Sentada
Sentada na janela olhando para o céu, começo a pensar em você, em pensar em nós, em tudo o que quero que aconteça com a gente, em todos os meus sonhos que quero que se tornem reais, em tudo que eu havia planejado para a gente, eu ficava perdida em meus pensamentos, e de repente via as nuvens se moverem lentamente fazendo uns desenhos no céu, até que formaram o seu rosto, você estava sorrindo, aquele sorriso lindo que me tirava o folego, eu realmente amava aquele sorriso, e eu ficava olhando seu rosto no céu, estava lindo, e eu sorria como uma boba, um leve vento batia contra meus cabelos fazendo com que os bagunçasse todo, mas eu nem me importava por que eu de alguma forma estava em um sonho, sonhando acordada, vendo o meu amor, vendo o meu sonho de uma forma tão linda, mas de repente soprava um vento muito forte fazendo assim as nuvens se moverem novamente desmanchando seu rosto, mas mesmo assim eu continuava sorrindo, continuava com o meu sorriso no rosto, por que eu tinha você em minha cabeça, cada detalhe seu eu sabia, eu tinha o seu rosto gravado em minha mente, eu te tinha em meus pensamentos, em meu coração, eu tinha você comigo, perto de mim, você estava em um lugar que vento algum poderia te tirar, nem desmanchar você.
Estava sentada hoje olhando pro nada, e comecei a relembrar de quando minha mãe coloca aquela piscina de 1000litros nos fundos da casa para mim me divertir enquanto ela limpava a casa. Eram tempos difíceis, mas felizes. Não que hoje não seja, mas como diz o ditado: Eu era feliz e não sabia. Lembro-me das músicas favoritas, das brincadeiras de power ranger e de imitar os cantores favoritos kk, lembro-me dos teatros da igreja e da Infância Missionária, das aulas de música e de teclado. Lembro-me da escola, de quando eu só conversava e mesmo assim tirava notas altas no boletim, ou de quando eu brigava com minha melhor amiga em um dia e no outro eu já estava rindo com ela novamente. Lembro-me das novelas de criança que passava no sbt, e do nome do menino que eu gostava e que escrevi na árvore. Lembro-me dos choros de dor por um tombo, ou por achar que minha mãe havia sofrido um acidente de tanto demorar para me pegar na escola. Lembro-me das rizadas, das verdadeiras gargalhadas que dava por coisas bobas, idiotas mas boas com as minhas amigas. Sinto saudades de palavras e sonhos, do olhar verdadeiro e do sorriso de bom dia. Sinto saudades da brincadeira de pega pega, das promoções da coca cola que tínhamos que colecionar tampinhas para ganhar bichinhos, sinto saudades da verdadeira musica sertaneja e gaucha, sinto saudade do natal em família, e da páscoa quando ganhava um monte de chocolates. Sinto saudades de pessoas que passaram, de pessoas que foram e não voltam mais, de pessoas que não sabem o quanto foram e são ainda importantes pra mim. Sinto saudades da minha infância, que não volta, mas que deixou inesquecíveis lembranças.
Estou sentada na soleira da porta da minha vida
Vigiando gente indo e vindo
Gente que passa
Gente que fica
Mas ninguém permanece
É uma dor estranha
Perceber que o melhor de si nunca é suficiente pra ninguém
Troquei minha felicidade pela falta de amor
E ninguém nunca me permitiu essa escolha
Foi La e pronto: fez-se a troca
Minha vida é assim
Cheia de gente decidindo por mim
Decidindo quando estarei disponível
Decidindo quando posso sorrir
Decidindo quantos dias irei chorar
Mas uma hora me levanto
Não estarei deixando minha vida
Estarei indo atrás dela
Me livrando de alguns pesos de porta
Sentada lá fora
respirando amor.
Ela sempre soube que ele apareceria
mais cedo
mais tarde.
E lá estava ele
no mesmo lugar
sempre com o mesmo jornal
na mesma página.
Ela sabia de tudo.
Como?
Só ela sabe.
Ele era impassível.
Gostava mesmo era da vida tirana.
Lia a mesma notícia várias vezes,
mas nunca se interessou pelas palavras.
Limitava-se em amar.
Medíocre.
Esquivava-se em vidros translúcidos,
seus olhos.
Olhos de vidro.
Olhos sensíveis.
A prova da saliência humana.
A prova de tudo
até mesmo
do amor.
[...] É como se quando eu estivesse sentada ali, todo o vazio tivesse sido preenchido. A musica que eu tocava me alegrava. O simples fato de respirar ar puro e diferente me deixava em paz. Eu me tranquilizava em estar longe de tudo e de todos. Pelo menos um vez, apenas a minha presença bastava naquele momento!
As onda no chão que passo... Casal a longa distância a se divertir.
Eu sentada na areia vendo o céu estrelado, mas sozinha pensando no que vir.
'Ter à graça de poder observar e se imaginar sentada num
barco, coberto por uma profusão de flores multicores,onde
seu perfume toma o ar e se propaga no espaço. Molho mi --
nhas mãos nas águas límpidas, sentindo o leve deslizar, -
lento, sem rumo e sem pressa me levando...Apenas defrutar
da graça oferecida."
Sentada denovo naquele paraiso, de novo sentada o observando de longe, sim mais uma vez observando cada passo que ele dava, mais uma vez sofrendo por ele, aquele que nem sabia de meus sentimentos. Estou cansada, cansada de tentar te mostrar como o mundo lá fora pode ser bom e bonito, estou cansada de te ouvir resmungar sobre a outra, estou cansada de tentar de convencer que de algum jeito o amor pode ser bom. Você irá ver que terá um dia que eu irei cansar de você.
Sentada aqui estou, esperando os anos passar, para que eu tenha a incerteza de que talvez um dia eu ainda irei te esquecer.
Por que eu estou aqui sentada nessa cadeira de frente com o computador?Eu não devia estar fazendo algo de melhor?Meus pais sempre dizem ''Sai desse computador e vai estudar Isabela!''(Já perdi as contas de quantas vezes essa mesma frase foi dita). Nunca ouço os meus pais, mas sei que eles estão sempre certos. Eu que sou sempre a errada. Sempre.
Por que eu não me levanto daqui agora e digo pra mim mesma: ''Nunca mais usarei a internet para diversão, esta que está me destruindo''. Mas não, eu continuo aqui.
Vejo que se eu não enxergar de vez o que está me acontecendo, as oportunidades que estão surgindo irão ser desperdiçadas. Preciso me livrar desse vício que se chama: Internet.
Preciso tomar um rumo na minha vida. Estudar mais, para que um dia eu me orgulhe de mim mesma, para que eu orgulhe os meus próprios pais. Já pensou eu ver o meu nome na lista de aprovados nos vestibulares. É o que eu mais quero nesse ano. Mas tudo depende da minha bendita força de vontade e a extinção da minha preguiça e de todo o desanimo. É de extrema urgência que eu me afaste das coisas que não estão me fazendo bem. Só assim vou saber o meu grande potencial.
Então eu estava sentada ali, quando meu coração começou a palpitar. Dizem que quando encontramos nosso grande amor a gente sente. Os olhares se cruzam, o universo conspira a favor, e então as coisas simplesmente acontecem, sem forçar, acontecem porque deve ser assim, já estava escrito. Tudo começa a fazer sentido. E então a gente passa a acreditar no destino. Por que realmente é como se eu te conhecesse a milhares de anos, e eu não tento entender, porque não há explicação. As palavras se vão, e ficam só os olhares. Agora sei porque dizem que promessas de nada valem, elas são só palavras. E palavras não tem valor. O que vale é as atitudes, essas sim me fizeram acreditar em você. E derrepentemente, as feridas se curam, cicatrizam. As tristezas não fazem mais parte desta história. E a gente passa a acreditar no amor. E sim, o amor existe e é o sentimento mais puro e bonito que existe. Não importa quão difícil tenha sido o caminho para chegar até ele, mas eu lhe garanto, o amor existe menina.
Sentada na calçada
olhando para o mundo
ao meu redor vjo o
quanto sou pequena,
mas forte por ainda
estar aqui dpois d
tanto ter lutado, vjo
estrelas e me vjo igual
a elas, pqnas diante
aos olhos do mundo,
grande diante d pssoas
q amo!
Observo entao as
nuvens, algumas
brancas, calmas diante
d um céu imenso,
outras carregadas,
pretas, assustadoras,
qrendo liberar d si tda
a angustia, é assim q
nos sentimos, as vzs
somos nuvens brancas,
outras vzs pretas,
carregadas por dentro.
Diante da natureza vjo
cmo sou parecida cm
ela, e é nela q na
maioria das vzs busco
respostas. É tdo tao
parecido, os
terremotos, as aguas
agitadas, o dia lindo d
sol, a calma daquela
brisa fresca. Somos
exatamente assim, no
sentimos agitados,
como se estivesse
acontecendo um
terremoto dntro d nós,
cmo se houvesse um
mar imenso e furioso, e
é como se as vezs as
ondas dntro d nós, nos
drrubassemos, mas ai
vem akeles dias lindo d
sol em q a brisa a
calma toma conta d
vc..
Sentada, sozinha.
Esperando que a curiosidade pare de me torturar.
Esperando que não seja nada.
Esperando que seja bom, e só.
Sentada, esperando...
o telefone tocar
uma mensagem chegar
a calma ficar
..em mim.
Esperando o efeito do susto passar
pensando em coisas inevitáveis
e esperando
que não seja nada disso.
Não se pode passar por isso
sempre.
Não se pode.
B.
Sentada a mesa; sozinha no escuro
escrevendo um poema; pensando na vida
sonhando acordada; sofrendo calada
caneta na mão; mente vazia
versos perdidos; trechos sinceros
pequenas estrofes; rimas externas.
Menina carente, de sorriso amarelo
vestido florido e coração singelo.
Senti necessidade de escrever agora.
Eu estava na sala, sentada, enquanto via tv. As horas foram passando, vi que estava tarde e resolvi trazer o notbook para o quarto, para ver um filme até dormir. Arrumei as coisas, liguei o ar, peguei a coberta, fui ao banheiro. Faltava fazer o que eu faço toda noite: fechar bem as cortinas para não entrar um raio de sol pela manhã. Fui até a janela. No momento em que fui fechá-la, uma luz veio a clarear meus olhos. Foi aí que reparei a enorme lua que estava quase encostando no horizonte, já baixa, fugindo de ser o reflexo do sol que logo viria. No mesmo momento, vi um avião. A pista de pouso do aeroporto é na direção da janela do meu quarto, mas eu nunca havia visto um avião desse modo. Normalmente, quando os vejo, é de manhã ou pela tarde, dá para ver o nome da companhia aérea, ouço o barulho, mas não passa de mais um voo. Hoje, não sei se foi por conta do barulho do ar condicionado ou se foi porque estava tomada pela imagem, mas não ouvi aquele barulho usual de avião. Foi uma das imagens mais lindas que eu vi. O avião, todo iluminado, clareando parte do céu com suas luzes, descia em direção à pista e lá estava a lua, no meio do caminho. O avião, claro, não parou e seguiu seu caminho. Passou de uma maneira, na frente daquela enorme lua amarelada que podíamos ver suas crateras, de forma que parecia que sua asa esquerda a cortaria. Mas então ele passou. Parecia estar devagar, planando verdadeiramente no ar, pronto para uma descida leve, como muitas outras que o piloto certamente já devia ter feito. Bem, qual a moral disso, eu não sei. Não sei muito menos o porquê de eu sentir essa irresistível vontade de escrever sobre isso, um avião passando em frente à lua. Talvez porquê a lua estava perfeita e enorme, e o avião não parecia uma marca voadora, mas parte da paisagem. Da minha paisagem. E assim, eu sorri, e me arrependi amargamente de não ter comprado uma câmera melhor. Mas essas coisas simples que ficam na memória sim, que conquistam o meu coração.
Eu ali sentada na beira do rio
Sentindo saudades da nossa casa
Sim! Fazíamos dela “nossa casa”
Sentindo saudades de cada canto
Nosso quarto, nosso banheiro, nossa toalha, nossa escova
Sentindo saudades dos meus brincos, sapatos e casaco no seu carro
Sentindo saudades de cada beijo que te dava no ombro antes de virar na cama
Sentindo sua falta
E com tantas coisas para esquecer
Cheiros, beijos, abraços e risadas!
Sonhos de uma garota bipolar
Sentada, vejo um mundo lá fora onde nego-me a aceitá-lo;
Um mundo onde só tem desespero, maldade, aflição;
Sentada, apenas desejo um local melhor, um amor melhor;
A minha frente só vejo um filme passando, um filme de possibilidade, coisas que nunca aconteceram, e que nem sei se irá acontecer;
Um filme onde você aparece, e desaparece repetidamente e repentinamente;
O que posso fazer com esse filme, lutar para executá-lo ou simplesmente deixar para lá e seguir em frente?
Só quero algo pelo que lutar nesse mundo insano;
Só quero um amor para sempre levar e cuidar...
Só quero ser vista acima de todos erros e medos...
Só quero ser amada e feliz, ah sim, feliz acima de tudo.
Agora me encontro aqui, sentada em frente ao pc, estática, pensando no porquê não consegui dormir direito, não consegui trabalhar direito e nem pensar direito eu consigo nesse momento.
Várias idéias passam por minha mente, mas nenhuma julgo viável.
Você agora tem outros braços, outros abraços, um novo caminho e eu não quero e nem posso pedir para que me acolha em seu colo.
Eu possuía muitos planos, muitas vontades, muitos sonhos (ainda que impossíveis), mas agora começo a me deparar com a realidade que seria perfeita... mas não sei explicar porque não está sendo.
Poxa... tantos encontros e desencontros... e eu só te queria mais uma vez, uma única vez, um último olhar, um último abraço, uma última respiração ofegante ao pé do ouvido... Uma última vez você, antes que eu me feche para o mundo e faça o que "é melhor pra todo mundo"
Será que estou escrevendo coisa com coisa? Acredito que não, mas isso só retrata, com exatidão, a maneira como me encontro. Embaralhada, confusa, te querendo em segredo...
22/03/2013
O dia veio, e já está indo embora. Mas a tristeza continua "sentada" aqui dentro, e pela cara dela quer pousar.
