente, recém restaurado por meu pensar e sentir, como se fosse uma nuvem a me emcobrir e, juntas, caminharmos de volta ao passado, onde, em um simples retrato, se inscreveu toda uma verdadeira formosura, que se passou...
Minhas espécies respiram o ar puro do meu pensar, das minhas caminhadas, por elas, ao avistar, pelo caminho, orquídeas, ou, simplesmente sentar-me em um dos seus bancos toscos e ficar ouvindo o silêncio...
Dizem que há tempos para tudo,
inclusive para se arrepender e se desculpar.
Arrependeu-se (interrogação)
Desculpe-se!
Pior do que se desculpar pelo que fez
é ter um coração cheio de arrependimento
e ser vencido pelo medo de voltar atrás.
Amanhece.
Entardece.
Anoitece.
Se aborrece,
Se apetece,
Se entristece e
Se esquece,
mas...
não cresce!
Porque deixar a infância
ninguém merece.
Sua vida será mais gratificante,
se o prazer com que você planta
for maior do que os planos que você faz
com o que espera colher.
Semeie o bem.
Apenas semeie o bem
e deixe que a vida faça o resto.
Voemos alegres
em busca da vida
há muito escondida
em tantos corações
e há tanto sentida,
sem tantas razões,
porque nesta vida
são muitas paixões
que não necessitam
de explicações.
Era você e era eu.
Nasceu
o grande amor
que o destino nos prometeu.
Você trouxe os seus desejos,
e eu lhe entreguei os sonhos meus.
Aconteceu:
Um do outro, no caminho, se perdeu,
mas tudo o que dividimos
permaneceu.
Não morreu.
Por tudo isso,
todo o nosso amor valeu!
(...) Estou demasiado embriagada de sentimentos e ao mesmo tempo num completo momento de lucidez, e nestas alturas sei que me faz bem optar não me partilhar com ninguém. Ignoro as variadas investidas para me tirarem de casa e até desligo os meus inseparáveis telemóveis. Conheço bem as minhas tentações, e sei que nestes meus momentos sou facilmente tentada, na maior parte das vezes até sou eu que me deixo tentar…e deixo-me ir ao sabor das tentações, umas vezes com a máscara, outras vezes nem preciso dela, porque essas tentações fazem-me sentir bem, gosto do seu sabor e não o posso negar. Fujo das tentações e mantenho-me neste momento de lucidez e transparência para comigo mesma, onde a única coisa que me embriaga e me faz sentir atordoada é aquilo que sinto. Fujo das tentações, mas não dos meus sentimentos. (...)
(...)Arrumo esta máscara a um canto. Hoje renuncio a tudo. Entrego-me a mim, desisto e deixo de fingir que estou bem. Cedo às lágrimas que querem cair e ando a tentar travar. Desisto, suspendo esta máscara por esta noite e arrumo-a a um canto. Olho para ela, e até ela me diz que esta noite prefere ficar arrumada a um canto. Então consinto a mim mesma que a água salgada acumulada há dias me banhe o rosto. Abstraio-me de tudo. Hoje autorizo que a dor fique aqui. Talvez precise dela para crescer mais um pouco, ou me elevar e reconstruir ainda mais. (...)
Sinto-me apta para trancar um ciclo, apta para banir os pavorosos pensamentos que muitas vezes me atacam. Não posso autorizar, nem consentir que a minha postura seja dobrada ou abatida pelas ciladas da minha existência.
Sinto-me uma espécie de bolsa a rebentar de palavras e opiniões intercaladas. Ao mesmo tempo sinto-me várias pessoas que coordenam e organizam essas palavras num formato desigual. Não me imagino a estancar essas palavras numa parte qualquer do meu pensamento e abandona-las por lá. Sinto os meus valiosíssimos neurónios a agitarem-se em movimentos compulsivos e destrambelhados uns contra os outros.
Definitivamente têm toda a razão quando dizem que mais pareço uma cisterna de emoções. Não sei disfarçar o que sinto. Não sei mesmo, em nenhuma situação. Dizem que eu tenho o coração muito perto da boca. Dizem e dizem bem. Penso e quando dou por mim os meus pensamentos já ganharam vida (...)
