Seus Olhos Verde Mar

Cerca de 88254 frases e pensamentos: Seus Olhos Verde Mar

⁠⁠Quadro sublime a céu aberto, natureza bem verde, cenário naturalmente belo com o teu olhar expressivo e tão verdadeiro ainda sendo o centro da atenção, um destaque na tua face graciosa e delicada, uma forte expressão
como se olhasse focada, de volta para quem te admira, que conquistou o teu respeito ou quiçá, também o teu coração, sendo uma mensagem subliminar para alguma pessoa específica, uma singular que está apta para receber o teu amor sincero,
mistério provocante de um tipo jovem de Mona Lisa, mas com a tua própria personalidade, lindos cabelos, pele suave, que provocam a mente sem usar nenhuma palavra, passando verdade, deslumbramento e nada de superficialidade.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Como melancia perfeita em sua casca verde, a hipocrisia encanta à primeira vista, mas esconde, em seu interior, a podridão da falsidade.

Inserida por SergioPersi

⁠Parecer-te, para mim, é um flete, ainda verde, mas quando amadurecer, humm, que delícia! Será um muse, um lume no meu amanhecer.

Inserida por gilsonjs

A notícia da partida da vovó que vendia sacolés pelo portão da casa verde no Sana desceu amarga. Como eram gostosos os sacolés vendidos por aquelas mãos. Podiam não ser lá muito higiênicos, isso é verdade, mas que eram gostosos eram. Aliás, essa questão de higiene, àquela época, não era muito levada em conta. Não que isso fosse coisa do século passado, quando ainda não se sabia muito sobre vírus e micróbios. Não. Mas também fiz uma pesquisa e vi que sacolés eram vendidos na década de 20, e, já então, as autoridades sanitárias faziam exigências que ninguém cumpria, como hoje. Daí, aquela gente imunda e encharcada com a água que lhes descia pelo corpo proveniente do degelo mal contido nas sorveteiras que equilibravam os isopores carregados de sacolés na cabeça. Mas, gula sempre foi gula. Voltando aquela senhora do Sana: os dedos que tocavam o dinheiro transportado por uma bolsa de coro que andava com ela eram os mesmos dedos que apanhavam pra mim dois guardanapos, que eu sempre pedia. Era daquela mesma bolsinha onde guardava o dinheiro que puxava os guardanapos. Me limpava como um pinto no lixo após degustar sempre a dobradinha: "um de coco e um de baunilha vó". Era o sacolé gostoso que compensava depois daquela manhã inteira torrando no sol na cachoeira. E o mais engraçado é que era tão bom, que até engolir pedacinhos de plástico mordendo o sacolé a gente engolia. Aquela casinha verde fica logo atrás da pracinha, do coreto. Quando ela abria a porta, dava pra ver lá dentro uma forma cilíndrica, de zinco, onde ela acondicionava todos os sacolés. Em torno desse cilindro, gelo picado e sal grosso com um pouco de serragem. Eu perguntei preocupado com a cor avermelhada da serragem. Coroando isso tudo, uma espécie de rodilha de pano, sempre suja, protegendo a tampa, impedindo o ataque de insetos durante a madrugada. A última vez que estive com a vovó do sacolé no Sana, custava R$ 2. Funcionava todo dia até às 18h, mas nas noites quentes de verão era comum ver-se à porta da casa aquela senhora se abanando com uma folha de bananeira estendendo mais um pouco o horário das vendas pra nossa alegria e dos colegas no camping, que nem esperavam que fossemos lembrar deles, de tão bom que o sacolé era. Uma vez, no desespero, bati palmas em seu portão 1 hora da manhã, bêbado, pra pedir sacolé. Tomei um esporro da vovó, mas pergunta se ela deixou de me atender e, depois do esporro, lembro que passou docemente a mão em minha testa e avisou que amanhã estaria mais cedo vendendo os sacolés. Os sabores eram: laranja, abacate, manga, caju e, nos últimos anos, começou a ter de chocolate, além do tradicional coco e baunilha. Mas, nenhuma delas, superava o coco-baunilha, que eu ia degustando ao mesmo tempo. Que me perdoem a propaganda, mas hoje, com todo progresso e processos modernos de fabricação mecânica, como toda e relativa duvidosa higiene no fabrico, o sacolé da minha vó do Sana continua insuperável. Os picolés de hoje, ridículos até no nome, as conchas novas que têm dado forma empírica aos sorvetes, não irão conseguir nunca matar a saudade que comecei a sentir a partir deste momento, quando recebi a notícia. Não sei se exagero ao afirmar que os sacolés do meu tempo, até os extravagantes e alcoólicos que começaram a pegar moda nos blocos de carnaval, nunca serão mais gelados do que aqueles sacolés de coco-baunilha. Faltarão neles agora, eternamente, o perfume delicioso de sabonete que vinha daquela senhora. Faltarão neles, inclusive, a poesia do pedido batendo palmas no portão, e do sorriso carinhoso e aconchegante na entrega. Siga seu caminho vovó. Novos sabores chegaram pra senhora. Delicie-se.

Inserida por AlessandroLoBianco

⁠ah é amarelo,
é, azul,
ih, verde,
oh! o marrom e
o uuu, preto ou violeta.

(onomateoria das cores).

Inserida por paulinopris

VERDE OU AZUL
Ainda acontece como se minha alma
afugentasse a calma...
Já adolesci faz tempo, faz tanto tempo
Que as tardes agora ardem de saudade
De algo que agora caminha nesse teu caminhar...
Quero entender toda a magia do verde ou azul
Que agora abriga a minha alma...
Sabe o que é ser tão triste, tão triste,
Profundamente triste de felicidade...
Ainda acontece caminhar sobre as águas...
Esta coisa divina me leva
Como se todas as coisas fossem novas,
Como se paixão fosse novidade
Fico na expectativa de que todos os dias sejam sábados
De que o céu tenha esse azul ou o mar tenha esse verde
E o que se perde entre o olhar e o sentir vire encanto
Sonho que todos os dias sejam sábados
E que todos os sábados sejam assim,
Mágicos, verdes ou azuis eu não sei...
Ou não tenho certeza mas hoje é sexta feira
E amanhã já é sábado de novo...

Inserida por tadeumemoria

Mais verde que a esmeralda é o olhar de jade…
Quando a tarde vem é verde oliva
Quando a noite já chegou é verde musgo
Quando chega o trem pela manhã é esperança
É um trem de abstração, paixão que arrasta um trem
Esverdeando bem alem, dos pinhais
Silenciosa como um trem acordando as manadas
Afugentando a passarada
Mais verde que a esmeralda é o olhar de jade
Mais tarde minhalma se perde
Verde como a vegetação no verde oliva
Que sobe as montanhas no olhar de Jade...

Inserida por tadeumemoria

NAIR
Minha mãe
Era como o papel de seda cobrindo a pipa,
Era o milho verde feito canjica
Canela em pó por cima da papa
Bife mal passado sobre arroz branco,
Figado acebolado cheirando
Café coado no pano,
As doces canções de moacir franco ...
Cabelo em desalinho,
Zêlo em forma de carinho
Cocada morena e branca
Em forma de coração
Como uma declaração
De amor a humanidade
Sua voz marcante e grave,
No ofício de nossa senhora,
Minha mãe carregaria se fosse preciso,
O mundo sobre os seus 44 quilos;
Abraçaria ao olhar, adotaria ao sorrir...
Minha mãe Nair
Mãe dos meus irmãos,
Mãe das suas irmãs...
Mãe da sua mãe!

Inserida por tadeumemoria

⁠Ser verde enamorar por outro, mas azul; ser de um grande planeta enamorar por outro de pequeno planeta; ser experiente enamorar por outro inexperiente, conclusão: ser diferente é um desafio em qualquer lugar ou dimensão. Êxito na conquista só e exclusivamente em crer com muito amor.

Inserida por giuliocesare

O ser humano só vai pensar no verde quando a terra já estiver no vermelho.

Inserida por demetriosena

NÃO SOU GADO

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Pouco importa se o pasto é farto e verde;
até vasto, a perder de minha vista;
não insista em dizer que serei livre,
se houver um limite pra quem sou...
Nem acene pra tantas incursões
em prazeres propostos, permitidos,
emoções de festim, estratagemas
pra pescar o meu sonho de além campos...
Não sou gado, me poupe do redil
mesmo aberto e com tintas de horizonte;
paraíso sem ponte pra mim mesmo...
Quero a vida servida por acasos
aos meus prazos, espaços e critérios;
minha forma sem fôrma de viver...

...

Inserida por demetriosena

⁠PRIMAVERA

Demétrio Sena - Magé

O meu desejo,
se o verde aflora;
se a cor impera...
É dar um beijo
na tia flora;
na prima vera...

Inserida por demetriosena

⁠FEITIÇO VERDE

Demétrio Sena - Magé

Samambaias pontuam meu caminho;
bananeiras desfraldam suas folhas;
cada espinho se torna escudo-flor
contra mentes maldosas que me cercam...
Sei usar as Espadas de São Jorge,
mas não é pra ferir quem quer que seja;
o saião, a carqueja (os curandeiros
que bocejam nos brejos; várzeas; montes)...
Tinhorões me camuflam pra passar
nesta fase de vida inquietante;
a cigarra cantante me conduz...
Cachoeiras dão banho na minha'lma,
uma palma se assanha na palmeira,
entre árvores belas e plus size...
... ... ...

Respeite autorias. É lei

Inserida por demetriosena

Teresina, terra adorada
Pérola do Piauí
Cidade verde esperança
Lugar da gente simples
O raiar do sol
Na faceirice nordestina
Amada ponte estaiada
Abaixo dela o Poti
A luminescência
De um povo acolhedor
Quem conhece
Não se esquece jamais!

Inserida por lirioreluzente

⁠Que a saúde me garanta plenitude;
o verde das árvores me passe esperança;
e o azul do céu me favoreça na lembrança de uma tarde bonita que tive quando criança.

Inserida por marianabertoof

Hoje a saudade bateu forte. Assim, para falar a verde, ela nunca deu trégua. Não fico um dia sem pensar em você. Mas as vezes ela vem ainda mais forte. Impossível não se emocionar. Espero que esteja bem.

Inserida por droplets

⁠A vida é tão bela, vista de um ângulo verde.

Inserida por reconceituando

Nas águas verde esmeralda, o meu coração voce roubou. Em baixo de um céu estrelado palavras de amor me sussurrou. Transformou minha vida sobre a areia quente e dourada com a luz do sol.

Inserida por MirnaRosa

Tem varanda, podemos respirar um pouco mais, ver o verde, ver o céu, as estrelas, as coisas do mundo, mesmo que por um recorte na paisagem.

Inserida por ARRUDAJBde

⁠Haviam três pensamentos
E lá estava ela, a lua
Dalva e mais uma
Todo aquele verde
Aquele céu, aquelas luzes
O brilho, o frio, o farol
Aquela estrela que do nada aparecera
Sem nenhuma explicação
Alguém a colocou lá, naquele exato momento de eternidade.
(Poema noturno)

Inserida por ARRUDAJBde