Sinto o Vento na Janela
Não é ilusão, eu sinto aquela verdade, eu vejo. Eu vejo o vento. O vento é verdade. Eu o vejo porque alem de sentir eu o imagino... E se a minha cabeça diz, ninguem vai dizer que não estou certa da minha verdade...
Os tempos se passaram, e ela foi levada mais uma vez pelo vento, mas ainda a sinto na brisa forte que bate em meu rosto, e a saudade ainda me deixa a lembrança de uma garota tão ingênua, tão sorridente. Quando via seu sorriso costumava sorrir junto a ela, e ele costumava alegrar meu dia como um dia ensolarado num inverno qualquer. É essa garota não existe mais, em seu lugar uma nuvem negra de tristeza ocupou o espaço, e ela se tornou uma pessoa fria, e sem mais brilhos em seus olhos […] e eu ainda amo, amo como nunca amei alguém, pois o amor verdadeiro permanece mesmo de pois das mudanças
Eu sinto o vento tocar em mim, o frio está aqui. Ele trouxe o vazio e me arrastou para a escuridão. (Maldita Canção)
O vazio do amanhã
Não, não a nada aqui...
Não sinto o mar, nem o vento a me levar.
Sinto um nada a me provocar ...
Sons, palavras pequeninas, papel a pintar.
Um lápis aqui, e lá.
E nenhuma palavra a me guiar.
Sinto-me fraca, como uma flor seca,
Sem vida, sem sonho, a espera da terra fria ...
E mesmo que eu quisesse viver, não poderia.
...
Não penso em nada ...
Não sinto mais nada, não sei de nada ...
Não sei do amanhã ...
Mais, o amanhã existirá?
Fecho os olhos e sinto o som das ondas, o cheiro do mar, o vento em meu rosto e percebo um horizonte lindo diante de mim. Sinto a areia macia sob meus pés, suas boas energias, suas boas vibrações. E lá do alto, uma lua linda que me acompanha e me cuida por onde quer que eu vá. Agora você já sabe onde estou. Se quiser me encontre, me sinta, mesmo que seja nos seus pensamentos.
Sinto que estou suspirando ao vento. Sorrindo para estranhos no meio da rua. Cantarolando canções que não existem! Isso tudo já é um sintoma conhecido. O sintoma de que você só não me faz bem, como também faz bem ao meu coração.
Teu cheiro vem com o vento do amanhecer,
O gosto da tua boca sinto em outras bocas,
Coisas que não saem assim tão rapidamente.
Sim, estou vivendo, todos os nossos momentos.
Não sabia que te amo tanto, não sabia que iria te perder
E o que faço agora?
Como posso viver desse jeito?
Sangrando por dentro, sem ar, sem vontade,
Sem você.
Algo aqui luta por mim
Não sei direito como dizer
Simplesmente o que me ajuda é o amor que sinto por você.
Amor, porque tenta me ajudar?
Amor, porque vem me dar esperanças?
Se você me disse adeus e eu apenas aceitei
Ficar sem você é um pesadelo que agora em diante viverei.
Nas asas da liberdade, vejo o mundo inteiro... à minha vanguarda!
Sinto o vento, ressoar no meu rosto... vejo a revoada...
Sinto o tocar nas nuvens dos sonhos e desejos...
Constantes, de amores... de tempestades, e de lampejos...
Sinto que fui um pássaro
Ainda nutro o desejo de ser livre
Que voa longe ao sabor do vento
Que cansado,
busca um lugar de repouso,
reencontro.
Algumas vezes frágil diante da vida.
Outras vezes, imponente, dono do céu.
Yara Alves
Viajo, me acalmo, me tranquilizo.
Dou valor às pequenas coisas, sinto tudo... O vento, as árvores, observo o sol, a lua, as estrelas e o céu.
Agradeço a Deus pela vida, pelas pessoas boas ao meu redor!
🚬 🍁 🔥 🍃
As vezes me sinto como o vento, todos sabem que estou aki mas ninguém me ver. As vezes me sinto como a letra de uma música as pessoas ate me escuta mas não faz nada que eu digo.
Sinto saudades do outono, do vento varrendo as folhas caídas. Aqui não existe outono, as pessoas não conhecem a dança folhas.
RODEIO DO TEMPO
Sinto o vento áspero que repousa em mim
Na noite do cerrado, entre o céu e o chão
Bafejado do horizonte, imbuído na emoção
Desfolhando a poesia enroladas em cetim
Sinto o solfejo do inverno de julho, então
Me cubro com a brisa de sonho carmim
Corrompendo o fado, e erguendo jardim
Criando quimeras no alquebrado coração
Meu corpo é alado tal ficção de folhetim
Dessangrando nas saudades de paixão
Suspirando os reveses deixados no fim
Fecho os olhos e me vejo na imensidão
Da captura, breve, tal ledices de festim
Deste rodeio do tempo, cheios de ilusão
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, junho
Cerrado goiano
Como brisa sinto as flores
Como ondas navego em rios
Como pássaros voou no vento
Como verde pinto a mata
Como barco remo,
Me procuro
Me persigo
Me sigo
Em sonhos !
Sinto o vento nos meus cabelos
Um sopro da natureza veio do nada
Observo os pássaros no ar
Muito para receber, mas não tanto para compartilhar
- Used to Be
A Tempestade em Minha alma
sinto um vazio na alma
a cada momento
o vento sopra em minha face
secando as lagrimas
de minha alma
solidão
me sinto seguro
na escuridão
o tremor da terra
lagrimas que se transformam
em um grande oceano de desespero
sangue esvairá
de minhas veias
caindo por terra
minha alma chora
a uma enorme explosão
em minha mente , desespero
sonhos esquecidos
tempestades da alma
louca agonia
gritos que não são ouvidos
apenas sentado a beira do penhasco
chegando a hora de partir
Amor meu... você,
Saio andando, correndo apressado.
Contra o vento, te sinto ao meu lado.
Não vou demorar, eu chego já.
Este é o caminho para te encontrar.
Há fome de amor,
Sede de desejo,
Vontade dos abraços,
carinhos e seus beijos.
Já sei o destino e você lá está.
Se existe cansaço, nem dá para notar.
No caminho certeza, palpita o coração.
Seu cheiro gostoso invade meu pulmão.
O coração comanda.
O corpo estremece.
Seu beijo quente.
Logo me aquece.
As horas passaram e aqui estou.
Se foram dias e noites, e o amor aumentou.
Estando ao seu lado, é só gratidão.
O coração vibra em uma só emoção.
Sei onde cheguei,
Sempre procurei.
Com você bem pertinho,
Felicidades ganhei.
Ah, Outono!
Sinto minhas folhas caindo.
Secas, ao vento dançam e se vão.
Voam distante, carregam ilusão.
São sonhos que se foram.
Faz parte do ciclo, folhas se renovam.
Outras irão surgir.
O importante é deixar ir!
Edileine Priscila Hypoliti (Edí escritora)
Sementes da Gratidão
Acordo e sinto o vento,
o cheiro da terra molhada,
o calor do sol na pele,
e percebo — sou parte do milagre.
Grato pelos passos que me trouxeram,
pelas quedas que me ensinaram,
pelos olhos que cruzaram meu caminho
e acenderam luz quando tudo era sombra.
A vida não me deve nada,
e, ainda assim, me entrega tudo.
Em cada abraço, em cada sorriso,
existe um universo inteiro dizendo:
“Você não está só.”
Grato pelas manhãs que começam,
pelos desafios que me moldam,
pelos silêncios que me fazem ouvir
o que o mundo, às vezes, esquece de dizer.
Carrego no peito uma prece muda,
uma canção sem som,
mas cheia de sentido:
“Obrigado, vida.”
